13 - A noite declarada

1703 Words
As mãos poderosas de Wolfgang não se contiveram, percorrendo o rosto jovem e delicado de Lina até alcançar seus quadris. A pele clara dela respondia de maneira especial ao toque do alfa, criando uma conexão física que transcendia para além do contato superficial. Cada toque, cada movimento, era acompanhado por uma energia que pulsava entre os dois. Lina sentia seu lado animal se abrir para a intensidade da conexão, enquanto a mulher recém-descobrindo os prazeres da i********e experimentava sensações mais profundas do que jamais imaginara. Naquele momento, Lina optou por não pensar no antes ou no depois. As origens e destinos pareciam distantes e irrelevantes diante do que compartilhavam naquele instante. Ela se entregou à sensação de pertencimento, sentindo-se completamente envolvida por ele. "Céus, vai acontecer de novo. Pareço um animal no cio," murmurou, deixando escapar a natureza primal do momento. A intensidade da conexão entre ambos transcendeu o físico, tornando-se uma fusão de instintos e desejos que marcariam aquele encontro sob a luz prateada da lua cheia. Dominik continuou beijando a boca dela, mordiscando o lábio inferior, se afundando na melhor sensação da vida dele. "Acho que você sabe o quanto estou empolgado pra que isso aconteça de novo." Lina arfou, a respiração pesando e ela sentindo o meio das suas pernas se contrair. Seu sex0 latente e pulsando. "O que vai fazer comigo aqui?" Os olhos deles se encontraram, foi um momento dos dois. Único. "Você quer que eu leve-a para casa?" Lina sentiu o rosto queimar com o pensamento. Irem pra casa? Dela? Não. Ela nem teria o que oferecer direito para alguém como ele. "Não, eu quero estar apenas com você. Não quero pensar em nada." Wolfgang sentiu o tom preocupado. A forma que a boca dela fez uma linha tensa e os lábios pareceram ficar secos. "Você ainda vai me contar mais sobre você. Eu não quero deixá-la ir no dia seguinte. A nossa matilha sabe que você existe. Eu sei que você existe, Lina." "Não sou igual o senhor." "Céus, pela Lua. Não me chame de senhor. Posso ser mais velho talvez que você, mas não tanto pra me chamar de senhor." "Me desculpe." Wolfgang riu. "Está com receio de mim?" Wolfgang não se conteve em fazer comentários diretos e observações, especialmente quando Lina era o presente que a noite lhe oferecia. A atenção dele estava totalmente voltada para ela. "Não, não é isso. Eu nunca estive tão próxima de alguém tão diferente de mim," confessou Lina, tentando expressar a singularidade do momento. "Não sou tão diferente de você, Lina. Temos a mesma natureza," respondeu Wolfgang, desafiando a percepção de diferenças entre eles. Ela quis retrucar, compartilhar seus pensamentos, mas a coragem pareceu fugir dela. Em vez disso, admirou as palavras do alfa, que pareciam transcender a simplicidade da conversa. "Não é apenas a natureza que diferencia as pessoas ou as torna iguais. Classe, poder e dinheiro fazem isso. Mesmo em uma matilha onde todos servem ao segredo da lua," expressou Dominik, entrando na conversa de maneira perspicaz. Ele compreendia as nuances sociais da matilha, reconhecendo que Lina pertencia a uma das famílias menos favorecidas. "Torço pra que isso mude algum dia," sussurrou Dominik, seu olhar encontrando o de Lina. Ela, por sua vez, questionou: "O que tem feito pra mudar?" A pergunta pegou Wolfgang de surpresa, talvez até o tenha ofendido. No entanto, ele reagiu com um meio sorriso. Entendia o sistema ao qual ela se referia. Sabia que somente alguém que vivia dentro desse sistema ousaria questioná-lo dessa maneira. "Quem é mesmo você, Lina?" indagou, abrindo espaço para uma revelação mais profunda entre eles. Lina entendeu a pergunta. Observou o olhar dele sobre ela, sentiu-se como se nada pudesse tirar aquilo dela. "Eu vivo na vila, sou das famílias baixas da matilha. Fui adotada ainda bebê pela minha tia, infelizmente, alguém de coração r**m tirou ela de mim faz pouco tempo. Não tenho família. Meu trabalho até mais cedo era de empregada em uma das famílias grandes da matilha. Mas não estava mais dando certo. Talvez amanhã tenha que procurar alguma coisa, mas hoje eu só quis correr pra me sentir livre. " " Foi por isso que não me procurou? " " Veja, você é o alfa. Eu não sei o que devo ou não fazer. Só sinto que isso é a coisa que eu mais quero na vida. Eu... Eu.. Eu posso sentir a energia que vem de você. Minhas pernas ficam fracas quando me toca. O meio das minhas pernas... " Ela parou de falar. O nervosismo tomando conta. " O meio das suas pernas? " O olhar veio intenso na direção dela. " Tudo parece uma bagunça com você perto. " " Você foi destinada pra mim. Mas, eu quero saber, o meio das suas pernas? " " Parece que você ainda está lá dentro. Se afundando em mim. Eu não tiro isso de mim. Eu não consigo." Ele ergueu a mão e segurou