Finalmente descanço?

1831 Words
MARK    Depois que o anão concordou, o rei convocou um conselho de guerra, eu nunca tinha visto tanto anão velho junto, não dava nem para chama de conselho de guerra, porque a maioria dos anões m*l conseguiam andar sem ajuda.    Ali havia anão para todos os gostos um tinha cara de tomate de tão vermelho e enxado que era, outro parecia um cachorro Bochechudo, só faltava baba, outro tinha o nariz tão grande que parecia uma cenoura, a cor também era a mesma de uma cenoura.    - Isso é um absurdo, um elfo ajudando anões na guerra? - o cara de tomate gritou.    - Itz também vai Berna – o rei responde bufando.    - Ah agora melhorou um anão e um elfo, me poupe Dwarf - já falei que esse nome é estranho?    - Com todo respeito senhor mais é uma missão de paz, uma aliança é algo valioso hoje em dia. - o anão fala, ele estava bufando tanto quanto o rei.    - E porque devíamos confia em vocês dois para isso? - agora foi o cara de cachorro que perguntou.    - O que ele quer dizer senhor é que estamos dispostos a viaja até o outro lado do continente, para garantir uma melhor chance nessa batalha, deposite sua confia no anão pelo menos.    Eu falei sem dá tempo de reação, fiquei apreensivo pela resposta. Ficamos certa de 5 minutos esperando a resposta, os velhos anões se entreolhavam de tempo em tempo, a princípio apenas o rei concordava com a proposta.    - Bem chegamos a uma conclusão, vocês iram, mais vai leva alguém com vocês até a Marina, só podemos oferece transporte até lá.    Assim que o rei fala isso, os outros anões do conselho começa a se dispersa a maioria resmungando, acho que nem todos estavam felizes com aquilo, ficou apenas eu o anão o rei e um dos criados.    - Eu ainda não tenho total de certeza, seu plano é bom mas é arriscado, espero que dê certo – o velho fala, ele parecia cansado.    - Meu rei faremos nosso melhor – o anão fala.    - Eu sei meu filho, agora vai sua mãe logo estará em casa.    Ainda ficava encucado sobre a relação dele e do rei, aquilo era estranho.    Ele falou da mãe do anão com um brilho no olhar. De quem tá amando, mais não comentei acho que dormiria na masmorra se falasse em voz alta. O que me fazia fica mais na dúvida ainda sobre o parentesco dos dois.    Saímos logo em seguida em silêncio até a casa do anão. A casa ficava bem aos fundos do castelo, quer dizer ficava nas ruas atrás do castelo, não era uma casa grande mais caberia fácil 6 pessoas dentro.    Na frente da casa havia duas janelas, altas para o tamanho de um anão, entre as duas janelas havia uma porta que eu tinha certeza que eu teria que abaixa para pode entra.    - Bom é aqui que eu moro.    Ele foi entrando e eu atrás dele, quando entro percebo a casa em uma arrumação impecável, o exterior da casa mentia, pois, seu interior parecia bem maior, na sala havia dois móveis, um sofá espaçoso e uma mesa de centro de madeira com o centro de vidro esverdeado, fora algumas dezenas de almofadas espalhada de forma impecável no chão.    - Oi carbichi - uma voz feminina na porta que separa a sala e o outro cômodo me tira dos pensamentos.    A pessoa que chegou era alguns centímetros mais baixa que o Itz, mas assim como o anão ela era ruiva, dos olhos verdes com algumas sardas no rosto, era uma anã bonita, bom pelo menos era mais bonita que a maioria das anãs que eu tinha visto.    - Sammy, não sabia que estava em casa, cadê a mãe?    - Claro que estaria, aqui é minha casa oras, você tá bem? Como conseguiu escapa? Estávamos preocupados, E quem é esse elfo? - ela parecia um tipo de mãezona procurando machucado no filho, quando reparou em mim seus olhos se esbugalharam.    - Ah sou Mark, escapei com seu irmão - respondo esticando as mãos para cumprimentar - lá.    Ela parecia meio assustada quando aceitou meu comprimento, sua mão sumia na minha, era engraçado, me lembrou de alguém do meu passado.    - Mark me ajudou, o rei aceitou ele, então espero que o tratem como da família.    Foi o anão que disse aquilo mesmo? Aquilo fez eu esquece o passado e ri.    - Anão você tá bem? – coloquei a mão em sua testa.    - Cala a boca.    - Ah voltou ao normal.    - Obrigado Mark por cuida do meu irmãozinho, vem me ajuda a pôr a mesa mamãe Já já chega.    Dizendo isso ela arrastou ele para o outro cômodo, continuei na sala, sentei no chão peguei alguns papéis e o livro e li as outras magias, o que não era algo fácil, já que o livro estava 80% apagado, ou borrado.    Deixei o livro de lado, e peguei os papéis em branco e uma caneta que era um dos itens que a bruxa tinha, comecei a fazer meu próprio livro com as magias que eu sabia, esse era um sonho antigo então resolvi bota meus planos em forma. Escrevi por um tempo com detalhes, eu não era o melhor desenhista, mas conseguia alguns bons esboços, me distrai tanto que nem percebi que alguém chamava na porta, ouvi Sammy grita da cozinha para que eu abrisse a porta.     - Olá - na minha frente uma mulher Anã adulta, uma verdadeira cópia de Sammy, a única diferença era as rugas em seus olhos, o que não mudava o fato dela ser bonita, eu comecei a acha que o anão era adotado.    - Bem que Dwarf falou que teríamos uma visita - do nada ela me abraça me pegando de surpresa, um abraço aconchegante, eu logo retribui.    Era um abraço de mãe, e eu não sabia como eu tinha certeza daquilo, já que não lembro da minha mãe, eu só não queria sai daquele abraço.    - Ah vamos entrando acho que a janta está pronta.    Parecia meio estranho manda a dona da casa entra na sua própria casa.    - Mãe - eu ainda não tinha visto o anão corre tão rápido assim.    - Meu menininho, como você tá? Se alimentou direito? Porque não foi me vê antes?    Ela falava muito rápido já levando ele para a sala de jantar. A janta foi servida, passei metade do tempo comendo em silêncio já Itz falou tudo que tínhamos passado até chega ali, de vez enquanto as duas olhavam para mim, outra hora brigava com o anão. Deixo eles conversando e aproveito pra sai indo para o fundo onde parecia ser o quintal.    Peguei uma área limpa e comecei a concentra minha mana, tentando recria as espadas de vento, elas ainda não estavam perfeitas, e eu tinha o pressentimento de que não ia conseguir treinar durante a viagem. Comecei concentrando ao máximo para invoca mais de uma lâmina, era complicado, mesmo eu sentindo que minha mana tinha voltado por completo, abro os olhos ainda com as mãos pra cima desço as lâminas acertando uma na parede ao fundo e a outra a poucos centímetros da primeira, ao meu ver ambas eram do mesmo tamanho, não chegavam a ser do tamanho de uma espada de verdade, mas era bem maior.    Respiro fundo recuperando o ar, sentindo minhas mãos e corpo tremer, toda vez que usava magia parecia com a primeira, a sensação de excitação era incrível, todos os músculos do meu corpo pulsavam, isso era algo que no meio da batalha era complicado de sentir.    - UAU - me assusto pulando para traz, na minha frente tá a irmã do anão    - Nossa quase me mata do coração - ela ri timidamente o que a deixa mais fofa, ei o que eu estou pensando, ela é irmã do meu amigo e ainda tem aquilo.    - Desculpa vim chama você mamãe e ITZ tá arrumando o quarto de vocês – ela fala corada.    - Ah estava só treinando, já tô indo.    - Poderia me ensina? ITZ contou que você além de mago é aprendiz de alquimista, isso ajudaria muito no meu trabalho como curandeira.    - Interessante, bom estende a mão.    Assim que ela estende eu faço a mesma coisa que fizeram quando eu fui chamado, seria mais fácil se eu estivesse algum cristal de Corônio, então restava o teste físico, coloquei minha mão em cima procurando algum sinal de magia, assim que eu encosto não sinto nada, segundos depois uma formicação, no mesmo instante um sorriso brota no meu rosto.    - Porque você não está em uma escola de mago? - Pergunto tirando minha mão de cima da dela.    - Não temos mestres magos, e é muito difícil os pesquisadores humanos vim até aqui - Ela responde triste.    - Olha você tem o potencial pra magia, eu poderia te ensina o básico, mais não tenho tempo, mas quero que você treine nas horas vagas, tente senti o mana dentro de você. Essa parte depende de você, pesquise os fundamentos da magia, quando volta te mostro na prática.    Ela pareceu gosta da notícia, seus olhinhos verdes brilhavam, o que me deixou feliz.    - O que tá acontecendo aqui? - desgraça esses irmãos anões tá querendo me mata de susto só pode, eu não tinha me dado conta que segurava a mão dela ainda, soltei a mão indo pra traz uns 4 passos.    - Quer me mata? – pergunto bravo.    - Haha tinha que vê a sua cara, Sammy a mãe tá mandando entra e você também elfo.    - O Mark estava me mostrando magia, sabia que eu tenho potencial mágico?    - É verdade com prática ela vai ser uma boa maga.    O anão me olhava de uma forma estranha, eu não sabia o porquê, mas eu segui Sammy de volta, o anão me segura pelo braço quando passo por ele.    - Tem certeza? Não iluda ela.    - Sim, não posso promete muito, mas ela vai consegui alguma coisa.    Respondi e voltei a anda, a mãe dele nos levou para o anda de cima. O quarto era grande o suficiente para duas camas de solteiro, tinha um guarda roupa também de solteiro uma mesa com alguns desenhos de armas e composição de metais. Embora o quarto fosse grande o suficiente pra duas camas havia apenas uma, e um colchão forrado e com travesseiro e lençol ao lado, também tinha um par de roupa ao lado, minha bolsa também estava ali, junto do velho cajado.    - Sua mãe é de mais anão - falo me jogando no colchão e sentindo minhas costas relaxarem, e um peso sai dos meus ombros.    - Sim. Eu vou toma banho suas coisas estão -nessa bolsa do lado.    Dizendo isso ele sai.    Pela primeira vez em muito tempo sinto que tenho algo parecido com uma família, mesmo sendo uma família de anão, com esse pensamento sinto meu corpo pesa e os olhos fechar...
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