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2778 Words
Chegando no hospital eles senta-se juntos, Yolanda com o coração partido e relembrando tudo que a amiga lhe disse e Sophia com medo dela ser a nova pessoa que ela perderia, o remorso tomava conta de Erick que se achou culpado por não ter ido levá-la. - Estão com a senhora Genevieve? - indaga o médico e eles assentem. - O estado dela é grave por diversas questões e a pior dela é os ossos em estado de fragilidade extrema logo alguns importantes quebraram com muita facilidade, as próximas horas vão ser bem difíceis peço que orem e fiquem preparados - finaliza e Sophia desaba em lágrimas desespera. - Vai ficar tudo bem amor, vai ficar tudo bem calma - a abraça e ela brada revoltada. - Não vai Erick! Você não ouviu? Ela vai morrer como todo mundo que me ajudou de alguma forma e a culpa é minha, a culpa é minha - choraminga repetindo várias vezes e ele a abraça. - Querida fique calma, as horas vão passar e eu tenho certeza que tudo vai melhorar - Yolanda afirma mas ela não acredita. As horas de passam e a tão esperada notícia vem nas mãos do médico, o coração de todos apertam naquele lugar e isso faz com que nem fiquem chocados com a notícia. - Infelizmente a senhora Genevieve não resistiu, ela morreu agora pouco - antes que ele finalize Yolanda desmaia afinal ela era a sua melhor amiga. Um filme passa na cabeça de Sophia a torturando e as lágrimas caiam feito um rio pelo rosto da garota que é amparada por Teresa que como uma pedra segurava sua emoção afinal alguém precisava estar forte ali. Erick ficava entre os cuidados com a mãe e se comunicar com o irmão de Genevieve que seria responsável por todo tramite do enterro este que não aconteceria em NY pois a mulher não era de lá e como desejo queria que seu corpo repousasse junto com o da sua filha em Milão. Para piorar o sobrecarregamento de Erick Pietra vai até o local com a desculpa de prestar condolências as pessoas mas na verdade ela não conseguiu consolar ninguém. - Meus pêsames - pontua fingindo tristeza e Teresa olha com desprezo para ela. - O que faz aqui? Você não tem parentesco com Genevieve aqui não é um lugar para catar homem ! - repreende brava e ela debocha da senhora. - Você não tem parentesco nenhum e está aqui também cale-se velha intrometida - antes que uma briga comecei Erick a arrasta dali a levando para fora. - Vai embora daqui agora! Você não está que esse não é um lugar para briga p***a? A mulher morreu! A melhor amiga da minha mãe morreu vai embora! - ordena exaltado e John o afasta de Pietra com medo que ele a fizesse algo. - Pode ir eu levo ela - a puxa para o seu carro e ela a contragosto. Ele entra novamente no hospital e o irmão dela já estava lá, se chamava Rugero e ele o chama para um canto para conversar sobre a herança da senhora. - Como sabe ela estava puxando os papéis para passar tudo a sua noiva entretanto o pedido foi negado pelo cartório e apenas as ações investidas na empresa estão no nome dela, com isso eu pensei em investir tudo patrimônio dela na sua empresa e deixar que a sua noiva administre, está era a vontade dela e eu não irei descumprir - finaliza sério e Erick fica comovido com a atitude do homem. - Eu aceito e muito obrigado por pensar nela mesmo depois de tudo, como ela não entende ainda desses assuntos eu irei administrar para ela mas quando ela estiver ciente de tudo eu tenho certeza que esses bens vão se multiplicar cada vez mais e mais... Eu juro. A Sophia é muito inteligente - afirma dando um aperto de mão no homem. - Espero mesmo e cuide bem dela, a minha irmã me falou com tanto amor desta garota que eu já estou tendo um apresso enorme por ela sem nem conviver com ela ok? Avise que todo empório de jóias e roupas ficaram para ela também - finaliza indo até um homem que o esperava. - Muito obrigada e boa viagem, meus pêsames - se despede com um tchau e ele retribui. Yolanda fica algumas horas no hospital e depois fica na mansão por meses sem o seu brilho costumeiro, era difícil para ela se imaginar sem a sua confidente e Sophia também estava extremamente m*l com a partida da senhora. Sua cabeça lhe pregava pressas e uma delas era que todo mundo que a ajudasse sofreria ou morreria então ela teria que viver sozinha para que ninguém mais morresse. Tendo um surto em uma madrugada chuvosa a garota foge ficando no hospital em estado grave por causa de uma pneumonia, Erick não saiu um segundo de perto dela e John cuidou da empresa por todo o tempo que ela ficou lá, quando ela voltou para mansão continuava arredia mas Erick tentava a todo custo a animar e não se dava por vencido. Teresa vendo que o clima não estava para festa decide ir se despedir de uma amiga que estava a falecer, jurando voltar perto do casamento e antes de ir ela presta apoio a Sophia que continuava m*l. Vendo todos na mansão extremamente tristes Vitória vai com a avó para Portugal com a permissão