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Infiltrado:Entre Balas e Beijos Proibidos

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Blurb

Victoria Savoia nasceu cercada por luxo, medo e sangue.Filha do mais temido mafioso da Itália, cresceu em meio a seguranças armados, festas milionárias e uma solidão que nem os lençóis de cetim conseguiam esconder.Ela tenta esquecer o próprio sobrenome entre goles de vodka e noites com um namorado que já não a toca de verdade.Mas tudo muda quando um homem aparece.Não um homem qualquer.Benjamim Lancelloti.Agente do FBI. Infiltrado.Frio. Lindo. Perigoso.Ele se aproxima dela com um único objetivo: derrubar o império do pai dela.Mas o que começa como uma missão cuidadosamente planejada se transforma em um jogo sujo, feito de toques proibidos, mentiras sussurradas, olhares de ódio... e gemidos abafados.Victoria deveria odiá-lo.Ele deveria mantê-la sob controle.Mas o desejo entre os dois é um incêndio sem freios - capaz de queimar tudo e todos ao redor.E quando a verdade vier à tona, vai ter sangue no chão... e talvez, corações destruídos para sempre.Entre Balas e Beijos Proibidos é uma história meio dark, erótica e explosiva, onde amor e ódio se confundem, e a única certeza é:ninguém sai vivo de um sentimento que nasceu para matar.