o rosto dela pela mandíbula. O m****o rígido e a sensação de domínio sobre a carne e pele dela. "Eu quero me enfiar no meio das suas pernas de novo." "Eu nunca havia feito nada disso." "Você era mesmo pura, não é?" "Posso sentir que você sente o mesmo, não é?" Ele deslizou a mão até a dela, no impulso, colocou a mão envolta do m****o duro e rígido dele. O mastro grande e roliço. "Eu sinto o mesmo que você, Lina." Lina não tirou a mão. A boca ficou seca. A sensação era nova e a sua mão estava nele. A parte mais íntima. "O que eu faço agora, Dominik?" A boca dela ficou entreaberta, a mão se moveu sobre o p*u dele. Era grade e quente. O peitoral nu é forte subiu e desceu. Dominik rangeu os dentes. Ele não foi gentil quando puxou ela pra perto, as mãos puxaram a b***a dela e ela envolveu suas pernas no quadril dele. Parecia uma boneca pequena e agradável nos braços dele. O corpo magro não pesava tanto e a b****a dela ficou sobre o m****o rígido. Lina sentiu o quente da pele dele. Os dois ao ponto de pegar fogo. "Você pode começar me deixando entrar na sua boceta." Ele caminhou pela água rasa, a pedra perto da entrada do riacho deixou que ele apoiasse a b***a dela. Sentada, ela colocou as mãos no ombro dele. Os dois olhando pra baixo, viram o contato do p*u dele na entrada da b****a dela. A pele branca e com pelos curtos. Era tão linda e suculenta. Podia ver o brotinho dela rígido entre os lábios maiores. "Eu não estou com medo de você." Os olhos se encontraram, a não dele se ergueu e ele segurou o rosto dela. A boca carnuda cobriu os lábios delicados, o beijo foi lento e demorado. O reflexo da lua iluminava aquela cena, parecia aqueles romances de primeira classe, algo que era esperado geração após geração. Eles não eram iguais em nada, mas talvez Lina era a sensibilidade do povo dele. Talvez o elo que daria boas mudanças e expectativas chegarem na matilha. Entre os dois, a recompensa era aquela ligação. Era o t***o se espalhando com um único beijo. "Eu quero comer você, Lina." "Não espere mais." Disse Lina, com a boca pedindo por mais daquilo. A não livre desceu e se encaixou nas dobras molhadas. Os instintos mais selvagens diante os dois. O p*u dele entrou com força dentro da b****a dela. As pernas se abriram, apenas pra deixá-lo mais perto dela. A respiração entregou um jogo intenso e louco, algo que poderia dizer que nenhum iria parar com aquilo. "Como pode ser tão gostosa, Lina?" A boca mordiscou o lábio dela. O quadril dele se mexeu, o p*u bateu fundo na i********e dela. Arrepios profundos surgiu entre os dois. O coração bateu forte e rápido. Lina quis gritar, o grito preso, mas abaixou o rosto com a pressão no meio das suas pernas. Parecia existir uma fome. Algo que Wolfgang estava matando. O sexo recebendo o m****o rápido e forte. O rosto dela se escondeu na curvatura do pescoço dele. Os braços se apoiaram no corpo dele e Dominik recebeu ela. Recebeu o corpo se entregando nas mãos dele. As mãos livres seguravam as coxas dela, apertando e fazendo ela ficar ainda mais aberta. O corpo dele se movia com rapidez. Lina sentiu o espasmo em seu sexo molhado, sentiu a contração das paredes internas. "Ah, pelos céus!" A voz dela saiu baixa e abafada, quando ela ergueu o rosto, precisou jogar a cabeça para trás. A energia do céu iluminou o caminho dela. Lina olhou direito para lua, a intensidade adentrou o corpo dela. Afundou as unhas na pele dele. Wolfgang segurou ainda mais o corpo e socou. Seu quadril bateu contra o dela, o impacto do soco no seu interior se espalhou. O orgasmo dela veio brutal. Ela gritou, gritou alto e forte para todos saberem que ela havia gozado. Nem ela entendeu o instinto. Mas ela seguiu a batida dentro do peito dela. Seguiu a sensação do orgasmo, enquanto ele ainda se mexia rápido e forte dentro da b****a dela. "Quero ver você gritando todas as vezes que estiver dentro de você, Lina." O gemido de prazer dela saiu mais uma vez, o corpo adorando o impacto. O sexo se tornou um clima selvagem, quase absurdo para dois quase estranhos. Era a segunda vez que ele se deliciava sobre a carne molhada e apertada. As bolas dele tiveram a energia desfeita. Wolfgang enfiou seu p*u mais uma vez na b****a dela, dessa vez não se mexeu. Ele socou fundo nela e gozou. Gozou dentro da b****a dela. A umidade tomando conta e ela quente como inferno. Lina ainda estava tendo espasmos, a respiração rápida e fora de controle. Sentiu o m****o pulsando dentro da bocet@ dela. Seu corpo sentiu a tranquilidade e ela quis fazer aquilo de novo. Percebeu que esqueceu de tudo. Olhou para o rosto dele. Dominik tinha um olhar dominador, mas relaxado e intenso. Estava no braço do alfa. Logo ela. Talvez era um sinal. Se ela fosse mesmo uma escolhida, era hora de saber o que isso significava. "Quero fazer isso de novo."
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD