-Dorme comigo.
ค๑นēlคŞ duas palavras invadiram seus ouvidos e penetraram fundo em sua mente em um looping infinito, seria tão bom dizer sim, era o que mais queria, estar com ela era o mesmo que estar no céu, mas era muito, muito arriscado se deixar levar pela vontade incontrolável de ficar...
Chat- Mon amour...se eu ficar, você vai me odiar...- BIP BIP- E isso não vai demorar...
Marinette- Nunca vou te odiar...
Chat- Infelizmente vai, ma petite.
Marinette- Vem comigo.
Sem esperar uma resposta, ela o puxou pela mão para dentro do quarto, o desespero tomando conta de seu corpo, via ela mexer em uma gaveta, sem entender nada, só tendo certeza de que aquela noite seria o seu fim...
BIP BIP
Seu tempo estava se esgotando e as lágrimas começaram a descer por seus olhos, ele já não podia contê-las, seu coração quase parando de bater conforme ouvia o apito do anel, até que...
Marinette- Achei!
Ele ainda não entendia nada ao vê-la se aproximar com algo nas mãos...
Marinette- Agora vai ficar tudo bem amore...
Ele ainda não entendia o que ela pretendia, mas deixou-a fazer o que quisesse, não havia muito tempo mesmo...
Ficou surpreso quando viu o que ela trazia e o que fez, uma máscara preta, que ela prontamente colocou em seu rosto, por cima da máscara do uniforme.
Chat- Princesa...
Marinette- Agora você pode ficar sem medo.
Ele podia ver o brilho em seus olhos e a esperança de dar certo, seu otimismo era contagiante, mesmo que ele não acreditasse em mais nada, sabia que era questão de segundos para ela ter um surto e ter seu coração destroçado por ele mais uma vez, então resolveu largar o f**a-SE e puxou-a pela cintura.
Os lábios se uniram de uma forma sedenta e amorosa, nada mais importava.
O beijo era intenso, quente e apaixonado, as línguas já debatiam por espaço, seu uniforme e a camiseta que ela usava já estavam no chão, os corpos unidos quando ouviram o último apito e viram a luz verde envolver a ambos, ele apenas se afastou um pouco, os olhos fechados, esperando o pior.
Seu coração já não batia, o ar já não abastecia mais seus pulmões, o sonho havia chegado ao fim e o silêncio tomou conta do ambiente, um silêncio até meio estranho, já que àquele momento ele já deveria ter sido expulso às vassouradas ou coisa pior, ele precisando sair do colégio para deixá-la viver sua vida em paz, sem que sua presença a fizesse sofrer ainda mais, ele também não conseguiria vê-la tão perto sem poder tocá-la, Paris sendo pequena demais e ele já pensando em para onde iria.
Mas nada daquilo aconteceu, o silêncio permanecia mesmo depois de ter sua identidade revelada, talvez ela houvesse desmaiado, ou o golpe que ela lhe dera tivesse sido tão forte que perdera a consciência e agora estivesse acordando em um hospital.
Abriu os olhos aos poucos, temendo o que veria, temendo do que encontraria, mas o que viu foi a melhor visão que poderia ter, ela estava bem ali, na frente, com os olhos brilhando como nunca antes, um sorriso tão grande que fez com que seu coração desse cambalhotas em seu peito.
Marinette- Eu tinha certeza que daria certo!
Ele passou a mão no rosto e sorriu ao sentir a máscara ainda ali, o sonho havia se tornado realidade.
Não conseguia acreditar que havia conseguido, que havia dado certo e que poderia finalmente se entregar de corpo e alma, sem reservas, sem medo, o coração quase explodindo de tanta felicidade, ela tocando seu peito como se, assim como ele, buscasse a comprovação de aquilo não era um sonho.
Ele respirava com dificuldade, o ar não conseguindo ficar muito tempo em seu peito, que era tocado com tanto carinho, suas mãos tremiam demais, assim como seu rosto e o dela também, buscando seu rosto, os olhos questionando os seus, sem nenhuma palavra, ambos sem saber se choravam ou sorriam, optando por fazerem os dois.
