O dia 14 de fevereiro de 2025 não foi improvisado. Não foi por acaso. Foi pensado, repensado, imaginado durante dias… semanas. Eu não queria apenas “passar” o Dia dos Namorados. Eu queria marcar aquele dia, como sempre fiz com todas as datas que envolviam nós dois. Mesmo estando há um bom tempo sem nos falarmos direito — daqueles silêncios longos, pesados, cheios de orgulho e ausência — eu não deixava as datas especiais morrerem. Para mim, estar chateado nunca foi desculpa para abandonar o que era importante. Podíamos estar em desacordo, mas eu nunca impediria o Samuel de participar das atividades da minha família. E jamais deixaria de participar das atividades da família dele. Era um princípio. Um valor. Um limite meu. Com ele… não funcionava assim. Sempre que estava chateado, ele inv

