Capítulo 9: Nos aposentos privados de Azael, o ar estava carregado de uma estática opressiva. O lorde demônio andava de um lado para o outro, as grandes asas negras estendidas a meio mastro, cortando o ar com uma fúria silenciosa. Suas runas vermelhas já não latejam; elas queimavam em um tom escarlate vivo, refletindo o colapso completo de suas barreiras mentais. Ele tentara o desprezo. Tentara a indiferença, a crueldade e o ciúme. Mas ver a f***a na armadura de Elena, testemunhar a dor e a fúria nos olhos azul-tempestade dela, apenas alimentava a fera sob sua pele. Azael não era mais dono de si mesmo; a possessividade animal e o desejo carnal haviam obliterado séculos de arrogância aristocrática. A porta de ferro fundido não foi apenas aberta; ela se chocou contra a parede quando A

