#partiu
É o que Katherine Harris digita no espaço de legenda ao fazer a postagem de uma selfie que acabou de tirar no aeroporto de Darwin, segurando a mala. Seus cabelos loiros foram amarrados em um r**o de cavalo despojado. Suas vestes compunham uma regata de lã branca, um cardigã de mesma cor, uma calça jeans justa, um tênis, branco também com detalhes em estrelas douradas e ,para finalizar o look, um óculos de sol estilo aviador.
— Ei, minha linda, essa postagem é para implicar com o seu noivo? — pergunta Peter Johnson se aproximando de Kat.
— Não. Apenas acho que essa será uma das minhas últimas postagens — responde Kat em um tom um tanto quanto triste.
— Ah, meu amor, queria te agarrar aqui e agora, sabia? – diz Peter, próximo a ela, porém sem tocá-la, com uma postura séria, vestindo seu personagem.
— Daqui a pouco estaremos só nós dois — ela ruboriza.
Katherine m*l termina de falar e eles escutam o som saindo do alto falante chamando o voo deles.
— Vem, amor, vamos para nossa lua de mel.
Peter pega a mala de Kat e ela segue em sua frente. Ambos ainda estão em Darwin e devem manter o papel de que são apenas amigos, embora o rapaz estivesse na função de segurança pessoal daquela jovem.
Eles entram no avião e sentam um ao lado do outro. Peter já entrou observando tudo, Theodoro havia comprado passagem de primeira classe para os dois. Peter achou mais seguro para eles irem em um avião convencional ao invés do jatinho dos Harris.
Quando o avião levanta voo, Peter segura a mão dela, entrelaçando seus dedos.
— Ainda não acredito que estamos aqui juntos e ficaremos a sós por 1 mês – comenta Peter olhando nos olhos de Kat.
— Sim, às vezes acho que é um sonho sendo realizado – diz Kat, que se aproxima do rosto de Peter. Por sua vez, ele leva sua mão em sua nuca e a puxa para um beijo apaixonado.
— Eu te amo, minha Kat
— Eu te amo, meu Pet.
Kat encosta a cabeça no ombro de Peter, que faz carinho em seu braço, e assim ela acaba adormecendo. Devido a ansiedade para a viagem, Kat quase não dormiu a noite. Peter, já a conhecendo, imaginou isso e a deixou dormir durante toda a viagem.
Não demora muito para o piloto informar que pousaram.
— Ei, meu amor, acorda, chegamos – avisa Peter, enquanto dá um beijo na cabeça de Kat.
— Huum – ela se espreguiça.
Como já estão em Paris, eles descem do avião de mãos dadas. Separam-se apenas para que Peter pegue as malas. Em seguida, vão para fora do aeroporto, chamam um táxi e seguem para um apartamento que já está alugado para eles passarem esse mês.
— Ah, que vista linda – murmura Kat com os olhos brilhando ao abrir a porta que dá acesso a sacada do apartamento.
Peter caminha por trás de Katerina, abraça e beija o pescoço dela com suavidade.
— Tudo é perfeito com você.
Ela vira de frente e o beija em resposta ao que ouviu.
— Estou com medo do que vem depois – Kat confessa, se aninhando nos braços de Peter.
— Olha, vamos combinar uma coisa: desses 30 dias aqui, não iremos pensar na sua volta até 1 dia antes. Pode ser? – sugere Peter segurando o rosto de Kat para que ela olhasse diretamente em seus olhos.
— Posso tentar – responde Kat com um leve sorriso em seus lábios.
— Eu também tenho medo de como será sem eu poder te ver, te beijar, porque mesmo escondido, ainda te via. Depois, acho que nunca mais vou te ver e isso me dá muito medo.
Kat não consegue se controlar e deixa as lágrimas caírem. Peter a puxa para si e a abraça bem forte.
— Vai dar tudo certo – ele garante.
Kat respira fundo, se afasta um pouco e pergunta:
— Antes de não falarmos mais sobre isso, me conta o plano do Théo?
Ele engole seco. Abaixa a cabeça, se dirige a cama e se senta devagar.
— Tudo bem, vem aqui. De toda forma eu teria que falar com você sobre isso, só achei que poderia adiar, mas você tem razão. Bom, o Théo quer forjar sua morte, ele já tem tudo planejado e está colocando o plano em prática.
Ele pausa e a encara. Kat demonstra um foco imersivo naquela conversa.
— Théo irá abrir uma conta em seu nome novo, já mandou fazer seus novos documentos, você irá para o Brasil. Ficará em uma escola estilo militar, lá você vai ficar em um dormitório até completar os 18 anos, terá o mesmo ou melhor treinamento que o seu irmão teve.
— Então eu nem poderei falar mais com você, nem com ele, mamãe ou a Penny?
Seu rosto empalidece e ela começa a chorar. Peter se ergue e a abraça.
— Amor, é isso ou se casar com aquele velho.
— E como vou ficar sem você, Peter?
Ele também começa a chorar, embora lutasse para parecer forte perante a situação.
— Amor, é por isso que estou com medo, não sei o que vai ser de mim. Eu te amo demais.
Kat não pensa em mais nada e beija Peter..
— Amor... linda…
— Só me beija – ela pede, quase num ato de desespero, aproximando seu corpo do dele.
— Calma, temos esse tempo para a gente – ofega Peter a afastando um pouco. – Eu te prometo que vou dar um jeito de ir para o Brasil sem que ninguém perceba e vou te achar para ficarmos juntos.
— Tudo bem, eu confio em você.
— Promete me esperar?
— Prometo, desde que você também me espere. Promete?
— Eu prometo – afirma Peter, sustentando o olhar apaixonado de sua amada.
Os dois tornam a se beijar. Ela sobe em cima de Peter e o beijo começa a esquentar.
— Eu quero ser sua agora, Pet – Kat diz entre os beijos.
— Tem certeza, amor?
— É a única certeza que eu tenho. Você será meu primeiro...
— E único – Peter completa a frase.
Isso desperta o fogo que o rapaz possui. A ideia de ter a mulher que ama em seus braços, a promessa de um esperar pelo outro, traz a ele esperanças. Ele começa a beijar o pescoço de Katerina, dando leves chupões.
— Ahhhh – Kat geme baixinho.
O amor dos dois também atiça o fogo da menina. Passaram a namorar escondidos a cada vez que se viam. Os amassos avançavam mais a cada encontro. Os dois incendiavam principalmente quando Katerina rebolava no colo dele, fazendo seu m****o começar a subir.
— Ah, gostosa – rosna Peter enquanto sente ela rebolar.
Os dois voltam a se beijar com toques cheios de desejo, paixão e saudade, uma saudade que estava por vir. O rapaz levanta com sua amada no colo e a deita devagar na cama. Olha para seu corpo admirando-a. Sobe por cima dela. Peter a beija e vai descendo seus lábios por seu pescoço, pela clavícula... distribui leves beijos nos ombros da mulher que ama. Logo depois tira a blusa dela. Kat tira a blusa dele também e passa os dedos pelo seu peitoral, o admirando.
— Eu te amo, minha Kat.
— Eu também te amo, Pet.
Os beijos tornam a acontecer e ele vai descendo seus lábios pela barriga de Katerina até chegar no cós da calça que ele desabotoa e retira, a deixando apenas de calcinha e sutiã.
— Acho que você ainda tem muita roupa – diz Kat e dá uma mordidinha no lábio inferior.
— Você acha?
Um sorriso travesso brinca na face de Kat. Peter havia se levantado para tirar sua calça, então ela levanta seu corpo e leva a mão até o cinto dele para abrir o botão de sua calça.
Ele volta a beijar a barriga de Katerina e sempre ergue seus olhos para ela. Desce os beijos até sua i********e e puxa a calcinha da garota com os dentes.
— Ahhh! – Kat geme
Ele passa os dedos com suavidade no meio da i********e dela.
— Tão molhadinha, amor.
— Onw Pet – ela geme e se remexe na cama.
— Está gostando?
— M-muit-to… – ela sente dificuldade para falar, delirando com a língua dele.
Peter segura as pernas da garota, fazendo com que ela se abra mais. Então a leva à loucura, uma sensação nunca antes sentida por Katerina, que parecia flutuar no céu.
— Ahhh Pet... huum, eu... vou... ahhh – Kat diz, com a voz fraca, misturada com gemidos.
— Goza para mim, amor, vai.
Ele aumenta a velocidade dos movimentos até que ela puxa os lençóis e goza.
— Ahhhhh own amorrr.
— Que gostoso, amor. Você me deixa doido.
— Você tem certeza de que quer isso?
— Ah! E como eu quero... Vem amor... – Kat diz, mordendo o lábio inferior.
Ele sobe em cima de Katerina, apoiado em suas coxas. Olha em seus olhos.
— Eu vou devagar, tudo bem? Se doer, me fala, que eu paro na hora.
— Tudo bem, amor, eu confio em você.
Katerina abre mais as pernas, fazendo com que ele se encaixe ali. Peter adentra aos poucos, mas depois para.
— Está doendo? – ele pergunta.
— Não... pode continuar.
Ele entra mais um pouco, escorre uma lágrima dela. Peter pensa em sair, mas Katerina segura seus braços com força, o impedindo.
— Não para, foi só uma ardência – ela comenta baixinho.
Katerina volta a beijá-lo. Durante esse ato, Peter termina de entrar em sua amada.
— Ah, amor, está tudo aí dentro. Nossa, como é apertada – a voz de Peter soa rouca.
Ela sorri e passa as pernas ao redor da cintura dele.
— Amor, minha perdição... – ele murmura e começa a se movimentar lentamente.
— Que gostoso... Vai mais rápido – geme Kat, já começando a sentir o que é prazer.
Ele dá um sorrisinho e aumenta a velocidade dos movimentos.
— Amor, você é tão apertadinha, eu não vou aguentar muito tempo – ele sussurra.
Ele vai mais rápido. Sente que ela está chegando no ápice e começa a se mover mais.
— c*****o, Kat!
— Ahhhhh amor… eu vou... Gozar... huuumm – ela geme alto.
— Goza minha lindaaa – ele diz, gemendo também, empurrando-se dentro dela.
Então Peter explode dentro de sua amada e Katerina começa a sentir que está sendo preenchida de algo: amor. Ela revira os olhos, gozando ao mesmo tempo, saciada de desejo.
— Eu te amo, Katerina Harris.
— Eu também te amo, Peter Johnson.
Ele se deita ao lado de Katerina e a puxa para que a garota se deite em seu peito.
— Como você está se sentindo? – Ele beija a cabeça dela.
— Um pouco ardida lá embaixo, mas me sentindo completa e muito feliz – ela confessa.
Peter traz a moça para mais perto e a beija.
— Vem, vamos tomar um banho.
— Vamos – Ela concorda.
Os dois vão para o banheiro, trocam carícias e mais uma vez as coisas começam a esquentar. Ele a pega no colo, a enxuga com a toalha e a leva de volta para a cama. Ambos passam o resto da noite fazendo amor, se tocando ao máximo, até que finalmente dormem nos braços um do outro. Eram completos quando estavam juntos.