໓ēp໐iŞ de um bom banho para tirar o suor das brincadeiras, banhos tomados em separado por ordem da pequena general, ela voltou para o quarto, depois de tê-lo deixado ir primeiro, teve a visão de seu namorado deitado confortavelmente em sua cama, ocupando boa parte de todo espaço, o braço esquerdo dobrado sob a cabeça, o tórax brilhando com algumas gotas remanescentes do banho e as pernas esticadas, cobertas com a mesma calça de moletom que ele vestia quando dormia com ela, o cabelo bagunçado e a máscara completavam o visual perfeito, tão sensual e despretensioso ao mesmo tempo, algo simples mas que a levava à loucura...
Ela não tinha certeza de ter feito algum barulho, mas de repente ele se virou, um sorriso extremamente doce em seu rosto que fez com que seu coração derretesse um pouco mais, principalmente ao ver a mão estendida para ela.
Ela aceitou a mão e segurou-a, se apoiando para subir na cama, tendo logo os braços envolvendo-a e aconchegando-a, o short subindo por sua coxa, deixando parte de sua b***a à mostra, o que não passou despercebido aos seus olhos de predador, assim como o colo sendo levemente liberto da blusa conforme ela se ajeitava em seus braços fortes, a cabeça ficando apoiada em seu ombro, as costas encostadas em seu peito.
Marinette- E então amor, alguma idéia?
Adrien- Pensei em assistirmos um filme, algo leve...
Marinette- Sei bem o seu significado de leve...ainda lembro de ontem à noite...
Adrien- Prometo ser algo leve, palavra de gato.
Marinette- Como se sua palavra valesse alguma coisa...
Adrien- Assim você me ofende...
Marinette- Dizer que você é um tarado é dizer apenas a verdade...
Adrien- Você tá com a linguinha bem afiada...- falou beijando o topo de sua cabeça- Mas...se não acredita em mim...você mesma pode escolher.
Marinette- Assim é mais seguro e com certeza fico muito mais tranquila...
Ela escolheu uma comédia romântica bem antiga, com direito a muita pipoca para acompanhar, eles riam muito, o abraço ficando mais apertado, os lábios tocando seu rosto, uma das mãos se mantendo em sua cintura, enquanto a outra subia vagarosamente até encontrar um seio por cima da roupa, os dedos o acariciando.
Ela soltou um gemido manhoso e jogou a cabeça para trás, ele sabia o quanto coisas assim a agradavam então continuou, a mão em sua cintura a puxou mais para perto, suas pernas envolvendo seu corpo, o m****o encaixado no vão da sua b***a.
A mão em seu seio puxava a blusa bem devagar, entrando por baixo do tecido e tocar a pele, o que arrancou um suspiro mais forte, a mão em sua cintura descendo por sua barriga e adentrar seu short, ficando sobre o tecido fino de sua calcinha.
Marinette- Ga-tinho...ai...
Adrien- Tá gostando?- perguntou preenchendo a mão com o seio, apertando-o, a outra mão deslizando sobre sua calcinha, os dedos buscando sua i********e, a boca se aproximando de seu pescoço, a língua tocando de leve a ponta de sua orelha.
Marinette- Sim...eu...
Adrien- Quer mais?- uma mão continuava apertando o seio, o indicador circulando a auréola, a outra afastou um pouco a calcinha, deixando seus dedos avançaram para tocar livremente pequenas partes de sua i********e.
Marinette- Minou...ai...- gemeu baixinho, sufocando o ruído com a mão.
Adrien- Isso ratinha, geme baixinho pra mim- falou perto de sua orelha, a mão fazendo miséria em sua i********e, os dedos invadindo-a, a mão maltratando seu seio.
Não tardou para ele tomar a boca pequenina com a sua, ela se contorcendo com suas carícias, o beijo ficando mais quente e invasivo a cada segundo, ela levando uma mão ao seu rosto, tocando com todo carinho possível.
Em um movimento rápido ele a ergueu um pouco e a colocou sobre si, de frente para ele, uma perna de cada lado, a i********e se chocando contra o m****o ainda coberto, as bocas unidas em um beijo quente e gostoso, as línguas se debatendo devagar em suas bocas.
