As palavras de sua tia confortaram um pouco seu coração, mas Juliana ainda não estava conformada nem de longe. Comparada a sua antiga casa, aquela era minúscula, seu novo quarto tinha o tamanho do seu antigo banheiro e Closet, mas não podia negar que sua tia havia se esforçado, que tudo estava um brinco e com um cheirinho delicioso de flores. Não demorou muito do lado de fora depois da estranha apresentação ao garoto que agora sabia que se chamava Mateus, e, para ela, ele era extremamente inconveniente com o "ridículo" apelido. “Não sei quem deu essa i********e toda a ele para me chamar por um apelido ridículo assim, eu nem o conheço!”, ela pensava, enquanto tirava as roupas de sua mala e colocava na cama. Passou boa tarde da tarde desfazendo suas malas e dando um jeito de fazer todas

