— Eu deveria matar você, por todas as provocações. Por saber que você é um problema, mas no fundo, gosto de você.
— Me poupe. — eu quis que ele me soltasse, mas quanto mais eu tentava me livrar dele, mas Logan apertava os meus pulsos. — Quer que eu implore pela minha vida? Não vai rolar.
— Quero que pare. — Exigiu. Logan me agarrou, prendendo meu corpo no dele. Por um segundo, olhou para os meus lábios. Confesso que senti uma pontada no peito. Não foi r**m. Mas deveria ser. — Não vou matar você.
Surpresa, parei de resistir a ele. Minha cabeça ficou confusa.
— É mais um jogo?
— Você vai viver. As pessoas ao seu redor, ficarão bem — Arregalei os olhos. Ele estava falando dos meus pais e amigos? — Pode voltar a sua vida, mas... — Eu prestava atenção nas palavras que saia dos seus lábios, os encarando. — Vai ter que casar comigo.
Por um momento, achei que estava sonhando. Não! Um pesadelo. Um pesadelo que estava durando dias.
— Prefiro que me mate. — Foi o que respondi. E ele riu. — Não estou de brincadeira.
— Também não estou.
— Faça o trabalho e me liberte.
— Quero você para mim. E está decidido.
— Eu nunca vou me casar com você.
— Você vai. Ou vou ter que fazer uma visitinha aos seus pais. — Meu sangue gelou. — Fiquei sabendo que estão em NY.
— Não! — Isso não pode ser possível. Ele não está fazendo isso. — Porque está fazendo isso?
As lágrimas se formaram em meus olhos, mas as impedi que caíssem.
— Porque decidi que quero você. E quando quero algo, eu consigo.
— Mesmo eu odiando você?
— Pode odiar quem sou, mas em quatro paredes, vai amar o que posso fazer com você. — Sussurrou.
Só agora notei que estava ofegante e observando seus belos lábios perto do meu.
— Ainda odeio você.
— Vai ter três dias para se organizar. Voltará ao trabalho. Não diga nada a ninguém, caso contrário...
— Eu já entendi.