Eu sou Matheus, o CR6, o dono da p***a toda. Cinco morros na minha mão, o tráfico, as bocas, as ruas — tudo dança na minha batida. Ninguém ousa me peitar, porque sabe que, se tentar, vira estatística. Mas, c*****o, essa mina, essa Brenda, tá me tirando do eixo. Ela não é como as outras, que se jogam no meu colo, querendo um pedaço do poder, do dinheiro, da fama. Ela é brava, cospe fogo, me encara como se eu não fosse o rei do morro. E, p***a, isso me pega de um jeito que eu não explico. Desde que tirei ela das mãos daquele merda do Leandro, ela tá na minha cabeça, no meu sangue, como uma febre que não baixa. Eu sabia que ela ia tentar fugir. Sabia desde o primeiro dia, quando me deu aquele tapa na cara depois do beijo. O jeito que ela me olhou, com ódio e algo mais, algo que me fez quere

