Hoje eu serei o seu inferno!

2323 Words
.Adam Santnelle. Ele... atirou nela. Aquele filho da p**a realmente atirou na minha pequena? Entro no hospital com meu sangue fervendo. - Quarto de Kitty Pots. - Digo entre dentes. Estou com tanta raiva que mataria qualquer um que me irritasse mais um pouco. - É parente? - Ela se assusta quando eu a olho de um modo que até o mais corajoso treme. - Ah... quarto 381, ela está dormindo no momento. - Entro sem ouvir o que ela tinha para dizer. Assim que entro no quarto um ódio me consome de uma forma que eu m*l consigo respirar. Com uma expressão de dor Kitty descansa com a ajuda de remédios e aparelhos. Eu vou matar a pessoa que fez isso, na verdade, a morte será uma saida muito simples para ele, eu vou torturalo até que ele se canse de me implorar para morrer. Me aproximo da cama e me sento na cadeira ao lado. Não da mais, eu não posso mais ficar longe dela, eu não suporto mais isso, se eu tivesse ao lado dela, aquilo não teria acontecido. Eu não posso perder ela... A imagem dela sorrindo vem a minha mente e eu sinto novamente meu peito doer. - Ur.. ursinho... - Fico confuso quando ela murmura uma palavra aleatória. Ela deve gostar mesmo de bichos de pelúcia, para ficar chamando por eles enquanto dorme. Eu nunca vou entender como o cérebro dessa garota funciona. Pego em sua mão e a aperto. - Sua tola, tem idéia do que está fazendo comigo? Fique bem logo, antes que eu enlouqueça de vez. - Beijo sua testa e ouço a porta se abrir. Uma ruiva de olhos azuis aparece com flores e o rosto coberto por lágrimas. Essa é a amiga de Kitty, perdi as contas de quantas vezes as duas se viram durante seis meses e meio. Elas meio que moram uma na casa da outra. - kem... kem é voxe? É um amigo? - Assinto colocando as mãos no bolso. Acredito que ela não seja uma ameaça a Kitty e muito menos a mim. - Eu sou a Molly, sou a amiga da Kitty. - Ela me olha pensativa e derrepente ela sorrir largo. - Ah tão, voxe é o ursinho? Como? Então ela estava chamando por mim? - Ursinho? - Molly rir. - Ah ela me disse que tava dostando de um cala mas naum sabia o nome dele, ela o apelidou de ursinhu, é voxe? - Olho para cama. - Minha amiga é bem sensivel ela naum costuma ter contato tum homens. "Gostando de um cara" - Eu acredito que seja eu mesmo, eu tenho um compromisso agora, você poderia ficar até eu voltar? - Ela rir enquanto eu sou extremamente frio. - Eu naum saio desse hospital até a Kitty ter alta. - Assinto. Saio rapidamente. Eu tenho uma coisinha para resolver. (...) - Eu não queria, eu não queria machucar ela, eu não sabia que a garota era surda. - O homem grita em desespero. O seu sangue está espalhado por toda casa, não há um lugar de seu corpo que não esteja quebrado. Sobre a mesa eu tiro o soco inglês de minhas mãos e o deixo ali ouvindo seu sangue cair no chão como uma goteira sem fim. E eu ainda não estou satisfeito, Ele ainda consegue falar. - O gatilho não se apertou sozinho. - Digo com frieza. - Eu estou aqui para te fazer pagar pelo que fez com a minha garota. - O que mais você quer? Eu já te entreguei todo o dinheiro, eu tô pedindo, me deixa ir. - Sorrio. - Seu dinheiro miserável não é o que eu quero, eu quero que você queime no inferno pelo que fez, mas como eu não sei se receberá a punição necessária, hoje eu serei o d***o, e aqui é o inferno. - Por favor, por favor cara. - Quanto mais ele implora mais eu sinto raiva. Ela não teve nem tempo de reagir, ela não fez absolutamente nada, ela apenas não conseguiu ouvir o que estava havendo. Ela nem tinha como se defender. Pego uma faca e ele já começa a se debater. - Vamos ver como você se sente não conseguindo ouvir. — Sorrio diabólico. .Kitty Pots. Dor, ou sede? Se decide corpo meu. Abro os olhos devagar sentindo meus olhos arderem por causa da claridade. Meu peito dói e eu estou com uma sede absurda, logo eu que não paro de beber água. Eu não ouço nada, tenho certeza que não estou com meus aparelhos. Olho para o lado esquerdo e vejo Molly deitada no sofá, ela parece estar