Sam ligou o carro e engatou a ré, e depois colocou o carro em modo automático, então segurou a mão de Susan enquanto dirigia, apenas com uma mão. Não sabia o que o levava a ter essa atitude, mas não podia perder o contato com ela. Susan brincava com seus dedos e deitava sua cabeça em seu ombro. Acariciou seu cabelo pode ver que ela fechava os olhos e sorria, gemendo baixinho. Sem abri-los ela surrou em seu ouvido.
— Eu quero você inteiro pra mim. — Susan desceu sua mão e o tocou, mordendo sua orelha sussurrou. — Dentro de mim.
Sam ficou surpreso com sua ousadia, ela estava lhe acariciando e o provocando abertamente. Estava tão duro que cada vez que o apertava por cima da calça, o fazia querer implorar por mais. Somente seu toque já o levava ao delírio, um prazer forte e dominante espalhava-se por tudo seu corpo. Nunca pensou que ficaria incendiando com apena um toque. Bia, tinha um poder sobre ele, algo sobrenatural.
— Farei tudo que quiser Bia. Te darei mais prazer do que jamais sonhou em ter.
Susan abriu o zíper de sua calça e enfiou a mão dentro o tocando com volúpia. Precisava tocar ele, sentir o desejo por ela, sentir o quão duro e inchado estava por ela. Sam agradeceu mentalmente o dia que colocou os vidros fume no carro. Ninguém os veria. Aqueles dedos pequeninos o provocando com leves toques eram deliciosos, não soube como se segurar para não parar o carro e possuir ela ali mesmo. Quando ela o pôs para fora, apertando rugiu de prazer.
— Eu quero chupar seu p*u, Sam. Você vai ser meu só meu. — Nem ela acreditava no que estava fazendo.
Estava quebrando todas as suas regras ao sair com ele, confiando nele, nunca poderia confiar em ninguém e sabia disto, ainda assim por ele arriscaria tudo e sabia que mesmo que desse algo errado não se arrependeria. Sam valia a pena.
Fora criada dentro de uma boate. Via como as mulheres dali eram quentes e sedutoras. Queria o enfeitiçar fazer com que ele jamais lhe esquecesse. Que a desejasse como sua sempre.
Talvez isso era o tal amor a primeira vista que via nos filmes. Se não fosse não sabia o que mais seria. Por favor, Sam não me faça sofrer.
— Bia, sou todo seu, carta branca. — Susan se abaixou e o abocanhou, sugando a sua ponta.
Sam teve medo de perder o controle do carro. Sentia queimar por ela, arrepios passavam por todo seu corpo. Estava tonto de t***o, tão forte que pensou não ser capaz de suportar. Era devastadora a visão dela ali sugando seu p*u, com força, mordiscando a ponta. m*l acreditou quando viu um motel grande sinuoso ao estilo oriental, logo a sua frente. Entrou pelo portão. Susan o soltou e fechou sua calça, quando ia voltar ao seu acento ele a puxou para si.
Não suportava que ela si separasse dele. Seu pênis estava pulsando, sentindoa falta da boca dela sobre ele. Pegou o melhor quarto. Era bem ao fundo e teve que se guiar pelas placas. Como era grande ali. Virou e subiu a rampa entrando na garagem. A porta fechou automaticamente atrás deles. Susan respirava excitada em seu pescoço, lhe deu um longo e quente beijo uma amostra do que faria a ela. Ela gemeu o puxou para ela, dando um beijo possessivo. Nunca foi beijado assim era como se ela precisasse dele, como se quisesse o devorar. Ficou sem ar, seu coração foi a mil, tremeu, seu sangue fervia, cada pedaço do seu corpo suplicava por seu toque.
— Não se mova. Vou pegar você. — Lhe avisou ao sair do carro.
— Porque sempre me pega no colo?
— Não quero quebrar o contato. Quero te manter agarrada a mim o máximo possível.
Susan agarrou ele e mordeu seu pescoço de leve. Sam a colocou sobre a cama. Ficando por sobre ela admirando cada parte de seu lindo corpo. A beijou apertando ela si, como lhe desejava. Era doentio o que sentia, a fome tomava conta dele. Era forte e destrutivo.
Faria sexo com ela o dia todo e não apagaria nem um pouco essa necessidade dele. Fixou os olhos nos dela, aqueles lindos olhos cor de esmeralda, eles o cativavam. Deslizou a mão no seu rosto, a admirava queria memorizar cada traço de seu rosto. Tinha medo de não ver ela mais, o que mais lhe assustou foi à dor que esse pensamento o trouxe. Bia sorriu para ele, tinha um brilho em seus olhos diferente, algo que o deixava maluco por ela. Abriu o zíper de seu macacão até um pouco abaixo de seus s***s. Beijando a linha de pele nua, gemeu pelo bem que sentia a sua pele macia em seus lábios.
Terminou de retirar o macacão e a bota, estava apenas de calcinha e sutiã sobre a cama. Seu corpo era perfeito, as coxas grossas e um bumbum definido e volumoso. s***s não eram grandes, mas eram de um tamanho sexy.
Era perfeita.
Susan estava sentindo-se embriagada de desejo, o sangue lhe corria rápido por suas veias, ela pulsava, molhada e sedenta por ele. Seu útero estava duro e implorando por ser penetrado. Sam a olhava com uma luxúria compulsiva, beijando seus s***s a fez gritar de prazer. A língua contornava o bico duro o mordiscava a ponta.
Uma onda de calor e t***o tomou conta dela. Puxou ele e rasgou sua camisa, era perfeito. Cada músculo torneado e duro, as veias marcadas, podia vê-las pulsar. Sam retirou a camisa, Susan ficou sem fôlego ao tocar a pele nua de suas costas, apertou seu peito e o ouviu gemer.
Queria mais dele o queria todo. Era uma urgência incontrolável, a deixava em desespero por ter ele dentro dela. Sam tirou seu sutiã e sua calcinha e a pegou no colo a levando para a banheira. Susan sentiu que poderia, sim ser um sonho, não existia um homem tão carinhoso como ele. A colocou deitada sobre a banheira, bem devagarzinho, parecia admirar a água molhando seu corpo. Retirou sua calça e demais peças rapidamente. E se jogou por sobre ela. A puxando para cima dele.
Manteve-a de lado sobre ele, a abriu suas pernas, lhe sorriu indo direto ao meio delas com as mãos, provocando seu c******s, já inchado e pulsando por ele. Massageou sua b***a com a outra mão. Susan sentiu os espasmos percorrerem todo seu corpo, gemeu seu nome não podendo suportar mais.
— Bia, isso grite pra mim sinta se livre. Sinta todo o prazer que posso lhe dar. — Susan abriu mais as pernas e ele afundou seus dedos dentro dela.
Provocando ainda mais a fazendo sentir débil e febril, o ar lhe faltava. Lhe agarrou, o beijou como se fosse parte dela. O queria mais que tudo, ele era um presente que o destino lhe dera. Aproveitaria ao máximo ele, aquele momento com ele.
Sam nem sabia dizer o que sentiu ao receber um beijo como aquele. Susan estava o beijando com paixão como se fosse seu. Sentiu que era especial em seus braços não mais o caco quebrado ao chão. E sim um homem desejável até o último de seu ser. Sentiu que o beijava com necessidade e desejo sem igual, jamais imaginou receber um beijo assim. Ela estava resgatando sua alma da escuridão. Tirando a dor e humilhação de dentro dele. Era como retirar um peso enorme de cima dele. Sentiu se livre e aliviado. Aprofundou ainda mais o toque querendo que tivesse seu primeiro orgasmo queria vê-la em êxtase.
— Goze Bia, goze pra mim.
Deitada de lado sobre ele, jogou-se para trás, sentindo o prazer lhe tomar. Seu corpo convulsionava por sobre a mão dele, ele beijava seu seio e gemia e******o com o seu orgasmo. Susan gritou ao sentir entrando nela, com as mãos firmes em seu quadril Sam a puxava, controlando a velocidade de suas estocadas.
