Henry Fontinelle Semana encerrada. Exausto, mas inteiro. Agora só quero silêncio, uísque e distância de qualquer ser humano por pelo menos doze horas. Abro a porta e... claro. Fred. Jogado no meu sofá com a cara de sempre: a de quem vai me meter numa roubada. — Fala, irmão! Achei que nem ia voltar mais. — O que você tá fazendo aqui, Fred? — Te chamando pra fazer o que a gente faz de melhor: noitada, bebida e mulheres. Que tal? — Da última vez quase perdi a primeira aula da manhã. — Mas hoje é sexta, irmão. Amanhã ninguém te espera naquela faculdade. — Eu sei. Ele me encara com aquele sorriso canalha. Sabe que eu tô por um fio de dizer sim. — E aí? Vai ou vai? — Tá, Fred. A gente se encontra mais tarde. — Sabia que você não ia me decepcionar! Mas agora preciso passar num lugar

