Uma noite

995 Words
Depois de arrumarem as coisas para dormir, Jeniffer se da conta que a colocaram para dormir no mesmo quarto que Enzo. E nem tinha roupa descente para dormir. Devia ter pensado melhor antes de querer posar ali. - Dona Maria... - Chamou a vó de Enzo. - A senhora tem uma roupa para me emprestar, para dormir? A vó de Enzo sorriu amplamente, fazendo as rugas ficarem mais fortes na altura dos olhos. - Ah minha fia... eu tenho sim... - A senhora corre até seu quarto, sendo seguida por Jeniffer. - Toma.. - A senhora lhe entrega uma camisola rosa de cetim com rendinhas nas pontas, fazendo-a franzir o cenho. - Era de quando eu era jovem... - Ela alisa o tecido com um doce sorriso nos lábios. - Usei apenas na minha lua de mel... - Ah... eu agradeço, mas não posso aceitar... - Jeniffer sentia-se enrubescer, sabia onde a mulher queria chegar. - Pode sim, e vai... - Ela empurra a camisola para Jeniffer. - Posso ver que está fazendo meu neto feliz. Jeniffer sorri, engolindo seco. Que grande besteira essa farsa, essa família era só amor. Enzo era um i****a por se incomodar com eles. Caminhou em silêncio até o banheiro, tomou um banho rápido e correu para o quarto que dormiria. Enzo já estava se deitando quando ouviu a porta se abrir e seus olhos não acreditavam no que viam. A mulher estava o testando, não era possível. Jennifer encarou os olhos fixos de Enzo em si. - Desculpe, sua vó... - Ela cruzou os braços. - Eu não tinha roupa para dormir. Enzo sorriu. - Não tem problema, está linda. - Deitou-se de barriga para cima e cruzou os braços atrás da cabeça, pensando em como fora se meter nessa confusão. Deitados lado a lado, tentavam dormir, mas o perfume de um se misturava com o do outro. As respirações estavam pesadas, e a garganta estava ficando seca. Jeniffer virou-se de lado, fitando o homem a seu lado. Ele era grande, alto, a pele morena, quase nada de pêlos no peito descoberto, os ombros largos, mãos grandes, os cabelos despenteados, a barba rala, a boca perfeita, voltou a se focar nos olhos, que a estavam fitando. Verdes. Tão verdes como o mar infestado por algas. Mas não era só aquela beleza superficial dele que a estava deixando lívida. Era o jeito dele. Doce e alegre. Gentil e prestativo... Apesar de manter a calma, Enzo suspeitava que não suportaria muito tempo. Tudo tinha limite, e o dele já estava ultrapassado. Virou-se de lado, focando na boca dela. - Jeniffer... Ele viu-a se aproximar, seus corpos quase se colando. Ele sabia que ela acabara de sair de uma situação complicada, devia manter a distância, mas quando deu por si, suas mãos estavam explorando as curvas da cintura, dos quadris e das nádegas macias. Ela poderia facilmente sentir o aumento das batidas de seu coração e do latejamento em outra parte do corpo. Enzo não resistiu mais. Tomou o rosto de Jeniffer entre as mãos e beijou-a. Jeniffer sentia a boca mover-se contra seus lábios, uma excitação, uma sensualidade que jamais experimentara antes. Seus lábios moviam-se com avidez contra os dele, e os corpos unidos encaixavam-se perfeitamente, como duas peças de um quebra-cabeça. Respirando com dificuldade, como se fosse perder o fôlego, sentia o peitö dele pressionando-lhe os seiös rijos, movimentou-se com excitäção, beijando, desejando, mais e mais. Enzo puxou-a para cima de si, Jeniffer abriu as pernas e esfregou-se no corpo másculo. Os gemidos de Jeniffer se tornavam cada vez mais longos, à medida que que ele correspondia aos seus anseios, fazendo-a estremecer da cabeça aos pés. Enzo estava no limite da excitäção, mordiscava os lábios dela, invadia-lhe a boca com a língua, enquanto pressionava o corpo entre suas coxas. A cada movimento e*****o ele experimentava um incontrolável prazer. Ele desceu as alças da camisola, e levou a boca ávida, a um dos mämilos intumescido, era intenso, quase além do que ela podia suportar. Seus sentidos, seu corpo, não estavam preparados para tanto prazer. Ele deixou um sëio para beijar o outro, numa delicada e lenta exploração. Ele apertou-a com tanta força, segurando-a pela cintura, que seus dedos afundaram na carne macia. Jeniffer contorcia-se incontrolavelmente sob as carícias ardentes, ele sabia exatamente onde tocá-la para causar prazer, ele deitou-a na cama e desceu a camisola, tirando-a pelos pés. Começou a beijá-la no corpo inteiro, até ela implorar, seu corpo não aguentava mais, estava a ponto de explodir. - Eu não aguento, Enzo... - Gemeu sob seus braços. - Por favor... Ele beijou-a novamente, transmitindo uma intensa sensação de i********e e posse. O toque dele foi para seu sexö, fazendo-a sentir como um dardo de prazer, movimentou seus dedos sobre sua intimidäde, e ela encostou-se ainda mais nele. - Eu quero você, Jeniffer... Ela assentiu e passou os braços por seu pescoço, aprofundando ainda mais o beijo. - Diga... diga que me quer, Jeniffer... - Enzo precisava ouvir, precisava de sua total aprovação. - Eu quero você, Enzo... eu desejo você... - Respondeu vidrada nos olhos sedentos que a fitavam, parecendo invadir-lhe a alma. O corpo de Jeniffer sentia-se vazio, trêmulo, só esperando por ele. Sentiu ele se posicionar entre suas pernas e penetrá-la, e que Deus a perdoasse, mas poderia dizer que aquilo era o paraíso. As investidas dele dentro de seu corpo provocavam ondas de prazer incontroláveis dentro dela. Enzo sentia um tremor violento possuir seu corpo, assustou-se com tamanho desejo. Tê-la em seus braços parecia não ser suficiente. Enterrou-se mais e mais nela, até se perder. Deixaram-se levar por um ritmo cada vez mais intenso. Com a aproximação de um êxtase desconhecido, Jeniffer abandonou-se completamente. Deixou-se levar para além das fronteiras do universo, carregada por uma onda após outra, tendo seu grito sufocado pela boca de Enzo, quando juntos chegaram ao clímax. De um momento para outro, sentiu-se fraca, sem energia, e relaxou o corpo sobre a cama, extenuada.
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