Gabrielly Eu abri os olhos devagar, sentindo um calor gostoso no peito. Meu corpo ainda doía um pouco por causa da noite de ontem — mas de um jeito bom, sabe? Daquele jeito que faz a gente sorrir sozinha só de lembrar. O Gabriel ainda dormia, o braço pesado sobre minha cintura, a respiração calma batendo no meu pescoço. Virei o rosto pra ele e fiquei ali alguns segundos só admirando. Ele parecia tão menos “brabo” dormindo assim. Tão… meu. — Gabrielly: Bom dia — sussurrei, passando a ponta dos dedos pela barba dele. Ele abriu um olho preguiçoso e soltou aquele sorrisinho torto que sempre me desmontava. — Arcanjo: Bom dia, vida — murmurou, a voz rouca de quem acabou de acordar. Ele me puxou mais pra perto e me beijou devagar, sonolento, carinhoso. Eu ri baixinho, escondendo o rosto no

