Rafaela
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@Rafazzz Bailão -Vidigal.
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Depois da cena da Daniela com o Dedé, ele simplemente mandou ela vazar.
Fiquei de cara mesmo, como ele pode ter ficado com ela, sabendo dos meus B.O.
O pior era que ele não tirava os olhos de mim, por onde eu ia, me sentia observada.
Eu mais o Vtinho, começamos a dançar lá no camarote mesmo, pois o Marreta não queria eu na pista, vê se pode um amigo assim ?
Fiquei dançando, até sentir duas mãos na minha cintura, jurei que era o Marreta. Mais quando olhei para trás, era o embuste do Dedé.
- E essa i********e colega ? - Fui pra tirar as mãos dele, mas ele apertou mais.
Dedé: Colega nada, vim porque você estava quase pagando calcinha.- Mais é descarado mesmo.
- Ue, tem algum problema ? - Sorri para ele, e na mesma hora fechou a cara.
Dedé: Testa não em - Chegou mais perto, e cheirou meu pescoço, arrepiei toda. - Ta cheirosa.
- Vagabundo. - Ele deu risada, e eu também.
Ele é legal, o problema é a obsessão, o Marreta já me falou isso.
Quando ele quer alguma coisa, tem que ser do jeito dele, e só para ele.
Eu até gosto de ficar com ele, mas não gosto de pressão também.
Meu relacionamento com o Vinicius era bem conturbado, ele sempre queria mandar em mim, e isso eu não aceito.
Minha mãe me educou muito bem, e me ensinou a nunca abaixar a cabeça para homem nenhum.
Dedé: O guria tá viajando ai ? - Cutucou, me tirando dos meus pensamentos.
- To de boa, só pensando mesmo - Sorri. - Vou beber alguma coisa.
Dedé: Bora lá - Ele pegou na minha mão, e me levou até o barzinho que tinha ali.
(...)
Já estava cansada, bebi um pouco a mais do que devia, e queria ir embora.
Despedi dos meninos, e o Dedé se ofereceu para me levar, só concordei, pois não tinha condição de ir sozinha mesmo.
Fomos o caminho inteiro em silêncio, quando chegou em casa, eu desci e ele também.
- Não estou afim hoje. - Já sabia oque ele queria.
Dedé: Ta tranquilo, só vou dormir mesmo - Entrou junto comigo em casa.
- Tem casa mais não? - Olhei para ele.
Dedé: Aqui é meu também. - Deu um sorriso sarcástico.
- i****a.
(...)
Deitamos na cama, cada um para um lado, mais não demorou muito, e eu senti seus braços na minha cintura.
Me deu um aconchego, me sentia protegida com ele. Mesmo sabendo que o perigo era ele.
Estava começando a sentir aquele friozinho na barriga.
Eu simplesmente não podia deixar isso ir para frente.
Ele é muito errado, e eu também sou, ele não quer nada sério.
A gente fica sempre que se vê, será que é certo ?
Dormi, com vários pensamentos.
André
Hoje era sábado, e eu acordei do lado da morena.
Dormi, como não dormia a muito tempo, cê tá ligado como é.
Era estranho esse novo sentimento, eu quero ela só para mim, mesmo sabendo que eu não vou ser só dela. E para mim isso é normal. Ou sei lá.
Levantei da cama sem que ela acordasse, e fui embora.
(...)
Estava tendo um churrasco na casa do Vtinho, e ele convocou todos.
Me arrumei, e guiei para lá. O som dava ser escutado dês da esquina. Entrei, e já havia bastante pessoas.
Passei o olho no local, e meu sangue ferver na hora que eu vi a Rafaela no colo do Menor, os dois estavam na maior i********e.
Já cheguei puxando ela, todos olharam sem entender, nem eu estava entendendo.
Menor: Qualé chefe? - Ele se levantou na mesma hora.
Rafaela: Tá machucando Dedé. - Soltei seu braço, e logo apareceu a marca vermelha.
- Não se entromete não vacilão. - Apontei o dedo na cara do Menor. - E você. - Olhei para a Rafaela. - Me segue.
Virei as costas, e caminhei para fora da casa, não demorou muito e ela apareceu, com os olhos cheio de lágrimas.
Rafaela: Porque você fez isso ? Cara que raiva. - Ela chegou do meu lado, olhei para ela, e subi na moto.
- Sobe. - Ela ficou olhando. - Sobe agora p***a. - Subiu, e eu pilotei até em casa.
Entrei em casa, e ela me seguiu, sentei no sofá e fiquei olhando para ela.
Não estava entendendo o porquê de ter feito isso, e sabia que ela também não entendia.
Rafaela: Vai me explicar oque foi aquilo ? - Parou na minha frente.
- Sei não. - Não conseguia nem olhar para ela.
Rafaela: Você se drogou? - Balancei a cabeça negando. - Então ficou louco.
- Eu quero você. - Aquilo saiu da minha boca sem eu nem perceber, ela se calou na mesma hora, e o silenciou pairou.- Fala alguma coisa. - Coscei a cabeça.
Rafaela: Você se drogou, agora eu tive a certeza. - Olhei para ela serinho.
- Usei droga não p***a - Me levantei e fiquei cara a cara com ela.- A única droga aqui é você.
Não dei tempo para ela responder, e beijei sua boca, ela não queria dar passagem, mas acabou cedendo.
O beijo foi diferente de todos os outros, parece que esse foi de verdade mesmo. Segurei na sua cintura, e ela segurou na minha nuca. Paramos o beijo com alfins selinhos.
Ela me olhou e abriu um sorriso, que me deixou até sem fôlego, na moral, to mó gay.
Rafaela: Você é vacilão. - Ela abraçou meu pescoço.
- Só falei a verdade pow.- Dessa vez quem me beijou foi ela.
O beijo começou a esquentar, e eu apertei a sua b***a, e ela sorriu entre o beijo.
Comecei a beijar seu pescoço, e logo já estávamos sem roupa, temos uma sintonia louca demais.
Deitei ela no sofá, e chupei seus p****s, desci até sua buce**, e fiz meu serviço ali, ela puxou meu cabelo me trazendo até ela, beijei sua boca, para ela sentir seu gosto maravilhoso.
Eu já não estava aguentando, então enfiei nela sem nem avisar.
Rafaela: Aaaa André - Arranhou minhas costas.
(...)
Virei ela de quatro, e soquei de novo, já estávamos suando, ela gemia meu nome, e isso me deixava ainda mais louco.
Apertei sua cintura, sentindo que já ia goz**, me arrepiei toda na moral. Preenchi ela, e não demorou muito para ela goz** também.
Caímos exaustos no chão da sala, ela deitou no meu peito, e eu fiquei fazendo um cafuné no seu cabelo.
Nunca me imaginei assim, se me falassem á alguns meses atrás que estaria assim. Eu simplesmente daria muita risada da cara da pessoa.