Sam acordou assustado, demorou alguns segundos para se orientar e lembrar onde estava. Susan dormia profundamente em seus braços. Sorriu ao vê-la nua enroscada a ele. Com muito cuidado para não acordá-la colocou-a por sobre o travesseiro e a cobriu com o lençol. Levantou e foi tomar um banho. Quem diria que de tanta coisa r**m que lhe aconteceu, a consequência seria estar agora com Susan.
Que ótima consequência.
Há dois dias nem podia imaginar outra mulher em sua vida. Hoje via nem amava mais Dayane, apenas se acostumou a ela. Achava que era amor, não era. Estava mais para uma doença, que lhe matava aos poucos, m*l tinha vontade de viver mais. As discussões diárias eram cada vez mais intensas e foram afastando um do outro. Só se davam bem no dia que faziam sexo, passado isso voltavam à guerra.
Não entendia como não quis separar dela antes.
O que me mantinha ao seu lado? Seus insultos, a maneira que ela sentia prazer em me humilhar, ou melhor, a forma como ela desdenhava de mim para toda e qualquer pessoa com quem conversasse. Ela a boa esposa, ele o monstro que sugava sua juventude a melhor época de sua vida. Como se não fosse tão jovem quanto ela.
O lanche que havia pedido esfriou a mesa, mas com a fome que Sam estava comeu mesmo assim. Era quase uma hora da tarde, se Susan acordasse logo, ainda podia levá-la para almoçar. Sam perguntava-se, o que faria daqui para frente, voltaria a sua casa para ser sufocado por uma vida que agora não passava de um pesadelo a lhe atormentar.
Podia sequestrar Susan e passar o resto sua vida com ela bem longe dali isso era uma boa. Se ao menos pudesse. E por que não podia?
Um gemido de Susan o fez voltar de seu devaneio. Susan estava se batendo pela cama gemia e chorava, estava tendo um pesadelo. Foi até ela sentou se na beira, ela gritava um não atrás do outro.
Que diabos era isso, o que lhe tinham feito?
Tocou de leve em seu ombro, ela não acordou parecia sufocar, a garganta parecia trancar, seus lábios estavam começando a ficar roxos. Sam a ergueu colocando em seu peito a balançou.
— Susan, Susan... — Chamou por ela desesperado, ela não acordou. Então lhe deu uns tapinhas no rosto. — Acorda Bia... Bia.
Susan abriu os olhos sua garganta doía, sentia-se sufocada. Olhou para Sam ele a estava assustado a lhe segurar.
Droga, outro pesadelo. O que teria falado desta vez?
— Bia, você está bem?— Não pode conter o alívio que sentiu ao vê-la acordar.
Não, ela não estava bem tremia e voz não saia.
Deus se tivesse falado algo que não devia, o que ele pensaria dela. Não queria perder ele, não por causa de seu terrível passado.
— Calma, Bia, passou foi apenas um sonho r**m.
Susan agarrou se a ele e chorou. Sam a aninhou em seus braços, apertando ela a ele. Sua alma doía por ela. Queria muito poder ajudar, m*l sabia o que fazer, não queria começar um interrogatório. Nem muito menos remexer em suas feridas.
— Eu... Eu preciso ir embora. — Susan pulou da cama e foi procurar suas roupas. Tinha que evitar as perguntas não queria mentir para ele.
— Não. Não vai sair assim. — Sam se levantou e foi atrás dela. Susan vestia sua calcinha e seu sutiã rapidamente.
— Eu tinha um compromisso hoje, não posso faltar. — Nem ela acreditou em sua mentira.
— Eu levo você. — Sam não quis forçar a barra. Ela pegava o macacão do chão.
— Não precisa, eu pego um táxi. — Susan m*l o olhava seu corpo ainda tremia, não conseguia pensar direito. Malditas crises de pânico!
— De dentro de um motel? Não está raciocinando direito.
Susan parou por um instante, ele tinha razão.
— Sei o que está fazendo, Susan. Não vou lhe fazer um interrogatório por causa de um pesadelo. — Sam se aproximou envolveu seu rosto com suas mãos e a olhou firme nos olhos. — Não quer falar, tudo bem. Só não saia assim assustada e fugindo. Não sei que m*l a fizeram. Sei que não posso consertar. Apenas vamos esquecer por hoje. Está bem para você?— Susan pulou em seus braços.
— Obrigada. — Susan sentiu se aliviada. Pelo jeito não falara nada ele ainda a queria.
— Mesmo assim devo confessar que você me assustou. Pensei que morreria sufocada.
— O que eu falei?
— Nada além de não repetidamente. — Sam se perguntava que medo era esse e o que teriam a feito. Só queria poder proteger ela do que quer que fosse.
A verdadeira pergunta era: Por que queria fazer isso? m*l a conhecia.
Susan deu graças a Deus. Definitivamente podia ficar mais tranquila.
— Venha vou cuidar de você. — Sam passou o braço por seus ombros e a conduziu até o banheiro. — Você mora sozinha?
— Moro. — Susan estranhou a sua pergunta. Sam retirava seu sutiã.
