CAPÍTULO 5: BRENDA

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O mundo ainda tava de ponta-cabeça enquanto o CR6 me carregava no ombro, descendo aquele beco escuro como se eu fosse um troféu que ele acabou de roubar. Meu coração batia tão forte que parecia que ia explodir no peito. Eu socava as costas dele, gritava, esperneava, mas era como bater numa p***a duma parede de concreto. — Me solta, c*****o! Me põe no chão agora. Eu não sou mercadoria, não estou a venda! — eu berrava, mas ele nem respondia. Só seguia, com aqueles vapôs armados atrás, o som do baile ficando cada vez mais longe, engolido pela noite. Minha cabeça girava, não só pelo jeito que ele me carregava, mas por tudo. Leandro. O camarote. O beijo nojento que ele me roubou a força, o gosto de sangue na boca dele quando mordi. E agora isso. CR6. O MC que todo mundo no morro temia, me

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