CAPITULO 15

1151 Words
— Seja boa e geme mais baixos — Delmom sussurra no meu ouvido, quente. Eu respiro com dificuldade. Meu corpo treme quando Delmom puxa o tecido para longe do meu seio esquerdo e segura o mamilo endurecido entre os dedos. — O que você está fazendo? — Eu pergunto e engasgo enquanto o dedo dele se move sobre meu c******s novamente. Mordo o lábio para não soltar um gemido ainda mais alto. Deus, por que ele está fazendo isso? E se eles nos ouvirem? A vergonha misturada com o desejo queima minhas bochechas. — Avaliando seu vestido. Se for confortável para mim conseguir o que quero... Minhas costas se arqueiam e eu gemo mais forte quando sinto o pênis dele por causa da intensidade do que sinto. Ele sibila, e sua mão em meu peito aperta. Deus. Como devo lidar com isso? Sei que devo, mas parece impossível. Suas mãos ficaram mais atrevidas e eu soltei um gemido, literalmente cravando minhas palmas no vidro, deixando marcas. Ele afasta a calcinha e me toca, esfregando meu c******s em movimentos circulares. Minhas pernas estão começando a tremer e não consigo ficar parada, tento me esfregar mais na mão dele. Devo parecer sem vergonha. Mas esse fogo dentro de mim precisa sair. Eu preciso disso. E Delmom me dá. Eu me arqueio, jogo minha cabeça para trás sobre seu ombro, tremendo com os flashes que passam pelo meu corpo. Eu exalo com força, suavizo e o orgasmo desaparece. Sinto como ele me perfura com seu olhar, como seus dedos deslizam do c******s para as dobras. E então sua mão se vai. Respiro fundo e hesito em abrir os olhos e encarar o olhar dele. Eu os abro e congelo, sem ar. Meus olhos se arregalam quando vejo no espelho como Delmom lambe a umidade dos dedos. Eu inspiro entrecortada quando, sem tirar aquele olhar selvagem de mim, ele passa os mesmos dedos pelo meu lábio inferior. Pressione e diga: — Suga — Delmom ordena, com um comando suave e venenoso. O tom dele é tão possessivo que não entendo como me permito colocar os dedos dele na minha boca e... chupá-los. O olhar dele escurece e os músculos de suas maçãs do rosto ficam marcados quando ele move os dedos várias vezes, como se estivesse entrando e saindo. Fico ainda mais vermelha quando entendo o que ele imagina quando me olha daquele jeito. — Se eu pedir para você chupar meu p*u, você será igualmente diligente? Perco-me nessas palavras e, percebendo que tinha ficado viciado em chupar os dedos como se fossem os doces mais deliciosos, de repente passo para o outro canto do provador. Com movimentos trêmulos conserto minhas roupas e aperto a a******a do meu vestido. Eu não olho para isso quando digo: — Sal. O desejo e aquela luxúria incrível diminuem e uma vergonha espessa me cobre completamente, junto com uma raiva crescente. —Você me rejeita e me expulsa por cima disso? Olho para ele de repente. Não me importa que agora ele esteja apenas brincando comigo e me provocando. Não aguento mais. Aquele orgasmo foi tão poderoso quanto o golpe que veio depois. — E eu tenho alguma razão? Você me ofendeu com essa proposta suja. Você se aproveitou de mim sabendo que eu não conseguiria resistir. Você... — Eu não achava que levar uma garota ao orgasmo equivalia a ofendê-la. Você não achou sujo chupar meus dedos, que estavam na sua umidade. franzi os lábios, olhando para ele com uma caca. — Eu me sinto uma prostituta. Fizeste-me sentir assim. Delmom permanece imóvel. Seus músculos se transformam em pedra e sua expressão assume algo perigoso. — Você não viu como eu trato as prostitutas para ter tanta certeza. — E eu não quero ver isso. Sinceramente, não me importa como você os trata e quantos você tem. Não me importo, mesmo que você estivesse com um deles nessas duas semanas. Eu me sinto como uma quando você se comporta assim comigo. Disseste que sou a tua mulher, intacta, por isso trata-me em conformidade. E se para você eu sou apenas alguém que você pode usar e fazer o que quiser, não importa o que eu realmente queira, então chame as coisas pelo seu nome. — Então você me deixaria te tratar assim se eu dissesse que você é uma prostituta? — Pelo menos eu não esperaria que nem uma gota de algo humano permanecesse em você — Eu soltei essas palavras diretamente no rosto dele, não escondendo mais a raiva que borbulhava em meus olhos. O que parecia uma eternidade ficou em silêncio. Apesar da minha raiva e p************s, ele não deu um passo. Ele não me bateu. Ele não “me colocou no meu lugar”. Se eu tivesse dito algo assim, e com esse tom, ao meu pai, ele já estaria no chão há muito tempo, e um tapa ou um cinto não teriam sido suficientes. Cerrei os dentes até doerem, à espera da reacção doDelmom. Pensei que estava pronto para qualquer coisa. Acontece que não. — Você é minha esposa. Eu nunca vou te tratar como uma prostituta porque eu me respeito. Estou acima dessa merda. Se você considera que meu desejo de tocar em você é tratá-la como uma mulher suja, então você não me conhece. No futuro, tocarei em você de forma mais explícita e suja, e isso não significa que você é uma prostituta. Mas outra coisa te machucou mais, porque você gostou. Doeu-te que supostamente não tenhas escolha. E isso também não é verdade. Se você realmente tivesse me afastado, se você estivesse realmente com medo, se você tivesse medo de mim, isso não teria acontecido. Não vou ter você como um troféu que vou apenas olhar e mostrar. O nosso casamento será real em tudo. Especialmente fisicamente. É por isso que sugiro que você mude a maneira como vê as coisas. Já transei com muitas prostitutas, mas não coloquei o prazer de nenhuma delas como prioridade. A questão era deles, tivessem sucesso ou não.E eu não fiz cunilíngua em nenhuma delas, Natália. E eu nem te fodi ainda — ele bufou, irritou, torceu os lábios — Eu nem te forcei a me masturbar, mesmo tendo as mesmas necessidades físicas que você. E se você acha que para um homem como eu isso é algo dado como certo, então não. Você não conhece os homens do meu mundo se acha que minha atitude é terrível. Então agora pense cuidadosamente se você é uma prostituta para mim ou não. Com essas palavras ele se vira e sai, abrindo a cortina. Mas antes de fechar, ela diz, olhando para mim, ainda confusa: — Você vai usar esse vestido. — Mas eu não experimentei os outros... — Se você quiser, pode experimentá-los em casa. — É esse que você vai levar para a exposição, diz ele ao final, sem me deixar responder.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD