.Adam Santnelle.
Espero Kitty enquanto ela faz seus ultimos exames antes de ir.
Coloco na mala tudo que é dela, sem esquecer de absolutamente nada.
Chupetas, ursos e tudo de cor de rosa que tem no quarto de hospital.
Ela conseguiu transformar isso daqui em um algodão doce.
Meu celular toca novamente e eu o desligo.
Agora eu preciso me concentrar em ajudar Kitty, não posso aceitar nenhum trabalho Até que ela melhore completamente.
A porta é aberta e um médico aparece com um sorriso no rosto.
Desde que cheguei nesse hospital senti vontade de matar todos os médicos daqui, até mesmo as mulheres, e se elas forem lésbicas?
— A mocinha está pronta para ir. — Não dou bola pra ele, apenas pego a mala e saio do quarto avistando Kitty em uma cadeira de rodas.
Aparentemente é obrigação do hospital que os pacientes saiam daqui em uma cadeira de rodas, não que eu esteja reclamando, quanto menos Kitty se esforçar melhor pra mim.
O médico nos acompanha até a saída enquanto dita coisas que Kitty deveria fazer para melhor recuperação.
— Muito bem, melhoras. Te vejo em 28 dias.— Kitty se despede sorrindo.
Não sorria para ele.
— Obligada douto. — A pego no colo assim que ela tenta se levantar. — Ah... Adam, eu tonsigo anda. — Ela rir sem graça.
Não respondo simplismente saio com a mesma dali.
Espero nunca mais ter que entrar nesse lugar com a Kitty.
Coloco ela dentro do meu Jeep, e coloco seu cinto de segurança.
— Voxe ta blavo tum aguma toisa? — m*l espero ela terminar e já a olho mortalmente.
— Nunca mais sorria daquele jeito para outro homem além de mim, estamos entendidos? — Vejo seu rosto ficar vermelho por minha aproximação.
— Eu... só tava sendo gentil. — Ela diz sorrindo sem graça.
— Não importa, você só vai sorrir daquele jeito pra mim. — Fecho sua porta antes que ela fale algo.
Eu sei que ela não é minha propriedade, e que eu não mando nela, mas vê-la sorrir para outra pessoa me deixa com tanta raiva que me faz querer colocá-la em meus ombros e levá-la para um lugar onde ninguém jamais a encontre além de mim, ai seu sorriso seria apenas meu, ela seria gentil apenas comigo, e eu não teria que dividi-la com ninguém.
Entro no carro após afastar meus pensamentos, ligo o mesmo e começo a dirigir em silêncio.
Não sei exatamente em que momento eu comecei reparar em Kitty, mas sei que ultimamente ela tem sido muito atraente, principalmente hoje, o carro está impregnado com seu perfume doce, ela está com um vestido com desenhos de lanranjas que combina perfeitamente com seu perfume, seu rosto sereno e delicado com um leve rubor e suas mãos em sua coxa.
Eu queria lamber seu corpo para comprovar se realmente o gosto é tão bom quanto o cheiro, sua boca rosada eu queria moder e beijar até saciar toda minha vontade, quero apertar suas coxas e deixar a minha mão marcada pela sua pele pálida, como eu queria ter seus s***s durinhos na minha boca.
Balanço a cabeça tentando de todas as formas possíveis me manter concentrado na realidade.
Não me lembro qual foi a última vez que tive uma noite de prazer com uma mulher, mesmo estando mais de seis meses celibatário eu não deveria sentir desejo por Kitty, mesmo ela sendo bonita, ela não é o tipo de mulher com que sou acostumado.
Sexo pra mim sempre foi apenas sexo, uma maneira de me dar prazer e me deixar relaxado, por isso eu sempre escolhi mulheres experientes e que sabiam que seria apenas sexo.
Mas agora quando eu olho para Kitty, minha imaginação vai longe, perdi o número de fantasias que tive com ela, e eu realmente queria realizar todas elas.
O pensamento de Kitty vestida de coelhinha me faz dar um leve sorriso cafajeste.
Mas com toda certeza eu não conseguiria ser gentil e isso seria horrivel para ela, por isso eu vou me contentar apenas com sua companhia por enquanto.