cansada. Sinto alguém tocar minha cabeça e olho para direita. O que... O ursinho está aqui? Ele me mostra um caderno com algo escrito. "Está com dor ou sede?" Assinto com dificuldade. O que ele está fazendo aqui? Ele estava esperando eu acordar? Tento me sentar para procurar meus aparelhos mas ele me impedi negando com a cabeça. — Meus apalelhos. — Digo com esperanças que minha voz não saia estranha. Ele pega algo na mesinha atrás dele e me entrega, junto com um copo de água. Pego os aparelhos e os coloco, bebo a água rapidamente para poder conversar com o ursinho. — Uti... uti voxe ta fazeno ati? — Ele pega o copo e o coloca na mesinha atrás dele. — Eu vou chamar uma médica para te examinar, não se mexa. — Ele fala firme. Sua voz está diferente, na verdade ele está diferente, o que mudou em tão pouco tempo? Olho novamente para Molly e vejo que ainda está dormindo essa menina pra acordar, só o Damon. Ela não deveria estar aqui, agora que está grávida deveria estar em casa se preocupando consigo mesma. Sorrio, ela realmente é minha melhor amiga, sempre se precupando como se eu fosse sua irmã mais nova. Olho para porta quando uma médica entra com um sorriso. — Senhorita Pots eu sou a medica que está cuidando de você, me chamo Pilar, você precisa ficar deitada o máximo possível, não faz nem sete horas que fizemos sua cirurgia, na verdade é bem raro alguém acordar tão cedo depois de uma cirurgia dessas, os pontos ainda estão bem sensiveis, fique paradinha e deixe que eu e os outros médicos vamos cuidar de você. — Assinto. — Quanto aos seus ouvidos, um dos medicos disse que é melhor você deixar eles em um volume baixo por enquanto, até que seus timpanos inflamados melhorem, ta bom?. — Sim doutola, obligada. — Ela sorrir. — De nada querida. — A médica sai e o ursinho fica em pé me olhando. Ele é tão bonito, mesmo quando está sério como agora. — Está com fome? Quer algo? — Rio. Ele está sendo gentil comigo, isso é melhor que chocolate, meu coraçãozinho só ta tentando sair pela boca só. — Por que está rindo? Eu pareço uma piada para você? — Ele se senta novamente na cadeira. — Nunca pensei ti velia voxe sendo gentil. Tá ati por glatidão por eu ter cuidado de voxe? — Ele desvia o olhar. — Você salvou minha vida, o mínimo que eu posso fazer é estar aqui. — Me sento na cama e passo minha mão na sua cabeça. Sorrio vendo seu rosto surpreso. — Obligada por está ati, de verdadi, é muto impotanti pa mim. — O ursinho parece bem surpreso com meu ato, me sinto feliz ao ver seu rosto ficar um pouco vermelho. Ele me deita novamente e me olha sério. — Fique quieta ai. — Sorrio assentindo, ele se levanta e vai em direção a porta. — Eu vou buscar algo para você comer. A propósito... — O olho curiosa. — Eu não sou um urso, meu nome é Adam. — Ele sai sem me deixar dizer nada. Adam: ursinho. Sorrio largo, ele consegue ser gentil quando quer. Meu ursinho Adam. .Kitty Pots. Olho para Molly Desconfiada. — Voxes bligalam? — Cemi cerro os olhos. Ela assente e eu suspiro. — Ele chego as quato da manhã, e tava com perfume de mulhe. — Ela diz triste. Só pela voz eu consigo perceber a dor que Molly está sentindo. — E uti ele disse cando voxe peguntou? — Ela desvia o olhar. — Ele disse ti teve um janta de negócios e teve ti atompanha o sócio em uma balada pala fecha o negócio. — Damon deu mancada dessa vez. — Mas ele naum te taiu, issu ti impota né? — Ela desvia o olhar. — Eu naum sei, sincelamente eu naum consigo olha pa ele agola. — Ela deita sua cabeça na cama e eu sorrio reconfortante. Hoje quando Damon veio ver como eu estava, Molly se trancou no banheiro e não saiu de lá até ele ir embora. — Tão, como o bebê tá? — Ela suspira e sorrir. — Me sinto estanha sabendo ti tem um bebezinho dento de mim, eu naum palo de tume e to sempi enjoada, minha medica disse ti o bebê ta saudável. — É bom que ela esteja feliz com algo. Não gosto de ver ela triste. — Tão... agola é hola de fala di voxe, Adam é bem ninito, mas ele me da medo. — Sorrio sincera. — Ele é legal, naum pecisa ter medo dele, ele