Não demorou muito para que as bocas se encontrassem em um beijo de alívio e ternura, recheado de muito desejo e t***o, ele logo levando suas mãos até sua b***a, os dedos apertando a carne macia pouco antes de erguê-la.
Ele andou com passos trôpegos sem deixar os lábios carnudos até chegar à parede e pressioná-la com o próprio corpo contra ela, se ajeitando entre as coxas roliças, ela rapidamente envolvendo seu corpo, sentindo o volume que se formava de encontro à sua i********e deixando-a mais e mais excitada, enquanto a boca sugava a sua com vontade e luxúria.
O beijo aumentava a intensidade conforme o calor em seus corpos também subia diversos graus, as mãos subindo por suas coxas e indo de encontro ao sutiã, tocando-a por sobre o fino tecido transparente, os m*****s se enrijendo com os toques nada inocentes.
Ela delirava ao sentir aqueles toques, os primeiros das verdadeiras mãos de seu amado, a primeira vez que sentia o verdadeiro calor de sua pele, assim como seu verdadeiro cheiro, que era bem diferente daquela mistura bem incomum de antes, agora era apenas um doce aroma bem suave, algo que ela conhecia, mas não lembrava de onde, nem iria se preocupar agora, tinha coisas mais importantes para manter sua mente ocupada, coisas como o prazer que era finalmente sentir a maciez de suas mãos em sua pele, tocando onde alcançavam.
Ele roçava e se esfregava contra ela, o volume em sua cueca aumentando e ficando cada vez mais rígido, já quase rasgando o tecido, ela gemendo mais alto a cada pequeno resvalar em seu corpo, a boca não demorando em deixar a sua, a língua deixando um rastro molhado por seu rosto, passando por seu queixo até chegar ao seu pescoço, as mãos pequeninas em seu peito, explorando a pele quente antes de chegarem aos seus ombros em busca de apoio, enquanto as dele abriram e adentraram sua calça, apertando sua b***a por sobre a calcinha, puxando-a para si e simulando estocadas que a faziam delirar enquanto seu corpo se movia de encontro ao dele.
O sutiã logo deixou seu corpo, libertando os s***s, deixando-os à mostra e à mercê das carícias dele, ambas as mãos segurando-os e apertando, os m*****s rígidos entre os dedos, fazendo-a grunhir mais alto a cada toque, muito mais excitada agora do que quando os sentia roçando contra o peito nu, o que já era bom demais.
Ela gemia e suspirava a cada lambida e chupada em seu pescoço, os dentes arranhando de leve, ele roçando contra seu corpo, a umidade molhando cada vez mais sua calcinha, que ela já sentia bem molhada.
Ela se jogava contra ele, sentindo o volume contra sua i********e, mesmo com a barreira das roupas, a ansiedade tomando conta dos dois a cada segundo que passava, era tudo incrível, eles nunca haviam se sentido tão quentes, nem tão livres...
Era impossível descrever o que sentiu quando a boca macia finalmente tomou um dos s***s, os dentes arranhando de leve enquanto os lábios o chupava, sem dentes pontiagudos, apenas a sensação boa de tê-lo ali restando e trazendo o melhor do que poderiam viver juntos.
Ele se afastou um pouco fazendo-a ficar de pé, o que a fez estranhar daquela atitude, mas foi só por um momento, toda a dúvida que sentiu se desfez quando notou as mãos grandes segurarem o cós de sua calça, buscando o botão que a mantinha fechada, soltando-o e fazendo com que o zíper descesse bem devagar, seus corpos colados mais uma vez, a boca em seu pescoço enquanto separava as duas partes do tecido, a mão adentrando e procurando a calcinha transparente que com certeza fazia conjunto com o sutiã que estava ao lado deles.
Ela não sabia o que pensar ou fazer quando o viu abandonar seu pescoço mais uma vez e descer por seu corpo, as mãos levando a calça consigo enquanto a boca ia deixando um rastro molhado e quente por onde passava, o umbigo recebendo uma atenção especial da língua enquanto as mãos firmavam sua b***a contra a parede e, quando os dentes atacaram a pele alva de seu ventre, ela não conseguiu sufocar um grito, suas mãos se embrenhando nas madeixas douradas.