da mãe que não a queria naquele meio de luto e escuridão, agora ela precisava de um bom tempo sozinha para se recuperar daquela enorme perda mas ela não teria, uma outra perda muito grande viria pela frente. Passados um mês ...: Passados um mês do ocorrido Sophia se sente pressionada a arrumar os preparativos do casamento pelo fato de Erick estar travando uma batalha árdua com os acionistas mesmo com o irmão de Genevieve o ajudando os homens eram como lobos ferozes e irredutíveis. - Eu não aguento mais! - dá um soco na mesa e o senhor toma seu copo de água - Eu sinceramente não sei o que fazer... Eles não querem nada! Nada está bom e isso está me enchendo tanto - grita quebrando os lápis. - Realmente eles são difíceis de lidar mas não é impossível, precisamos de calma só - pontua e ele ri com escárnio. - Calma? Você está me pedindo mesmo que eu tenha calma? Esses senhores querem que eu soque eles até dizer chega caramba! - afirma indignado e John entra na sala sério. - Surtar pode ser usado contra você John, se acalme por favor e respire nem tudo está perdido - pontua centrado e ele levanta saindo da sala extremamente estressado. - Ele vai sofrer muito se não diminuir esse temperamento. Ele será a sua ruína - adverte o senhor. - Eu concordo totalmente. Vamos para mais uma batalha? - segue até a porta e a abre. - Vamos afinal não temos escolha - dá uma risada e ele ri junto. Embora amasse o amigo John as vezes ficava bravo com o exagero de Erick perante as coisas e como ele era mimado. Ele decide sair da empresa e ir até o shopping passear, acaba esbarrando em Sophia e Yolanda o que deixa ele surpreso. - O que fazem aqui? - questiona confuso. - Viemos ver algumas coisas para o casamento por que? - Yolanda questiona estranhando o filho lá naquele horário - Nada eu estou relaxando um pouco só... Escolheram muitas coisas já? - indaga curioso. - Vocês não marcaram uma data aí fica difícil por que tem os jantares e outras coisas, por que não vai marcar agora? - sugere Yolanda. - O que acha Sophia? Eu tenho tempo - pontua olhando o relógio. - Bem... É o jeito não é? Vamos - responde seca se aproximando indo até a saída do shopping - Mãe o que aconteceu agora? Ainda é pela Genevieve? - Erick questiona se aproximando de Genevieve. - Na verdade ela está com medo de não conseguir e manchar a confiança que ela depositou nela - confessa entristecida. - Ela está ótima mãe, nunca que imaginariam que ela veio de onde veio... Sinceramente não sei por que ela não acredita. - Eu também concordo mas ela não sabe disso e nem tem essa autoestima, precisamos elevar ela Erick - sugere a senhora e ela assente. - Concordo, eu vou com ela e tento, depois a senhora cuida das outras chatices ok? - pontua dando um abraço nela. - Ok cuidado viu? - Digo o mesmo. Ele vai até a garota e ambos vão até o carro dele, entrando e indo até o cartório procurar uma data disponível e apenas tinha duas. - Daqui a três ou cinco meses qual o melhor? - Eu não sei, escolhe você. - Não escolhe você Erick, eu apenas acato. - Sophia escolhe logo. - Daqui a três meses Erick! - Ok então. Queremos essa data. - Está bem bom preparo. - Obrigada até mais. Eles saem juntos e ele decide levar ela ao parque para que ela se anime mas foi um tentativa fracassada. - Sophia eu estou fazendo de tudo... Me diz o que te animaria agora por favor - pede angustiado e ela vira o rosto e tenta ir embora mas ele a segura - Eu te fiz uma pergunta! - O meu pai! Eu sinto que se eu errar com vocês eu vou voltar a ser só e eu não quero isso - pontua chorando e ele fica paralisado. - Você não vai errar caramba! olha para mim... - vira o rosto dela - Você ainda lembra de tudo? - questiona e ela afirma com a cabeça. - Sim. - e lembra das dicas da minha mãe? - Lembro. - Então por que o medo? - pergunta sério e ela começa a chorar denovo. - eu tenho certeza que vai acontecer algo Erick. Eu sinto! - afirma nervosa e ele a segura. - Não você não sente, é só um medo incabido ok? Olha pra mim e diz eu consigo - ordena a segurando pela cintura. - Erick por favor... - Sophia diz - ordena segurando o queixo dela. - Eu consigo - fala desanimada. - Ânimo! - ordena com um sorriso. - Eu consigo! - fala um pouco mais animada. - Agora com um sorriso - pede fazendo um carinho nas bochechas dela. - Eu consigo... - fala com um sorriso pequeno e ele dá um abraço forte nela. - Agora me dá um beijo sua danadinha - a puxa para um beijo e ela retribui. Eles ficam trocando carícias e até no carro enquanto o congestionamento vingava eles ficavam se beijando, em um momento Sophia senta-se no colo do rapaz e um detalhe faz ela ficar corada. - Essa tarde foi agradável sabia? Não só pelos pelos beijos mas só de estar longe daquele caos eu já fico melhor - pontua com as mãos na cintura dela. - Eu percebi... Será que demora ainda? - ela questiona se virando para trás e depois volta do jeito que estava. - Possivelmente sim dá