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Linhagens de Sangue

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intro-logo
Blurb

Lizzebeth Udarach Marverich nasceu para sustentar o mundo ,mas nunca para viver nele.

Como herdeira de uma das cinco famílias responsáveis por manter o planeta habitável através de máquinas ancestrais, seu destino sempre esteve selado: um casamento estratégico, um herdeiro perfeito e uma vida curta em troca da sobrevivência de todos.

Mas tudo começa a ruir quando um erro impossível acontece.

Durante o teste de compatibilidade, o sistema reage a Lizzebeth de forma anormal, como se ela fosse mais do que deveria ser… ou algo que nunca deveria existir.

Ao mesmo tempo, Hendrick Silverstone, um herdeiro que não deveria estar ali, carrega seus próprios segredos. Criado nas sombras e inserido no lugar de outro, ele sabe que naquele jogo ninguém é quem parece ser,nem mesmo ele.

Entre alianças forçadas, identidades trocadas e uma conexão perigosa que desafia lógica e controle, os dois se veem presos em um sistema que exige sangue para continuar funcionando.

Mas à medida que a verdade sobre as máquinas vem à tona, uma pergunta se torna inevitável:

e se o mundo não precisar mais ser salvo…

apenas controlado?

Em um universo onde o amor é fraqueza e o poder é herdado pelo sangue, Lizzebeth terá que decidir:

seguir seu destino…

ou destruir tudo para criar um novo.

