Planos

1091 Words
ITZ    Bom a missão não foi como o esperado eu ainda sentia uma dor absurda na lateral do corpo e no rosto, mas felizmente tínhamos concluído mesmo o Mark tendo negociado com o ladrão.    - Me lembra de novo porque deixamos um bandido a solta?    - ele era alguém que sofreu anão, acusado de algo que não fez assim como eu, além de ter roubado pra alimenta a filha.    - Você acha que eles vão aceita essa história ?    - Vamos fala que queimou até sumi duvido que vão vim verificar, eles não veio atrás pra recupera o que foi roubado.    - Cara você aprendeu a menti assim onde? Mesmo assim sei que isso não é tudo, o que aconteceu lá de verdade?    - Nada – diz seco – eu simplesmente estava sem mana e você desmaiado resolvi tenta um acordo.    Eu sabia que não era verdade, mas decidi não fala nada. Felizmente chegamos no portão do reino, meus braços já doíam, aquele baú estava pesado demais, assim que chegamos entramos direto, nenhum dos dois falava nada, o elfo parecia distante, e eu resolvi fica na minha. Diferente da casa do banqueiro, o banco ficava perto do portão, ao longe vimos que o banqueiro humilhava um funcionário, o que fez tanto o meu quanto o sangue do elfo ferver.    Assim que nós viu ele veio em nossa direção seu sorriso aumentou assim que olhou o baú  em nossas mãos.    - Olha vocês conseguiram mesmo, agora me dê    - Antes o restante do pagamento – eu não fui com a cara daquele velho então fui o mais bruto possível.    - Ah claro aquelas quinquilharias – ele foi entrando no banco.     Seguimos ele até uma sala bem distante no banco lá no fundo, era bem ampla cheia de prateleiras com livros e no centro uma mesa com laterais em ouro, ele sentou e apontou as cadeiras da frente e sentamos.    - Tá aqui o pagamento – ele colocou na mesa dois sacos de mocadins, ao lado os equipamentos  - agora cadê o ladrão ?    - Morto – o elfo respondeu seco    - Haha, então os elfos sujam as mãos de sangue ? Haha, bom deixe a mala e podem ir.    Pegamos nossas coisas e resolvemos guarda o dinheiro no banco, demoramos um pouco porque o elfo não tinha documento nenhum, era um indigente.    - Pronto indigente agora tem uma conta    - Sim um elfo registrado no mundo anão, acho que perdi uns 30 centímetros.    - Ah talvez se corta essa orelha de fura balão.    - Cala a boca.      Apesar de quase morre era bom sabe que tinha alguém protegendo minha retaguarda mesmo sendo um elfo. Continuamos andando um zoando o outro.    - Bom elfo precisamos recupera as forças vamos pra minha casa, te apresento minha mãe e irmã.    - Bom preciso dormi e come    - Já quer dormi m*****s ?    - m*****s? Não foi eu que dormi no meio da luta, e eu sei que você tem casa mais não imaginei que você me mostraria sua coleção de bonecas.       Olha que desgraçado.    - Senhores o rei deseja falar com vocês – um dos guardas reais veio falar conosco.    Nós olhamos, era estranho mas seguimos o guarda que nos levou por entre as salas do castelo, mas diferente da primeira vez que estivermos aqui ele nos levou por corredores diferentes, até chegar em um pátio com um jardim com rosas vermelhas e azuis, alguns passarinhos estavam ali em volta e no centro tinha um banco com o rei sentado, não tinha mais ninguém ali, o que era raro já que o rei ficava pouco sem seus guardas.    - Bem vindo de volta ITZ E MARK.    - Senhor terminamos a missão que nos foi dada, e disseram que o senhor queria nos vê – falo curvando a cabeça em forma de respeito.    - Sim filho fiquei sabendo, parabéns pela missão – ele fala com um sorriso, que logo some – mas não é sobre isso que quero falar com vocês, precisamos recupera nosso poder e nossos homens e mulheres que estão trabalhando em nossas forjas que foram tomadas.    - Senhor temos que tomar as forjas de volta, estou preparado para lutar – eu falo ficando em posição de sentido.     Estava explicado porque dele está tão irritado mais cedo, as forjas dos anões eram a maior fonte de renda do reino.    - Com todo o respeito, não seria melhor um conselho, com todos os anciões? – o elfo pergunta antes do rei falar, olhando pra mim como se eu fosse um louco.    - Sim, mas muito dos conselheiros estão com medo de mais represálias, muitos dos parentes deles morreram ou estão quebrados na enfermaria, e sim Itz esse é o plano, tomar a força, o único problema é a falta de homens para isso – ele se levanta – os únicos homens que temos estão guardando a cidade.    - Senhor tenho um plano, porque você não tenta uma aliança com o reino de solicitude ? – o elfo tá loucão só pode    - Tá louco elfo, o rei acabou de fala que temos poucos homens.    - Sim anão, mas é aí que solicitude entra.    - Não entendi senhor Mark, explique seu plano – o rei fala.    - Pelo que sei, os anões são os melhores fabricantes de armas, então na negociação vocês entram com a mão de obra e eles com os homens, solicitude quer expandi os negócios e vocês precisam de aliados.    O rei ficou olhando o elfo, seu plano era perfeito não fosse o fato de solicitude fica muito longe e também o fato de nunca termos algum tipo de negociação com eles.    - Isso é impossível Mark, o reino de solicitude é do outro lado do continente, não temos tempo nem homens para uma excursão até lá – o rei falou seu tom era calmo, mas era nítido que ele pensava na proposta.    - Eu também tenho solução para isso, eu e Itz vamos em missão de paz, não sou diplomata mas já fiz isso algumas vezes – Mark fala – eles são diferentes de Stomalack, talvez deixem o preconceito de lado, caso nos receba tentamos a negociação o que acha?    - Você concorda com isso Itz ? – Isso seria uma boa aventura e eu não podia deixa o elfo toma as rédeas do meu reino, sem conta que uma aliança no meio dessa guerra política seria ótima.    - Se o senhor concordar eu vou de bom grado.      O rei olha pra nós dois, em segundos um sorriso brota no seu rosto....
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