Aquilo o excitou de uma maneira absurda e o incitou a ir além, se ajoelhando e ficando de frente para sua calcinha, era uma visão altamente tentadora tê-la assim, com apenas aquela peça pequenina cobrindo seu corpo, escondendo a única parte que ele ainda não havia tocado, pelo menos até aquele momento.
O aroma de sua pele o inebriou quando se aproximou mais um pouco, os lábios tocando sua virilha, os gemidos como música para seus ouvidos, a língua não parando de trabalhar um só instante, voltando rapidamente para o meio de suas pernas, a boca se encaixando bem cima do fino tecido que guardava a parte mais apetitosa do corpo de sua amada.
Ela se contorcia, gemendo e chamando seu nome sem parar, puxando os fios dourados sem dó, ela já não conseguia pensar em nada, só no prazer que ele a estava proporcionando, não recuou ou reclamou quando ele ergueu sua perna esquerda, apoiando a coxa em seu ombro, pouco antes de afastar um pouco sua calcinha, tendo uma visão privilegiada de seu "paraíso".
O urro que ela soltou quando sentiu a língua macia tocar sua i********e foi como música para seus ouvidos, fazendo com que o aperto em sua cueca se intensificasse ainda mais, chegando a ser algo quase doloroso.
Mas ele precisava continuar.
Ambos necessitavam daquilo.
Ela não conseguia ficar parada, não com ele fazendo tudo aquilo, não com sua língua explorando lugares que nunca havia visitado antes, fazendo com que ela descobrisse sensações nunca antes imaginadas.
A cada novo toque da língua ela ficava ainda mais exultante, seu coração e respiração estavam totalmente descompassados, o ar permanecendo pouco tempo em seus pulmões devido à sua respiração ofegante, seu coração dava a impressão de que iria explodir a qualquer momento, tão rápido que ele batia, mas ela não temia ou se negava a ter qualquer um desses sentimentos, estava em êxtase por tudo que estava vivenciando e aprendendo com seu NAMORADO.
A língua não parava um só instante, subindo e descendo, outras vezes apenas "brincando" com seu ponto mais sensível, os dentes também mordiscando aquele lugar especial, ela já quase não sendo capaz de suportar o peso do próprio corpo, vacilando diversas vezes, mas querendo permanecer firme até o fim, que sabia que não estava muito longe.
Ele também sabia disso e fazia questão de ver pessoalmente quando essa hora chegasse, os dedos se juntando à boca nas carícias, o que a fez perder completamente o pouco de razão que ainda lhe restava, o que aconteceu quando sentiu dois dedos grandes e fortes adentrando seu interior, a língua continuando seu "trabalho".
Ela jogava a cabeça para trás, sua respiração se adequando ao ritmo das estocadas, mais e mais rápidas, mais e mais intensas, a boca mudando um pouco seu foco principal, indo morder e lamber o interior da coxa já bem trêmula naquele momento.
Ele podia sentir seu interior se contraindo, apertando com força seus dedos, ela se jogando contra seu rosto que se enfurnara mais uma vez em sua i********e, as mais indo segurá-la pela b***a enquanto a língua ia o mais fundo que conseguia naquela tortura deliciosa.
Aquilo era demais para que ela pudesse aguentar por mais tempo, não havia como e ele sabia, por isso, quando notou que era chegada a hora, segurou com mias firmeza sua b***a e firmou sua boca, os dedos apertando a carne macia de suas nádegas enquanto a língua buscava mais uma vez aquele ponto tão especial em seu interior, sentindo um tremor mais forte.
Era a hora e, quando a sentiu vir, recebeu toda aquela prova de seu orgasmo, lambendo tudo como um animal faminto, ela gritando e se contorcendo, uma de suas mãos puxando com força os fios dourados enquanto a outra arranhava a parede procurando algo em que se segurar, mesmo sabendo que não havia nada para isso.
Gentilmente ele colocou sua perna no chão, amparando-a enquanto subia por seu corpo, abraçando-a e esperando seus tremores cessarem.
Adrien- Muito saborosa, como sempre.
