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Ainda Me Lembro De Você

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Blurb

Chloé Favre é editora de uma importante revista em Paris. Aos de trinta e cinco anos é bem resolvida, atraente e elegante; considerada boa profissional sempre buscou o aperfeiçoamento, até que alguns problemas começar a surgir: ela passa a ser vítima de alucinações ao ponto de ser afastada do seu emprego onde permaneceu por dez anos. Chloé se vê esgotada de tudo e de todos. Decide mudar de cidade por um tempo para descansar e escrever um livro. Intuitivamente é levada a Soluthurn na Suíça; Chloé não imagina as surpresas que estarão reservadas ao chegar a cidade: Uma Mansão centenária guarda o segredo de um crime. Muitas revelações ao longo da sua estadia fará com que Chloé pense em desistir; vultos do passado voltam a buscar vingança. Mas, para entendermos melhor tudo isso, precisamos voltar ao século XIX.

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Ouvindo Vozes
Dias atuais A única coisa que eu precisava naquele momento...era um café bem forte! Ainda não conseguia compreender como uma pessoa que se dedicou tanto a uma profissão, é demitida sem o mínimo de respeito. O fato é que, devido ao acúmulo de responsabilidades imposta por meu superior, sofri um desgaste emocional causando um stress passando a ouvir uma voz persistente me dizendo baixinho: “Chloé, você precisa sair daqui e voltar para os 11”. Eu me chamo Chloé Favre. Sei que pode parecer loucura, mas isso eu ouvi insistentemente nos últimos dois meses. Anteriormente havia sonhado com vários relógios, mas não conseguia ver os números. Haviam também Igrejas em série. O problema foi ter confidenciado a uma pessoa da revista os detalhes do que passava comigo. Eu sempre fui uma mulher independente, voltada para meu trabalho e meus dois gatos : Germain e Lara, eles me fazem companhia, isso quando não estou em algum bar tomando meu gim com tônica desacompanhada, é claro! Não me considero uma pessoa antissocial, mas prefiro minha própria companhia quando tenho que pensar em alguma ideia nova para meu trabalho. Meu foco agora será retomar meu antigo sonho que é escrever um Romance. Não decidi como será o enredo, mas precinto que estou chegando lá! As vezes sinto falta do lugar onde nasci: Lausanne, é a nossa Romándia ou se preferir: Suiça Francesa, ela compreende um dos cantões de Genebra, meus pais ainda vivem lá. Tenho boas recordações de pisar descalça na grama molhada. Deixei muita gente para trás há dez anos perseguindo um ideal em Paris, e o que ganhei?! Nada! E ainda levarei comigo um cara imaginário que me ferrou. Ao menos tenho minhas economias. Em três dias sigo para “Soleura”. O locador da casa me disse que é uma cidade pitoresca, cheia de particularidades bastante incomuns, própria para descansar, entre outros atrativos . Acredito que nada acontece por acaso. Se essas mudanças na minha vida estão ocorrendo agora, deve haver algo maior. Não sou mística mais tenho alguma noção da divindade. O mais interessante nisso tudo é que o tal Ghost, se é assim que posso definir ou a voz da minha consciência, decidiu calar-se, assim que assinei minha demissão da Revista. Será que estou mesmo com algum distúrbio? Me recordo que sonhava quando era garota de passeios a cavalo com umas roupas semelhantes as que usava minha bisavô nas fotos. Nada a ver com meu estilo casual rsrs. Chegando em Soleura... Eu estava me sentindo diferente, confesso; as paisagens me reportavam para um saudosismo inquietante. Sabia que nunca havia estado naquela região, mas quanto mais me aproximava da cidade sentia uma emoção indescritível. Fui tomada de súbito por um arrepio no alto da cabeça, era a voz, de volta sussurrando: “Estamos chegando, Chloé”! Eu quase o mandei a “merda”. Devia mesmo era está doida! O pessoal