— Não pode dormir sozinha. Quase morreu sufocada. Fiquei com medo, seus lábios estavam roxos. — Sam ligava o chuveiro.
— Isso não acontece todo dia. Eu tomo remédio para dormir. Durmo bem, mesmo que seja de dia. — Tomava um tarja preta tão forte que não dormia desmaiava, o mundo podia acabar ela morreria dormindo.
— A boate funciona todo dia?
— Não de quinta a domingo. — Susan adorou a forma como ele a banhava passando o sabonete em suas costas.
Sam estava nu a suas costas, nunca pensou que havia homens como ele. Fora criada no meio da violência com homens extremamente maus capazes de qualquer coisa. Agora conhecia alguém doce e bom, Miriam sempre dizia que um dia Deus lhe mandaria um presente e que quando esse dia chegasse deveria agarrá-lo com unhas e dentes.
Obrigada, Deus.
— Estive pensando podia ir comigo para minha fazenda. Ficamos lá até o fim de semana. Ai eu trago você. O que acha?— Sam ensaboava seus cabelos. Susan sentia arrepios a lhe percorrerem o corpo.
— Ainda tenho que trabalhar é domingo, não tem muito movimento, mas tenho que ir. — Não sabia se podia confiar nele assim e se ele estivesse a enganado.
Susan para, esta deixando seus traumas a dominarem.
Sam ensaboava seus braços e beijava lhe pescoço isso a deixou de pernas bambas.
— Eu te levo trabalhar, espero você e de lá agente vai direto. — Sam adorava banhá-la sentir sua pele macia, acariciar cada centímetro dela.
— Passamos em minha casa antes pegar minhas coisas e dai vamos. Está me excitando assim. — Sam ensaboava seus s***s beijando eles.
— Bem pensei que só de me ver nu, você já ficava excitada. — Brincou, descendo toque para o meio de suas pernas.
— Sim, mas assim eu não resisto... — Falou abafando um gemido.
— Tenho que ser convincente quero sequestrar você. Estou lhe mostrando o que pode ser seu. — Abaixou se e abriu as pernas dela beijando longamente.
— Sequestro é forçado. — Susan, gritou ao o sentir ele introduzir a língua nela.
— Bom eu tenho um vidro de clorofórmio no carro posso apagar você e quando acordar já estaremos lá. Fica totalmente isolado. Não vai ter como fugir. — Sam levantou se e beijou seus s***s.
— Ainda existem lugares assim?— Ele é maravilhoso não me canso de repetir isso.
Começou a tocá-lo, ele estava duro ao ponto de fazê-la querer gritar e pular nele.
— Oh, sim. Mas é um lindo lugar. Você vai gostar podemos fazer trilhas, andar a cavalo. Piquenique no campo. Ah! O que eu mais gosto, acampar na beira do lago. Passo a noite vendo as estrelas. — Sam fechou os olhos ao sentir suas mãos a lhe acariciar. Como adorava seu toque. Ela o excitava seu pênis doía e implorava por mais de seu toque.
— Hum, bom pode sequestrar agora mesmo então.
Sam a cobriu de beijos estava feliz por ela aceitar vir com ele. Dayane odiava ir para a fazenda com ele e sempre que tinha que ir sozinho. Um calafrio passou ao pensar no que fazia, enquanto estava sozinha em casa. Tinha sido um repleto i****a. Susan viu quando a nuvem n***a passou por ele. Queria tanto poder afastar toda a dor que ele sentia. Beijou seu pescoço sentindo suas mãos apertarem sua b***a.
— Eu invento uma desculpa qualquer. Margareth não vai me demitir só por causa de um dia. Sou sua melhor dançarina.
Susan se ajoelhou e começou a lhe chupar, era delicioso, grande e grosso vibrava em sua boca. Tomou e o lambeu, roçou os dentes na sua ponta sensível. Sam encostou-se a parede gemendo sentindo sua boca lhe provocar com maestria. Susan o deixava louco, nunca quis gritar de prazer, hoje viu-se fazendo isso. Melhor não sentiu-se m*l por isso.
— Isso Sam, isso fique louco por mim...
Susan sentia que podia gozar só de vê-lo gozar. Tocar ele e chupar, a deixava muito excitada, sentia-se molhada e pulsando implorando por seu toque.
— Você tão gostoso...
Caramba vou me apaixonar por ela.
Sam a ergueu no colo e a penetrou, colocando a contra a parede. Beijou lhe sedento forte e incansável. Aprofundava-se nela em estocadas firmes e rápidas. Beijou seu pescoço.
Não era só sexo a possuía. Era uma sensação de serem só um. Duas partes em uma. Que se encaixavam perfeitamente. Nunca mais poderiam se separar. Jamais seriam de outrem. Pertenciam se e nada poderia mudar isso.
Teve medo dessa conclusão, mas era nítida e indubitável.