Eu terei que buscar outras formas de me aliviar, ou irei começar a subir pelas paredes.
Olho novamente para seu corpo e engulo seco quando a imagino vestida de enfermeira.
Merda Adam, parece um adolescente virgem.
Abro as janelas quando começo a suar.
Eu preciso arrumar um jeito de me aliviar ou eu vou explodir.
.Kitty Pots.
Acordo ouvindo a porta do carro ser aberta, ainda sonolenta sinto Adam me pegar no colo, deito minha cabeça em seu peito sentindo seu coraçãozinho bater rapido.
A viagem não demorou muito mais que meia hora, mas eu estava cansada dos exames exaustivos que Adam me fez fazer por precaução, e eu não dormi a noite direito pois ver Adam dormindo é a paisagem mais bonita do mundo pra mim.
Ai meu colaçãozinho.
Abro levemente os olhos e me assusto com um monte de gente olhando para mim como se eu fosse um tipo de bicho exótico, eles pareciam assustados e principalmente surpresos, muitos ali estavam incrédulos e acredito que seja pelo fato de Adam estar me Carregando no colo como um bebê.
Ele não é o tipo de homem que faria isso, até eu estou surpresa pelas coisas que ele anda fazendo, ele está como se tivesse descobrindo algo novo, e eu também.
Adam entrou no elevador e apertou o ultimo andar, me senti desconfortável e corei por tantas pessoas estarem olhando pra mim.
Olho para ele e o mesmo me olha rapidamente.
— Acordou? — Sorrio meiga e assinto. — Já estamos em casa. — O elevador para e só abre a porta depois que Adam digita um código de segurança.
Que coisa esquisitamente incrível.
Assim que as portas se abrem eu arregalo os olhos sem acreditar no que vejo.
Uma sala enorme... perai...só um segundo... ENORME MESMO, com vista da cidade INTEIRA, um sofá extremamente grande e uma televisão que mais parece um telão de cinema.
Escondo meu rosto no peito de Adam por estar extremamente envergonhada, aquele dia ele dormiu lá em casa com o prestesto de querer um lugar pra dormir.
OLHA ESSE LUGAR.
Ele com toda certeza deve ter mais dinheiro do que eu conseguiria ganhar a minha vida toda, olha que é capaz de eu reencarnar e ainda não conseguir ter um lugar assim.
Então... porque ele iria querer dormir na minha casa?
— Você mora aqui a partir de agora. — A voz dele... está diferente.
Ele parece... feliz.
— Voxe tem ceteza? Só essa sala é do tamanho da minha tasa todinha, e olha ti ainda sobla. — Digo envergonhada.
Como que pode uma coisa dessas? Pode parecer estranho mas... eu não gosto de luxos, claro eu gosto de conforto e comodidade, mas esse lugar ta muito a cima disso.
— Bem, agora você tem mais espaço para brincar. — Coro instintivamente.
Ele não falou como se isso fosse r**m.
Ouço um sininho conhecido, olho para o chão e sorrio largo.
— Meow. — Pascal me olha sentando no chão.
— Pascal! Voxe trouxe meu datinho! — Digo alegre.
— Você disse que ele era importante pra você. — Ele diz a contra gosto.
Ele o trouxe porque é importante pra mim?
— Obligada. — Olho para ele esperando que o mesmo me coloque no chão, mas ele simplismente continua comigo em seu colo. — Ah... voxe...pode me coloca no chão agola. — Ele anda comigo até o sofá extremamente confortável e me coloca lá.
— Fique ai, eu vou pedir algo para você almoçar. — Ele sai discando algo no celular.
Olho para cozinha ao lado da sala, e meus olhos brilham.
Eu amo essa cozinha.
Mas ainda não gosto de coisas exageradas, mesmo que a cozinha seja um espaço dos sonhos.
Calma Kitty, você tem sua própria casa, assim que se recuperar você vai voltar pra lá, pare de sonhar.
O pensamento me faz entristecer.
Eu sei que Adam está cuidando de mim apenas por gratidão, porque eu cuidei dele quando se feriu, assim que eu melhorar, terei que voltar pra minha casa, e provavelmente nunca mais vou ver ele.
