Cheguei no lugar que Andréia e Greta me passaram. Assim que vi à fachada achei horrorosa. Não acho que o patrão delas vai querer esse lugar. Vou ver por dentro, mas acredito que seja muito pequeno. Pego o celular e ligo para o número que tem na porta. Liguei e agendei um horário para amanhã de manhã para ver o lugar, já que à tarde tenho às minhas consultas. Sair andando para outros lugares. Olhando cada imóvel para ver o que combina mais com ele. Peguei telefone de alguns para olhar amanhã, outros descartei. Não tinha nada haver com ele, de acordo com as suas assistentes passaram.
Eu já estava cansada de andar. Achei melhor parar para tomar uma água. Fui até uma lanchonete e comprei à água. Eu estava perto de um lugar que foi meu lar por anos. Desde que minha tia Elena sumiu com meus irmãos eu não vou lá. Me levantei e peguei outro ônibus.
À casa dos meus pais ficava perto de centro de Londres, eu poderia ir à pé, mas como eu estava cansada demais, resolvi ir de ônibus, na volta eu viria à pé. Eu tinha saudades, e não sei porque isso veio em mim agora. Eu não pensava mais na minha vida antes, não pensava mais em tudo que aconteceu, e agora eu estava com um sentimento de saudade, de tristeza e de perda novamente em mim. Minhas lágrimas descem instantaneamente. Limpo às mesmas não deixando às poucas pessoas que estão dentro do ônibus perceber. Por mais que eu dedique anos da minha vida à religiosidade, eu sempre terei um vazio em meu peito que nunca poderá ser preenchido.
Desço e já avisto à casa que era minha anos atrás. Eu sinto tanta falta desse lar. Sinto falta dos meus pais, dos meus irmãos. Sinto falta da família que eu tinha. Ray mesmo não sendo meu pai, ele teve um enorme carinho por mim desde que resolveu me adotar como filha. Ele sempre foi um pai amoroso, bondoso e não deixou nada me faltar. Ele era o pai que não tive por treze anos. Mas três anos depois eu perco tudo que eu achava que nunca me deixaria.
No portão de grades vejo que à casa está abandonada. Ela não deve ter sido visitada a anos. À grama já está imensa no jardim. Vou andando ao redor da mesma. Mamãe adorava cuidar desse jardim. Adorava plantar rosas e algumas plantas. Acho que ela tinha o sonho de ser jardineira, mas ela nunca disse que gostaria de ser uma. Eu sempre à vi feliz, sorrindo, mesmo ante de Ray e meus irmãos. Ela dizia que toda à tristeza passava ao chegar no jardim e ter à calmaria das plantas e flores. E nosso ela tem razão, porque eu amo sentar no meio do jardim no orfanato e ficar ali no meio das plantas e flores e sentir toda à calmaria que elas transmitem.
À casa não tem mais à alegria de antes. Pena que não posso entrar. Foi trancada e com certeza tia Elena nunca quis voltar à morar aqui para que eu não pudesse atrapalhar à sua vida. Eu não entendo até hoje porque ela não quis ficar comigo. Não entendo até hoje porque ela não gostava de mim. Eu nunca daria trabalho à ela. Me contentaria em ficar com meus irmãos e ela não precisava me dar nada. Somente que me permitisse ficar com eles e nada mais. Limpo minhas lágrimas que insistem em sair. Ouço um barulho de um carro todo preto. Ele parar do meu lado e eu fico olhando.
- Srta Anastásia? Franzo à testa.
- Irmã Anastásia. Digo.
- Desculpe Irmã, eu não sabia que me referir à Irmã. Assinto com meio sorriso.
- Mas quem é você? Indago sem saber de quem se trata.
- Sou um dos motorista do Sr Grey. Ele me pediu para te acompanhar em tudo. Onde à Irmã quiser ir, eu levarei. Balanço à cabeça em negação.
- Não há necessidade.
- Desculpe Irmã, mas ele me disse que se eu não levasse onde à mesma quisesse, eu poderia ser demitido. i****a mesma. Como pode fazer isso?
- Vamos então. Ele sorrir para mim e abre à porta do carro. Entro. Assim que ele entra me olha pelo retrovisor.
- À Irmã está bem? Olho para ele não entendendo à pergunta.
- Sim. Estou. Porque?
- Porque notei que seus olhos estão vermelhos e seu rosto triste.
- Não se preocupe. Eu estou bem.