Ele a movia bem devagar provocado ainda mais, prolongando seu estado de êxtase. Susan envolveu suas pernas ao redor de sua cintura o afundado mais ainda nela. Sentia o duro a vibrar dentro dela, era grande e grosso e se encaixava bem certo a ela.
— Sinta como você se encaixa a mim. Seu p*u foi feito pra mim, Sam. — Disse o provocando enterrando ele a ela com a testa grudada a dele.
Sentiu-o crescer ainda mais dentro dela e isso a fez atingir o êxtase novamente, em movimentos rápidos e apertados sobre ele. Gritando jogou-se para trás de olhos fechados, sentindo seu corpo em uma violenta erupção gozou como nunca antes. Sentindo-se inebriada, tonta e fraca, o ouvia gritar seu novo apelido.
— Bia..., isso goze mais, mais. — Não acreditou quando seu corpo lhe obedeceu e uma nova e ainda mais violenta sensação tomou conta dela, um novo orgasmo lhe tomou, fazendo a perder o ar e ficar com o corpo amortecido.
Enquanto sentiu o que foi a melhor sensação de sua vida. Aquilo era estupendo, fabuloso e viciante queria mais, muito mais. Jamais esqueceria este momento, fechou os olhos e guardou este momento, esta sensação incrível em seu coração.
Naquele momento Sam era seu e ela era dele e nada mais importava, nada mais.
— Vou viciar em você. — Susan falou com voz rouca quando deitou a cabeça em seu ombro.
— Não mais que eu em você, mas isso foi apenas uma pequena amostra. Vou deixá-la louca por mim. Vou fazer você gozar di novo e de novo. Até estar dolorida e inchada e mesmo assim ainda vai querer mais.
— Realmente vai fazer isto?
— E mais, muito mais...
— Você existe ou um delírio meu?
— Eu me pergunto o mesmo ao seu respeito.
— E tão bom sentir você dentro de mim, Sam meu lindo, Sam. — Susan o beijou longamente, não queria mais nada além dele dentro dela assim exatamente como estava.
Era incrível.
Sam sentia ela lhe apertar de fato se encaixava perfeitamente a ela. Seu corpo clamava por mais dela para gozar muito dentro dela. Mais se controlava queria lhe dar prazer, muito prazer. Nunca sentiu nada assim. Sentia satisfação em lhe ver gozar, fazia o feliz ver como se contorcia por sobre ele, ouvir seus gemidos, ver o prazer estampado em seu rosto, o brilho em seus olhos. Susan o fazia sentir-se vivo novamente.
Era como levar um choque como o desfibrilador e voltar à vida. Era maravilhoso.
Deitada no ombro de Sam, Susan esperava seu corpo voltar ao normal, ele acariciava seu cabelo, fazendo sentir arrepios pelo corpo todo. Sam a levantou um pouco o suficiente para sair de dentro dela. Deu lhe um pequeno beijo em sua bochecha e colocou ela sobre a banheira.
— Aonde você vai?— Susan perguntou ao ver ele se levantar.
— Vou pedi algo para comermos. Estou morrendo de fome. Fique mais relaxe. — Sam lhe piscou vestindo um roupão azul-escuro. Ele amarrou deixando mais da metade de seu peito de fora. Susan engoliu em seco, sua vontade tocá-lo e beijar seu peito músculo por músculo. — Descanse vai precisar. — Se abaixou e mordiscou seu pescoço. Então foi até o telefone.
Susan fechou os olhos com medo de quando abrisse, ele não tivesse mais ali. Nem acreditava no momento que vivera. Sam parecia um delírio criado em sua mente.
Andava lendo romances demais e agora achava que um homem daqueles existia.
Odiava a si mesma por ficar esperando, ele fazer algo de errado, só para ter razão, ele não era perfeito. Ouviu os passos dele no quarto falava com alguém no seu celular e não era do serviço de quarto. Logo desligou e veio até ela.
— Quando quiser sair me chame. Não sai sem me chamar, ok?— Sam apenas colocou meio corpo pela porta e segurou a porta.