— Meow. — Pascal pula e se deita em meu colo miando, ele sempre faz isso quando eu chego do trabalho ou da casa de Molly, é seu jeitinho de dizer "Seja bem vinda".
— Pronto, pedi uma refeição completa para te manter saudável e para sua recuperação. — Adam chega derrepente e olha fixamente para o meu gatinho por um tempo.
Ele expulssa Pascal e deita sua cabeça em meu colo.
Pisco surpresa, ele deitou no meu colo? Por que? Sorrio gostando do novo Adam, ele parece bem avontade comigo agora. O olho fazendo carinho em sua cabeça.
Adam fecha seus olhos e por algum tempo eu pensei que ele estava dormindo, mas quando ele abriu aqueles olhos negros para me encarar, não teve como eu não corar.
— Eu odeio admitir, mas gostei disso, continue. — Ele diz fechando os olhos novamente.
Eu realmente pareço um travesseiro comparando ao seu tamanho, ele ocupa metade do sofá enquanto eu não ocupo nem um lugar inteiro, tudo bem eu sou pequena, sei disso, mas Adam passou do limite.
Depois de uns vinte minutos uma capainha toca me assustando.
Por que tão alta?
Meu aparelho quase chia novamente.
Adam se levanta derrepente e vai atender a porta.
Ouço vozes mas não consigo entender muita coisa, meus intintos me dizem que deve ser o almoço, olho para Pascal que está deitado na jaqueta de Adam, Pascal parece gostar do cheiro dele, isso é bom.
Logo Adam Volta com varias sacolas em suas mãos, ele coloca tudo na mesinha a nossa frente e vai na cozinha buscar copos e pratos.
O vejo arrumando tudo como se cada pedacinho importasse, ele parece bem concentrado em me fazer melhorar.
Depois de comermos ele levou tudo de volta para cozinha, o olho de canto de olho vendo o mesmo lavar a louça fazendo barulhos estrodosos.
Ele não é muito bom com tarefas domésticas.
Olho para o enorme vidro na sala que da visão de toda cidade.
São tantos lugares, tantas pessoas.
E onde ele foi parar? Na saida dos fundos de uma biblioteca comum.
Adam, o que te levou até lá?
Saio dos meus pensamentos quando ele me pega no colo derrepente.
— Vou te mostra o seu quarto. — Ele diz já andando.
Eu não tenho mais pernas, e agora nem voz própria.
Adam entra no corredor bem iluminado e abre a primeira porta. Fico surpresa, todas minhas coisas estavam ali, Menos a minha cama que por sinal foi substituida por uma outra duas vezes maior e mais alta.
Eu não vou consegui subir nisso.
— Essa cama é melhor, ela vai te deixar confortável e você vai poder dormir melhor. — Adam me coloca sobre a cama e me da um tipo de controle, só ai percebo a televisão enorme no tal quarto. — Embora eu não queira, tenho coisas para resolver, volto antes das seis, não saia dai. — Pisco surpresa quando ele tira meu celular do seu bolso, pensei que tinha sido roubado pelo cara que atirou em mim. — Meu número está ai, qualquer dor que sinta, qualquer coisa que aconteça, me ligue, eu virei correndo pra cá.
Assinto sorrindo.
Me surpreendo com um beijo em minha testa, Adam sai sem dizer mais nada.
Fico ali estática e toda vermelha.
Ele está sendo super gentil comigo desde que eu levei o tiro.
Tapo meu rosto sentindo ele queimar na área do beijo, meu coração parece que está prestes a parar de tanto que está confuso, ele se acelera errando batidas.
Acho que meu coração não consegue mais deixá-lo para fora, o que eu vou fazer quando ele me deixar?
Sorrio triste sentindo uma lágrima solitária descer.
— Afinal, todos me dexam em agum momento. — Eu não sei como Molly ainda está comigo, Damon e eu não somos chegados mas ele é um grande amigo, nos conhecemos a anos e nós três nunca tivemos brigas.
Mas eu ainda tenho no meu coração que um dia eles vão me deixar, assim como meu pai fez, logo depois minha mãe, e todos os outros que eu amei um dia.