As mãos pequeninas puxaram sua camiseta, passando-a por sua cabeça e braços, ele tomando cuidado para a máscara continuar no lugar, tocando em seguida o peito musculoso, eram simples toques mas que faziam um belo estrago na sanidade de ambos.
Enquanto ela o acariciava, as mãos espalmadas passando pelos gominhos de seu abdômen malhado, ele levou as mãos à barra de sua blusa, enrolando-a ao subí-la, os s***s ficando completamente livres, as mãos terminando de tirar o tecido de seu corpo pouco antes de descerem e cobrir os s***s, apalpando-os, os dedos apertando seus m*****s levemente entumecidos.
Ela gemia jogando a cabeça para trás, sentia a boca descer por seu colo até chegar perto o bastante para abocanhar um dos s***s, as mãos delicadas emaranhadas nas madeixas douradas.
Tudo estava muito mais que perfeito, mas ela tinha uma idéia diferente do que queria para aquela noite...
Ela se afastou, o olhar ligado ao dele sem um pingo de vergonha, ao contrário, ele podia perceber um algo a mais nele...
Marinette- Agora é minha vez de brincar e você ficar bem quietinho...- falou empurrando-o devagar.
Adrien- Sou todo seu, ratinha...- respondeu se estendendo sobre o colchão.
Ela sorriu, as unhas percorrendo seu peito, deixando leves marcas avermelhadas, a boca começando a fazer o caminho por seu corpo até a barra da calça que ele vestia pequenas marcas surgiam onde os dentes passavam.
Ela levantou o olhar mais uma vez, quando pôs suas mãos por baixo da barra, a boca em sua barriga, molhando tudo onde tocava, as mãos escorregaram a calça pelas pernas fortes, até retirá-la completamente e jogá-la no chão.
A boca começou a traçar o caminho de volta, subindo por suas coxas, mordendo e marcando diversos pontos, ela subindo por seu corpo bem no estilo de um gato, tudo proposital unicamente para mexer com ele, a língua lambendo a coxa e indo para sua virilha e deixando-a mais molhada a cada segundo.
Ele tentava controlar os gemidos que escapavam de seus lábios, sentindo as mãos em suas coxas, a boca percorrendo a pele indo buscar seu m****o, quente e pulsante, a língua deixando um rastro molhado por onde passava, os pêlos dourados brilhando para seu deleite.
Marinette- Fica quietinho meu bem, você precisa se controlar pra não fazer barulhos...- falou passando a língua na cabecinha de seu m****o, as unhas arranhando a virilha.
Ela sorriu ao vê-lo se contorcer quando ela envolveu a cabecinha com os lábios e chupá-la, deixando a boca fazer barulho de estalo ao soltá-la, repetindo o gesto mais e mais vezes, antes de abocanhá-lo por completo, a boca sugando todo o corpo do m****o, a língua o envolvendo enquanto ela subia e descia, ele se mexendo sem parar ao sentir o calor e a umidade o enlouquecendo nos movimentos que ela fazia.
Ela o mantinha na boca, deixando apenas um pequeno pedaço antes de envolvê-lo novamente, ela percebendo cada mínimo movimento que ele fazia ao tentar se controlar, o que era difícil demais ao sentir cada toque, ela espalhando beijos por todo seu m****o e virilha e tomá-lo mais uma vez.
A- Po...porra!- falou um pouco mais alto, quase gritando, as mãos segurando firme seus cabelos, firmando-a para ir fundo em sua boca.
Ele investia em sua boca, a velocidade aumentando aos poucos, os gemidos cada vez mais altos, o corpo do jovem se descontrolado, a cabeça afundada no travesseiro macio, ele já perto demais de perder o controle de si, tamanho prazer que ele enlouquecia mais e mais.
Era uma tortura sem fim, uma tortura que ele estava adorando, agradecia pelo dia que ela tivera a curiosidade de aprender aquilo, desde então podendo desfrutar do calor e do aconchego da boquinha macia, do mesmo modo que ele também a fazia delirar com essas brincadeiras.
Porém, assim como começou de um modo inesperado, ela também parou, retirando-o de sua boca.
Marinette- Você é muito desobediente, acho que vou precisar te punir...
Ela ergueu um pouco o corpo, ficando com os joelhos sobre a cama, um de cada lado do corpo do jovem, segurou o m****o com uma das mãos e firmou-o pouco ajeitando-o em sua entrada, desceu bem devagar, deixando-o sentir-se ser engolido, centímetro por centímetro, seus gemidos se tornando grunhidos quando ela parou.