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Prólogo: A filha do chefão
Victoria Saboia Oi. Meu nome é Victoria Savoia, mas quase ninguém tem coragem de me chamar pelo nome completo. Victoria soa bonito. Savoia… soa como sentença. Vic é mais fácil. Vic é menos perigoso. Sou filha de Luigi Savoia, o homem que a imprensa chama de empresário quando quer ser educada e de demônio quando se esquece de fingir neutralidade. O chefão da máfia mais temido da Itália. O tipo de homem que não precisa levantar a voz para ser obedecido. O tipo de homem que faz adultos tremerem e juízes errarem sentenças. Legal, né? Pois é… só que não. Carregar esse sobrenome é como andar com uma arma engatilhada apontada para a própria cabeça. Ela nunca dispara — mas você sente o peso o tempo todo. Em cada olhar que demora demais. Em cada sorriso que vem acompanhado de interesse. Em cada mão que aperta a sua com força calculada. As pessoas só se aproximam por dois motivos: medo… ou desejo de ganhar algo. Dinheiro. Proteção. Poder. Acesso. Nunca é sobre mim. Nunca foi. Desde pequena, aprendi que não podia andar sozinha, não podia confiar em estranhos e não podia chorar em público. Aprendi a sorrir em festas enquanto homens armados vigiavam cada porta. Aprendi a usar vestidos caros antes mesmo de entender por que precisava deles. Aprendi a ser vitrine. A verdade é que eu odeio ser lembrada por quem meu pai é. Odeio quando meu sobrenome chega antes de mim. Odeio quando minhas conquistas são diminuídas porque “é fácil quando se nasce Savoia”. Mas também seria hipócrita se eu dissesse que não aproveito os privilégios. Seria mentira. Eu vivo em mansões que parecem cenários de filme. Acordo em lençóis que não amassam. Viajo de jato particular como quem pega um táxi. Uso roupas que custam mais do que um carro popular. Bebo vinhos que envelheceram mais do que alguns relacionamentos. Por fora, tudo brilha. Por dentro… tudo apodrece. E é nesse apodrecimento silencioso que mora o meu vazio. Um buraco no peito que não fecha. Não importa quantas festas eu frequente, quantas taças eu esvazie ou quantas risadas eu force. Nada preenche. Nada sustenta. Nada fica. Meus “amigos” são especialistas em desaparecer quando os seguranças não estão por perto. São leais enquanto o sobrenome Savoia paga a conta. Depois, somem como fumaça. Nem mesmo o Enzo consegue ficar. E isso diz muito. Estamos juntos há cinco anos. Cinco anos de fotos bonitas, jantares caros e noites previsíveis. Ele é bonito, disso não posso reclamar. Olhos verdes, sorriso de galã, corpo bem cuidado. Ele t*****r bem, sabe exatamente o que fazer para agradar… tecnicamente. Mas falta algo. Sempre faltou. Ele diz que me ama. Diz com facilidade, como quem repete uma frase treinada. Eu sorrio, encosto a cabeça no ombro dele e finjo que acredito. Mas não acredito. Nunca acreditei. Talvez o problema seja eu. Ou talvez o problema seja ele. Ou talvez seja essa vida plastificada, onde tudo parece perfeito demais para ser real. Às vezes penso que estou apenas cansada de fingir intensidade. Cansada de t*****r como se estivesse dormindo. Cansada de gemer no tempo certo, sorrir depois e virar para o lado sentindo… nada. Tudo é morno. Seguro. Controlado. E talvez eu esteja esperando algo que me tire do eixo. Algo que me acorde. Algo que me faça perder o controle que nunca pedi para ter. Hoje acordei com a cabeça latejando. Ressaca. Mais uma. A luz entrando pelas cortinas caras pareceu c***l demais para alguém que bebeu como se quisesse apagar a própria existência. Ontem foi só mais uma festa. Mais uma tentativa patética de fugir da minha realidade. Música alta, corpos próximos, risadas vazias. Pessoas dançando como se não tivessem medo do amanhã. Eu bebi demais, ri demais e senti de menos. Como sempre. Enzo ainda dormia ao meu lado quando acordei. Nu, jogado na cama, com aquela expressão satisfeita de quem acredita que cumpriu bem o próprio papel. Observei o rosto dele por alguns segundos, tentando sentir alguma coisa além de tédio. Nada. Levantei antes que ele acordasse. Fui até o banheiro, encarei meu reflexo no espelho enorme e tive vontade de perguntar em voz alta: — É só isso? Meu rosto era bonito. Meu corpo era bonito. Minha vida parecia perfeita. Então por que eu me sentia tão quebrada? Foi ali, com a cabeça apoiada na pia fria, que tive a sensação estranha de que algo estava prestes a mudar. Como se o ar estivesse diferente. Mais pesado. Mais atento. Como se o universo tivesse cansado da minha apatia. Cansado da minha vida blindada, cercada por seguranças, regras e paredes de ouro. E resolvesse brincar comigo. Foi assim que ele apareceu. Não como um príncipe. Não como um salvador. Ele entrou na minha vida como um erro bonito. Um olhar que demorou demais. Uma presença que incomodava e atraía na mesma medida. Um homem que não se curvou ao meu sobrenome, nem me tratou como porcelana. O homem que eu deveria odiar. O homem que se aproximou com intenções que eu não podia imaginar. O homem que fingiu interesse enquanto carregava uma missão capaz de destruir o império do meu pai. Benjamim. Na época, eu não desconfiei de nada. Não sabia quem ele era. Não sabia o que ele queria. Só sabia que, quando ele estava por perto, algo dentro de mim despertava. E despertou com violência. Ele não me ofereceu segurança. Ele me ofereceu risco. E eu aceitei. Com ele, eu senti. De verdade. Meu corpo respondeu. Minha mente falhou. Meu coração… traiu. Pela primeira vez, não me senti filha de ninguém. Não me senti vitrine. Não me senti vazia. Me senti viva. Viva o suficiente para sangrar quando a verdade veio à tona. Viva o suficiente para quebrar quando tudo desmoronou. Viva o suficiente para amar como se fosse a última coisa que eu faria antes de morrer. Não sei se ele me amou. Talvez tenha amado à sua maneira torta. Talvez nunca tenha tido escolha. Mas eu amei. Amei sabendo que era errado. Amei sabendo que era perigoso. Amei mesmo quando tudo gritava para eu fugir. E agora que você chegou até aqui, eu preciso ser honesta. Essa história não é um conto de fadas. Não tem mocinhos limpos nem finais perfeitos. É um conto sujo, perigoso, erótico e c***l. É a história de como eu, a filha do chefão, me apaixonei pelo inimigo. E de como isso… quase me matou.

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