Eles sempre se vão e me deixam pra trás.
— Ursinho sela ti voxe me levalia junto, se pecisasse ir embola?
A pergunta sai sem meu consentimento, um sorriso triste me faz ter a mesma pontada de dor de sempre, uma dor constante que faz parte do meu corpo tanto quanto os meus órgãos, ela sempre esteve aqui desde que eu me entendo por gente, mas eu consigo ignora-la a deixando escondidinha bem lá no fundo, eu só preciso entender que está tudo bem e que sorrir é o único jeito de eu não virar uma pessoa quebrada e sem emoções.
♡♡♡
.Kitty Pots.
Me concentro no meu desenho favorito que passa na tv.
Já se passaram das seis e Adam ainda não voltou, o que será que ele deve estar fazendo?
Meu celular toca e o nome de Molly pisca na tela, com corações e florzinhas, ela que colocou assim, mas eu o colocaria do mesmo modo.
Sorrio atendendo.
— Oi, tomo voxê tá? Eu fitei tum medu de liga e o celula naum ta tum voxe. — A voz de Molly me parece feliz e calma.
— Se resolveu tum o Damon? — Vou direto ao assunto.
— Naum se peocupe, issu já tá resolvido, nesse momento achu ti o mundo todo deve sabe ti eu tô drávida, ele fez questão de liga pa cada um de seus contatos pa dizer ti vamos te um bebê. — Ah que fofo.
— Fico feliz por vocês dois. — Digo sorridente.
— Tomo voxe tá? — Ela pergunta novamente.
— Tô bem, Adam fez quetão de me carrega po cada tantinho, minhas perninhas tavam fomigano já, assim ti ele saiu tive te me alonga. — Molly rir.
— Ele palece bem plotetor. — Sorrio.
— Sim, e um poco dlamatico, ele ficou super irritado pu que eu agladeci ao médico ti tuido de mim com um sorriso. — Molly Gargalha do outro lado.
— Eu sabia ti ele é daqueles ciumentos possecivos, boa sorti. — Pisco várias vezes tentando intender. — Olha... — Ela trava.
— Ute?
— Esteci uti ia dizer. – Ela gargalha.
Molly e sua memória de elefante com Alzheimer.
Ouço a porta ser aberta derrepente e Adam passa por ela, arregalo os olhos ao ver varios machucados em seu rosto.
— Molly eu ti ligo depois. — Desligo o celular e olho para Adam.
— Eu voltei. — Ele diz sério.
— Ute voxe fez? Olha o seu rosto, ta cheio de dodoi. — Me surpreendo por parecer irritada.
Eu estou... irritada porque ele se machucou?
ISSO POR ACASO É NORMAL?
Me levanto e o mesmo me olha bravo.
— Nem vem, vamos tuidar de seus dodois pimelo. — Procuro por minha caixinha de primeiros socorros pelo quarto e a acho dentro do guarda roupa. — Senta ai.
Ele senta a contra gosto, suspiro.
Aonde ele conseguiu fazer isso?
— Você não deveria estar em pé. — Ele diz furioso.
– E Voxe naum develia ta todo machucado, palece ti voxe se enfiou em um ringue com alguém. — Ele me puxa fazendo eu sentar em seu colo.
Fico vermelha e ele me olha bravo, os olhos negros de Adam parecem enxegar cada canto da minha alma e isso me deixa em uma confusão interna, paro de olhar para seus olhar intensos e suspiro voltando a cuidar de seus dodois.
Não foram muito profundos, mas da pra ver que ele se enfiou em uma briga feia, Adam não é o tipo de cara que apanha em vão.
— Ponto, agola vai me dize ondi voxe fez issu? — Ele se levanta comigo em seu colo. — Ei.
— Acho melhor você tomar um banho agora, já está ficando tarde. — Ele mudou de assunto.
— Tudo bem, mas depois vamos tonvesa sobi issu. — Espero o momento de ele me colocar no chão mas Adam me leva até o banheiro e me coloca sentada na pia. — Levante os braços. — Ele agarra na barra do meu vestido anunciando que iria tiralo.
