18 Dean

2756 Words
Caminho atrás dela tentando miseravelmente acompanhá-la mas aparentemente ela não está interessada em ficar próxima de mim, já que nem mesmo me deixa chegar perto. — Por que você sempre sai correndo quando estou atrás de você? — Questiono indignado. — Não estou correndo. — Ela dá de ombros. — Ah, não? Você anda nessa velocidade naturalmente? Não posso ver seu rosto, mas sei que revirou os olhos. Ruby caminha para dentro da biblioteca e lá vemos a tia que trabalha lá mexendo em alguns papéis. — Boa tarde, Tia! — Cumprimentei com um sorriso sacana. — Boa tarde, Dean. Do que precisam? — A Vera pediu que a gente pegasse um datashow e alguns livros que a gente não tem, ela disse que você saberia quais são. — Ruby explica simpática. É um pouco contraditório, ver ela o tempo inteiro em silêncio ou sendo ignorante comigo ou com as amigas dela, mas quando é para conversar com outras pessoas vê-la sendo tão simpática. — Ah, claro. São uns livros da capa verde, estão alí na segunda prateleira. — A Tia que não faço a menor idéia do nome dela aponta na direção das prateleiras, mais lá nos fundos da biblioteca. Onde daqui não dá para ver direitinho. Ruby caminha na direção em que ela apontou, fico olhando para os lados e vejo a Tia me encarando sorrindo. Fiquei confuso, é algum daqueles vídeos adultos? Por que eu pensei isso? Devo estar andando demais com os caras. — Vá lá ajudar ela. — A Tia ordenou ainda sorrindo. — Está bem. — Obedeço confuso mas dou de ombros. — Amor adolescente! — Ouvi um suspiro cheio de humor vindo da mulher que trabalha na biblioteca me fazendo franzir o cenho. Caminho alguns metros até encontrar Ruby de costas para mim, está inclinada para frente, fazendo com que seu quadril fique empinado para trás. Desço o olhar me hipnotizando com essa visão desrespeitosa que é olhá-la assim. Ruby está mexendo em algo, não sei o que é. Não me interessa, só consigo olhar para a b***a dela e imaginar coisas que facilmente poderiam acontecer se ela não fosse a menina quietinha, a intronvertida que nunca foi tocada por um homem e que sente medo de ser tocada por um. Ou talvez se eu insistir um pouco... — Precisando de ajuda? — Quebro o silêncio anunciando a minha chegada. — Ah! Seu i****a, que susto... Você me mata! — Ruby gritou colocando a mão no peito e apoiando as costas nas prateleiras de livros. — Está escondendo algo? — Co-como é? — Ruby gagueja me encarando com os olhos arregalados e o rosto pálido, me fazendo estranhar seu comportamento. — Para você se assustar assim, deve ser peso na consciência. — Ironizo usando o ditado popular. — Ah! — Ruby revirou os olhos. — É isso, ufa. — Por que o seu rosto está tão pálido de repente? — Talvez porque você tenha me assustado? — Esbraveja voltando a mexer em algo, então surge com uma pilha de livros nas mãos e com a língua para fora por ser pesado demais. — Vem cá, eu te ajudo. Como sempre, o turno da tarde é injustiçado. Porém, nessa tarde decidiram que teríamos uma "conversa" com algumas mulheres influentes do empoderamento feminino. Acho uma temática bem bacana, mas não me interessa. Deixo os caras lá sentados escondidos atrás das outras cadeiras e caminho de volta até a sala, acho que no fundo eu também queria ficar sozinho. Eu quero ver a Ruby, tudo bem. Acho que... Gosto de como ela é. Gosto do jeito dela, não é oferecida, não dá bola para qualquer cara, prefere ficar mais isolada, é "tímida" com quem não é próximo... E a melhor parte dessa timidez é fazer com que ela se solte, amo esses momentos. Foram longos dias esperando que ela aparecesse, e ela apareceu. Não me importo mais em esconder, sei que se ela não está na "conversa", está sozinha na sala porque as duas amigas estão na "conversa". Abro a porta sentindo o ar frio do ar-condicionado