Capítulo 03

1045 Words
Já em casa a noite, fiquei olhando para o teto do meu quarto. As luzes do poste desenham a parede branca, deixando-me mais ansiosa do que estou. A volta para casa foi tranquila, Giovane deixou nós duas em segurança. Minha irmã ficou contando sobre os bolos que comeu e escolheu. Eu fui para o quarto a fim de estudar, não tenho aula hoje, por ser o penúltimo semestre temos alguns dias da semana sem aulas e às vezes tem reuniões nesses dias para TCC e estágio. Meu caderno e notebook estavam largados na cama e eu não consigo parar de lembrar o que aconteceu no elevador. Peguei o meu celular, entrei no grupo da família para pegar o número de Giovane, salvei na agenda. Antes não tinha coragem de fazer isso para não acabar mandando mensagem para ele quando eu não respondia por mim, no caso, o álcool que respondia quando eu estava com Rayane, minha melhor amiga. "Oi, tudo bem? Aqui é a Bel" — digitei a mensagem e mandei, a mensagem chegou para ele. — "eu queria deixar claro que aquilo não aconteceu" Giovane não visualizou a mensagem, levei minha unha no meu dente, sentindo a ansiedade bater pela demora de receber a mensagem. Não queria que isso atrapalhasse o casamento de minha irmã ou até mesmo o meu estágio. Larguei o celular na cama e voltei a pegar o notebook, a fim de tentar estudar um pouco. Meu celular vibrou do meu lado, sinalizado que chegou uma mensagem, meu coração disparou sabendo que é a resposta dele. "Não tem como não apagar o que aconteceu na empresa" Como assim? Pensei. Franzi as sobrancelhas e vi mais uma mensagem que havia chegado. "Eu não sabia que sentia o mesmo" Meu coração disparou e eu não consigo responder as mensagens. "Sabia o por que não consigo apagar aquilo da memória?" Como não respondi a mensagem, ele mandou uma foto, fiquei de cabelos em pé com o que acabara de ver. Giovane havia de me mandar um nudes, seu p*u rígido como imaginei que estivesse debaixo daquela calça social. Ele se depila, então mostra certinho cada detalhe de seu m****o enrijecido, grosso e com as veias pulsando em sua mão, minha boca chegou a salivar e não só a boca. "Olha o que você faz comigo" Droga, eu estava paralisada com tudo isso. Soltei o ar que estava segurando alguns segundos a mais, levantei da cama correndo e fechei a porta. Não quero que ninguém entre no quarto agora. "Eu te quero tanto, Amabel" Droga! O que poderia responder? "Quero sentir seu corpo no meu, quero sentir o gosto do seu mel em meus lábios" Voltei a sentar na minha cama olhando para a tela sem ao menos piscar. "Vamos nos encontrar, vamos saciar essa sede" Fiquei dançando meus dedos sobre o teclado, não sabia o que responder. A única coisa que consigo pensar é mandar uma foto como resposta, mostrar o que ele fez comigo por ter mandado aquela imagem. Abaixei meu short do pijama e minha calcinha, me deitei na cama com as pernas abertas e passei meu dedo indicador entre os lábios da minha b****a, abri a câmera do meu celular e tirei uma foto mostrando meus dedos melados e mandei para ele. "p**a QUE PARIU, QUE BUCET@ DELICIOSA!" Minhas mãos chegaram a tremer ao ler sua mensagem, já estava nervosa por mandar um nudes para o meu cunhado e ler seu desejo por mim incendiava por todo o meu ser, mordi o meu lábio inferior e sinto uma satisfação enorme por saber que Giovane me deseja loucamente. "Quero f***r você, sentir cada parte do seu corpo" Mesmo que tenha mandado a foto, não consegui responder, ele percebeu e então me ligou. Atendo a ligação e já sinto o meu coração na boca. — Amabel, te desejo tanto! — sua voz estava ofegante e rouca. — Toque a sua b****a por mim vai! Sem protesto, obedeci em silêncio, encarei a porta do meu quarto algumas vezes para ter certeza que tranquei ela. — Quero te f***r bem gostoso. — sua voz é ofegante e excitante. Não consegui parar de pressionar o meu c******s enquanto movimentava minha mão para cima e para baixo, cada vez mais rápido. Mordendo meus lábios para não gemer alto e tentar abafar alguns deles. — Não se segure, Amabel! — Ao falar meu nome pareceu estar salivando. — Geme pra mim, quero te ouvir. Meu ventre formou um nó e começou a contrair, pedido para ser penetrada, pedido por cada centímetro daquele p*u. Cada vez mais estava melada, levei meus dois dedos até a minha boca para sentir meu próprio gosto e chupo eles com vontade, imaginando estar chupando aquele roliço delicioso, chego babar nos meus dedos e voltei a me estimular cada vez mais e gemer para que Giovane me escutasse como pediu. — Isso — ele gemeu do outro lado da linha. — Quero encher sua boca de p***a quente. Minhas pernas começam a ter espasmos e uma onda de calor percorre por todo o meu corpo enquanto deixei espaçar uns gemidos manhosos. Mesmo tendo um orgasmo eu desejo mais de Giovane, minha vontade agora é de sentar nele com vontade. — p**a safada, você me fez gozar gostoso com seu gemido. — Giovane estava ofegante. — Preciso me limpar, depois nos falamos, beijo nessa b****a deliciosa. Ele desliga e eu fico com o celular pendurado ainda na orelha, pasma. — O que eu fiz? — perguntei para mim mesma. Como pude fazer isso com minha própria irmã? Eu... Minha boca tremia de nervoso, estou nervosa comigo mesma. Não consigo pensar em outra coisa, além de me sentir uma i****a que fez uma grande burrada. Levantei da cama tentando firmar minhas pernas ainda bambas, coloquei minha calcinha e o short, ajeitei os meus cabelos e saí do quarto para tomar um copo de água. Minha mãe estava na cozinha, minha irmã não estava por perto e meu pai assistindo jornal na frente da televisão com seus olhos verdes vidrados na tela. — Você está bem, Amabel? — mamãe estava terminando de fazer a janta. — Está toda vermelha, está com febre ou sua alergia que atacou de novo? — Deve ser alergia. — digo ainda ofegante.
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