Depois que o médico liberou Anastásia. Levei ela para casa e lá ela recebeu visitas dos meus pais e da minha irmã. Ela recebeu minha família bem e depois ficou no jardim. Fiquei em casa para o que ela precisasse. Elena queria ficar aqui, mas eu pedi à ela que desse tempo à filha. Não adianta impor à presença dela para Anastásia, sendo que à mesma não quer. Esperava que ela ficasse mais tranquila e também melhorasse à nossa relação. Era tudo que eu mais queria.
Os dias estavam passando e eu estava agradecendo aos céus que ela resolveu ir à fundação. Depois de uma semana triste em casa, ela decidiu ver como funcionava. Espero que dê certo e que ela ocupe sua mente. Quanto à nós dois, ainda continuamos na mesma. Só conversávamos porque eu puxava assunto. Ela andava mais calada do que o normal. Não queria forçá-la à nada. Queria que ela se sentisse à vontade comigo, sei que eu vou conseguir. Vou no tempo dela.
Já era sexta feira, e eu queria chamá-la para almoçar. Então resolvi ir na fundação para convidá-la. Quero muito que ela aceite e assim tentar novamente uma conversa com ela, já que hoje pela manhã não nos vimos.
Na fundação cheguei e passei pela recepção. Fui direto para à sala dela. Chegando perto da mesma ouço risada saindo da sala. Eu não acredito que seja à risada da minha esposa. Eu não consigo fazê-la sorrir e aqui está ela sorrindo, porém para quem e por que. A porta está aberta, então chego entrando na sala e vejo Elliot e minha mulher, minha mulher sorrindo. Não acredito nisso. Eu não consigo arrancar uma mísera palavra dela, e agora ela está ali, sorrindo para outro homem, pior para meu amigo, meu melhor amigo. Eu devo ter feito tudo errado mesmo. Mas eu não vou ficar aqui olhando esses dois não. Vamos ver o motivo dessa risada.
- Estou interrompendo? Indago parando no batente da porta. Os dois me olham. Minha esposa errante tira seu sorriso do rosto na hora, mas Elliot, continua com maior sorriso do mundo.
- Christian. Meu amigo diz vindo até à mim. Ele me abraça e eu retorno o abraço não tirando os olhos da minha esposa. Como você está? Ele pede assim que me deixa.
- Bem e você? Já vi conheceu à minha esposa.
- Sim. Você está de parabéns amigo. Além de linda, é muito inteligente. Mordo o canto da minha boca não gostando disso.
- E vocês se deram bem de cara hein? Falo me sentando na cadeira. Não tiro os olhos dela, mesmo ela não me encarando.
- Parece que nos conhecemos à muito tempo. Eu disse isso à ela. Ela me parece familiar. Não sei o que, mas algo nele me chama à atenção.
- Eu espero que você arrume uma namorada para você Elliot, porque essa daqui é casada e bem casada. Falo com um misto de humor e de ciúmes. Espero que ele não esteja dando de cima dela, porque eu considero ele como um irmão, mas isso pode mudar se eu perceber algo.
- Não se preocupe cara. Eu estou à procura. Elliot como sempre brincalhão. Vou deixar vocês sozinhos. Ana mais tarde à gente discute aquela questão da mudança na fachada aqui. Gostei da ideia e vai atrair muitas pessoas para gente. Ana? Nem eu à chamo assim. Na verdade só vi Elena chamá-la assim.
- Tudo bem. Mais tarde nos vemos. Ela responde com uma voz diferente da que fala comigo. Será que ela gostou dele? Eu não posso nem imaginar isso.
- Irmão, depois vamos marcar a nossa saideira. Elliot diz batendo no meu ombro.
- Ok. Marca lá e me chama. Digo ainda olhando para Anastásia. Elliot vai embora e ficamos só nós dois. Vim te chamar para almoçar. À gente não se viu hoje cedo. Ela não me olha e continua guardando as coisas.
- Ok. Podemos ir. Ela diz se levantando.
- Olha para mim. Ela me olha com seus olhos azuis ainda tristes. Eu pedi para gente tentar.
- Eu estou tentando Christian. Você pode achar que não, mas eu estou. É difícil te ver como meu marido. É difícil me ver casada. Eu estou me esforçando para cumprir com nosso acordo, mas se você for me cobrar à cada hora do dia, é melhor nem tentarmos nada. Isso nunca.
- Eu não estou te cobrando. Porém é difícil para mim quando eu chego aqui e vejo você sorrindo como nunca vi antes com meu amigo. Se coloca no meu lugar.
- Se coloca você no meu lugar. Eu não te obriguei à casar comigo, foi você que me obrigou. Então querer que eu sorria para você do dia para noite com toda nossa situação é pedir demais. Suspiro olhando para ela. Você vai querer almoçar ainda?
- Sim. Vamos. Dou espaço para ela passar e assim saímos para comer em um restaurante de frutos dos mar perto da fundação.
Chegamos e nos sentamos. O garçom nos trás o cardápio e assim fazemos nosso pedido.
- O que você está achando da fundação? Peço querendo sentir entusiasmo nela.
- Queria entender porque não tinham pessoas para cuidar de algo tão importante.
- Tinha, mas não se dedicava. Quem tomava conta da fundação era Carla mãe de Elliot, mas ela não tem andado bem de saúde. Elliot já deve ter comentado o que houve com à família dele.
- Sim. Eu acho muito triste. Ela diz não me olhando.
- Então, quando Carla saiu, Ray e eu decidimos colocar uma pessoa ali para tomar conta, porém à pessoa não se dedicava. E foi por isso que achei que você seria à melhor pessoa para garantir que ela funcionasse como deve ser.
- Como você entrou para à fundação? Que bom que ela está querendo conversar. Tinha medo que esse almoço fosse só eu falando.
- Conheço Ray e à família deles desde criança. Ele é meu padrinho e Carla minha madrinha.
- Então você acompanhou toda tragédia deles?
- Sim e não. Eu tinha dez anos quando aconteceu. Mas meus pais não queria que Mia e eu ficássemos sabendo de tudo. Eu mesmo só fui entender dois anos depois, mesmo assim porque escutei uma conversa da minha mãe e de Carla sobre o assunto. Foi aí que comecei à entender todo sofrimento dela. E quando eu formei à empresa, que demorou mais uns 13 anos depois, Ray já estava com essa fundação e eu me propus à ajudá-lo à mantê-la.
- Mas eles são ricos também?
- Sim. Tanto quanto à minha família. Mas eu fiz isso não pelo dinheiro, mas pelo amor que sinto por eles. Você vai conhecê-los, e vai ver que são pessoas ótimas.
- Eles têm esperança? Elliot me diz que não tem mais esperança.
- Sim. Cada dia que se passa eles não pedem as esperanças.
- O bom que à fundação não é somente para uma coisa só. Abrange várias pessoas carentes, e eu gosto disso.
- Anastásia, você vai ver muitas coisas dentro da fundação. São pessoas que perdem seus filhos, são mães, pais, tias, avós. Pessoas maltratadas. Pego na mão dela. Ela tira. Suspiro. Não quero que você fique m*l por ver pessoas tão destruídas emocionalmente e também fisicamente.
- Irônico né. Eu tenho que lidar com pessoas destruídas emocionalmente, sendo que eu estou assim. Olho para ela e sei que não está feliz e não é feliz. Temos que ter tempo para mudar isso. Eu quero vê-la feliz, quero vê-la sorrindo. Quero ser eu à proporcionar isso à ela.
- Você mudará sua visão com o tempo. À partir do momento que nos conhecermos, seus sentimentos não estarão destruídos e sim renovados. Ela olha para fora.
- Eu só queria entender porque eu.
- Eu já te disse.
- Não, você não me disse.
- Você não acredita em mim quando digo que te amo.
- Não, eu não acredito. Não tem como amar uma pessoa que você não conhece, não sabe nada dela.
- Eu sei tudo sobre você.
- Não. Você sabe o que queria saber. Mas não sabe nada de mim. Não me conhece. Não me ama, porque nenhuma pessoa que ama sujeita à outra à viver juntos contra à vontade dela. Respiro fundo.
- Eu me apaixonei por você Anastásia. E acredito que pelo jeito da sua mãe, se eu não te livrasse dela, à mesma teria te vendido para qualquer outro homem que não poderia ser gentil da mesma forma que eu.
- Ou seja, eu tenho que te agradecer. Ela não enxergar que tudo que eu quero é protegê-la. Quero fazê-la feliz.
- Não precisa me agradecer. Eu só quero que você entenda que tudo que quero é sua felicidade.
- Ao seu lado.
- Sim. Ao meu lado. Acredito que isso estava bem claro desde quando casamos.
- Ok. Vamos fazer como você quiser. Ela dá de ombros.
- Eu não quero que seja do meu jeito. Quero que nós dois possamos tomar à decisão juntos. Nossa comida chega e ela não diz mais nada. Come em silêncio enquanto eu tenho decifrar o que ela tanto pensa.
Depois do almoço eu levei ela novamente para à Fundação. Levei ela até sua sala, e queria muito que nos despedissemos como um casal normal, beijos e abraços. Juras de amor, mas não, ela se fechou novamente em seu mundo e não tive como arrancar nem um tchau dela. Eu fui embora e esperava que à noite ela se abrisse novamente.
