André
Estava mexendo no meu celular, até ver uma foto do filho da Talita com o PL, o menor era a cara dele. Olhei quem tinha postado, e não era nenhum dos dois, e sim a mandada da Rafaela.
Guria mó extrovertida, fez os meus vapores ficarem de quatro por ela, faz mó cota que não vejo ela, passaram a fita que ela cuida do menino do PL, então pouco sai.
Entrei no perfil dela, e já fiquei loucão com as fotos, várias de biquíni, curti umas pancadas. Mexi mais um pouco, e logo guiei pro meu barraco.
Ia ter baile na Rocinha, e o Bolão já convocou a tropa, tomei um banho quente, vesti uma cueca box, e coloquei uma roupa maneira, catei alguns ouros.
(...)
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@DéVidigal A favela vive - Rocinha.
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Entrei no baile com meus vapores, cada um foi para um lado da contenção. Várias minas jogando a b***a para os menor, coisa normal mesmo. Subi pro camarote, os chefes estavam tudo ali, havia poucas fiéis, o resto era tudo p**a.
- Eai chefia- Apertei a mão do Bolão.
Bolão: Fala meu chegado - comprimentou, mostrando aqueles destes amarelos de ouro.
Comprimentei os outros aliados, e fiquei brisando com eles.
(...)
Encostei na grade para ver o movimento, e logo me vejo viajando em uma morena, ela dançava muito, quase pagava calcinha, tinha mais algumas meninas junto com ela.
Chamei um vapor e já mandei ele convocar a guria. Entrei na salinha que tinha ali mesmo no camarote, e fiquei fumando até a porta abrir, e me mostrar a morena.
- Você ? - Olhei para a Rafaela que estava na minha frente.
Rafaela: Não o papa, tá vendo não? - Debochando de mim.
- Olha a boquinha - Sorri malicioso.
Rafaela: Me chamou Para? - Olhei ela de cima a baixo.
- Você sabe porque, se faz não - Puxei ela pela a cintura, e funguei no seu pescoço - Eita mulher cheirosa - Ela se arrepiou toda.
Não imaginava que seria ela, mas não me importei, dês do momento em que eu bati o olho nela, já gostei, não dei moral, para não ficar no meu pé, mas a mina nem se jogou.
Lasquei um beijo nela e tinha gosto de vodka, não sou de beijar, mais aquela boquinha me chamou ne pai?
Apertei a b***a dela, e senti ela arfar contra minha boca, puxei ela até o sofá que tinha ali, e já fui tirando seu vestido, ela estava apenas de calcinha, e seus p****s durinhos caíram logo que eu tirei o vestido.
Fiquei analisando ela toda, era bem melhor pessoalmente, cai de boca no seu peito esquerdo, e o outro eu apertava com a mão.
Rafaela: Awnnn - Gemeu próximo ao meu ouvido.
Rafaela
(...)
Estava no baile dançando com a Talita e mais algumas meninas, quando um vapor me convoca para um quartinho no camarote, na hora que eu abri a porta, não imaginava que era o Dedé, mais vocês queriam? Porque eu sim.
(...)
Ele chupava e mordiscava meu peito, foi descendo os beijos até minha calcinha, onde ali mesmo ele rasgou ela.
-Eii vai me pagar outra - Olhei para ele, que deu risada.
Dedé: Só se eu puder rasgar todas de novo - Dei risada, e ele continuo me masturb**do.
Senti minhas pernas tremerem, anunciando que iria goz**, puxei seu cabelo, e trouxe ele para mim.
- Vou goz**, mais não agora - Sorri sapeca - Agora é minha vez.
Subi em cima dele, e fiquei rebolando no seu colo, só para provocar, ele segurava forte a minha cintura, e dava alguns tapas na minha bun**.
Desci até o cós da sua calça, e dei um beijinho ali, desabotoei, e pude ver a marca do seu pa* já na cueca. Ele me ajudou a se livrar do resto das suas roupas, ficando apenas de cueca.
Abaixei ela devagar, e logo seu pa* pulou para fora, olhei para cima e ele olhava para mim com desejo, não tirava os olhos dos meus movimentos.
Comecei dando alguns beijos na cabecin***, e cada vez ficava mais grosso, o pa* dele era grande, como eu já imaginava, não que eu fico reparando isso.