- Tudo bem. Onde à Irmã gostaria de ir agora?
- Me leve para o centro comercial por favor. Ele apenas assentiu e deu partida na direção. Fui olhando para à casa. E novamente me bateu uma tristeza por ver aquele lugar que um dia foi meu, que um dia eu fui imensamente feliz.
- Você está mesmo bem? O motorista pediu e agora percebo que tenho lágrimas em meu rosto. Limpo às mesmas.
- Sim. Não se preocupe. Ele me dar um pequeno sorriso e volta seu olhar para direção. Qual seu nome? Pedi olhando para ele.
- Karl Pears. Assinto com pequeno sorriso. Ele nos leva em silêncio .
Chegamos no centro comercial. Pedi à Karl para parar. Ele parou e eu abri à porta. Ele me olhou meio feio e me pediu para deixá-lo fazer o trabalho dele. Sorrir para ele e o mesmo acabou me dando um sorriso. Ele me acompanhou em todos os lugares que eu fui. Olhei alguns lugares e tirei fotos dos mesmos para mostrar ao Sr Grey. No final da tarde, eu fui entregue no convento por Karl. Me despedir dele e fui para meu quarto. Tomei um banho e peguei o computador para colocar as fotos que tirei para armazenar nele. O celular toca e eu respiro fundo já sabendo de quem se trata.
- Pois não Sr Grey? Indaguei me levantando e olhando para fora.
- Boa noite Anastásia. Você está bem?
- Boa noite! E sim, eu estou bem.
- Ainda são seis horas, porque não janta comigo?
- Porque não é certo uma Freira jantar com um homem.
- Porque você tinha que ser Freira? Me fala. O que te levou à ser Freira? Eu gostaria neste momento está com você. Tenho vontade de ter você em meus braços, fazer amor com você.
- Sr Grey, não vamos parte à conversa para esse lado. Eu disse que queria respeito, e continuo querendo.
- Janta comigo? Eu prometo me comportar. Não farei nada que você não queira.
- Não posso Sr Grey. É contra às regras.
- Malditas regras. Eu não gosto de regras e você poderia me dar um voto de confiança.
- Vamos manter nossa relação somente de trabalho. Eu procuro os imóveis para o Sr e depois cada um para seu lado.
- Eu não vou conseguir.
- Mas eu vou e quero seguir em frente. Vou continuar com meus votos e não é o Sr que vai me tirar do meu caminho.
- Eu sonho com você nos meus braços e eu não pretendo deixar isso só em sonho.
- O Sr acabou de dizer que não faria nada que eu não quisesse, então esse sonho do Sr ficará só na sua mente. Ele suspirou do outro lado.
- Conseguiu olhar muitos imóveis hoje? Adorei ele ter mudado de assunto.
- Sim. Tirei fotos para te mostrar. Se me passar o seu e-mail te mando agora.
- Não. Eu quero vê-los com você.
- Uma desculpa para ficar perto de mim? Isso não é bom Sr Grey.
- Tem medo de mim? Fico em silêncio.
- Não, mas não quero que o Sr fique perto de mim. O Sr sabe que sou uma Freira.
- Lamento muito por isso, e neste momento gostaria de acabar com qualquer empecilho e distância que temos entre nós.
- Eu vou fazer mais algumas pesquisas amanhã, e assim o Sr pode vir ao convento para eu te mostrar. Penso logo em um lugar seguro. Ele pode querer avançar o sinal e eu não posso com isso. Não quero falhar em nada nos meus votos.
- Tudo bem. Vamos marcar uma hora.
- O melhor horário para o Sr. Agora eu tenho que ir. Vou terminar algumas coisas aqui.
- Sempre me dispensando Anastásia. Pode ter certeza que em algum momento eu vou cobrar isso de você e você não poderá reclamar.
- Não entende.
- Você entenderá quando for minha. Ele desliga e eu fico sem reação. Ele é louco mesmo.
Desço e como alguma coisa com as outras Freiras. Elas conversam sobre um retiro espiritual que terá, e eu gostaria de ir. Séria uma semana fora do convento, fora de Londres. Mas antes eu teria que tirar licença do hospital à semana que fosse. Vou ver isso e ainda vou pedir à Madre Superiora para colocar meu nome nesse retiro. Acredito que me fará bem.
Mais tarde me deitei depois de fazer minhas preces. Estava tão cansada que não demorei à pegar no sono.
