Enfim no navio

1992 Words
ITZ Era pra ter ido atrás do elfo antes, só fui dar conta dele quando escutamos um barulho vindo da floresta. Encontro um elfo sendo jogado e uma espécie de dragão se debatendo, aproveito que o bicho está focado no elfo e rapidamente entro na luta, desferindo golpes e defendendo de investidas da criatura, desfiro diversos golpes todos certeiros, mais a pele da criatura parece ser de aço, toda vez que acertava minha lâmina era rebatida. Pulo de uma árvore a outra me defendendo até acha uma brecha e pular no pescoço dele, dando murros na cara da criatura, os murros parecem ter mais efeito que espada então continuo, como eu queria ter uma luva de combate. Percebo que o elfo se levantou. - Eu não consigo corta o pescoço a carne é dura, temos que congelar - o elfo se prepara para atacar. O impacto da bola de gelo faz com que ele pese indo ao chão, eu caio rolando para o lado já preparando outro ataque, com a espada. - Gelo não funciona, precisamos de fogo- o elfo poderia ter razão, já que mesmo o gelo era quebrado facilmente. - Morre desgraça, tenta suas espadas – a criatura consegue prende minha espada com a boca dou alguns socos na cabeça dele o obrigando a solta. Continuo as investidas procurando brechas entre as escamas. - Toma isso é tudo que tenho. - escuto a voz do elfo, já fraca e cansada. Por puro reflexo desvio do dragão que ataca indo com a cabeça em direção ao chão, recuo alguns passos, logo que eu saio o mago lança uma bola de gelo congelando a cabeça do monstro no chão, me arrasto até o elfo. - Isso não vai segura muito tempo, anão eu tô quase sem mana, e não temos fogo. Enquanto fala ele lança outra esfera de gelo, reforçando a prisão da criatura. - Eu sei, mais agora é pessoal - ele coloca as mãos no meu ombro curando, mais diferente das outras vezes não sinto a mesma força, ele estava quase no limite mesmo. - Enquanto essa luta não acaba não posso cura mais que isso, melhor se prepara o gelo tá quebrando. Era verdade o bicho estava vindo, rapidamente vou para a frente me preparando para a batalha, tento destrava a fúria de antes correndo em direção ao mostro, pegando impulso no tronco caído e pulando, acertando a cabeça dele com a parte chata da espada, arranco umas escamas do pescoço criando a brecha que eu queria, mas não tinha tempo de aproveita tendo que recua e me defende. Meus braços estavam pesados a exaustão de ter usado a fúria estava cobrando, e cada golpe defendido mais doía, só estava em pé por causa da fúria que agora só servia para me manter em pé. - Anão quando eu mandar saia de perto. O elfo fala finalmente, procuro me desvia como posso. - AGORA, IGNUS - Quando ele grita pulo saindo da linha de fogo, e quando eu digo fogo é fogo mesmo. Uma bola de fogo enorme sai em direção a criatura acertando em cheio o fazendo se debater no chão, um cheiro de aço queimado entupido o ar se misturando com cheiro de mato e madeira queimando. A chama não consumiu muito da floresta mais felizmente consumiu toda a crosta dura da criatura. A criatura já não se mexia nem uivava de dor, o único som que tinha era do crepitar das chamas, assim que a chama se consumiu peguei a lâmina e terminei o serviço, lâmina essa que entrou fácil no corpo oco da criatura. Me arrasto até onde o elfo estava, a situação estava f**a, suas roupas estavam chamuscadas, tanto as pernas quanto os braços estavam desprotegidos, fora seu braço que estava com algumas queimaduras, havia também inúmeros cortes em seu corpo, e suas costelas tinha algumas farpas de árvore rasgando a pele, seu cajado antes novo agora não passava de um pedaço de madeira trincado e queimado. - Ganhamos? - ele pergunta recuperando o fôlego, sua mão tremia. - sim mas você tá acabado. - Você também não está melhor, temos que sai daqui, nada garante que isso não era um filhote. - Você tem razão - ajudo ele a levantar. Começamos a se arrastar de volta parando de tempos em tempos para respirar, tanto eu quanto ele estavam acabados. - Eu drenei toda minha mana naquela bola de fogo, vamos ter que descansa aqui essa noite não tenho condição de cura você nem eu – ele fala entrecortado. - Eu também não conseguiria, usei muita fúria acho que nem com sua cura resolveria, sinto meus músculos rasgando, creio que tenho 5 minutos pro sangue esfria e meu corpo pedi o chão. - só minha força de vontade me mantém de pé agora anão, estamos parecendo 2 lixos. - concordo. No meio dessa conversa feliz chegamos onde havíamos montado acampamento, o cocheiro nos ajudou a chegar mais perto da fogueira. Quando deitei no chão, só então percebi que a dor e o cansaço eram cem vezes pior, agora parecia que meus músculos queimavam não tinha um lugar no corpo que não doía. Olhei para o lado vendo o elfo encostado em um toco e o cocheiro mexendo na fogueira fazendo algo para comer. - o bicho que vocês enfrento deve ter sido gigante, o elfo tá com a lateral do corpo cheia de furo e tu anão tá com dificuldade até para respira – ele falava o obvio e isso me irritava. Tentei fecha os olhos, mais meu corpo todo doía, ele tinha razão até respira doía. - toma - o cocheiro tinha uma caneca na mão. - o elfo disse que alivia a dor. - toma anão escama de Draguelo tem propriedades curativas com a planta certa ajuda na dor e em ferimentos internos. - o elfo fala. Deixei o líquido cai garganta a baixo, tinha um péssimo gosto, mas a dor era tanta que nem