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Acidente Perfeito - Russo's

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intro-logo
Blurb

Eu sou Alec Russo, o irmão do meio da família Russo. Minha vida sempre foi marcada pela adrenalina, pelas viagens e pelas negociações que me mantêm em movimento constante. Eu sou o tipo de homem que vive intensamente, sem amarras, aproveitando cada momento... até que uma noite mudou tudo.

Foi quando conheci Julia. O que deveria ter sido apenas uma noite se tornou algo que não consigo esquecer. Desde então, ela não sai da minha cabeça. Mas o destino tem um senso de humor peculiar: agora, ela é minha secretária, e as coisas estão longe de serem simples.

Julia, com sua teimosia e independência, parece determinada a manter distância de mim. Ela foge de mim como se estivesse correndo de algo que nem ela entende completamente. E eu? Eu estou decidido a não deixá-la escapar tão facilmente.

Cada vez que tento me aproximar, ela levanta barreiras. Mas eu gosto de um bom desafio, e não vou desistir. Há algo entre nós, algo que não pode ser ignorado, e vou descobrir o que é, mesmo que tenha que enfrentar todos os obstáculos que ela colocar no meu caminho.

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Balada +18
Julia narrando. Bebo meu drink chique, um pouco triste. Nunca deixem suas amigas namorarem! Tive que passar uns dias fora em uma viagem de trabalho, e quando voltei, minha melhor amiga estava namorando um louco possessivo. Ela m*l tem tempo para se divertir comigo. A coitada m*l ficou na balada comigo e já teve que ir embora. Não é nem meia-noite ainda e ela me deixou. Tudo bem que com menos de cinco drinks ela ficou bêbada, mas acontece. Seu namorado era quase meu chefe. Na verdade, eu trabalhava para o pai dele. Deus me livre de ser secretária do Antoni (namorado da amiga). Eu já teria ou me matado ou matado ele. Mas pelo menos ele me deixou um cartão da área VIP antes de sair. Os drinks daqui têm até canudo de flamingo. — Uma moça bonita bebendo sozinha? — o barman pergunta e eu assinto, pegando um copo bonito que ele oferece. — Eu saio às três da manhã. Quer comer um lanche? — ele pergunta e eu dou risada. — Olha, eu a... — Ela está bem, eu quero um whisky puro, sem gelo, e pega das garrafas boas do fundo, não uma dessas baratas — o homem me corta, sendo rude, e eu reviro os olhos. O barman assente e pisca para mim antes de sair para buscar o pedido. — Você... Não deixo ele falar, saio do balcão e vou até a pista sem nem olhá-lo. A pista dos ricos é mais sem graça, mas tem gente bem mais bonita aqui. Acho que é um privilégio. Danço querendo relaxar e sinto alguém chegando por trás de mim. Ignoro, indo até o chão e movimentando minha b***a. — O apagão da pegação vai começar — o DJ diz no microfone, fazendo as pessoas gritarem. Me ergo, andando devagar em direção a um homem alto e forte com coque samurai e tatuagens. Ele sorri em minha direção. — 1... 2... 3 — as luzes se apagam e eu me guio pelo instinto. Para minha surpresa, o bonitão estava mais perto do que eu imaginava. Coloco uma mão em seu pescoço, puxando seu rosto em minha direção. Suas mãos fortes colam meu corpo ao dele e, sem esperar, avanço meus lábios nos dele. Seu beijo é forte, necessitado e ansioso. — Calma — digo baixo e ele dá uma risadinha, voltando a me beijar. Escuto os gritos animados quando as luzes são acesas, mas ignoro, continuando com os olhos fechados. Passo a mão pelo tanquinho dele, arranhando. Sinto ele arfar em minha boca, mordo seus lábios antes de nos separarmos. Pelo menos eu tento nos separar, só que ele não me libera. — Isso foi... Abro os olhos