Susan nem acreditou no brilho que viu nos olhos de Sam. Era paixão. Feliz agarrou se mais a ele. E começou a rebolar em seu pênis. Ouvia o coração de Sam bater forte e rápido. Enquanto ambos atingiam o ápice do prazer. Sam trouxe-a mais perto e a beijou, liberando tudo nela. Susan gritou ao sentir o líquido quente a enchendo seu útero, apertou-lhe e gozou com uma intensidade inacreditável.
Cara, viciaria nele.
Sam segurou ela a ele. Não queria sair de dentro dela. Então ficou a lhe acariciar o cabelo deixando a água molhar suas costas estavam geladas. Era estranho, mas ela não lhe pesava em seus braços, gostava de tê-la ali. Quando por fim a soltou no chão chegou a sentir que lhe faltava. Terminou de lhe banhar, lhe enxugou e vestiu o roupão. Depois se enxugou e vestiu o seu roupão a conduzindo de volta ao quarto.
— Então, eu só levo você na sua casa. Vou ligar e mandar preparar a casa para nós.
— Disse que era isolado.
— Tem um telefone, mas raramente funciona, é via rádio depende do tempo. Se tiver chovendo esqueça. — Juntou sua calça do chão fazendo uma careta. — Nossa minha calça ainda está molhada.
— Pra que calça?— Lhe piscou maliciosa. Sam riu e fez um sinal negativo.
Ela era insaciável.
— Pensei em te levar para almoçar.
— Posso comprar algumas roupas para você, se quiser troca de roupa lá em casa. Ainda tenho que levar a moto para casa não pode ficar todos esses dias jogada no estacionamento da boate. — Doía só de pensar em seu bebê jogado num canto qualquer.
— Faria isso? — Sam não pode acreditar era tão simples e espontânea.
Dayane, jamais lhe fez um favor "Não vou sair de loja em loja a lhe procurar roupa. Compre você mesmo." Ela lhe gritou o dia que lhe pediu para comprar uma camisa para ir ao casamento de um amigo e ele não tinha tempo para ir. Acabou não indo no casamento, pois ficaram discutindo e ela ameaçou ir embora, se fosse hoje teria dado graças e lhe ajudado a ir.
O i****a ficou lhe implorando para ficar.
— Só me dizer o número. — Susan estranhou o jeito com que Sam a olhava parecia perdido em pensamentos nada bons.
— Eu havia pedido um lanche para nós. Eu já comi o meu. Mas está frio quer que eu peça outro?
— Não, eu como esse mesmo. — Susan sentou e comeu. Havia passado tanta fome em sua vida que jamais rejeitaria uma comida, só por estar fria.
Sam sentou se com ela enquanto comia. Que coisa louca levaria uma total desconhecida para sua casa. Detalhe estava doido por essa desconhecida. Não queria mergulhar fundo nessa, mas já estava há uns duzentos metros de profundidade e indo mais fundo. Era inconsequente e sabia, principalmente vindo dele. O senhor certinho, nunca tinha feito nada de errado, nada sem pensar, tudo muito bem calculado e pensado. Agora fazia amor com uma mulher que nunca vira em sua vida, que conheceu em uma boate, apaixonava se por ela e o pior sentia que esperou por ela sua vida toda que era parte dele.
Céus, perderá totalmente a cabeça.
Porém quando a olhou, soube nunca esteve tão certo em sua vida.
Sabia o que queria, queria ela e só ela. Nada absolutamente nada lhe tiraria ela. E piegas ou não era sua cara-metade e nunca iria abrir mão dela.
Susan terminou de comer e sentou em seu colo, deu-lhe um beijo na bochecha.
— Quer ir então?
— Eu queria. — Sam olhou as pernas delas por sobre as suas, sua b***a apertava seu p*u. Não conseguiria sair daquele quarto hoje. — Mas você está me tentando assim...
Susan riu e chupou seu pescoço.
— Essa era a intenção. — Abriu suas pernas e colocou a mão dele em sua v****a.
— Eu disse que sempre ia querer mais.
— Oh, ele vai me devorar... — Susan correu rindo pelo quarto.
— Sou o lobo m*l, Bia corra vou comê-la!— Sam começou a lhe perseguir pelo quarto. Alcançou a e a jogou na cama, jogando-se por sobre ela. — Ti peguei, vejamos por onde começo? — Susan tinha o mais lindo sorriso que já vira. Pensou que lhe enfeitiçaria, ele estava enganado, totalmente enganado. Abriu seu roupão. — Ah por aqui. — Disse abocanhando seus s***s.
Susan riu quando, ele começou a lhe beijar e sugar seu seio, uma felicidade lhe invadiu. Nunca pensou que existia um sentimento assim. Era incrível, extraordinário.
Podia realmente ter isso para si, depois de tudo que fez merecia alguém como ele. Não merecia, sabia.
No entanto, ali estava ele a lhe acariciar os s***s de uma forma única com carinho e cuidado, lhe olhava como se desfrutasse de cada parte de seu corpo, como se lhe pertencesse. Talvez Mirian estivesse certa e um dia tudo pelo que passou seria apenas passado e o seu presente seria maravilhoso. E esse dia chegou, nem podia acreditar.