Capítulo Dezesseis — Promessas que posso cumprir...

1192 Words
"Às vezes, o maior risco não é se entregar ao desejo, mas permitir que alguém ultrapasse as barreiras que construí para me proteger. No fundo, fugir dos sentimentos só me faz perceber o quanto preciso deles para me sentir vivo." Christopher Davis Dei minha cartada. Agora espero sua resposta. Victória continua me encarando como quem tem muitas razões para aceitar minha proposta, mas também muitas dúvidas sobre onde isso vai acabar. Nossa química é inegável. Sei que para ela tem sido tão difícil quanto para mim resistir a essa intensidade. Imagino que para ela seja mais difícil. As mulheres sempre esperam segurança em um relacionamento, e eu nem isso quero para mim. As coisas precisam ser casuais, só pelo prazer. Para que essa coisa de amarras ou exclusividade? Isso só nos causa problemas. — E aí? Vai ficar me olhando sem falar nada? — pergunto, ansioso por resposta, e não vou aceitar uma negativa. — Senhor Davis... — Me chama de Chris, Vic... para com essa formalidade. Nós já trepamos várias vezes e você ainda quer ser formal comigo? Me irrita esse distanciamento que ela insiste em manter entre nós. Ao mesmo tempo, é exatamente isso que eu quero: manter o afastamento emocional e deixar apenas o sexo. Mas por que c*****o eu me sinto assim? Essa mulher vai me deixar maluco. — Senhor Davis... — Me chama de Chris, c*****o! — corto sua fala, a irritação latejando na minha voz. — É assim que quer que eu trabalhe para o senhor? Ela se afasta, deslizando em direção ao banheiro, como se quisesse se esconder atrás daquela formalidade que insiste em manter. Isso me corrói. Qualquer outra mulher já teria cedido, mas Vic me desafia, me provoca, me mantém nesse jogo perigoso. Eu a sigo, o coração acelerado, a mente tomada por um misto de raiva e desejo. Não aceito ser ignorado. Ela precisa estar perto, precisa se render. — Quero uma resposta, Vic — insisto, a voz grave, carregada de urgência. Ela entra no box e a água escorre pelo seu corpo nu. Fico parado, hipnotizado, observando cada curva, cada detalhe. Meu p*u desperta, pulsando, exigindo atenção. Sou um viciado em sexo, e diante dela, nua sob o chuveiro, é impossível pensar em qualquer outra coisa. A água escorria pelo corpo dela, misturando-se ao calor que já queimava dentro de mim. Entrei no box sem hesitar, tomando sua boca com a urgência de quem não sabe esperar. O beijo era profundo, faminto, e cada vez que ela tentava se afastar, eu a puxava de volta, mostrando que não havia espaço para dúvidas. — Chris... — sussurrou, quase sem voz. — Isso. Me chama de Chris. Não existe senhor Davis aqui. Só eu e você. Minhas mãos percorriam sua pele molhada, explorando cada curva como se fosse território proibido. Ela tremia, não de medo, mas da intensidade que a envolvia. Eu sabia o que estava fazendo. Cada gesto era calculado, cada toque era uma promessa de prazer. Encostei-a contra a parede, mantendo-a presa entre meu corpo e o azulejo frio. O contraste da água quente e da proximidade incendiava o momento. Enquanto tomava sua boca com um beijo lascivo, minhas mãos deslizavam pelo ventre, provocando nela ondas de arrepio, descendo até sua b****a lisa já muito molhada pela excitação. Prendi sua mão acima da cabeça, penetrei dois dedos nela, encarando-a. Nossos olhos buscando respostas que nossas palavras não diziam. E eles diziam tudo. Comecei a socá-la e a estimular seu clítoris. Ela não escondia o quanto aquilo estava agradando e fazendo ela sentir coisas que nunca havia sentido antes. Vic, tão inexperiente, se deixava guiar. Seus olhos denunciavam o conflito: queria resistir, mas o corpo já havia escolhido. E eu, doutor na arte da sedução, sabia exatamente como conduzir. — Você sente, não sente? — murmurei contra seu pescoço. — Essa química não mente. Ela fechou os olhos, rendida ao momento. E ali, sob o chuveiro, percebi que não precisava de palavras para convencê-la. A intensidade falava por si. Seus s***s subindo e descendo pela respiração intensa. Os m*****s rígidos eram um convite para que fossem sugados e eu não resistir mais uma vez. Tudo nela me enfraquece. Enquanto a penetrava com os dedos, sugava seus s***s. Meu desejo só se intensificava. Não consigo pensar ou agir diferente de um animal faminto, louco para devorar a sua presa. Victoria era a presa e eu o animal que queria devorá-la inteira. Para mim, era claro. O corpo dela falava mais alto do que qualquer palavra. E dessa linguagem eu entendia. Cada tremor, cada respiração acelerada, cada olhar perdido denunciava o conflito interno que a consumia. Eu via em Vic uma mistura de medo e desejo, como se estivesse diante de algo que não sabia controlar. Ela queria resistir, eu sentia isso. O orgulho a empurrava para longe, mas o corpo a traía. Seus olhos me diziam que estava assustada com a intensidade, mas também fascinada por ela. Era como se estivesse descobrindo um território novo, perigoso e irresistível ao mesmo tempo. Vic estava dividida: parte dela queria segurança, queria manter o controle; a outra parte já havia se rendido, entregue ao prazer e à química que nos unia. E era essa segunda parte que eu alimentava, que eu fazia crescer a cada gesto. Eu sabia que, naquele instante, ela não estava apenas sentindo o toque. Estava sentindo a revelação de algo maior: o despertar de uma mulher que nunca havia experimentado tamanha intensidade. — Goza pra mim, Vic... liberta essa felina que sei que está ai dentro... goza amor... — sugo seus s***s com mais força, ela joga a cabeça para trás e geme meu nome alto, gozando intensamente. Essa cena me levou a pique. Virei-a de costa, ainda encostada na parede. Puxei seu quadril em minha direção. Meu p*u em riste, duro como uma barra de ferro. Louco pra senti-la, penetrá-la. Não pensei muito para me enfiar nela de uma só estocada. A filha da p**a, empinou a b***a gostosa, redonda e durinha me minha direção facilitando todo o processo. A sensação que tinha era que ela me sugava, molhada e quente como o inferno. — Você é muito gostosa, Vic. Sua b****a me enlouquece... ela é quente, apertada e muito gulosa... — Chris... assim você não está sendo justo... — ele geme e isso só me excita ainda mais. — Não quero ser justo, Vic... eu só quero você. Aumento a intensidade das estocadas. Murmuro palavras obscenas em seus ouvidos. Coisas que desejo fazer com ela, mas não agora. Vamos deixar mais para frente. Tenho muito o que praticar com essa mulher e não perderei a oportunidade. Victoria é minha de agora em diante. Só não sabe ainda. — Vic, eu vou gozar, amor. Não consigo mais segurar... vem comigo, querida — solto seus braços e com uma das mãos estímulo seu clítoris novamente. Com pouco movimentos ela explode em um g**o, gemendo com como uma gatinha manhosa. Eu não resisti ao ouvir o som dos seus gemidos e me derramei dentro dela, rugindo feio um bicho. Pois era assim que eu me sentia naquele momento: um animal em puro síl.
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