arrepiar minha pele e vendo minha visão escurecer um pouco mais, procuro o interruptor e acendo as luzes mas tomo um susto de leve quando vejo surgir uma cabeça atrás de uma das mesas lá do fundão. Era Ruby. — Dá para deixar essa merda desligada, seu i****a? Vão saber que tem gente aqui. — Ruby esbraveja. Ri pelo nariz desligando a luz e caminhando até onde ela havia colocado a cabeça para fora. Ruby estava sentada no chão, escondida atrás de uma mesa lá de trás. A única fonte de luz era a que vinha da janela de vidro, e uma luz bem fraquinha já que estava nublado lá fora. Mas mesmo com a luz fraca ainda era fácil de vê-la bem. Sento ao seu lado ouvindo Ruby bufar levemente, mas não reclamou de imediato. — Por que não vai ouvir a conversa sobre empoderamento feminino? — Questionou debochada. — Por que você não vai? — Gosto de empoderamento feminino, mas não estava afim de ficar lá... Entre as pessoas, queria me sentir sozinha um pouco. — Você gosta de ficar isolada, é anti social e tem medo de interagir com pessoas da sua idade. — Brinco com ela e Ruby põe a mão no peito me encarando indignada. — Que audacioso! Não foi eu quem passou vários meses mentindo, fingindo ir para a escola quando na verdade ia bolar um baseado. — Que audácia! — Me finjo de ofendido imitando seu gesto de colocar a mão no peito e ela ri me fazendo sorrir junto. — Não faço mais isso, então não precisa jogar na minha cara. — Tudo bem, não julgo você então fique tranquilo. Com o que aconteceu, no seu lugar eu também teria enlouquecido. — Como assim "com o que aconteceu"? — Franzo o cenho em sua direção sem entender sobre o assunto que ela estava se referindo. Ruby me encarou por alguns segundos até que senti seu semblante recuar e ela ficando sem graça por algum motivo. — Acho melhor não tocar no assunto. — Ela disse me deixando ainda mais curioso. — Fale, pode falar. Não faço a menor idéia do que você está falando, sério. — Você ficou rebelde e fazia o que fazia depois que seu pai... Dean... Agrediu sua mãe, entendo. Mas que... De onde diabos ela tirou isso? Comecei a rir até meu rosto doer, e Ruby ficou me encarando com uma sobrancelha arqueada sem entender o motivo da risada. Quando abandonei a escola imaginei que haviam inventado algumas histórias sobre mim, mas não imaginei que fossem tão longe assim. — Qual o motivo da risada? — Ela questiona confusa. — Nem sequer conheço meu pai. — Digo secando algumas lágrimas que caíram de tanto rir. — Ah Deus. — Ruby colocou a mão na boca e começou a rir depois de uns segundos. — Quem foi que disse isso para você? — A Línea! Comentaram e ela ouviu. — Diz rindo. Fico a observando enquanto ri, presto atenção em seu sorriso e em como ela fica relaxada conversando comigo mesmo que não queira admitir. Ruby alonga uma perna deixando o interior da outra totalmente exposto e visível ao meu olhar, fico vidrado em como sua pele parece branquinha, e talvez ainda mais um pouco por causa da luz. Sinto vontade de tocar, a pele dela parece ser tão macia e o clima dessa sala parece ser tão aconchegante. Com a sala inteira escura e somente nós dois sendo iluminados por pequena luz que vem da janela, o clima aqui dentro parece reluzente para nós dois. — O que foi? — Ruby quebrou o silêncio e me olhou confusa por eu estar a encarando. Não vejo motivos para mantê-la longe, por qual motivo eu a deixaria escapar? Eu quero sim tocar ela, e de várias formas impossíveis. Afasto um pouco do seu cabelo para atrás da orelha e Ruby parece recuar um pouco para trás, mas não a deixo se afastar, enfio a mão por dentro do seu cabelo e a puxo para um beijo. Antes que nossos lábios se toquem, Ruby empurra meu peito fazendo com que eu me afaste por um instante, mas me aproximo em seguida. — O que está fazendo, Dean? — Sua