Everton | VT 🥵 - Recife | PE 🌙
Perdi o rumo inteiro quando vi ela chorando e se culpando por algo que não cabia a ela, mas perdi mais ainda quando colei nossas bocas em um beijo e ela cedeu, se aproximando mais ainda e sentando no meu colo de lado sem desgrudar nossas bocas, eu poderia me f***r por tá fazendo isso, mas era mais forte que eu, ela me chama me encanta de uma forma que nenhuma outra conseguiu.
Ainda com uma das mãos na perna dela por cima do vestido, subo devagar até a nuca puxando o cabelo dela junto com a cabeça pra trás separando nossas bocas e deixando o pescoço dela exposto, ver ela dessa forma é uma delícia, toda entregue a mim.
Aproximo minha boca do pescoço dela depositando um beijo por ali e chupando fazendo ela gemer baixinho, filha da p**a.
__ quero tu pra c*****o Babi. - falei enquanto beijava o pescoço dela até chegar nos meios do peito que ainda estava coberto pelo vestido, uma das minhas mãos sobe da cintura até a alça do vestido dela, pouso em cima como se perguntasse se podia descer e ela assente com a cabeça mordendo a boca, gostosa demais.
Desço lentamente as duas alças do vestido vendo os p****s grandes e gostosos que desde que eu botei os olhos minha boca saliva só de imaginar eles dentro dela.
Os b***s rígidos melados por conta do leite materno fez meus olhos brilharem e ela notou ficando vermelha com vergonha.
__ sabe de uma coisa loirão? - ela resmungou algo que eu não consegui ouvir direito. - desde que bati meus olhos nos seus p****s sem nada cobrindo ele, eu fiquei louco pra experimentar o gostinho deles melado dessa mesma forma que tá agora. - falei sem pudor algum vendo ela corar mais ainda.
__ Everton.- tentou reclamar, mas saiu como gemido, que eu gostei pra c*****o de ouvir na boca dela, sem esperar mais eu cair de boca em um e apertei o outro.- isso, porra.- gemeu sem conseguir controlar e eu soltei um risinho rodopiando a língua no bico rígido sentindo o gostinho amargo e quase doce ao mesmo tempo, p***a bom pra c*****o. - c*****o que gostoso. - gemeu sem pudor e eu troquei o peito, se eu pudesse não saia mais daqui, mulher gostosa da p***a.
Contra a vontade eu acabo soltando os p****s dela e volto na direção da boca dela, juntando novamente em um beijo gostoso e veloz, tinha vontade pra c*****o entre ambos, com calma tiro ela do meu colo deitando por cima dela sentindo o meu p*u ficar duro só com beijo, tava parecendo moleque novo e virgem, se fuder.
Com os p****s expostos, com uma cara de safada do c*****o ela aperta eles fazendo o leite jorrar e melar meu peitoral que estava exposto também, vejo ela morder a boca e gemer feito uma vagabunda, me tirando de órbita.
__ quero sentir tua boca quentinha de novo. - falou sem pudor algum e eu estalei a língua no céu da boca sentindo meu p*u pulsar dentro da bermuda.
__ não fala assim, fico sem postura nenhuma. - murmuro e ela rir fraco, desço o vestido por completo pelo corpo dela deixando ela apenas de calcinha, que era branca e estava encharcada com o melzinho dela. - p***a loira, gostosa demais, papo reto.- falo sem conter o sorriso, vou ser um filho da p**a se dizer que nunca imaginei isso.
Estaria mentindo, desde que bati meus olhos na Babi sabia que ela não era mulher para o porte do meu irmão, aquele ali é sacana demais, merece um pilantra igual a ele, a Babi por mais idade que tenha, por mais que seja mãe, acaba se deixando levar por a ingenuidade.
Sem perder tempo ela me puxa pela correntinha que tava no meu pescoço grudando nossos corpos e bocas uma na outra, acabo sorrindo por conta da iniciativa dela, tava na neurose que depois disso aqui ia dar mo caô, mas eu ia aproveitar o bagulho.
Com um das mãos desço pelo corpo inteiro dela fazendo uma trilha até chegar na barra da calcinha, fico brincando por ali com a mão, enquanto sinto as unhas dela me arranhar nas costas, o beijo com gosto de suco de uva tava me deixando maluco, era f**a como o nosso beijo encaixou, as nossas línguas disputavam por espaço.
__ humm..gostoso.- ouço ela gemer soltando a minha boca assim que sente meu dedo afastar a calcinha dela para o lado e ir de encontro com o c******s dela fazendo movimento circulares sentindo meu dedo todo melado do melzinho que já escorria dela. - p***a Everton, que delícia. - gemia sem pudor algum e eu alcanço um dos p****s dela chupando com vontade sentindo o gostinho novamente.
Sem perder tempo eu introduzo dois dedos dentro dela vendo entrar com um pouco de dificuldade, nem parecia que teve filho a pouco tempo, c*****o, essa mina vai me deixar louco, parece que eu já tô sentindo, mas gosto de pagar pra ver.
__ quero ver tu gozar gostoso na minha mão e só depois eu deixo tu sentar pra mim. - falo soltando o peito e mordendo o pescoço dela enquanto aumentava a velocidade dos dedos e acariciava o c******s vendo ela de olhos fechados e tentando contar os gemidos, parei os movimentos na hora vendo ela me olhar p**a. - quero ouvir tu gemer gostoso pô, geme pro teu bandido loira.- ela me olhou com os olhos brilhando e eu não aguentei juntando nossas bocas novamente e enfiando com tudo os dedos, sentindo ela morder minha boca até sentir o gostinho metálico, gosto assim, entregue ao momento.
Olhando dentro dos olhos dela eu brincava com o c******s da safada e enfiava os dois dedos fazendo ela quase se desmanchar na minha mão, foi quando minha boca salivou pra sentir o gostinho da b****a dela também, e na hora eu tirei a mão, ouvindo ela suspirar frustada.
__ p***a preto, tava quase gozando. - reclamou e eu rir dando um selinho e segurando o maxilar dela fazendo ela me olhar nos olhos.
__ tu vai gozar pô, mas vai ser na minha boca, quero sentir teu gostinho. - falei sem vergonha alguma e ela jogou a cabeça pra trás rindo cheia de t***o, filha da p**a conseguiu se soltar mesmo e o pior é que eu tô gostando dessa versão dela.
Dou outro selinho nela e vou trilhando o corpo dela com meus beijos, até chegar na calcinha que estava arredada para o lado e ia ser daquele jeitinho que eu ia f***r ela, tanto com a língua, quanto com meu p*u, a safada ia saber hoje como é ser comida e desejada de verdade.
Sem perder tempo eu sopro um vento dentro dela fazendo ela arfar e inclinar o corpo, dou um tapa forte na perna dela que geme baixinho pra não acordar a ratinha e eu passo a língua pelo melzinho que escorria dela, sinto o gostinho salgado mas bom pra p***a e enfio a língua dentro brincando com toda região ali, ela tenta se afastar, mas eu não deixo, seguro forte as pernas dela, enfiando mais ainda a língua, hoje ela iria gozar de verdade, e nosso dia tava apenas começando.