Ela o viu morder o lábio inferior quando ela se moveu a primeira vez rebolando de leve, parou alguns segundos, antes de se mover outra vez, outra e mais outra, rebolando e se deixando descer pouco antes de subir mais uma vez.
Ela arranhava seu peito, ele investindo contra ela, mais e mais rápido, as mãos seguindo para os s***s, mas sendo rapidamente impedidas, ela segurando suas mãos e firmando-as contra o colchão, sua b***a subindo e descendo, batendo em suas coxas.
Marinette- Quietinho, gatinho...
Ela continuava provocando-o, ameaçando sair por completo mas voltando logo em seguida, com uma estocada forte, o corpo ainda curvado, impedindo-o de tocá-la.
Ela pensava ter o o controle em suas mãos, pensava mantê-lo quieto o bastante para controlá-lo, porém...era só impressão...
Em um movimento rápido e inesperado, ele a forçou para o lado, virando-a contra o colchão e cobrindo-a com seu corpo, ainda em seu interior, uma das mãos fortes segurando as mãos delicadas unidas sobre a cabeça, fazendo-a soltar um suspiro extremamente forte, abafado e tomado pelos lábios.
Adrien- Vamos ver quem pune quem agora...mas lembre de ficar bem quietinha...- falou ao invadí-la de forma seca e forte, arrancando-lhe um grito alto, os lábios atacando seu pescoço sem dó.
Marinette- Você não...
A- Não vou?- nova investida- Não entendeu ainda que quem manda agora sou eu? Posso fazer o que quiser com você agora...- ergueu uma de suas pernas, indo mais fundo ainda.
Marinette- Eu...eu...
Adrien- Você foi muito má, mas...o que é seu...- uma investida tão forte que a fez fincar as unhas na palma da mão- Tá guardado...
Ele socava fundo em seu interior, as investidas fortes e profundas, a cama rangendo e se movendo junto a eles, batendo contra a parede, o barulho ecoando pela casa, chegando até um dos quartos no andar de baixo...
Tom- O que...o que é isso?
Sabine- Ué...o que você pensa que é?- perguntou sem desviar os olhos do livro que estava lendo.
Tom- Você não acha que...
Sabine- Exatamente isso, esse barulho está vindo do quarto da Marinette.
Tom- Eu não acredito, isso é...
Sabine- Inconcebível? Meu amor...eles são jovens, você tinha alguma dúvida que eles faziam isso?
Tom- Eu...nem sei o que dizer...
Sabine- Bem...que tal ao invés de ficar pensando em algo, aproveitarmos que estamos acordados e...fazer da noite algo mais...proveitoso?- perguntou colocando o livro sobre a mesinha.
Tom- O que quer dizer com isso?
Sabine- Que tal se eu mostrar ao invés de explicar?
Ela se ajeitou, ficando com os joelhos sobre a cama, as mãos segurando as fitas que prendiam sua camisola, deixando seu corpo livre para toques e carícias.
Tom- Minha querida...
Sabine- O que foi? Eu não te agrado mais?
Tom- Meu amor...não há mulher mais linda que você, nem aqui ou em qualquer lugar do mundo.
Sabine- Verdade? Por que não me mostra isso então?- perguntou passando a mão em seu peito.
Tom- Com todo prazer.
Ele passou a mão em seu rosto, lembrava de tudo que vivera até ali, sua felicidade começara no dia em que a conhecera, mesmo com muitas coisas contra na época, não podia imaginar sua vida sem sua baixinha briguenta consigo.
O beijo era doce, o mais doce mel não sendo comparável a ele, tornando-se mais intenso a cada segundo, os beijos deixando um rastro quente e molhado pelo rosto de sua amada, as mãos tocando de modo leve o corpo que tanto amava, tocava-a com quase veneração, tamanho o amor que sentia, amor esse que só aumentara com o passar dos anos.
Os toques eram delicados e precisos, ele sabia bem como agradá-la, assim como ela também o sabia, ela levou as mãos até a barra da camisa do seu pijama, puxando-a por seu corpo até passá-la por seus braços e cabeça, jogando-a no chão junto à sua camisola.
