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Destino Forçado

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Blurb

Destino Forçado acompanha dois destinos entrelaçados em um mundo de contraste:

Lorenzo Cordopatri, herdeiro destinado a liderar a Máfia Italiana, é uma figura impiedosa e insaciável, cujo domínio é marcado por crueldade e violência. Para ele, o poder é uma ferramenta para satisfazer seus desejos mais sombrios, sem limites nem remorso.

Enquanto isso, Mia Ambrose é a personificação da serenidade e da esperança em sua família. Seu desejo ardente por liberdade a leva a uma jornada de autodescoberta e aventura, culminando em uma viagem à Itália ao lado de sua melhor amiga.

Em um encontro inevitável, esses dois mundos colidem, desencadeando uma trama de conflitos, redenção e escolhas que mudarão o curso de suas vidas para sempre.

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Lorenzo Cordopatri
**Galpão da Máfia Camorra** *Lorenzo narrando* Os gritos ecoavam no galpão, uma sinfonia de agonia que me arrancava um sorriso sádico. Como alguém poderia ser tão t**o a ponto de tentar roubar Lorenzo Cordopatri? Era como desafiar a própria morte. — Per favore, Lorenzo —, o homem implorou, mas minha resposta veio na forma de um sorriso c***l. Peguei um taco de beisebol envolto em arame farpado e desferi um golpe certeiro em seu estômago, seguido por uma facada rápida em seu ombro. Seus gritos ecoaram pelo galpão, enchendo meus ouvidos com uma música doce de sofrimento. — Eu já disse que falo a sua língua estrangeira. Eu quero o meu dinheiro. Você não pegou emprestado? Deveria ter pago. Agora, nós vamos brincar —, minha voz era calma, contrastando com a violência que infligia. Uma lâmina de sangue jorrou de sua barriga, manchando meus sapatos de couro. — Ah, seu figlio di puttana, não suje meus sapatos com seu sangue —. Dei uma risada, apesar da repugnância que sentia por ele. — Eu vou pagar, eu só preciso sair daqui e trabalhar. Em uma semana eu te pago —, suas palavras eram interrompidas por soluços de dor. — Mesmo que você se tornasse um prostituto, não conseguiria esse dinheiro em uma semana —, zombei, vendo-o se contorcer de agonia. — Eu tenho uma família. Eles vão pagar por mim —, ele tentou apelar para a minha compaixão, mas eu já havia aprendido que isso era um luxo que não podia me permitir. — Errado, meu caro. Não mexemos com a família de ninguém. Você se envolveu, você paga —. Apontei uma arma para ele, deixando claro que não haveria piedade. — Por favor, eu tenho uma mulher grávida. Eu preciso ficar vivo —, sua voz era desesperada, mas sua situação era irreversível. — Acho que será um favor não ter um pai como você. Que vive pegando empréstimos. Vamos logo, não tenho todo o tempo do mundo —. Retomei a tortura, enquanto meus capangas observavam em silêncio. Cada golpe era calculado para infligir dor sem matá-lo imediatamente. Eu queria que ele sofresse antes de sua morte inevitável. Então, tirei a faca e fiz um corte profundo em sua perna, observando o sangue escorrer lentamente pelo chão sujo do galpão. Ele gritava e implorava por misericórdia, mas eu estava além disso. Eu era o julgamento e a sentença, e ele era apenas mais uma vítima do meu mundo de violência e poder. Um toque de celular interrompeu o ritual macabro. Curioso, peguei o aparelho do bolso do homem e vi o nome "Mia" na tela. — Ora ora, o que temos aqui? —, provoquei, vendo-o encolher-se de medo. — É do meu trabalho —, ele respondeu simplesmente, o que só serviu para aumentar minha raiva. Um soco no rosto foi minha resposta. — Eu sou guia de turismo. Elas são estrangeiras e querem conhecer a cidade. Simples —, sua explicação foi acompanhada por gemidos de dor. Decidi atender a ligação, usando-a como uma oportunidade para obter mais informações. **Ligação Atendida** — Alô? Juan? Mas que p***a, eu