Ele falava perto de seu ouvido, uma onda de calor inexplicável tomando conta do corpo pequenino enquanto sentia a mão correr por seu ventre e se alojar entre suas pernas, tocando-a por cima da calcinha, dedilhando-a, o que só a enlouquecia ainda mais, seu corpo ainda muito sensível.
Marinette- Ga-gatinho...
O tecido era um mero detalhe, ela podia sentir claramente seus dedos tocando-a e atiçando-a, em uma lenta e torturante carícia, o que só piorou quando os dedos a abandonaram, correndo pelas laterais de seu corpo, para conseguir sentir outra parte de seu gatinho roçando sobre sua calcinha.
Chat- Sabe princesa, foi maravilhoso ver e ouvir tudo isso mas...sabe, eu ainda tenho fome...- declarou abaixando um pouco a cueca, apenas o suficiente para colocar seu m****o, totalmente ereto para fora e esfregá-lo em sua i********e coberta por aquele fino tecido.
Marinette- Chat...
Adrien- Diz que sim, diz que você quer sentir meu p*u indo bem fundo em você, aqui mesmo.
Ela não conseguia raciocinar direito, não com ele se esfregando daquele jeito, principalmente depois que ele afastou um pouco sua calcinha e começou a roçar em sua entrada, sua perna esquerda erguida mais uma vez
Marinette- Por favor...
Adrien- O que você quer meu amor? Me diz- pediu lambendo sua orelha, o m****o invadindo-a apenas um pouco e recuando, tirando todo seu fôlego.
Marinette- Sim...eu...quero.
Ela m*l teve tempo de terminar de falar, antes que pudesse dizer ou fazer qualquer coisa, sentiu a invasão bruta e intensa em sua i********e, ele indo bem fundo de uma só vez, o que lhe provocou um misto de dor e prazer, lhe arrancando um grito que certamente traria seus pais se estivessem em casa naquela noite.
Não havia comparação com nada que ele havia sentido antes de estarem juntos, nada se comparava com o prazer de estar dentro dela como agora, ela toda era quente e macia, seu interior era tão aconchegante que viveria assim se pudesse, ou se seu corpo não o traísse, fazendo com que aquilo acabasse cedo demais.
Seus lábios buscavam os dela, em um beijo sedento, cheio de fome, t***o e luxúria, as mãos seguraram a b***a farta e a tiraram do chão, ela envolvendo seu corpo imediatamente, os s***s roçando em seu peito, os corpos escorregando pela fina camada de suor que começava a cobrí-los.
Ela se sentia nas nuvens, ou perto delas, tão leve que sentia seua corpo, tendo a certeza que sairia voando se ele não a estivesse segurando enquanto a estocava com vontade, inda cada vez mais fundo, ela sentindo que a qualquer momento ele a partiria no meio se não tivesse cuidado, mesmo assim tudo era bom demais.
Ele a erguia como se ela não pesasse mais que uma pluma, as costas delicadas roçando levemente na parede, o que certamente deixaria mais marcas do que já haviam conseguido ate agora, sem que nenhum dos dois se importasse, ela segurando e arranhando seus ombros, as bocas unidas em beijos cada vez mais selvagens, as línguas se debatendo com força, logo estando no mesmo ritmo das investidas rápidas e intensas, fortes e certeiras, acertando seu ponto mais íntimo.
Os gemidos de ambos se misturavam e ecoavam com força, com tanta força quanto às das investidas, totalmente sincronizadas, cada subida e cada descida eram feitas em união, ele puxou seus cabelos, o que e fez jogar a cabeça para trás mais uma vez, dando acesso total e completo ao seu pescoço, que ele lambeu e chupou com uma ânsia nunca vista antes, o que a excitou ainda mais.
Ele a tocava, beijava e chupava enquanto a estocava com mais e mais vontade, quase fúria.
Um último toque.
Um último beijo.
E uma última estocada.
Só aquilo foi necessário para ambos chegarem ao clímax, unidos até o último momento, quando sentiram se derramar ao mesmo tempo, seus orgasmos se misturando, ambos sentindo uma conexão como nunca sentida antes, perfeição e plenitude lado a lado.