mão toca meu peito como se estivesse me impedindo por mais que nós dois sabemos que não está, na verdade ela nem está mesmo tentando. Puxo seu cabelo para trás fazendo com que seu rosto se erga para cima, beijo sua bochecha e a mordo vendo o formato dos meus dentes levemente marcados em seu rosto. — Dean, não... — Ruby negava, mas não me empurrou. — Grite por ajuda, me bata ou me empurre se não me quiser por perto. Porque eu não vou soltar você, nem mesmo conseguiria se eu quisesse. — Sussurro em seu ouvido enquanto nossas bochechas roçam uma na outra. Beijo a parte de trás da sua orelha, descendo pela mandíbula, indo para o queixo, escondo o rosto em seu pescoço inalando o cheirinho doce dela cheirinho de menininha e de princesinha delicada. Escuto seus lábios ofegarem e quando paro para olhar para o seu rosto, a vejo com os olhos fechados com sua expressão de estremecimento. Sua pele arrepiada é o que me faz saber que não estou a forçando, então me sinto no direito de beijar seus lábios e matar a fome que sinto. Respiro alto, não consigo controlar. Seguro seu pescoço na mão e aperto forte a puxando ainda mais para mim. Ruby segura meu braço, não sei o que se passa na cabeça dela, já que parece de todas as formas querer me afastar mas não me afasta de forma alguma. Eu não deveria estar pensando assim, mas do jeito que ela está ofegando só consigo imaginar como seria estar em cima dela me empurrando rápido e bem fundo dentro dela. Sentindo e explorando cada parte dela enquanto escuto ela gemer desesperada contra meu rosto, a minha imaginação tem vida própria e não vou mentir que não permito que ela imagine coisas demais, porque eu permito, oh se eu permito. Ruby afasta nossos rostos e encara meus olhos, mas ela desce seu olhar para a minha boca. O que está imaginando, princesa? Olho um pouco mais para baixo vendo os m*****s durinhos dela marcando na camisa escolar, sinto um frio no estômago ao perceber que ela está sem sutiã mesmo que esteja vestindo uma camisa branca. Aproveito sua distração e aperto firmemente seu peito em minha mão, quase sinto ele direitinho já que apenas o tecido da camisa me impede de colocá-lo inteiro na boca e sugar a alma de Ruby por ele. — Você vem para a escola sem sutiã, Ruby? — Sussurro contra a sua boca encarando seus olhos que não param de olhar para a minha boca, e não desviam de forma alguma por algum motivo. — Não vejo porquê usar, quem iria perder tempo olhando para os meus p****s. Sorri de canto ouvindo seu comentário. — A questão é, quem não perderia? — Comento fazendo com que seus olhos se arregalem e então deslizo minha mão pelo interior da sua coxa devagarinho para cima, esperando que ela não note. Beijo o canto dos seus lábios esperando que ela não caia em si e me jogue longe. — O que está fazendo? — Droga! Não respondo, puxo seus lábios para um beijo. A mordo, a imobilizo segurando em seu cabelo, deslizo a mão até seu peito e o aperto como se fosse minha bolinha anti estresse. Ruby retribui, segura meu rosto nas mãos e encara meus olhos algumas vezes antes de voltar a me beijar. Me pergunto o porquê dela me olhar tanto nos olhos. Ela segura a parte de trás do meu cabelo como seguro o dela, ela me puxa para ela ao ponto de me fazer acreditar que quer me puxar para dentro dela. Não que isso seja algo r**m e não que eu não fosse gostar. Ruby monta em meu colo me fazendo estranhar seu comportamento, uma menina tímida agora está se soltando? Acho que acabei a idealizando, ela deve achar isso tudo muito novo e acaba tendo atitudes mais além. Esqueço até de estranhar seu comportamento quando ela morde meu lábio e começa a se esfregar no meu p*u duro com força, ríspida. Me faz sorrir como um i****a, e fico desacreditado que essa é a mesma garota tímida que não interage com