— Ute? — Digo assustada e incredulamente envergonhada. — Voxe naum podi me ve nua, voxe é minino. — Contesto corada.
— Eu vou te dar banho, vai ser melhor para que você não mexa muito os braços e estique ou arranque os pontos. — Fico totalmente vermelha.
Ele vai me dar banho?
Eu não me lembro de ninguém me dando banho desde que me entendo por gente, nem da minha mãe me dando banho eu me lembro, eu não vou deixar ele me ver Nua.
— Issu naum ta certu, eu tonsigo sozinha eu julo. — Digo suplicante.
— Vamos, levante os braços. — Ele ordena me fazendo extremecer, continuo negando. — Kitty, eu só quero cuidar de você, pode cooperar? — desvio o olhar totalmente vermelha e levanto os braços.
Ele tira meu vestido sem me machucar, tapo rapidamente meus s***s por estar sem sutiã.
Adam me olha por alguns sengundos me deixando mais envergonhada ainda, o que ele está olhando? Em um silêncio desconfortável ele desvia o olhar voltando a ficar sério.
— Pare com isso, eu não vou fazer nada demais, só vou te dar banho. — Isso é demais para mim.
— Eu consigo sozinha pometo. — Digo de uma vez.
Ele roda os olhos e começa a tirar meus sapatos e minhas meias.
Agora só tem minha calcinha, ele vai ver a minha parte de princesa?
Não, não, não.
— Adam, eu realmente naum achu ti issu seja necessalio. — Digo envergonhada.
Ele não precisa me dar banho, meu ferimento nem está tão horrível assim.
— É melhor previnir do que remediar. — Ele me coloca em pé e se abaixa para eu me apoiar nele.
Assim que ele coloca suas mãos enormes em minhas cinturas sinto um arrepio por todo meu corpo, fecho meus olhos sentindo ele tirar minha calcinha, meu corpo todo treme e esquenta, eu nunca fique tão envergonhada na minha vida.
Engulo em seco sentindo meu corpo tremer de tanto constrangimento.
Por que eu não tomei banho antes dele voltar?
Adam me pega novamente e me coloca em uma banheira com a água bem quentinha e cheia de espuma.
Eu estava morta de vergonha, mas nada me preparou para o que viria depois.
Adam realmente lavou cada pedacinho meu.
— Pare de drama, você não é um gato. Pare de agir como um. — Ele diz por eu estar relutando em ele ficar me lavando em locais intimos.
Isso é tão constrangedor.
Acho que toda vez que for tomar banho agora vou me lembrar de hoje.
— Eu tonsigo lavar esse pedaço. — Eu já passei do estágio vermelha.
— Eu já disse para parar de drama, não tem nada demais em eu te dar banho. — Tem sim. — Agora abra as pernas. — n**o com a cabeça.
Isso não vai acontecer, eu não vou deixar, eu nunca pensei que seria tão desobediente com uma pessoa que quer me ajudar.
MAS ELE QUER LAVAR MINHA PPK.
— Eu estou perdendo a paciência, faça o que eu te mandei agora mesmo, ou eu lhe darei palmadas. — O olho surpresa.
É possivel que eu fique ainda mais corada?
Os daddys não dão palmadas em suas babys?
Pisco surpresa.
— Esse é meu ultimo aviso, abra as pernas ou eu lhe darei palmadas. — Olho para meu corpinho trêmula.
Eu nunca pensei que passaria por algo assim.
Mexo minhas pernas dando espaço para que ele lave minhas partes intimas, isso já passou do estágio constragendor.
Adam coloca sua mão em minha parte íntima me fazendo fechar os olhos envergonhada.
— Posso fazer uma pergunta? — Ele fará do mesmo jeito.
Assinto ainda de olhos fechados.
— Por que você não tem pelos pubianos? — O olho horrorizada.
Ele realmente me fez essa pergunta?
— Eu naum sei, eles só naum quecem. — Quase grito constrangida.
Sinceramente, eu acho que nenhum momento da minha vida vai superar esse, eu consegui chegar ao ápice do constrangimento.
— Já acabamos. — Ele me ajuda a me levantar e me enxuga com uma toalha.
Eu acho que nunca mais vou tomar banho depois disso.