Chupei devagar, só para ver ele implorar, senti ele segurar meus cabelos com força, tentando precionar mais os movimentos.
Quando senti suas veias engrossarem, parei, e ele me olhou reprovando, subi até seu colo, e vi ele pegando a camisinha na carteira, peguei dele, abri e coloquei.
Encaixei na minha entrada, e sentei com tudo, deu até uma dorzinha, mas logo passou com ele metendo forte, cavalguei e dei umas quicadas, ele apertou forte minha cintura, a gente não desgrudava os olhares, temos uma conexão fora do normal.
Dedé: Fica de quarto morena - Sorri para ele, e virei.
Ele metia forte e sem dó nenhuma, batia na minha bund* e dava vários chupões no meu pescoço e nas costas.
Sinto minhas pernas tremerem novamente, e ali me desmancho, foi um dos meus melhores orgas**, e não demorou muito e ele goz*** também.
Ele saiu para jogar a camisinha, e eu fui catando minhas roupas, pois não sou nenhuma emocionada, sei oque é pente e rala.
Estava colocando o salto, quando ele apareceu já vestido, me olhou e foi tirando da carteira algumas notas de cem, olhei incrédula para ele.
Dedé: Eu gostei, então- Foi me trazendo o dinheiro.
- Vai tomar no **, trans** porque quis, não por dinheiro - Sai dali, sem nem olhar para trás.
Cara louco, acha que sou igual as minas que ele fica, para mim o baile já tinha acabado, não encontrei a Talita e nenhuma das outras meninas, então catei e fui embora.
André
A mandada simplesmente meteu o pé, e me deixou com mó cara de o****o, não é minha culpa se estou acostumado a pagar qualquer uma.
Sai do quartinho e Vtinho com o Marreta já veio me tirar, dei nem ideia, fiquei mais um pouco ali, mais minha cabeça estava na guria, mó macumbeira.
Despedi dos parças e guiei para casa, tomei um banho, e cai peladão na cama mesmo.
Duas semanas depois (...)
A favela estava o fervo, era carregamento roubado, Bope tentando entrar, aliança sendo desfeita, tá f**a.
Os moradores nem de casa estavam saindo, e eu to puto com tudo isso, fazia tempo que nada acontecia, eu já estava começando a desconfiar.
Entrei na boca, e todos os vapores estavam ali, dava para ver na cara deles o medo, não dá nem para falar nada, pois em dias desse jeito o desespero bate.
Não é que eu tenha medo de morrer, porque quem entra para essa vida, só tem duas saídas, ou atrás das grades, ou sete palmos abaixo da terra.
Passei a missão para todos ali, e cada um foi para seu posto, não precisou nem virar as costas, que os foguetes já estavam sendo disparados. Os filhos da p**a tão entrando.
Se tem uma raça pior que de policial eu desconheço, também não vou generalizar, mais vocês estão ligados como é.
Catei minha Ak-47, e a glock na cintura, eu mais Vtinho descemos pelo beco 12, era tiro que não acabava mais. Olhei para frente vendo um bota, não esperei ele nem pensar, já mandei na cabeça, caiu igual merda.
Radinho On
Marreta: Patrão ? Tem muito bota, eles não estão de brincadeira - Escuto ele, a voz estava baixa.
- E por acaso nós estamos? Quero bala neles - Vtinho olhou para mim, e balançou a cabeça.
Of
(...)
Escutei fogos sendo disparados novamente, mais sabia que era os botas indo embora. Querendo ou não eu estava feliz, cada vitória é importante, mas ao respeito pelos que lutaram com a gente, e não resistiram, não teria nem comemoração.
Perdi sete vapores, menores que vão ficar para a história, a maioria deles, conheço desde menorzinho.
Cheguei na boca, e os corpos estavam ali, não teria nem velório, os corpos viraram peneiras. É nessas horas que devemos ser fortes. Olho para os meninos e todos estão visivelmente triste.
Menor: Dedé, tem que avisar as famílias, e ajeitar as coisas - Olhei para ele.
- Vê tudo isso, avisa lá, e fala que vai ser tudo pago - Ele concorda, e os outros vão pegando os restos dos corpos que sobraram.
Entrei na minha sala, e bolei um, coração estava a mil, é sempre assim.