as pessoas e que fica calada o tempo inteiro, só não com as próprias duas amigas. Seguro sua cintura a deixando um pouco distante de mim e então a desço, encaixando sua b****a certinho em meu p*u. Ela começa a se esfregar em mim, quando percebo está se esfregando com tanta rispidez que o atrito das nossas roupas esquentam e fazendo barulho. Noto que Ruby cavalga com tanta determinação e com tanta força, que nossos corpos balançam para frente e para trás fazendo com que até mesmo a mesa balance acompanhando nossos corpos. Gemo sôfrego contra seu pescoço sentindo meu p*u doer com tanto estímulo, o sentindo lamentar por estar pronto para bater lá no interior de Ruby e não poder. — Dean... — Ruby geme manhosa procurando minha boca para me beijar, então puxa meus cabelos para trás fazendo com que meu rosto erga para cima. — Você está tão duro... Ela deixa beijos rápidos em meus lábios e em seguida olha para o movimento do próprio quadril, entreabre os lábios e aperta bem as sobrancelhas enquanto rebola e se força para baixo tentando sentir um pouco mais do meu p*u. Seus gemidos começam a ser exagerados, só então quando ela começa a tremer que noto que está esfregando o próprio c******s em mim. — Você vai gozar, vai? — Questiono com a respiração entrecortada contra seu rosto, Ruby responde com um gemido abafado e em seguida silêncio apenas. Não consigo acreditar que estou gemendo como se estivesse fodendo só de sentir ela se esfregar em cima de mim enquanto estou vestido, sinto vontade de me dar um próprio soco por estar ofegando tanto. Seguro seu quadril a guiando e ajudando para que se esfregue com mais força. Ruby ainda está muda com os lábios entreabertos, e quando de vez em quando consegue recuperar a voz, resmunga desesperada. A sensação que ela está sentindo deve estar tão gostosa. Se eu olhar apenas para o seu rosto consigo imaginar que estou dentro dela e que estou a fodendo, suas expressões me ajudam a deixar minha imaginação mais realista. — Ah, Dean... Só mais um pouco... Por favor. — Ruby ofega apoiando as mãos em meus ombros. A sala que geralmente acontece aulas, agora está completamente preenchida com o som das nossas respirações profundas e gemidos abafados. Beijo seus p****s por cima do tecido e os seguro firme puxando para baixo fazendo pressão do seu corpo o meu. — Deixa eu colocar meu p*u dentro de você? Você continua desse jeitinho... Só que com ele dentro de você. — Peço em tom de súplica, e no momento não me parece nada absurdo, eu poderia ajoelhar agora e implorar para que ela me deixe a f***r bem forte. — Você está de saia, fica fácil... Rapidinho, eu prometo. — Dean... Não! — Ruby resmunga me repreendendo. — Pelo menos não aqui. — Sério? — Meu rosto se ilumina e deslizo as mãos para debaixo da sua saia segurando sua b***a nua em minhas mãos. — Deixaria eu te f***r? — S-Sim... — Ruby aperta os olhos e começa a tremer, então percebo que ela já vai gozar. — Promete? — Ah, Dean... Eu prometo! Escuto passos e risadas se aproximando, olho para Ruby e a vejo arregalar os olhos. — Estão vindo. — Ela alerta. Cubro sua boca com a mão e ela toma um sustinho. Enfio a outra mão por dentro da calcinha dela e penetro meus dedos dentro dela e os movimento rapidamente ouvindo um som de molhado emitir estralos no vazio daquela sala. Escuto resmungos de Ruby misturados com súplicas e gemidos abafados, ela começa a tremer e então joga a cabeça para trás rebolando devagarinho na minha mão. Sinto sua b****a apertar meus dedos e quando a olho vejo uma veia saltada em sua testa enquanto ela se tranquiliza com os olhos fechados. — Você me fez uma promessa, princesa. — Sussurro quando ela desaba cansada sobre o meu peito. — Precisamos sair daqui, estão voltando.
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