EEu não aceito! Não aceito que aquele dia, que deveria ser o meu dia, tenha sido roubado de mim. Eu seria a Rainha, a Luna ao lado de Lucas, mas aquela maldita humana apareceu com um filhote mestiço e destruiu tudo. O quarto não suportava a minha fúria. Arremessei o espelho contra a parede, o vidro se espalhou em mil pedaços. Rasguei os lençóis com as minhas garras, derrubei a mesa, chutei as cadeiras. Cada objeto quebrado era um grito da minha alma. — MALDITA LUANA! — urrei, sentindo o sangue pulsar nas minhas veias. — Esse trono era meu! Os guardas tentaram me conter. Cinco deles entraram, hesitantes. — Senhora, por favor... — um deles começou. Não me contive. Avancei com a fúria de um lobo. As minhas garras atravessaram a sua garganta, o sangue jorrou quente sobre minhas mãos. Outr