pra gente fazer muita coisa aqui dentro por sinal - responde com a mão na coxa dela. - Tipo o que Erick? - ela indaga confusa e ele sorri de canto. - Não sei eu pensei em algo mas eu vou guardar pra mim. Vai escurecer então vamos ver o pôr do sol - pontua olhando para a janela do carro. - Bem uma coisa está fazendo aí contrário do sol, está levantando na verdade - brinca rindo e ele entende e vai na risada também. - Sophia pelo amor de Deus esquece isso... E senta-se ali por favor - pede apontando pro banco. - Por que? Agora eu já vi - rebate com as mãos no pescoço dele. - Você não viu nada! Só sobresentiu danadinha. - Bateu a curiosidade momentânea de ver - responde o deixando boquiaberto. - Se quiser eu mostro... - som de buzina e ele vê que o congestionamento estava se desfazendo - p***a - xinga decepcionado. - Ah Erick para o carro e mostra depois a gente segue normal - pede com a curiosidade a corroendo. - Você está doida? Não tem lugar para parar sem contar que... - respira fundo - Meu deus vamos logo e esquece isso sua danadinha. - Difícil hein... - afirma olhando para o volume na calça dele - Para de olhar! - grita envergonhado. - Ok então eu vou ver os outros - provoca virando a cabeça pro outro lado e ele puxa ela pelo pescoço e questiona : - Outros o que Sophia? - indaga a segurando pelo queixo. - Paus ué a estrada tem um monte, bem grosso por sinal uma lindeza - afirma mordiscando os lábios e ele a solta. - Eu não sabia que você era safada assim - confessa surpreso. - E eu não sabia que se animava tão rápido. - Você está de vestido e sentou no meu colo, você de longe já me atrai imagina tão perto. Caramba! - dá um tapa no volante. - Eu te atraio? Desse jeito? - indaga olhando para a calça dele. - Atrai sim, dessa e outras formas mas eu não quero resumir nosso relacionamento a isso ok? - Nossa... Eu estou surpresa - afirma olhando para frentem - Mas não deveria. Você é tentadora dos pés a cabeça baixinha - pontua dando um beijo na bochecha dela. Eles seguem a viagem em silêncio depois que Erick atende um telefonema, ela fica sonolenta tanto que quando entra na mansão vai direto para o quarto onde dorme um pouco e depois acorda indo até o closet tomar um banho mas uma cena que ela flagra a deixa bastante animada. Erick estava distraído no box se tocando por causa dela. Totalmente rendido ele adoraria que ela estivesse ali mas não queria apressar nada então se contentou sozinho como nas outras vezes, vendo sua calcinha molhar a cada gesto do rapaz a garota corre para a cama onde fecha os olhos e fica relembrando a cena. Embora fosse um tanto grande tido conjunto a deixava tentada em experimentar tudo que aquele instrumento poderia lhe proporcionar, aproveitando que estava sozinha ela se deita com as pernas abertas e coloca a mão por dentro da calcinha, estava molhada razoavelmente e isso só aumenta quando ela começa a mexer na sua c******s, não aguentando ela levanta a blusa e o sutiã deixando seus s***s expostos, ela se entrega ao momento não vendo Erick aparecer no quarto e ficar admirado com a cena. - Quer ajuda? Esses dedinhos não vão ser o suficiente pra apagar esse fogo - pontua indo até a cama e ela abre os olhos ficando surpresa. - Meu deus que vergonha! - grita cobrindo o rosto e rindo nervoso. - É bom você ficar sem vergonha e sem roupas também meu bem - senta-se ao lado dela e fica ereto novamente ao ver o seio dela totalmente exposto. Era exatamente como ele gostava. - Você me ajudaria? - indaga e ele assente colocando a mão na coxa dela - Então eu deixo - se deita e fica com as pernas afastadas. Ele levanta e a coloca mais para cima da cama ficando na ponta, retirando a saia dela logo em seguida ele vê a calcinha da jovem arrastada pro lado e a b****a dela exposta, ele mordisca os lábios e a beija intensamente enquanto os seus dedos passeavam pela c******s dela que ficava cada vez mais molhada. Ele movia seu dedo lentamente até a entrada da v****a dela colocando apenas a pontinha enquanto chupava os s***s da garota que gemia baixinho intercalando os sons com mordidas no dedo para que ninguém a ouvisse. Logo ele a deixa nua e ver o corpo dela totalmente rendido a ele e exposto só o deixa latejando mais, ele percorre todo corpo dela com beijos suaves e para na b****a dela percorrendo-a inteira com a sua língua enquanto suas mãos apertavam as coxas dela cada vez mais forte. Passando a língua cada vez mais rápido da c******s dela até a entrada da sua v****a a garota começa a arquear as costas e gemer mais alto, afastando as pernas ainda mais ele então aproveita para colocar seus dedos na garota que solta um gemido alto, ele tampa a boca dela com uma das mãos e a outra se afundava cada vez mais na b****a dela até que a mesma goza fechando-as com força, ele retira os seus dedos e vê ela extasiada de prazer na cama apertando seus s***s enquanto sorria.
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