da revista tinha razão. Onde tinha cabimento uma pessoa ficar dando asas ao invisível? Era o que eu fazia. Pois agora saiba, Sr. Ghost, que eu não mais lhe darei ouvidos. “G-I-O-C-O-N-D-O, esse é meu nome “. Hahaha, agora pirei de vez! A loucura tem nome, deve ter sobrenome e ainda sabe soletrar? É, acho que vou tomar um ansiolítico, só pra relaxar. Cheguei a cidade quase anoitecendo. O casal me aguardava com um sorriso de creme dental. —Srta. Chloé? Somos os Meyers, seus proprietários. Seja muito bem vinda! —Muito Obrigada! —Vamos, entre no carro que a casa fica há 3 kilometros — Sr. Frederick! Pode me dizer porque aquele relógio está parado e falta um número? Isso não devia acontecer logo na praça central. Precisam concertar! O casal começou a rir baixinho. —Desculpa Srta, não estamos rindo de você, é que todos fazem a mesma pergunta. —Mas então me digam o porquê! —A Srta encontrará mais dez desses por toda a cidade. São os onze. —Como assim? —Soleura ou Solothurn têm uma fascinação pelo número 11 “Elf” em alemão. Eu espero que a Srta. permaneça por tempo suficiente para descobrir seus porquês. Segundo contam, viviam seres místicos na montanha que fica localizada nas redondezas do weissenstein, seriam aqueles seres dos contos de fadas, os “elfos”. Eles saiam da montanha para encorajar moradores a prosperar, porque os mesmos trabalhavam muito e nada acontecia. Mas isso são lendas! Eu sei que existe moradores daqui que nem sabem dessa particularidade. O número onze está contido em boa parte da cidade, eu arriscaria dizer...em quase tudo que você vê aqui. Mas isso lhe contaremos aos poucos. —Humm! Estou começando a gostar dessa ideia de ter vindo para cá. —Srta. Chloé, gostaria de jantar conosco hoje ? — Eu... ainda.. não sei!? “Vai Chloé,eles podem ajudar.” —Ai...meu... Deus! —Que foi, falamos demais, é isso? —Frederick, a moça só estava pensando alto, não é Chloé? —Mais é claro! É que me lembrei de algo que deixei para trás. Agora, é tarde! —Estamos chegando- diz Sr.Frederik Entramos numa rua com casas estilo coloniais muito bem conservadas. Passamos na porta de um bar muito charmoso . O carro passeava para que eu pudesse apreciar o movimento. A cerveja que estava na mesa do lado de fora chamava Öufi-Bier. Lá estava de novo,o número onze rsrs. Finalmente no final da rua, estava a casa que me abrigaria não sei por quanto tempo?! Havia um grande portão de ferro recém pintado de bronze com detalhes do brazão da família. Muros altos coberto com hera. Sr. Frederick desceu e abriu para entrarmos. Sra. Emma me mostrava o quanto estava bem cuidado o jardim, que desde a entrada já dava um toque especial aquela casa. O carro parou bem em frente a entrada. Uma atmosfera nostálgica tomou conta das mim. Eu fiquei encantada com a arquitetura do imóvel. Uma casa do século XIX com dois pavimentos. Por alguns segundos, senti que retornara para lá. Uma espécie de Déjà Vu. Eles abriram a porta, mas por dentro não me era familiar como do lado de fora. —Sr. Frederick, esses móveis são mais recentes, não? Sim, os móveis são dos anos 50. Esta casa fará 130 anos de construída. Sendo que a parte inferior é uma reprodução mais moderna da anterior reformada alguns anos, mas a planta seguiu o projeto original. — Queria tanto ter conhecido a primeira versão, é que desejo muito escrever uma história e aqui seria um bom cenário. —Só se for de filme de terror! ( Falou uma voz que vinha da entrada) —Desculpe-me a invasão. Sou Dr. Richard Von Durst, às suas ordens! —Mas o que houve aqui afinal? Eu não me recordo de este precisando de um advogado. —Desculpe o Dr.Richard, Srta Chloé, ele quis dar as boas vindas! —Obrigada, mas gosto que avisem antes de entrar. —Desculpe mais uma vez. Mas, respondendo a sua pergunta: Houve um crime não solucionado há 80 anos nesta casa, mas precisamente no porão. —Cruzes! Isso é sério? Por isso senti meu cabelo eriçar no topo da cabeça. —A Srta. é superticiosa? O casal aqui fala com espíritos. Eu não acredito nisso! —Vocês são sensitivos? —Dr.Richard, Se eu quisesse fazer propaganda dos nossos dons eu mesma falaria. Não precisamos de interprete.