naum vai faze nada. — Digo calma. — Hummm, palece ti tem alguém apaixonadinha. — Coro imediatamente. Rio de seu comentário. — Ele é só um amigo. — Digo tímida. — Uhum sei, vou pegunta cadê o "só um amigo" cando voxes tivelem casando. — Sorrio extremamente corada. Molly diz cada coisa. — Como eu vou recebe alta manhã, eu quelo sabe uti voxe vai faze. — Ela da de ombros. — Vou pensa. — Molly... — Rio. — Voxe ta drávida, naum tem uti pensa, voxe tem ti volta pa casa e tonvesa tum o Damon, voxes tem ti faze as pazes, e voxe pecisa conta ti tá drávida. — Mas... — A olho séria e ela se cala. Suspiro e sorrio simpática novamente, Molly é a única que consegue ser dramática o suficiente para me tirar do sério. Mesmo sabendo que ela está coberta de razão, Damon tem uma esposa agora, mas é o trabalho dele então... eu realmente estou confusa. — Molly pala de dlama, voxe ama ele, voxe té si divocia? — Naum... — Tão, uti voxe ainda ta fazeno ati? — Ela rir. — Voxe é impossível, tudo bem... eu vou fala tum ele, mas se algo dê errado, vou dumi na sua tasa hoje. — Tudo bem, mas tente pelo menos. — Ela assente e beija minha cabeça saindo. Suspiro me deitando na cama novamente. Adam hoje estava estranho, parecia pensativo. O que ele deve estar aprontando? (...) Acordo já no meio da noite. Pipi...pipi. Me levanto indo para o banheiro, faço meu pipizinho e saio do banheiro mais aliviada. Me assusto com a presença de Adam no quarto. — O que você está fazendo? — Ele diz irritado. Ando até a cama rindo dele, me sento na mesma. — Eu só fui ao banhelo. – Digo sorrindo. Ele olha para todo o quarto. — Onde... onde está sua amiga? — Tombo a cabeça para o lado. — Ela foi descansa em tasa. — Ele me olha irritado. — E você estava aqui sozinha? — Adam consegue ficar irritado com uma coisa tão simples? — Eu sou bem gandinha pa me cuida sozinha. — Me assusto quando ele pega no meu braço com força. — Se fosse não teria levado um tiro para começar. Por que não me ligou? Eu teria ficado aqui com você, você não pode fazer esforço, ainda está se recuperando. Pare de ser teimosa. — Me surpreendo com seus gritos. Ele realmente está preocupado comigo? — Me... me disculpe. — Digo ainda surpresa. Estou praticamente em choque, ele se preocupa comigo, quer dizer que eu sou importante pra ele! Adam solta meu braço e eu desvio o olhar culpada. — Eu naum quelia ti dexa irritado. Ouço seu suspiro, ele bagunça os cabelos irritado. Isso foi, realmente lindo de se ver. — Você não me deixou irritado, eu não queria ter pegado no seu braço com tanta força, não acontecerá mais. — Acho que Adam não é muito bom para pedir desculpas. — Eu sei que voxe naum fez pu m*l. — Sorrio meiga para ele. — Uti tava fazeno hoji? — Mudo de assunto para melhorar os humores. — Eu estava resolvendo algumas coisas no meu apartamento, para te levar pra lá. — O olho incrédula enquanto ele se senta. — U ti? — Indago rapidamente. — Tomo assim? — Você vai morar comigo a partir de agora, quero que esteja perto para não se meter em problemas. Você é muito engenua e não sabe se cuidar sozinha, qualquer i****a consegue te enganar fácil. — Mas eu tenhu uma tasa, eu tenhu um empego, voxe naum pode simpismente me leva pa sua tasa. — Ele da um peteleco na minha testa me olhando sério. — Isso não foi um pedido, eu estou lhe avisando que você vai morar comigo a partir de amanhã, eu irei cuidar de você. — Pisco os olhos sentindo que estou em outro mundo. Realmente tem outra pessoa além da Molly e do Damon que quer cuidar de mim? — Voxe... vai tuida de mim? — Ele roda os olhos. — Foi o que eu acabei de dizer. Agora se deite e durma, está muito tarde para estar acordada. — Ele coloca a mão em meu ombro fazendo com que eu deite. Mantenho meu olhar nele e acabo sorrindo. Ele realmente vai cuidar de mim, Adam se preocupa comigo! — Ba Noti ursinhu. — Por incrível que pareça ele não se encomoda com o que eu falei. — Boa noite pequena. — Ele desvia o olhar vermelhinho. O que fizeram com o Adam?
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