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Monster - Morro

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Blurb

Eu sou aquele que todos temem, um monstro sem um pingo de sanidade ou senso de humanidade.

Eu tinha tudo, uma carreira militar perfeita, uma esposa que me amava e um filho a caminho, quando tudo me foi tirado de forma brutal e eu fui jogado na prisão por 15 anos

lá conheci uma das faces do inferno.

Comecei a odiar as pessoas, não me entendam m*l, não e que eu não goste de pessoas, só as acho inúteis e desnecessárias, por isso, não quero olhar, tocar, respirar ou interagir com qualquer ser que não seja eu mesmo.

Eu e meu monstro interior nos bastamos.

Quando um Anjo cai aos meus pés me lembrando sentimentos que eu havia esquecido se tornando minha grande obcessão.

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Eu um monstro?
Meu povo, Obrigada por lerem Livro 1: Monster Livro 2: Damon Livro 3: Hades Meu **: Malumiranda_escritora Grupo de Spolier: 21975662860 ANTES DE TUDO, OBRIGADA POR LER! Heitor vai se mostrar aos poucos, ele e um homem perturbado com uma fixação. Então tenham calma e leiam com carinho obrigada ******** Monster Se existe uma coisa mais odiosa que acordar de manhã de ressaca, e acordar às duas da tarde de ressaca e sem bebida nenhuma pelo lugar, eu sei por que me arrastei pela casa atrás de uma gota de qualquer coisa. E não existia nada, tudo o que sobrou foi uma grande de vasta plantação de garrafas vazias. Conselho bobo, como evitar ressaca, se mantenha bêbado. Pego um cigarro no maço, dou duas batidas na embalagem e dou uma bela tragada, olho para o chão e tento pegar uma camiseta que esteja menos suja mas não há, preciso que alguém venha limpar esse chiqueiro. pego minha garrafa de Whisky que eu deixo para emergência debaixo da pia, coloco uma dose dupla, e magicamente a dor de cabeça desaparece. Eu precisava mandar limpar aquele lugar, o difícil era arrumar alguém que não me irritasse a ponto de não querer matar, e pedir muito, uma pessoa que limpe, cozinhe, lave a roupa e que permaneça em silêncio? Mas não, as pessoas querem falar, querem cantar, olham pra mim com seus sorrisos falsos e começam a contar sobre os seus problemas, eu não quero saber o que acontece na vida das pessoas, e estou pouco me fode.ndo se você está bem ou não, só quero que você se f**a e suma da minha frente. A vida é uma c****a ingrata, aquela mulher que você faz de tudo para agradar e no final te apunhala pelas costas. Eu não gosto de pessoas, Qual é o m*l de não gostar, onde está escrito no livro da vida que eu tenho que gostar delas? Isso mesmo, em lugar nenhum. Aprendi anos atrás que a humanidade é suja e c***l, as pessoas não estão nem aí para os seus problemas, elas só querem saber que estão melhores que você, ou vão pegar seu ponto fraco para usar ele contra você mais tarde. Foi assim por toda minha vida, eu demorei para aprender que não se deve confiar em ninguém, eu não tenho amigos, tenho aliados e empregados. Cada empregado meu para trabalhar comigo teve que lutar mano a mano, isso mesmo, eu bati em cada um, o meu povo não esta comigo porque eu sou um igual estão comigo porque tem medo, não me traem porque tem medo, não vão embora pelo mesmo motivo, medo. O último que ousou me trair eu esmaguei sua cabeça com as mãos, depois disso ele virou um exemplo. Eu não sou um cara m*l, até porque o conceito de bem e do m*l é algo muito relativo. O pobre do vilão das histórias quando dão suas justificativas para tentar acabar com o mundo sempre fizeram mais sentido pra mim do que o herói que quer ser bonzinho. Quem nunca concordou com o malvadão que diz que está querendo acabar com o mundo porque a humanidade não merece permanecer aqui nesse planeta? Ou aquele outro que diz que a humanidade e o câncer do mundo? E agora me diz, eles estão errados de querer se livrar de nós para salvar o planeta? Eu acho que não, eu seria um bom Tanos. Ou aquele cara que tem um caderno onde você escreve o nome das pessoas ruins e elas morrem, ah eu torci pra esse carinha, quem nunca quis ter um livro desses? O filósofo Rousseau dizia que o homem nasce bom a sociedade que corrompe, eu não nasci bom, não nasci sem pecado, minha mãe era uma pu.ta, isso essas mulheres que vendem seus corpos por dinheiro, eu tinha um orgulho gigante dela, Minha mãe foi uma boa mãe, no modo dela,para mim e meu irmão mas no fundo, no fundo ela sabia que nada de bom poderia sair daquele muquifo onde nós crescemos, drogas, putas e violência, muita violência. Quando fiz 16 anos minha mãe foi achada dentro de um motel barato com uma garrafa enfiada nas costas, eu era um jovem