senti. - Draguelo hein, tá explicado o porquê de tarem destruídos – já disse que ele gostava de fala o obvio? Ficamos em silêncio não sei por quantos minutos, o chá do elfo tinha ajudado na dor consegui me sentar, ainda estava doendo, mas agora a dor era suportável, e não doía mais respira. - Porque não chamou antes? - o elfo estava remendando os próprios ferimentos, com uma agulha que o velho tia dado, seu braço direito estava parecendo de uma múmia. - Eu fui pego de surpresa. Ele chegou do nada, so tive tempo de me defender, e a dor passou? - sim, eu ainda não sei usar esse poder, sem feri meu próprio corpo. - não usa mais – o cocheiro fala, mais uma vez sendo obvio. - é automático – respondo. - o senhor tem outra agulha? Ou uma caneta? – o elfo joga a outra no fogo. - tenho. - me lembra de nunca para na sua cama de curandeiros. – Falo com cara de nojo. Ele continua se suturando quando deu o último ponto caiu para traz desmaiado. - você também precisa dormi anão seu pai não ia gosta de sabe que o filho dele não dormi depois de uma batalha – o velho fala, se aproximando mais do fogo. Não esperei outro convite. Logo meu corpo ficou leve e eu dormi. Graças aos deuses meu sono foi tranquilo, apesar da dor, acordei com um cutucão na barriga tanto elfo quanto cocheiro estavam prontos, os cavalos estavam em prontidão, logo seguimos viagem de volta a estrada. - Mais quanto tempo até chega? – pergunto - Cerca de três horas se não tiver empecilhos. A viagem continuou silenciosa por um tempo, enquanto eu afiava a espada o elfo desenhava um símbolo no ar, e escrevia nas folhas. - O que tanto você escreve ? - Eu tô com a intenção de deixar ensinamentos, além de magias também possíveis porções, que nem a que você tomou - Ele se aproxima mostrando as folhas. - Olha por exemplo essa escama de Draguelo, serve tanto como elixires curativos quanto para armaduras – ele mostra uma das escamas, eu sabia que dava pra reforça escudos com escamas de dragão, só que era algo muito delicado - Essa é uma folha de Religue, se combinada com óleo de Mandrágora, cura qualquer veneno, bom pelo menos os venenos naturais conhecidos, agora venenos produzidos em laboratório é outra história. Enquanto ele falava eu ficava admirado, esse conhecimento era algo muito útil, mas eu não podia deixa de pensa o quanto ele era nerd. - incrível, como você sabe isso tudo ? - como eu falei sou aprendiz de alquimista, então tenho certo conhecimento em Herbalismo. - isso é útil mesmo. - Você sabe como fazer um bom destilado? – O velho cocheiro fala. - Até sei, mas sei a teoria – o elfo responde encerrando a conversa. Conforme o tempo passava a tensão aumentava até o elfo parou de escreve, sabíamos que daqui pra frente ia ser tudo mais difícil sem p******o nenhuma apenas nos dois. - é aqui que vocês ficam boa sorte – o velho fala parando para que descêssemos. Dizendo isso seguimos a pé, direto para compra a passagem, o meio mais rápido de cruza o continente era de barco. - duas - falo para o vendedor - fica 14 moedas de cobre e o próximo barco sai daqui 10 minutos senhores. Pagamos e fomos direto para o barco, diferente do primeiro esse, tinha dois andares a parte de cima normal onde as pessoas olhavam o mar, já em baixo ficava as cabines onde íamos dormi, o barco estava cheio de mercadorias e seus donos, tinha cerca de 30 pessoas dentre elas alguns guardas Stomalack. - Disfarça mas tem alguns guardas, olhando pra cá - olho para o elfo. - Estão olhando para a gente desde que entramos na cidade, você acha que se recuperou? - Não completamente mais sim estou bem, e você ? Acha que voltou seu mana ? - Sim, é como se fosse um sistema de encanamento, tem a torneira a caixa d’água e o ralo, a torneira vai pingando enchendo o pote quando eu uso magia solto a tampa do ralo, no momento estou quase 100% . Enquanto conversávamos perdemos os guardas de vista, eu estava com m*l pressentimento, eles não iam deixa a gente em paz e a viagem duraria algumas horas. - Olha só o que temos aqui Joey, será que eles têm permissão para viaja no meio de pessoas puras? - um dos guardas vem em nossa direção, ele era maior que o elfo já o outro era magrelo. - não sei senhor acho que esses lixos estão de penetra aqui. - olha não queremos problemas temos a passagem. E somo livres para andar. - Ah anão seu povo não é livre pra nada vocês só servem como escravos, imundos, eu devia manda vocês lamberem minhas botas – o que parecia ser o líder fala, arrancando risos do outro. - já falamos que não queremos problemas - o elfo entra na conversa, com uma mão nas costas. - outro imundo acha que pode fala com seu superior? - Ele saca a espada tentando nos intimidar – não vejo a hora do contrato com os orelhudos acabar. - Superior? Você é um simples guarda - também me preparei para a possível batalha também sacando a espada. A clima ficou tenso algumas pessoas se esconderam, outras recuaram assistindo a cena. - senhores esses rapazes pagaram pra está aqui - o capitão do barco apareceu. - tá certo capitão, fica esperto senhores, se fosse vocês dormiria de olhos aberto. Eles nos deixaram. - Cuidado não posso está aqui todo tempo e eles podem alega defesa própria – o capitão fala, nos deixando a sós. - essa viagem vai ser longa anão, esses infelizes brotam do chão. - é sim difícil. Do outro lado os guardas não tiravam os olhos da gente...
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