Quando a porta fora fechada, Samanta olhou com mais atenção às coisas ao seu redor. O casebre tinha apenas um único cômodo, que abrigava os poucos móveis que Afrodite possuía. Uma cozinha que continha um fogão muito velho, uma pia com teias de aranha aos montes, logo embaixo. Samanta observou que a senhora não tinha geladeira, e nem um local apropriado para servir de banheiro, o que a fez pensar onde aquela mulher fazia suas necessidades e tomava banho. Provavelmente na cachoeira logo atrás da casa, concluiu. Um colchão de solteiro, coberto por almofadas muito gastas, e um cobertor velho de lã, ficava ao lado do que parecia ser um criado mudo caindo aos pedaços. Na mesinha de madeira, com apenas duas cadeiras de plástico, a lamparina iluminava o ambiente, não o bastante para deixá-lo meno