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Capítulo 1 O destino ao qual fui destinada
Prólogo Eu já devia saber, desde o primeiro dia em que conheci a minha família, que eu sempre seria apenas uma moeda de troca. Passos no andar de baixo me alertam. Eles estão perto. Jogo roupas, joias e todas as cédulas que consigo dentro da bolsa e sigo para a porta dos fundos, que dá para o jardim abandonado. Nem mesmo a noite escura me impede de percorrer todo o caminho sem tropeçar, o vento embaraça meus cabelos com força quando me viro contra ele, em direção a casa. Olho para a mansão da minha família. A maior da cidade. E a mais vazia. - Lizzebeth! - o grito da minha mãe corta a casa como uma lâmina. - Lizzebeth, nós vamos te encontrar! Paraliso por um instante, mas continuo andando. Vai me encontrar? Boa sorte com isso. Arranco o broche com o brasão da família e o jogo sobre uma roseira morta. Ele parece afundar sobre os espinhos secos. Uma lágrima escapa, espessa demais Me dando um amargor no fundo da garganta - Ora, Lizzebeth... você nunca foi parte dessa família. Qual o motivo do choro? - digo a mim mesma. Continuo até a pequena porta no fundo do jardim, que dá para a estrada. Liberdade a um passo de distância. Então eu o vejo. Ele está me esperando. Como eu previ que faria. Ele estende o capacete na minha direção. - Eu não pedi que viesse - digo, encarando seus olhos. - Ainda assim, sou sua melhor opção. Um estrondo ecoa dentro da mansão. Eles estão mais perto. Aceito o capacete, olho pela última vez minha prisão de 20 anos - Vá Ele vai. Nós vamos. Agora não há mais volta. Sem mim, a única Legatária nível 1, eles jamais poderão manter seu império em pé. Eu estou no controle. A minha vida será sob meus termos Capítulo 1 Lizzebeth Eu tenho um segredo. Há dezenove anos eu o escondo. Um segredo que me impede de andar descalça. No meu pé esquerdo, marcado a ferro, há um trevo de três folhas. Azar. — Lizzebeth! Desça imediatamente! — a voz da minha mãe arde em meus ouvidos Fecho os olhos por um instante. Escondo o pé dentro do sapato. Desço as escadas sem pressa. Se há uma “nova resolução”, então é no escritório oculto. A porta secreta se abre atrás da biblioteca empoeirada, como se ninguém ali tivesse tempo para livros, apenas para trunfos e planos. Entro. Eles já estão sentados. Esperando. Faço uma leve reverência antes de me sentar. Hábito? Doutrina. — Aos vinte anos, você herdaria tudo — meu pai começa, esfregando as mãos — Nós a preparamos para isso. Minha mãe inclina levemente o corpo. — Mas surgiu algo… mais vantajoso. Silêncio — ela interrompe O ar fica pesado. — Uma aliança — ela continua. — Um casamento entre famílias. Meu estômago se contrai. Eu já sei. Antes mesmo de ouvirem minha resposta… eles já decidiram. — Silverstones — meu pai diz. Claro. — E Marverichs — minha mãe completa. Minha respiração trava. Mas eu não demonstro. "Finja até que acreditem" repito para mim mesma — Você se casará — meu pai finaliza, simples. Sinto um aperto forte no coração e engasgo por um segundo ao puxar o ar. Decidindo um investimento. Não uma vida, a estética dessa família não muda Me recomponho com a expressão imparcial — E, com isso, liderará ambos os impérios — minha mãe diz, observando minha reação com atenção cirúrgica. — Você não vai perder. Não pode perder. Olho para os dois. Para o plano perfeito deles. Para a vida que já foi decidida. De herdeira a noiva em... olho o relógio, 5 minutos desde o chamado para o escritório. Assinto com a cabeça e me dispensam com o olhar satisfeito. Controlo a respiração tentando não entrar em pânico novamente, de qualquer forma eu tenho um ano. Muita coisa pode acontecer em 12 meses Saio da sala e fecho a porta atrás de mim. Tenho certeza que os planos ocultos deles só estão começando, Me vejo de novo na biblioteca de madeira parecendo ser de séculos atrás e não de 50 anos. Observo inerte todos os livros, parece que não terei mais a chance de ler mais nenhum, e ainda faltam tantos. Meus olhos se estreitam quando olho para a pequena rachadura no vitral no topo da cúpula bem acima da minha cabeça. A luz do dia bate bem na prateleira à esquerda da penúltima prateleira. Me direciono até a escada e a posiciono na prateleira, subo cerca de 20 degraus e estico o braço até alcançar o livro iluminado pela luz — O destino ao qual fui destinada Engraçado, auspicioso — É o destino — digo por fim Meu último livro da biblioteca ancestral, a despedida de uma era. Desço as escadas antes que meus pais passem pela porta e me vejam e me achem bem… ...inadequada fazendo algo inadequado. Volto para o meu quarto e arrumo as malas. Meu último ano até a qualificação total como Herdeira, será bem longe de Jakarta. Olho pela janela para a paisagem que me fez companhia durante todos esses vários anos. Coloco o livro na bolsa. E vou até minha prateleira de carros. Todos na cor vinho, a cor da família. — Algo veloz — passo o olhos pela coleção e pegou uma Porsche — E charmoso Aperto ela nas mãos — E algo confortável — digo ao pegar um Cadillac espaçoso Guardo Cadillacac na mala com cuidado dentro da capa de p******o, m*l imagino no problema se ele disparasse. Deixo a porsche em cima do uniforme. Começo a me arrumar para partir, as aias borrifam o perfume da família sob minha pele e cabelos. Rosa e jasmim para mim. Até mesmo os cheiros da família Marverich marcam território. As aias se esforçam para equilibrar toda a extensão do meu cabelo em um coque padrão. Desço até a sala de jantar para me despedir dos meus pais que parecem ainda atordoados pela aliança formada Extasiados ​Minha mãe se aproxima de mim e me segura pelos ombros e me afasta a um braço de distância e prende o broche com o brasão da família na lapela do uniforme. ​— Você bem sabe que é a pessoa de maior destaque no mundo. Você é Lizzebeth Udarach Marverich, dona da empresa mais lucrativa e importante do mundo. Tenha o cuidado de escolher adequadamente quem se aproxima de você; escolha pessoas de caráter inquestionável — ela fala em tom sério, com os olhos fixos nos meus, como se enxergasse a minha alma. ​Sinto um arrepio pela espinha; engulo seco. ​— Eu entendo, mãe. Eu não vou te decepcionar — minha voz treme e desvio o olhar. ​Ela assente e seus olhos parecem sorrir. ​— Você nunca me decepcionou — conclui ela, ajeitando meu colarinho com carinho. Saio em direção ao jardim e o atravesso até chegar na área de embarque Coloco a Porsche no chão e aciono a chave e ela se converte ao tamanho normal. Minha aia coloca a mala no porta malas. Olho para a mansão e esvazio os pulmões. Um peso se desprende dos meus ombros e meu pescoço parece relaxar assim que entro no carro. ​ ​Ao dirigir, vejo pelo retrovisor minha mãe apoiada no ombro do papai. Somos uma família convencional, importante e igual a todas as outras das vizinhança : Vil, extravagante e gananciosa. ​Me concentro na estrada e tento fazer com que minha mente mude de assunto. Nunca vi o herdeiro Silverstone, pode-se dizer que hoje é o dia em que todos os herdeiros vão se ver pela primeira vez Com certeza vou encontrar o noivo lá. Embora meus pais pareçam se amar muito, se for verdade, podemos dizer que eles tiveram a sorte de ser um par estratégico e, ao mesmo tempo, romântico. Um casamento, em primeiro lugar, é sobre aliança comercial, uma fusão de impérios. ​Antes que eu me desse conta, chego ao portal da escola. Meu carro se destaca por vibrar na cor da família Marverich. ​Percorro os olhos pelo estacionamento e não vejo nenhum carro azul no perímetro. Acho que o herdeiro Silverstone chegará somente amanhã. ​Quando desço do carro, minha aia, Gisele, está me esperando. Ela fecha a porta do carro e me direciona até um elevador vinho, cheio de entalhes dourados e letras ostentosas onde se lê "Marverich". Parece que nos acham esnobes; bem, eu não sou, mas ainda prefiro não dividir o elevador com ninguém. Gisele minha aia vai até o carro pegar minha mala. ​Aperto o botão do elevador. Mas assim que entro não é o cheiro de limpeza que invade meu nariz mas sim um cheiro intenso de limão e sândalo . Fecho os olhos e respiro fundo; um leve sorriso trai meus lábios enquanto a porta se fecha. Escuto um sussurro junto ao meu ouvido e o hálito fresco faz cócegas no meu pescoço: ​— Eu também adoro o cheiro de rosas.

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