- disse Ema aborrecida. —Eu só queria ajudar a moça. —Bom, melhor eu partir. Foi um prazer conhecê-la Srta.? —Chloé. Esse é o meu nome. O tour pelo imóvel continuava depois da presença desagradável do advogado. —Sr. Frederick, não me leve a m*l com tantas perguntas. Mas, acabo de alugar uma casa por seis meses e fico sabendo que nela houve um crime não solucionado. É para ficar um tanto desconfiada da próxima novidade, além de saber que são sensitivos. —Alguma coisa contra sermos sensitivos? —De maneira alguma Sra. Emma. Pelo contrário. Eu tenho vontade de incluir algo desse nível no meu livro. —Qualquer coisa que queira saber é só perguntar. —Nós temos um centro de estudos da mediunidade ou espiritualidade. Funciona na nossa casa. É restrito porque só participa quem realmente deseja desenvolve-se ou necessita de ajuda com alguma entidade perdida na crosta. —Crosta? —Sim. A crosta terrestre. Por exemplo: João desencarnou (morreu) e está preso na nossa realidade. João não aceita ajuda e persiste por dias no mesmo ambiente as vezes por anos décadas, séculos grudado feito carrapato naquilo ou naquele a quem tem débitos ou paixões. —Não diga! Eu jurava que isso era invenção. Preciso de mais detalhes. Acho que terei uma boa história para escrever. —Srta., acho que não me entendeu?! Eu falei grupo de estudos. Se quiser aprender fielmente tudo, daí então poderá tirar algumas informações para seu livro. —Tenho medo Sra. Emma. —Você acha que está aqui por acaso? Sabe qual o motivo que a trouxe. — Sim, eu vim descansar e escrever meu livro. —Minha querida, sabe quantas pessoas moraram aqui desde que pegou fogo? —Fogo? Mas ninguém me falou de incêndio! —Chloé, não havia necessidade de tocar num tema na qual já se passaram oitenta anos. —Tudo isso? —Sim, desde então ninguém mais morou nela. Sofreu reformas. Srta. Chloé, em 1880 segundo os registros arquivados no notário, houve um crime aqui. Um jovem morador desta casa foi morto dentro do porão, queimado ainda vivo junto com metade da casa. O andares superiores foram poupados, a sua noiva que desmaiou na porta da cozinha, foi salva a tempo. —Coitado... sabem que foi esse infeliz? *Eu não fui infeliz Chloé, meça suas palavras! —Ohh... não! De novo? —Está tudo bem Srta. Chloé? —Me desculpem, é que as vezes o lado escritora fala mais alto. —Vocês podem me fornecer algum registro dessa pessoa? Afinal, como moradora preciso saber onde me metí —Se soubesse dessa história não teria alugado. Também não gostei daquele advogado aqui. —Aqui na cidade existem 11 museus. Em alguns dele haverá fotos e algumas relíquias da época, já que a família não deixou uma descendência. Esse é motivo de termos sido os escolhidos para sermos curadores dessa propriedade. —Entendi tudo! Aquele advogado intrometido quer vender a propriedade? —Ele não tem outra coisa na mente a não ser ganhar uma mega comissão se vendê-la. —Mas então, qual o motivo que impede essa venda se não há herdeiros?! —Em 80 anos pode haver sim algum herdeiro: bisnetos, tataranetos perdidos por exemplo! —Ok, eu não quero me aprofundar nisso agora. —Já está no horário de vocês, eu agradeço por tudo e quando precisar ligo . —Pode ligar! Os Meyers haviam saído. Havia um pouco de queijo, suco, yogurte,leite, na geladeira como eu havia solicitado. Algumas frutas também. Subi para ver o resto da casa. Era simplesmente elegante! Bom gosto nos detalhes das cortinas. Detestaria ter nas minhas janelas tecidos pesados que bloqueassem entrada de luz. Meu quarto tinha um papel de parede perolado. Havia dossel na cama tornado clássico o quarto. O piso em madeira