Capítulo 243

609 Words

A manhã chegou, não com a luz do sol, mas com o brilho estéril das lâmpadas fluorescentes do hospital. A noite de vigília havia deixado marcas em todos. Helena cochilava em uma poltrona, Cesar estava de pé perto da janela, falando ao telefone em voz baixa e furiosa, e Alessandra permanecia sentada ao lado de Gabriel, segurando sua mão, os dois em um silêncio exausto. A porta da sala de espera se abriu, mas não era um médico com notícias. Eram dois policiais uniformizados, acompanhados por um homem de terno que se apresentou como Oficial de Justiça. — Gabriel Cruz e Alessandra Mendonça-Abner? — O oficial perguntou, a voz formal e desprovida de emoção. Gabriel e Alessandra se levantaram, o coração dela disparando com um mau pressentimento. — Somos nós — disse Gabriel. — Fui infor

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