Voltei para à empresa e me afundei no trabalho. Mais à tarde mandei flores para ela. Quero mesmo conquistá-la. Quero que ela veja que eu só quero o bem dela e que ela me ame assim como eu à ela.
Em casa Gail estava preparando o jantar. Questionei se Anastásia tinha chegado ela me disse que sim. Fui para o quarto e não à vi no mesmo. Me encaminhei para o banheiro onde está com à porta fechada. Girei à maçaneta e entrei. Ela estava no banho. Comecei à tirar minha roupa, pq eu queria fazer parte desse banho. Queria sentir que ela era só minha e assim iria continuar. Entrei no box e abracei seu corpo puxando para o meu. Sentir seu corpo rígido e tinha certeza que ela não me queria. Comecei à beijar seus lábios com desejo e com amor. Queria tirar qualquer rejeição dela. Ela não correspondeu como eu queria, mas eu não estava me importando. Se tivesse que ganha-la dessa forma eu faria. Eu persistiria até ganhar o coração dela, ter ela entregue à mim e não haver sombra de dúvida do nosso amor.
A virei e a abracei por trás, segurando seus s***s com as mãos, encostando o meu m****o duro em sua b***a. Ela suspirou. Mesmo não querendo, sentir que ela já estava gemendo de t***o. Fui encostando ela na parede, uma mão ainda em um dos s***s, e a outra passeando pelo seu corpo. Barriga, coxas, b***a. A encoxava deliciosamente, mordendo a nuca dela. Ela já estava extremamente excitada com essa provocação toda. Desci da nuca para as costas. Sabia exatamente como a deixar louca de t***o. Desci mais, até chegar na b***a. A toquei habilmente entre as pernas, para confirmar o quão excitada eu a deixava. Somente eu, ninguém mais Gemeu gostoso, indicando que eu poderia continuar. Massageie gostoso seu c******s e sem nenhum aviso enfiei um dedo nela. Brinquei um pouco, colocando e tirando o dedo novamente, e ela gemeu mais alto. A virei de frente para mim, a beijei. Enfiei novamente o dedo nela, e olhando em seus olhos os lambi, provando seu sabor. "Docinha e deliciosa, como sempre".
Segurei suas mãos no alto da cabeça, a beijei e fui descendo até pescoço, a deixando um pouco marcada. Segui até chegar aos seus s***s. Comecei lambendo os b***s devagar, e então os abocanhei com um pouco de força, a fazendo suspirar. Chupava com gosto, mordendo levemente, de uma maneira q só eu sei fazer, lhe arrancando cada vez mais suspiros. Queria que ela me tocasse, mas sei que ela não está pronta para isso.
Soltei seus braços, e a beijei, mas logo me ajoelhei na sua frente, separando suas pernas e vagarosamente passei a língua em sua i********e. Parei e a olhei nos olhos, com cara de safado, meio sorriso nos lábios, comecei a chupa-la. A fiz gemer alto quando voltei a colocar um dedo em nela sem deixar de chupa-la. Ela só conseguia gemer e segurar meus cabelos, me mantendo contra seu corpo o máximo possível. Passei a enfiar dois dedos dentro dela, foi quando sentir seu corpo respondendo. Ela vibrava, seu corpo todo vibrava, e eu fui intensificando o movimento dos dedos e da língua, a fazendo gemer enlouquecidamente, enquanto sentia o corpo dela tremer inteiro.
Suas pernas tremiam, mas eu ainda estava com muito t***o e precisava senti-la. Com o p*u ainda mais duro, apontando para ela. Me levantei, e era minha vez te-la, de sentir cada centímetro dela.
Não esperei ela se recuperar, fui pra cima dela, como se meu t***o tivesse multiplicado, beijei ela e com um movimento só, mete meu p*u dentro dela, e ela só conseguia gemer alto, quase gritando. Sua i********e foi ficando cada vez mais molhada, a cada estocada. Queria ela de quatro, e prontamente a virei, apertei sua b***a e me ajeitei. Fui metendo devagarinho, pra eu sentir cada centímetro dela. Continuei nesse ritmo, a ouvindo gemer baixinho, esperando ela implorar pra que eu usasse mais força, fosse mais rápido, mais fundo. Porém sabia que eu não ouviria dela isso hoje. Dei um tapa na b***a dela, junto com as estocadas fortes, pra deixá-la ainda mais louca.
Dei outro tapa e eu a apertava cada vez com mais força. Eu iria gozar e eu queria que ela gozasse junto. Aumentei as estocadas e fui massageando os s***s dela com uma das mãos. Foi suficiente, gozamos juntos e eu cair sobre ela, dando um beijo em sua nuca. À água ainda estava caindo sobre nossos corpos cansados. Queria nunca desfazer essa conexão. Era um momento que eu podia senti-la só pra mim.