— Ok. — Susan juntou as sobrancelhas, e gaguejou ao lhe responder, era estranho a forma como ele a tratava, para ela um homem assim era surreal e um pouco mandão.
Pelo menos não tinha ido embora ainda.
Sam teve a péssima ideia de ligar seu celular. Dayane já lhe ligara umas trinta vezes.
O que queria?
Ligou ao seu advogado e pediu para resolver essa para ele, papéis de divórcio e tudo que ela quisesse, contato que jamais tivesse que ver ela novamente. Sua empregada estava ligando, a pobre estava assustada com o estado de sua casa. Disse para separar tudo que pertencesse a Dayane em caixas e deixasse para ela, talvez devesse mandar para a casa de seu amante. Uma raiva devastadora tomou conta dele.
Seus olhos ardiam seu peito explodiria. Queria acabar com Dayane vê-la os chão, tão derrotada que não pudesse se erguer novamente.
Como pode fazer isso a ele. Deus, tinha feito tudo para lhe agradar, por que não foi sincera e terminou com ele sem lhe trair.
Seu celular vibrava em sua mão, a foto dele Dayane abraçados piscava na tela.
Porque ainda lhe ligava o que queria?
Bem ao fundo, ouviu Susan lhe chamar tentou recuperar sua calma, mas o maldito celular ainda tocava. Gritou baixo e o desligou, Susan o chamou de novo. Jogou o celular longe sobre a cama e foi para ela.
Susan viu que Sam demorava a lhe atender, chamou de novo. Merda, tinha ido embora estava bom de mais para ser verdade. Chamou de novo, não podia acreditar, irritada ia se levantando quando ele entrou. Havia uma sombra em seu rosto, seus olhos estavam vermelhos, seus punhos cerrados, respirava com certa dificuldade.
Com quem teria falado ao celular para ficar com tanta raiva.
— Pensei que tinha ido embora. — Sam viu que estava assustando Susan.
Ela estava em pé sobre a banheira, a visão dela nua com pingos de água a lhe percorrer todo o corpo, os cabelos levemente úmidos e ensopado o nas pontas, substituiu todo ódio por um desejo estrondoso.
Talvez nunca voltasse a confiar em alguém novamente, mas não iria perdê-la.
Pegou uma toalha e a ajudou a sair da banheira.
Susan ficou imóvel quando ele a secá-la com a toalha eram movimentos delicados, ele sentou na borda da banheira e começou a enxugar entre suas pernas. Susan fechou os olhos, como aquilo era bom. Sam secava suas pernas bem devagar.
— Por que faz isso?
— Isso...?
— Me enxugar.
— Não gosta?— Sam parou e a olhou.
— Gosto. Mas...
— Vi isso em um livro uma vez, quis apenas lhe agradar. Desculpe.— Pediu timidamente.
— Não pare Sam, eu gosto.
Sam posicionou se atrás dela e com a toalha começou a secar seus s***s, enquanto beijava seu pescoço. Brincava com o bico já duro de seus s***s e apertava ela contra seu corpo.
— Isso também estava no livro? — Susan estava com a voz rouca carregada de excitação.
— Não. — Sam secou seu abdômen e mordeu de leve suas costas. Abriu suas pernas e acariciou o meio delas, apertando provocando ainda mais Susan que gemia baixinho, sentido arrepios por todo o corpo.
Sam estava ansioso por tê-la de novo. Queria ouvir seus gritos ao gozar de novo. A pegou no colo e a levou para a cama, deitou-a de bruços e começou a passar óleo de amêndoas em seu corpo. Começou pingando gotas em suas costas.
— Feche os olhos Bia, relaxe. — Abriu suas pernas ficando ajoelhado no meio delas, enquanto passava o óleo em suas costas com movimentos firmes e apertados de cima para baixo, indo e voltando.
