Capítulo 1
—Sim, eu sei, aniversário de dois anos, estou tão animada.— Eu digo à minha irmã Jasmine pelo telefone.
—Eu sei, estou tão feliz por vocês. Como vocês estão comemorando?—
—Vou até a casa dele para surpreendê-lo, então podemos passar o resto do dia juntos, fazendo o que for.— Eu dou de ombros, mesmo que ela não possa me ver.
—Bem, então não me deixe te deixar esperando, desligue, vá até o seu homem.—
—Tudo bem, diga a todos que eu disse oi.—
—Eu não teria que fazer isso se você viesse nos visitar.—
—Eu farei isso em breve, eu prometo.—
—Sim, tanto faz. Amo você.—
—Amo você, tchau.— Eu desligo o telefone e deito no sofá do meu apartamento. Finalmente encontrando energia, levanto e vou até meu quarto me arrumando.
Ligo o modelador de cachos no banheiro para que ele esteja pronto para uso quando eu estiver vestida. Visto uma camiseta azul com um desenho de renda cobrindo minhas costas inteiras, combinando a camiseta com um short jeans e algumas pulseiras, vou até o banheiro e faço cachos soltos com meu cabelo loiro claro.
Com uma maquiagem leve, só passo delineador, rímel e gloss rosa claro. Pego meu telefone e o presente que comprei para ele, calço uma sandália de salto bege, pego as chaves do carro que ganhei na formatura e saio pela porta.
Chego ao prédio dele e encontro uma vaga para estacionar. Vou direto para o elevador, presente na mão e aperto o número do andar dele. O elevador apita quando as portas se abrem, saindo, vou até a porta da frente e entro.
—Alô? Derek?— Os sapatos dele estão na frente, então ele deve estar aqui, em algum lugar.
Passo pela cozinha e sala de estar, indo em direção aos quartos.
Conforme me aproximo do quarto dele, ouço grunhidos, gemidos e gemidos. Não preciso abrir a porta para saber o que está acontecendo lá dentro. Honestamente, estou chateado e magoado, mas meu pai me ensinou a não demonstrar fraqueza na frente do inimigo.
Eu não fico chateado, eu me vingo.
Eu saio silenciosamente do apartamento dele e vou até o estacionamento, caminhando em direção ao carro dele. Estou fazendo uma Carrie Underwood, até certo ponto tentando manter a legalidade, só que em vez de usar um taco, uso meus saltos.
Eu dou um passo para trás e admiro meu trabalho por um tempo antes de caminhar até meu carro, mas não antes de tirar uma foto; hora de começar a fase dois da minha vingança. Risada maligna.
Entro no apartamento e coloco minhas chaves no balcão da cozinha, tirando os presentes dele da bolsa; sua foto favorita de nós foi tirada na praia ano passado e um par de ingressos da primeira fila para ver o New York Knicks. Peguei uma foto nossa e um isqueiro e acendi queimando o formato do corpo dele, cortando a foto ao meio, então tirei uma foto dela. Eu rasgaria os ingressos ou algo assim, mas isso é desperdício de dinheiro.
Pausando, começo a repensar minhas ações, acho que posso ter ido longe demais, mas então lembro quanto tempo da minha vida coloquei em nosso relacionamento enquanto ele provavelmente estava me traindo com alguma prostituta. Os pensamentos apenas alimentam minha raiva.
Transformando as fotos em uma colagem, algumas lágrimas escorrem pelo meu rosto no meu telefone, envio para ele, apago o número dele e desligo meu telefone.
Algumas horas depois, às sete horas, Adriana, minha melhor amiga, entrou apressada pela porta, seu cabelo castanho voando atrás dela enquanto ela se sentava no sofá em que estou atualmente.
—O que você está fazendo aqui? Espera, como você entrou aqui?— Foi estranho porque ela mora na Califórnia, e aqui é Nova York.
—Férias e eu estava na vizinhança e queria passar por lá e a porta estava destrancada, adivinha?— ela pergunta sem nem esperar que eu respondesse, —Coloquei a gente na lista para a inauguração de um novo clube chamado The Inferno, vai ser muito divertido, você tem que ir comigo.—
—Eu não sei Ri, não estou com vontade de ir a lugar nenhum.— Eu suspiro olhando para ela direito, seus olhos percorrem meu rosto enquanto sua expressão fica preocupada.
—Oh, querida, o que aconteceu?—
—Derek é um bastardo trapaceiro.— Eu me enfureci bruscamente.
—Eu sabia que ele não era bom desde o minuto em que você o apresentou a mim, mas você sabe que é por isso que precisamos ir à balada, você principalmente, encontrar um cara gostoso, se soltar por uma noite.—
Passando a mão pelo rosto, contemplo a ideia dela. Depois de alguns minutos, dou a ela a resposta que ela quer: —Vamos festejar e ficar bêbados.—
—Eu sabia que você cairia em si.— Ela afirma, me arrastando para o meu quarto para escolher nossas roupas.
Duas horas depois, às nove e meia, finalmente estamos saindo do apartamento por causa de Adriana e sua necessidade de perfeição.
Dez minutos depois, paramos em uma boate com luzes de neon lendo O Inferno. Saindo do táxi, dando dinheiro ao motorista, Adriana e eu caminhamos até a entrada da frente, ignorando completamente a longa fila de pessoas esperando para entrar.
—Adriana Delfina, mais um, estou na lista.— ela diz sem perder o ritmo.
O segurança olha o papel preso à prancheta que ele está segurando e nos deixa entrar.
Que comece a diversão.
Eu m*l sabia o quão verdadeira essa afirmação se tornaria.