rapaz, com um irmão menor, sem ninguém, tendo que cuidar e defender a mim e meu irmãozinho, eu segui o conselho da minha mãe, paramos um abrigo onde o marido da moça que cuidava de nós era militar, e ele me fez estudar para me tornar um, fiz preparatório no segundo grau e entrei como sargento do exército. Minha carreira lá dentro foi meteórica, em cinco anos fui treinado de missões na selva eu comandei um pelotão de soldados no haiti. Meu sucesso dentro das forças armadas era aplaudido por muitos e odiados por outros. Trabalhava muito, dormia pouco sempre um bom soldado, confesso que fiz coisas nessa época que não me orgulho nem um pouco, mas fiz, pois tinha que cumprir ordens. Posso confessar para vocês que matar pra mim nunca foi o problema, meus superiores se aproveitando disso, me mandaram para várias partes do mundo, para aprender suas técnicas de matar, terminei o treinamento com louvor. A vida militar, era tudo o que eu tinha, e eu era perfeito para eles, um homem sem passado ou futuro, uma máquina de matar, nas mãos dos poderosos e ganhando muito bem para isso. Nessa época meu irmão tinha entrado para as forças armadas como eu, ele ia receber seu primeiro salário, então fomos a um bar, foi lá que eu a vi, a pequena Isabel, nós apaixonamos perdidamente, então demorou muito para ela transformar minha vida preta e branca em um mundo colorido, essa mulher me fez querer coisas que eu nem sabia que eu queria, um lar. Nós nos casamos, mas o amor é só o início do pesadelo da vida de qualquer pessoa. Quando você ama alguém, algo frio que existe dentro de você e partido para dar lugar a algo que te aquece, que te domina e te consome. Aquela mulher era o centro do meu mundo, ela era tudo, íamos ter um filho. Eu finalmente havia encontrado um lar, um lugar onde eu podia voltar a noite e descansar minha cabeça, torturada e cheia de loucuras. Eu estava de serviço, eu saí de casa aborrecido por qualquer bobagem que eu não me lembro agora, o bebê estava prestes a nascer e minha esposa não aguentava mais meu ritmo de trabalho. Mas esse dia em específico tudo era um grande borrão, eu não me lembro de quase nada. Lembro que ela me ligou dizendo que estava passando m*l. Lembro de pegar o carro e ir pra casa. Lembro dela ligar para mim e dizer que eu estava demorando. Lembro de chegar em casa. Depois só lembro de acordar no presídio e perder 15 anos da minha vida. Eu vivi em um inferno, interior, foi dentro do presídio que eu deixei meu Monstro interior tomar conta, foi lá que eu tinha que lutar pela minha vida, e sobrevivência. Lá eu descobri que você não tem amigos, só pessoas que se aproveitam de você e quando você não tem mais nada para oferecer, te jogam no lixo. Minha fama de homem sem alma começou ali, e dura até hoje. Muitos vão dizer que eu sou um homem amargurado pela vida, mas como não ser um ser amargo quando você perde a vida perfeita em um piscar de olhos? Em uma tarde? Quando sai da cadeia, ajudei a fundar uma das organizações de drogas mais antigas do Rio de Janeiro, meu morro era um dos mais pacíficos, ninguém tinha coragem de vir invadir, nem a polícia tinha esse desplante. Eu era o mal O homem mais temido do mundo das drogas Os outros chefes de morro não olhavam nos meus olhos por um simples motivo. Medo do monstro invadir suas camas de madrugada. Conheci Don e Fernando Maresias no presídio. Eles não eram meus amigos, meu relacionamento com eles sempre foi um sistema de trocas, uma boa e velha barganha, eu dava algo que eles queriam e eles me davam o que eu precisava. Eu havia dado o prazo para Don pagar a dívida dele até a meia noite de hoje, faltavam menos de 10 horas para que isso acontecesse. Don havia me contactado meses antes para que eu trouxesse um de seus inimigos, eu o peguei e coloquei ao seus pés, em troca eu a queria, a queria jogada aos meus pés. A meia noite Don subia com ela pelas ruas do morro até a minha casa, meus homens não fizeram nenhuma objeção. Ele veio com o filho e a jogou no meio da minha sala como uma oferenda. Até porque com monstros você não paga uma dívida, se faz uma oferenda. Tirei o saco que estava na sua cabeça, a peguei pelo pescoço e olhei no fundo de seus olhos azuis. Joguei o pequeno peso de papel nas costas e a levei para dentro. Eu mesmo decorei o quarto dela, da minha oferenda, ao contrário do resto do meu mausoleum, o quarto dela era claro, feminino brilhante como ela e limpo. Eu tentei colocar ali dentro tudo aquilo que eu sabia que ela gostava, pra ela não sentir falta de absolutamente nada. Aquela menina era minha prisioneira e o motivo de toda minha obsessão.

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