era música para os meus ouvidos. Eu amava o barulho do salto alto neles. Os quartos estavam dispostos dois para cada lado. Também havia uma biblioteca que era a minha cara. Todos os lados da sala eram de estantes com livros. Não sei quem leria tanto, se ninguém mais morou lá. Não me atentei logo aos mínimos detalhes, fiz um tour rápido para cair na banheira. Os demais quartos eram muito charmosos como os franceses gostam. O segundo pavimento era um local de descanso Estamos na Suíça com um pé na França, hahaha. Peguei minha mala e só retirei meu pijama. A banheira ficava no meio da sala de banho, isso mesmo. Tão elegante que fiquei admirando sem querer entrar. No início do século 19 era comum essa disposição da peça; eles enchiam com vasilhames de água porque não era todos os dias que tomavam banho. Ainda bem que adaptaram uma torneira nela. Tirei minha roupa e entrei na água morna, estava uma delícia! Coloquei meus sais de banho que havia trazido. Relaxei fechando os olhos... Não sei quanto tempo fiquei alí, me sentia quase adormecida. Me vi rindo pelo jardins correndo, estava diferente. Não parecia a mesma pessoa. Alguém tentava me agarrar, mas eu era rápida. Os risos ecoavam por entre às flores... então caí. Pude ver uma mão me levantar e puxar-me contra o peito, fui beijada. Saí desse transe com a bendita voz no meu ouvido : Você se lembrou! Busque ajuda. Eu fiquei em Pânico! Estava nua numa banheira, sozinha e com uma voz falando ao meu ouvido. Peguei rapidamente a toalha e cobri a minha nudez. Vesti em seguida meu pijama . Penteei os cabelos e corri pra cozinha. Fiz um café bem forte. Fiz bacon com ovos e queijo e comi. Eu era um desastre em cozinhar. Teria que encontrar uma maneira de comer sem ter alguém na minha casa o dia todo. Gostava mesmo era de está só. Eu havia parado de fumar há seis meses. Mas quando cheguei alí me bateu uma vontade louca. Já era tarde, não havia restaurante próximo da residência então o jeito era não pensar nisso. Mesmo porque essa vontade não passava pela ansiedade. Apaguei as luzes e subi para meu quarto. Deixei o abajur ligado . Adormeci. Durante a madrugada senti um frio imenso mesmo com a casa estando aquecida. Os lençóis e Edredons caídos ao chão. Mas que doidera essa minha. A vontade de fumar persistia, eu não entendia o porquê. Olhei pelas gavetas e nada. Melhor assim. Fui até a biblioteca levada por um impulso. Olhei ao redor e peguei alguns livros para saber se havia algum elemento novo. Abri alguns exemplares que estavam ao meu alcance, não encontrei nada. Voltei para a cama intrigada, como os Edredons haviam caído ao chão? Voltei para cama e coloquei-os . Não sei ao certo a sensação que eu sentir naquele momento. Uma onda de calor invadiu o quarto. Eu custava acreditar que estava ouvindo vozes. Minha intenção era escrever um livro, nada mais. Na manhã, levantei e desci para a cozinha. Uma sensação de que não estava sozinha me atormentava. Parecia olhos por toda a parte. Decidi então fazer seu jogo: Bom dia voz imaginária...se você estiver aqui, me responda com um sim! Esperei alguns minutos enquanto batia meus dedos na borda da xícara... —Ah, então é isso. Você só fala quando quer. Tudo bem! Não lhe darei mais ouvidos. De repente... Um cheiro forte de cigarro tomou conta da cozinha. Eu olhei para os lados mas não havia nada nem ninguém fumando. Levantei-me correndo para ver se não seria alguém passando lá fora, mais a distância até a calçada seria impossível esse odor tão forte chegar invadir a cozinha. Tomei mais café e fiquei andando de um lado para o outro sem parar. Então... O forte cheiro de cigarro, deu lugar a um cheiro de colônia de barbear irresistível! Era simplesmente fantástica. Era como se eu tivesse com a espuma entre meus dedos. Lágrimas veio aos meus olhos... senti saudade, mais do quê? Então foi aí que escutei bem nítida a