Ela não sentia mais as pernas, tamanha a explosão que a acometeu, ficando feliz por ele a segurar enquanto se sentia se derramar sobre o p*u que pulsava em seu interior, sentindo-o preenchê-la e fazendo com que se sentasse completa pela primeira vez.
Quando enfim a euforia chegou ao fim, ele notou o corpo pequenino muito mais leve, a cabeça tombando em seu ombro e não conseguiu evitar um sorriso pouco antes de ajeitá-la nos braços e depositar um beijo suave no topo de seus cabelos molhados pelo exercício noturno.
Caminhou com ela até a cama e a depositou com cuidado, logo se deitando ao seu lado e puxando para si, para poderem recobrar as respirações e os corações acertarem o ritmo dos batimentos, ela com a cabeça apoiada em seu peito enquanto lhe fazia um relaxante cafuné.
Ficaram assim por um bom tempo, vergonha não existia entre eles, mas o calor os invadiu, calor verdadeiro, sem nenhuma maldade, então ela se afastou um pouco e se levantou, sendo seguida por aqueles olhos verdes que tanto a encantavam, mas não se importava, ao menos não pelo lado r**m, gostava de ver a admiração que vinha das esmeraldas que tanto amava.
Ela murmurou um xingamento ao ter que se afastar daquele aconchego delicioso que sentia com ele, alegando que não poderiam dormir sem um banho, ele apenas a lembrou que não teria nada para vestir, então ela prontamente se levantou indo em direção ao armário, deixando-o na cama sem entender nada, alegando que não ficaria bem com uma de suas roupas, mesmo que nela ficassem perfeitas.
Não obteve uma resposta, ao menos não verbal, só percebeu algo sendo jogado até ele, uma calça de moletom, ela não falou nada, apenas beijou de leve seus lábios e rumou para o banheiro com uma muda de roupas, sem se preocupar em andar nua até lá, o que o fez se segurar para não segui-la.
O banho não foi muito longo mas foi refrescante e relaxanteo bastante, era muito bom sentir a água escorrendo por seu corpo e cabelos, qualquer preocupação descendo pelo ralo junto com a água.
Quando terminou, secou o corpo e os cabelos antes de vestir um shortdoll leve e gracioso, dispensando a lingerie, sabia que aquilo só seria um impecilho naquela noite, a primeira que passariam juntos, mesmo que ela não soubesse até que horas.
Quando começou a dar atenção aos cabelos, notou duas vozes distintas vindas do quarto, mesmontendo certeza de tê-lo deixado sozinho, pensou em inúmeras possibilidades, até realmente imaginar do que se tratava, suas suspeitas se confirmando no momento em que voltou, sem fazer barulho e ouvir parte da conversa.
Plagg- Quero ver qual a desculpa que vai dar se alguém entrar no seu quarto e não te ver lá. Você sabe muito bem a merda que dá quando isso acontece!
Adrien- Ah Plagg, menos ne...e fala baixo!
Plagg- Faz essas coisas todas, me obrigando a ouvir tudo, fora as vezes que eu participei e agora...AGORA QUER QUE EU FALE BAIXO? SE ORIENTA MOLEQUE!
Adrien- Se você não parar vou te pôr de dieta!
Plagg- Faz isso e eu conto tudo pra ela, TUDO ENTENDEU?!
Adrien- Você não faria isso...
Marinette- Contar o quê?
Adrien- Mari...
Marinette- O que é isso?- perguntou fingindo surpresa.
Adrien- Essa é a praga que me acompanha dia e noite...- falou revirando os olhos.
Plagg- PRAGA?! FALA ISSO DE NOVO MOLEQUE E NÃO TE DEIXO MAIS SE TRANSFORMAR!
Adrien- Como se você tivesse escolha...
Plagg- Eu posso fugir e...adeus Chat Noir e adeus romance perfeito...
Marinette- Como assim? Não estou entendendo...
Adrien- Ele é um kwami, é graças à ele que eu posso me transformar, ele que me dá os poderes, assim como os outros heróis, cada um tem o seu.
Marinette- Ele é muito fofinho...- declarou fazendo um carinho no topo da cabeça do gatinho, ele entendendo imediatamente e começando a participar da farsa.
Plagg- Desculpe minha falta de educação, mademoiselle, Plagg, ao seu dispor- falou pegando sua mão e beijando-a.
Marinette- Agora descobri de onde vêm seus galanteios Chat...
Plagg- Como estou aqui, não precisa dessas formalidades, pode chamá-lo de...- tentou falar mas bolhas saíram de sua boca, impedindo-o de falar.
Adrien- Pára de graça, gato fedorento!
Marinette- Pare de falar assim com ele meu bem...
O pequeno gato mostrou a língua e ele revirou os olhos, o que a fez rir, enquanto pensava no quanto tinha sorte de ter Tikki ao seu lado, com certeza já teria pirado se ELE fosse seu kwami...
Marinette- Vai lá meu bem, tome um banho também enquanto eu cuido do seu amigo. Quer comer algo?
Plagg- Se tiver um pouco de camembert...- falou com os olhos grandes e pidões.
Marinette- Vamos ver o que podemos fazer...
Plagg- Por que não conta a verdade?
Marinette- Você sabe que não posso...
Plagg- Por que não?! Ele te ama!
Marinette- Não, ele ama a Ladybug e...quando perceber que sou eu vai só se decepcionar...
Plagg- Ai meu santo kwami,vocês realmente se merecem, pelo menos são lerdos no mesmo nível. Aceita que...ele já amou ela sim, mas agora é você que mora no coração dele, além do que, vocês duas são a mesma pessoa...
Marinette- Você está enganado. Não sou nem metade dela...
Plagg- Ai...vocês são tão dramáticos...parece até que estou vendo o garoto chorando ou dançando de novo...
Marinette- Dançando?!
Plagg- Sim, ele tinha até um pijama da Ladybug e dançava pelo quarto, seria cômico se não fosse trágico, era algo assim...
Ele começou a dançar, flutuando pela cozinha, ela se acabava de tanto rir
Adrien- Posso saber a graça?
Plagg- Além de você?
Marinette- Nada demais amor, ele só me contou da sua veia artística.
Plagg- Do seu pijama também...
Adrien- Plagg...
Marinette- Deixa ele meu bem.
Só naquele momento ela pôde vê-lo direito, o que fez seu coração disparar, ele estava ainda mais lindo do que ela poderia imaginar, a calça havia ficado de um jeito perfeito e sensual, ainda mais sensual do que o normal, mesmo não acreditando que fosse possível, ele apenas com a calça, os cabelos ainda úmidos, ele parecia brilhar.
Ele sequer precisou abrir a boca, apenas o olhar dela e o rubor de seu rosto já diziam tudo.
Adrien- Cuidado pra não babar...- falou puxando-a de encontro ao seu corpo.
Marinette- Por que vou babar por algo que já é meu?- perguntou passando a mão sobre seu peito e descendo-a até o cós da calça, que estava bem baixo.
Adrien- Não brinque com fogo princesa...
Marinette- Talvez eu queira me queimar...- desceu a mão mais um pouco, apertando-o, sem o menor pudor.
Plagg vendo aquilo e sabendo onde aquela "brincadeira" iria acabar, pegou alguns cookies, que ela já havia separado e subiu, indo direto ao quarto.
Plagg- Tikki! Ei Tikki!
Tikki- Cala a boca, gato escandaloso!
Plagg- Sem neura, torrãozinho, ninguém vai nos ouvir...
Tikki- Onde eles estão?
Plagg- O que você acha? Procriando de novo...eles só pensam nisso...- falou revirando os olhos.
Tikki- Eles se amam, isso é normal...
Plagg- Normal...NUNCA tivemos portadores que...só pensam nisso!
Tikki- Se esse fosse todo o problema...
Plagg- Do que está falando?!
Tikki- Que...talvez os percamos também...
Plagg- Mas...
Tikki- Aquela energia, a mesma da outra vez, quando aconteceu tudo aquilo com os antigos portadores...
Plagg- Eu lembro.
Tikki- Eu a senti hoje de manhã, só por um momento, mas sei que algo muito r**m vai acontecer e não vai demorar muito.
Plagg- Então torrãozinho...fodeu tudo de novo...