O escritório vazio às oito da noite tem uma energia diferente. O ar-condicionado zumbia baixo, as luzes dos corredores estavam no modo econômico, e a única iluminação forte vinha da minha sala. Estava atolado em propostas para o trimestre, a cabeça latejando. Foi quando a Lara apareceu na porta.
— Chefe, posso entrar? Ainda tem café na sua garrafa.
Ela tinha ficado para trás também, para terminar um relatório. Lara tinha vinte e poucos anos, inteligente pra caralhø, e com um corpo que transformava o tailleur padrão da empresa em algo de filme proibido. A saia justa terminava alguns centímetros acima do joelho, a blusa social branca sempre parecia estar no limite dos botões, e os saltos altos faziam um click-clack hipnótico no piso de mármore.
— Tem sim. Pode entrar — falei, levantando os olhos do monitor.
Ouvi o click-clack se aproximando, o leve aroma de seu perfume, algo floral, invadindo meu espaço. Ela colocou a xícara de café na minha mesa, mas não saiu. Fiquei esperando o silêncio se alongou.
— Mais alguma coisa, Lara?
— Na verdade, sim — a voz dela era suave, mas tinha uma firmeza que me fez olhar para cima.
Ela estava parada do outro lado da minha mesa, as mãos apoiadas na borda de madeira polida. Seus olhos, normalmente tão profissionais, estavam fixos nos meus, com uma intensidade que drenou o ar da sala.
— Há seis meses trabalho aqui. Há seis meses te observo. E há seis meses fico molhada só de imaginar como deve ser fodidä por você nessa sua cadeira de couro caríssima.
O choque foi tão grande que fiquei mudo por um segundo. A ereção foi instantânea, dolorosa, pressionando contra a calça. Ela viu, um sorriso lento e vitorioso apareceu nos lábios dela.
— Você também quer, chefinho? — murmurou, começando a contornar a mesa, seus quadris balançando com uma cadência proposital.
— Sim. Quer dizer, Lara, isso é… não podemos…
— Podemos sim — ela cortou, parando ao lado da minha cadeira. — O escritório está vazio. E você tá me olhando como se quisesse me cømer viva desde o meu primeiro dia.
Ela se ajoelhou, entre as minhas pernas. Minhas mãos agarravam os braços da cadeira. Não conseguia me mover.
Suas mãos foram diretas para meu cinto. Os dedos ágeis abriram a fivela, o zíper, os botões da calça. Ela puxou tudo para baixo, junto com a cueca, e meu paü saltou para fora, já completamente düro e latejando.
— Impressionante — sussurrou, admirada. E então, sem mais cerimônia, ela levou meu päu à boca.
Soltei um gëmido que ecoou na sala silenciosa. A boca dela era um infernø quente e úmido, e ela sabia exatamente o que estava fazendo. A safäda não foi devagar. Envolveu o paü todo, afundou, engoliu como se fosse a coisa mais natural do mundo. A língua dela pressionava a parte de baixo, as mãos apertavam minhas coxas, e os olhos dela, verdes e desafiadores, não desgrudavam dos meus enquanto ela sugava com uma força que me fez arquear as costas na cadeira.
— Porrä, Lara… — gëmi, os dedos se enterrando nos cabelos castanhos presos no coque, que começou a se desfazer.
Ela acelerou o ritmo, uma mão indo brincar com minhas bolas, a outra segurando a base. Estava perdendo o controle rápido, a visão começando a ficar turva.
Com um esforço sobre-humano, puxei ela para cima pelos ombros. Ela soltou meu paü com um pop molhado, ofegante.
Levantei-me, virando-a de costas para a minha mesa, aquela imensa tábua de madeira maciça. Empurrei-a suavemente para que ela se inclinasse sobre ela, os braços apoiados na superfície lisa. Sua saia já estava na altura das coxas. Minhas mãos subiram por suas pernas, passando pelas meias-calças finas, até encontrar a borda da calcinhä. Era de renda, puxei para o lado.
A visão me deixou tonto, sua büceta estava linda, rosada, depilada, e já completamente encharcäda. Me ajoelhei atrás dela e mergulhei.
Quando minha língua tocou seu clitórïs, ela gritou, um som alto e indecente que ecoou no teto alto. Não dei trégua. Lambia, chüpava, peneträva com a língua. O gosto dela era viciante, doce e acre, o gosto do tësão puro. Eu a devorava, sentindo as pernas dela tremerem, ouvindo os gëmidos abafados que ela tentava abafar contra o braço.
— Assim… chefinho, assim… não para, por favor não para! — suplicava, os quadris se movendo contra minha boca.
Continuei, acrescentando dois dedos dentro dela, sentindo como ela era apertada e quente.
— Gøza, Lara. Gøza na minha língua — ordenei, a boca colada nela.
O corpo dela ficou rígido, um tremor longo a percorreu da cabeça aos pés, e ela gëmeu meu nome, alto e claro, enquanto o orgäsmo a sacudia. Bebi cada onda dela, prolongando o präzer até ela ficar fraca, ofegante, apoiada na mesa.
Antes que se recuperasse, a levantei. Coloquei-a sentada na beirada da minha mesa, afastando pastas e o computador com um só movimento. Fiquei entre as pernas dela, que abriu, me envolvendo com os saltos altos nas minhas costas.
Olhamos um para o outro, seu rosto estava vermelho, o cabelo desalinhado, os lábios inchados. Ela era a coisa mais linda que já tinha visto.
— Agora quero você dentro de mim.— ela disse, puxando-me pelo pescoço para um beijo molhado e selvagem.
Me posicionei a cabeça do meu päu encontrou sua entrada, escorregadia e convidativa. E então, num movimento lento que fez os dois gëmermos de alívio e êxtase, eu entrei.
Sua büceta era perfeita, pertada, quente, pulsante. Comecei a me mover, e o ritmo foi ditado por meses de tensão acumulado. Cada investida era uma libertação. A mesa rangia, os papéis voavam, e nossos gëmidos preenchiam o espaço.
— Me fodë… me fodë førte, seu gostoso… é seu, toda sua… — ela gëmia no meu ouvido, as unhas cravando-se nas minhas costas através da camisa.
Eu a segurava pelos quadris, mëtendo nela com uma førça que beirava a brutälidade, mas que ela devolvia com igual intensidade. O orgäsmo dela foi se construindo de novo, sentia as paredes dela se contraindo em volta do meu paü.
— Vou gøzar … — ela gritou, enterrando o rosto no meu pescoço.
— Gøza gostosa — ordenei. — Porque tô pronto pra ir juntinho.
Ela estremeceu, um longo gëmido abafado contra minha pele, e sentir suas contrações foi a minha sentença. Enterrei-me nela até o talo, os dentes cerrados, e explodi, jorrando dentro dela em ondas intermináveis de um präzer que parecia rearranjar meus ossos.