Susan sentiu seu corpo estremecer com seu exímio toque. Sentiu-se mole e tonta, estava adorando a sensação de suas mãos a massagearem. Sam derramou óleo em suas nádegas e massageou elas indo bem perto de sua v****a e voltando, fazendo-a quase gritar implorando pelo seu toque. Era enlouquecedor, uma tortura que a fazia gemer alto deliciada. Sam não entendia, por que gostava tanto de agradar Susan, podia apenas f********o com ela. Era o que devia fazer.
Porém só queria lhe agradar passar o máximo de tempo ao seu lado extrair tudo dela. Cada suspiro, cada gemido dela teria que ser seu. Nunca fora possessivo até Susan aparecer em sua vida. Queria lhe enfeitiçar fazer com que ela delirasse de prazer, delirasse com ele e por ele. Até quando ele não estivesse mais com ela.
A virou de frente e fixou seus olhos nos dela, Susan lhe sorriu antes de gritar quando e despejou o óleo em seus s***s. Sam a tocou espalhando o óleo só com as pontas dos dedos a beijou e mordeu de leve seu lábio inferior. Voltou a lhe massagear descendo ao seu abdômen indo bem devagar até o meio de suas pernas. Susan gritou ao receber em fim o primeiro toque. Susan, viu o sorriso de Sam, ele estava gostando de lhe tentar. Ela estava a beira de orgasmo, estava quente e seu corpo implorava por mais. Sentiu-o duro como uma rocha a roçar sua perna. Sam jogou seu roupão longe e começou a esfregar o p*u em seu c******s, Susan sentiu se encharcada e sedenta por ele dentro dela.
— Eu quero seu p*u Sam agora! Entre todo em mim. — Ordenou de olhos fechados, ele não entrou ouviu uma risada baixa dele ao lhe enfiar o dedo. Susan remexeu os quadris, sentindo seu útero duro e vibrante. Não via a hora de gozar, Sam a provocava até estar bem próximo de gozar, então diminuia a intensidade prolongando seu êxtase.
Susan gritou quando ele a abocanhou, mordendo seu c******s, ele o sugou e enfiou a língua dentro dela. Susan pensou que morreria, seu coração disparou, o sangue lhe fervia. Seus s***s doíam de tão duros.
— Sam você está me matando...
Sam riu extasiado, enquanto colocava o preservativo, ela era maravilhosa, estava suada e febril entregue a ele. Toda sua, rugiu a e penetrou, forçando seu pênis cada vez mais fundo em estocadas ritmadas. Susan rebolava e se contorcia sobre ele, apertava seu p*u e o molhava todo. Ele quis que o tempo parasse ali ficaria dentro dela por toda a eternidade. Era esplêndido. Susan estava com os olhos fechados, suas pernas cruzadas em sua cintura o empurrando mais para dentro.
Deslizava as mãos pelas costas úmidas de Sam. Sentia seu peso sobre ela, Sam beijava seu pescoço enquanto investia fundo nela. Sentia seu p*u vibrando dentro dela e apertava só para o sentir crescer dentro dela.
— Se me apertar assim de novo, eu vou gozar. — Susan o apertou com tudo, indo ao seu ápice, gozou junto com ele. — Vamos Bia goze, goze comigo. — A voz de Sam em seu ouvido a fez entrar em êxtase, um violento e longo orgasmo a possuiu.
Susan se contorcia tremia inteira, seus olhos lacrimejarem, impetuosos espasmos a faziam ficar sem ar.
Quando pensou que tinha acabado ele voltou a lhe provocar, estava duro dentro dela ainda podia sentir que liberava mais sêmen em jatos fortes e volumosos, não pode suportar cravou suas unhas em suas costas, enquanto gozava novamente. Sam soltou um palavrão, enquanto Susan gozava o apertando forte dentro dela. Nem podia respirar enquanto a sensação do mais profundo êxtase o dominava. Sam movia-se ainda mais rápido em fatal liberação. Nunca gozou tanto em sua vida. Suas pernas estavam amortecidas e o quarto girava.
Tombou ao seu lado e a puxou para deitar em seu peito. Acariciou seu cabelo, enquanto sentia sua respiração ofegante contra seu peito. Não demorou muito para que ambos adormecerem.