Gabrielly Acordei com o peito apertado. Era como se um peso tivesse deitado em cima de mim durante a noite inteira. Nem o abraço do Arcanjo me acalmou como antes. Tinha algo estranho no ar. Algo que eu não sabia explicar, mas sentia. Vesti-me em silêncio, deixei um beijo leve no rosto dele e desci. Precisava ir para a lanchonete. Enquanto caminhava pelas vielas, o morro parecia diferente. As pessoas olhavam demais, falavam baixo, desviavam o olhar rápido. Aquilo só aumentava o nó no meu estômago. Cheguei na lanchonete e lá estava ela, Geovana, terminando de arrumar as mesas com a cara enfiada no celular. Gabrielly: Oi, amiga – falei, forçando um sorriso. Ela me olhou e franziu a testa. Geovana: Você tá pálida, Gaby. Dormiu bem? Gabrielly: Mais ou menos. Acordei com uma sensação r**m