voz masculina: I-s-a-b-e-l-l-e... sou eu! Me senti m*l. Minha cabeça girou feito labirintite e cai sentada ao chão da cozinha. Pedi por tudo o que era sagrado que ele não dissesse mais nada! Mais a voz insistiu outra vez: I-s-a-b-e-l-l-e... Os Meyers... vá até eles e conte sobre mim. Vomitei todo o meu café alí mesmo, junto veio o gosto de nicotina vivo como a acabara de fumar. Senti cheiro de muita fumaça vindo da porta que dava acesso ao porão. Seria um curto que deu em alguma fiação antiga? Eu estava tonta, enjoada, precisando levantar para ver o que seria aquele cheiro. Não tive força, desmaiei por alguns segundos. Abri os olhos e não sentia mais cheiro algum, a voz havia se calado. Não perdi tempo e corri para me vestir e sair até a casa dos Meyers. Se eles eram sensitivos ou coisa parecida, poderiam esclarecer aquilo tudo. Chamei um táxi pelo tefone lhe informei o endereço. O número no taxímetro era 1111, eu estava vendo coisas demais. Na casa dos Meyers... Toquei a campanhía, demoraram atender. Toquei insistentemente! A porta se abriu. —Bom dia Srta. Chloé,Entre. —A que devemos essa visita tão cedo. Não dormiu bem? —Na verdade eu dormi bem, porém tive sonhos estranhos na madrugada. Senti vontade de fumar, coisa que deixei há meses! Durante a madrugada meus lençóis caíram ao chão sozinhos. E hoje pela manhã eu senti um forte cheiro outra vez de cigarro, misturado a uma colônia de barbear. Logo depois...uma voz me chamou de “Isabelle”. Pediu que procurasse vocês para me ajudar. Então...eu desmaiei por causa do forte cheiro de fumava vindo do porão. Mas eu não tive forças para levantar,quando percebi já estava desperta outra vez e não mais senti cheiro algum. Por favor, me ajudem! Não sei que atitude tomar. Essa maldita voz me fez descontrolar ao ponto de ser demitida. Agora, estou nessa cidade para descansar e não tenho paz logo na primeira noite! —Chloé calma! Preste bastante atenção no que vou lhe dizer: Assim que coloquei os olhos em você... percebi ao seu lado uma figura, ele não está entre nós. Ainda é cedo para dizer exatamente quem eu penso que seja. Você não veio para essa cidade descansar. Tudo indica que está aqui para solucionar sua própria história de vida passada. —Mas que vida passada? Quero lá saber disso? Eu não quero saber dessas coisas de magias, Ghost do outro lado da vida,não! Essa é minha vida, não um filme de matinê. Saibam que não vou entrar nessa paranóia de cidade dos 11, nem dos 12 ,tão pouco dos 13. Eu estou estressada! Um Ghost me vendo nua na banheira? Me olhando sabe lá fazendo o quê?! — Respira Chloé! Eu e o Frederick somos capacitados para entender e ajudar a colocar tudo no seu devido lugar. Mais isso requer paciência, tempo e vontade de colaborar. —Me deu vontade agora de fumar. Eu... preciso...de um... cigarro! —Há quanto tempo disse que não fuma? —Seis meses. —Vai fumar agora por que? Isso nada mais é que influencia da entidade que necessita de você como veículo para ele sentir que fuma. —Ah não! Isso pra mim já é demais da conta! —Escute. Só podemos te ajudar a entender o que está passando com você desde a sua cidade anterior, se buscar acalmar- se. Temos recursos para que essa voz diga o que está fazendo aqui na crosta. Não me pareceu um ser umbralino ou seja, não é trevoso. Quer ajuda para algo muito maior. Sua liberdade ou a de alguém. —Me desculpem, sei que querem ajudar. Como devo proceder? —Vou lhe passar algumas orientações. Mas você vai prometer cumprir sem reclamar. Lembre-se, você não está sozinha, ninguém está. A diferença é quem está conosco. Busque elevar seus pensamentos . A noite teremos uma palestra, é imprescindível que você compareça, a entidade virá junto e isso a ajudará compreende seu estado. —Está bem! Eu virei a noite. “ Não existe a escuridão. Existe a falta de luz!”

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