Ela espalmou as mãos pequeninas no peito forte, as mãos grandes a puxando para perto, a boca percorrendo seu pescoço, os corpos se movendo pouco a pouco até ele a encostar contra a cabeceira da cama, ficando de frente a ela, ajeitando-se entre suas pernas.
Ele se aproximou ainda mais dela, a língua invadindo sua boca, as mãos tocando seus s***s, o corpo a pressionando mais a cada segundo, as mãos pequeninas descendo por suas costas indo até sua calça e descê-la um pouco, as mãos apertando a b***a de seu marido.
Depois de um gemido mais alto ele desceu as mãos até suas coxas e segurou-as, afastou sua calcinha e firmou-a para investir invadindo-a.
O amor entre eles era algo especial, repleto de amor e preocupação um com o outro, ele a colocando sobre seu colo, ambos sentados, os corpos unidos, ele a firmando com as mãos em sua b***a, erguendo-a e a deixando descer, ela se apoiando com as mãos em seus ombros.
Ela roçava as costas na cabeceira conforme subia e descia, mais e mais rápido, a boca maltratando seu pescoço e voltando à sua boca, levando a língua para debater com a sua.
Os gemidos se misturavam, ecoando pelo quarto, ele com as mãos em sua b***a, ajudando-a nos movimentos cada vez mais e mais rápido, ele conseguindo sentir seu interior apertando-o, sentindo-se perto, perto até demais de se perder junto a ela.
As respirações estavam ofegantes, os dentes marcando com ânsia e força o ombro forte, as mãos grandes marcando a carne macia da b***a delicada, quanto mais ele apertava mais ela enlouquecia de prazer, ambos levemente suados, os corpos escorregando, uma das mãos se movendo até o c******s, fazendo-a gritar, naquele momento não se importava em ficar em silêncio, ele sabia o que fazer para tirar-lhe o resto de sanidade.
Parecia combinado, ambos os casais chegando ao ápice no mesmo instante, os gemidos em uníssono, ambos pensando ser um eco de seus próprios prazeres, todos caindo em sono profundo.
A noite estava tranquila, silenciosa até demais, a jovem se via em outro lugar, outro tempo que havia se perdido em suas lembranças, algo há muito esquecido.
Poderia ser uma noite como outra qualquer, porém...era uma noite especial, no pior sentido da palavra, os ferimentos profundos nem ao menos doíam mais, ao menos não como deveria ser, o que mais lhe doía era ver o estado do jovem em seus braços, o castanho de seus olhos havia perdido o brilho que ela tanto amava.
O sangue escorria de sua boca, o ferimento em seu peito era grande demais, ela não conseguia fazê-lo parar de sangrar por mais que tentasse, tudo em volta era destruição, o perigo ainda era presente, mesmo tendo sido derrotado, no fundo sabia que, mesmo com a vitória, o preço havia sido alto demais.
Ladybug- Meu amor...fica comigo, por favor.
Chat- Eu...eu...
Ladybug- Fica quietinho, não...não se cansa...se cansa...- pediu chorando, o desespero tomando conta de seu ser por não saber mais o que fazer.
Chat- Não...há mais...tempo...- murmurou gaguejando quase sem forças.
Ladybug- Não...diga isso...não me deixe, por favor...
Chat- Você...vai ser fe-feliz, mesmo que...eu não...possa estar junto...de você.
Ladybug- Eu não quero! Não sem você!
Chat- Você precisa...ser forte...pelo nosso bebê- falou tocando o ventre da amada.
Ladybug- Ele precisa de você! EU PRECISO!
Chat- Seja...forte, por...nós dois.
Ladybug- Pára com isso, seu gato e******o!
Chat- Au...revoir...ma...coccinelle aimé...
Um último suspiro e ela sentiu o corpo pesar em seus braços, toda a vida o deixando de vez, todos em volta chorando alto por suas perdas.
Sabine- Não! Não me deixe!- gritou acordando em sua cama.
Tom- Meu amor, está tudo bem?
Sabine- Eu...eu não sei...- respondeu totalmente desorientada.
Tom- Foi apenas um pesadelo, você está segura, não foi real- disse abraçando-a.
Sabine- Eu...talvez você tenha razão- respondeu, o olhar longe, a mão sobre o ventre.
Fora tudo um pesadelo...
Será?!