estou tentando te ligar há um bom tempo! — A voz do outro lado da linha era afiada, carregada de fúria. Uma italiana, pelo sotaque. Aproveitei a oportunidade para aumentar a pressão sobre o homem no chão. — Oi, Mia. Eu estava com alguns problemas. Podemos falar depois? — Ok. Vou mandar no seu e-mail o nome do hotel em que vamos estar. Iremos te esperar para seguirmos o plano de viagem que combinamos e pagamos. Até mais —, o tom da voz de Mia era impaciente, como se estivesse prestes a explodir. — Tchau —, o homem murmurou, e eu encerrei a ligação. **Fim da Ligação** — Eu fico com isso —. Decidi guardar o celular para investigar mais tarde. — Vocês podem acabar com ele —. Ordenei aos meus capangas. — Não, por favor, eu vou pagar! —, o homem suplicou, mas eu já havia tomado minha decisão. Saí do galpão, limpando meus sapatos sujos de sangue com um lenço. Minha mãe detestava quando eu sujava a casa com os resíduos das minhas atividades, e meu pai já havia dormido duas vezes no sofá esse mês por causa disso. Montei na minha moto e rumei para casa. Ainda não era o dono da máfia, mas assumiria o posto quando me casasse. Entretanto, isso estava longe de acontecer. Tinha tantas mulheres à minha disposição que poderia passar a eternidade com uma diferente a cada dia. E isso não me incomodava. Eu não acreditava na ideia de uma única mulher especial. Todos os homens da minha família tinham uma "mulher da vida", mas eu achava aquilo um exagero. Nunca mataria alguém só por olhar para uma mulher. Nenhuma delas valia tanto. Cheguei em casa e fui direto para o meu quarto. A mulher da ligação tinha despertado minha curiosidade. Peguei o celular do homem e anotei o endereço de e-mail de Mia, assim como o dia em que ela chegaria. Quem sabe eu não aparecia por lá para lhe fazer uma visita? As mulheres daqui imploravam por uma noite comigo, achando que engravidariam e que eu me casaria com elas. Para evitar esse tipo de complicação, fiz uma vasectomia. Minha mãe insistiu tanto que acabei cedendo, mas nunca pretendia me casar. Imagina ter mini seres humanos correndo pela casa? Tentei encontrar mais informações sobre Mia, mas não encontrei nada. Decidi então ligar para um dos meus homens e pedir que se infiltrasse no hotel para me manter atualizado sobre ela. Como será que ela era? Não se enganem, eu só queria usá-la. Deixando o homem no galpão para seus próprios demônios, saí em minha moto, deixando para trás o eco de seus gritos e o cheiro de sangue. O vento batia em meu rosto enquanto eu acelerava pelas ruas da cidade, uma sensação de liberdade que só minha moto poderia proporcionar. Cheguei em casa, onde o luxo e a ostentação contrastavam com a brutalidade que eu havia acabado de presenciar. Mas para mim, era tudo parte do mesmo mundo. Tomei um banho, deixando a água quente lavar a sujeira da tortura, mas nada poderia limpar a mancha escura que eu carregava dentro de mim. Vesti um terno elegante, uma máscara de civilidade para o mundo exterior, enquanto por dentro eu era apenas o produto de uma linhagem manchada de sangue e violência. Sentado em meu escritório, examinei o endereço de e-mail de Mia. Ela era apenas mais uma peça no jogo que eu jogava tão bem. Mas algo sobre ela havia despertado minha curiosidade. Talvez fosse sua voz firme ao telefone, ou a promessa de uma viagem que poderia me proporcionar mais do que apenas turismo. Enquanto meus capangas continuavam seus negócios escuros pela cidade, eu planejava meu próximo movimento. Mia seria apenas mais uma peça no tabuleiro, mas por enquanto, ela era a única peça que eu queria mover. Com um sorriso c***l nos lábios, mergulhei no mundo sombrio da máfia, onde o poder era a única moeda que importava, e a vida era apenas uma peça no jogo. E eu estava determinado a vencer, custasse o que custasse.

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