e, para minha surpresa, não é o samurai. Quem é esse doido? Ele me olha sorridente e seus olhos com pupila dilatada me deixam confusa; m*l dá para ver o azul. Passo a mão em seus cabelos curtos, mas muito macios. Sua pele branca fica vermelha rapidamente nas bochechas. — Incrível? — ele tenta completar minha fala, mas n**o com a cabeça. — Foi... bom até. — Quer sair daqui? Apenas uma noite — ele pergunta e penso bem. Talvez seja bom me divertir com alguém, apenas hoje. — Quero — falo após um longo tempo e ele sorri, passando a mão no canto do meu rosto. Como Deus é bom, eu mirei em um gato, mas ele me surpreendeu com um gostoso. Entro em seu carro curiosa. Esse desconhecido é rico. Posso não entender muito de carros, mas sei quando algo é caro. — Qual seu nome? — ele pergunta e deito a cabeça no banco, olhando para ele. — Qual o seu? — Sem nomes por hoje — ele diz e dá uma risadinha, me fazendo sorrir. Observo a tatuagem de seu braço e tento decifrar o que é. Parece estar em outra língua. — Você quer comer um lanche? — ele pergunta e eu não entendo. — Desculpa, mas achei que iríamos comer outra coisa — falo e, para deixar claro, o olho de cima para baixo. Ele arregala os olhos e dá risada. — Certo, podemos fazer isso também. Acabei de chegar de viagem, ainda estou com a cabeça confusa. — Eu também. Nada melhor do que estar na minha cidade. Vejo ele entrar na rua de um motel grande pelo letreiro. — Pode entrar aí — mando e ele vira o carro, entrando um pouco estranho. Talvez agora eu perceba que foi má ideia sair da balada com o gostosão. Ele escolhe uma das suítes e estaciona dentro da garagem privativa. — Espera — ele pede, saindo do carro e fechando o portão. Ele vem até mim devagar e abre a porta, oferecendo sua mão. Aceito, pegando minha bolsa pequena, e ele me puxa para seu colo, me fazendo rir e entrelaçar as pernas em sua cintura. (Hot +18 a seguir; se não gosta, pule por favor.) Arranho sua nuca, o arrepiando, e ele sobe as poucas escadas com pressa, destrancando a porta. Sou posta na cama com muito cuidado e ele desabotoa sua camisa devagar, me olhando. Tiro meu vestido de uma vez, o deixando paralisado e com a respiração ofegante. Consigo ver suas pupilas dilatarem de desejo. Me levanto com cuidado pelo salto e passo minha mão pelo trilho de botões ainda fechados dele, olhando em seus olhos e desabotoando um por um devagar. — Se você queria me atiçar, conseguiu — dou uma risadinha, jogando sua camisa no chão. Passo minha mão por sua calça e aperto seu p*u, querendo sentir o tamanho. Grosso e grande, eu realmente ganhei na loteria por uma noite. Mordo meus lábios, abrindo seu cinto, mas ele me impede. — Posso te amarrar? — ele pede, sorrindo safado, mas n**o. — Tenho um pequeno instinto de sobrevivência ainda. Vai que você é um louco. Se eu estiver amarrada, corro muitos perigos — ele ri, concordando, e joga no chão, tirando sua calça e sapatos. Ele abre meu sutiã e chupa meus s***s enquanto me olha. O puxo pelos cabelos pouco carinhosamente, beijando seu pescoço. Sua mão sobe devagar para meu pescoço, onde dá uma enforcadinha gostosa. — Eu amo estar no controle. Com licença — ele fala sério e me joga na cama, me assustando, mas logo gosto quando ele sobe em cima de mim, dando chupões na minha pele. Passo os dedos no elástico de sua box, abaixando, e sorrio vendo seu p*u saltar para fora, duro e com a ponta brilhando de excitação. Minha v****a parece entender e pulsa com uma dorzinha gostosa de excitação. Passo os dedos em cima do meu c******s por cima da calcinha e massajo em movimentos circulares. Calma, Julia. Ele se levanta, tira a cueca e joga no chão. Tento tirar meus