Acordei e fui para à igreja rezar antes de começar minhas atividades. Eu vinha à igreja pelo menos quatro vezes na semana, e ontem não deu para eu vir. Chego na mesma e me ajoelho. Começo à fazer minha oração, porém do nada sinto uma mão em meu ombro. Levanto minha cabeça e vejo o Sr Grey sentado com um sorriso imenso no rosto.
- O que o Sr faz aqui.
- Eu quero você. Não consigo pensar em mais nada que não seja você.
- Vai embora. Respeite à igreja. Me respeite. Digo com raiva por ele está aqui em um lugar sagrado falando o que não deve.
- Eu não vou. Vem quero te mostrar uma coisa. Ele fala segurando na minha mão.
- Não posso. Me deixa acabar minha reza e você vai embora. Ele me puxou e me abraçou. Me levou para um canto da igreja e começou à me beijar com vontade. Eu dizia pra ele parar que não era certo e que também podia aparecer alguém, mas ele não me deu ouvido e desceu a mão pra minha i********e.
- Eu quero você. Sente o quanto eu te desejo. Ele fala com à boca grudada na minha, então leva minha mão em seu m****o duro como uma rocha. Meu Deus, eu não posso fazer isso. Ele não pode fazer isso comigo. Tentei empurra-lo, mas foi em vão. Me devorava com sua boca sua mão acariciava minha b****a levantou meu vestido e foi metendo o dedo, pelo lado da calcinha, na minha i********e que já começava a ficar molhada. Eu não podia está sentindo isso. Não podia deixar ele dominar meu corpo dessa forma. Você está molhada para mim. Que delícia. Eu quero você. Ele fala tirando seu m****o para fora. Fecho meus olhos para não olhar. Ele pega minha mão novamente e coloca em cima do seu m****o. Começa à fazer um vai e vem com à minha mão em seu p*u, e isso está me deixando sem reação. Sente ele, sente. Sente como ele te quer, te deseja. Sente como ele é todo seu. Só seu. Ele desce beijos pelo meu pescoço. Tenta tirar meu vestido, mas é em vão. Vem. Ele parar e me puxa, eu fico toda mole em sua mãos. Sinto minha i********e toda molhada. Meu corpo está cedendo à ele. Ele me leva para à sacristia.
- Christian não. É pecado.
- Pecado é à gente não matar à nossa vontade e desejo. Eu quero você, você também me quer. Balanço à cabeça em negação. Quer sim. Senão não estaria toda molhada para mim, só para mim. Você é minha, seu corpo é meu. Só meu. Ele voltou à me beijar e levou novamente à minha mão em seu m****o fazendo o vai e vem. Eu comecei a masturbar ele junto com sua mão. Ele gemia. Perdoa Deus, perdoa pelo meu pecado, mas isso está mais forte do que eu. Christian meteu dois dedos e me masturbava também. Eu gemia com à reação do meu corpo. Vem. Chupa ela. Coloque essa boquinha linda e gostosa nele. Estou louco para sentir essa sua boca me devorar.
- Eu nunca fiz isso. Digo e ele sorrir.
- Vamos com calma então. Ele tirou toda minha roupa e ficou me olhando como uma leão olha para sua presa. Você é linda. Ele fala e tira sua calça também. Seu m****o fica exposto e eu fico admirando à beleza dele. Eu não devo está em mim. Fui possuída, não tendo sentido da minha razão. Tanto que não resistir e me abaixei e comecei a chupar o p*u dele meio desajeitada. Ele foi me falando como fazer. Lambi todo. Acariciei suas bolas.. Eu ouvia ele gemer baixinho. Engolia aquele p*u maravilhoso, todinho. Eu chupava ele toda desajeitada, mas ele estava gostando, tanto que senti o gosto da p***a dele na minha boca. Engoli um pouco, e o gosto não é tão r**m.
Ele me virou, me colocou de costa e meteu na minha i********e molhada, segurou minha cintura e me fodeu com força até gozar bem fundo em mim. Ouvimos um barulho e nos recompomos. Ele pegou minha mão e fomos até dentro da igreja novamente. Saímos para fora da igreja, e ele me beijou com vontade de novo e disse...
- Irmã Ana. Irmã Ana. Escuto alguém me chamar e me balançar. Abro meus olhos e vejo à madre superiora me olhando desconfiada. Meu Deus. Eu sonhei com ele. Sonhei que estava transando com ele. Isso não podia está acontecendo. Eu vou ser excomungada e ainda enviada ao inferno sem direito à contestação.