saltos, mas ele segura em minhas pernas, beijando enquanto tira os sapatos agilmente. Vejo-o pegar a camisinha oferecida pelo motel e rasgar o pacote, enquanto me olha com um olhar de predador. Coitado, apenas no sexo e às vezes eu aceito isso. — p***a! — ele fala, colocando a camisinha e me olha sério — está apertada. — Dá para ir rápido? — o apresso, sentindo minha v****a pingar de excitação. Sem aguentar esperar, me sento na cama de joelhos e o puxo pelo queixo, beijando seu peitoral e dando mordidas nem tão leves. Sua pele branca rapidamente fica vermelha e marcada. — Não vai acontecer nada, e nem aperta — digo excitada e ele assente, voltando a me beijar. Pego em seu p*u, segurando firme. — É porque não é seu p*u — ele resmunga e eu dou risada, mordendo seu pescoço. Ele geme rouco com meu ato e começo a masturbá-lo lentamente, enquanto beijo e mordisco sua pele. — Eu quero te f***r tanto — ele dispara, fechando a mão na parte de trás do meu pescoço. — Não se contenha — o provoco com a voz baixa. Ele me vira bruscamente na cama e puxa minha b***a, me deixando de quatro. — Não se mexa — ele manda sério e me viro, tentando olhá-lo, mas levo um forte tapa na b***a. Ao invés de xingá-lo, sinto-me mais molhada. Ele coloca minha calcinha para o lado. — Isso — abro a boca arfando quando sinto sua boca quente em minha v****a, introduzindo sua língua. Ele coloca os dedos e se movimenta rápido, e minha b****a se inunda de prazer. Coloco o travesseiro na boca, querendo poupar os gemidos. Protesto quando ele para de mexer seus dedos e retira. O vejo pelo espelho chupar seus dedos. Quando ia me virar, sua mão enrola em meus cabelos, segurando forte. — Se quiser que eu pare, é só avisar — assinto com a cabeça, esperando que ele cumpra toda a intensidade que me promete. Respiro rápido sentindo seu p*u em minha entrada, prendo a respiração ansiosa até ele entrar em uma estocada, me fazendo gritar e ver estrelas. — p***a — falo baixinho e escuto sua risada em minhas costas. Ele espera um tempo para eu me acostumar, mas começa a se movimentar devagar, dando leves estocadas. Rebolo meu quadril, e ele aperta minha b***a, começando a estocar forte, me fazendo contorcer de prazer. Ele puxa meus cabelos, e fico com o pescoço esticado, me deixando vulnerável, mas estou quase tendo meu orgasmo e, no momento, só quero gozar. — Mais forte! — mando, e ele obedece com tanta intensidade que não aguento, revirando os olhos e gozando fortemente. — Aaah — ele goza quase no mesmo instante e cai ao meu lado com o p*u ainda dentro de mim. — p***a, você é um gostoso — falo, fazendo-o rir. Tiro meus cabelos do rosto e devagar saio de perto dele, sentindo seu p*u sair. Uma pena. — Cadê a camisinha? — pergunto, olhando seu p*u, e ele senta na hora, preocupado. — p**a merda — ele mostra o anel do elástico na base de seu p*u e vejo na cama um pedaço de plástico. — Isso... você... fez um golpe? Era isso? — O quê? — pergunto totalmente confusa. Que golpe? — Você furou essa merda, né? Queria engravidar? Sua maluca? — O quê? Você bebeu, cara? Eu nem te conheço. — Não saia daí, temos que resolver essa merda — ele sai em direção ao banheiro, e eu me visto apressada. Prefiro voltar suja para casa do que ficar mais um segundo perto desse homem das cavernas, i****a, burro, maluco e com um p*u muito gostoso. Eu ainda tenho dignidade. Não vou ficar ouvindo merda dele. Escuto o barulho do chuveiro e pego minha bolsa, saindo de fininho. Vejo a saída de emergência e saio por ela. Pela minha maravilhosa sorte, vejo um taxista deixando pessoas ali. Corro e entro no carro antes que ele saia.

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