Depois da noite que passei com Leon, tudo mudou entre nós.
Ele começou a passar mais tempo comigo e com a Max. Virou rotina assistirmos filmes juntos, fazermos algo simples no fim do dia, rirmos como se fôssemos uma pequena família improvisada. E, quando a casa finalmente silenciava, Leon vinha para o meu quarto.
Às vezes ficávamos apenas conversando no escuro. Outras vezes… nos perdíamos um no outro até o amanhecer.
Acordávamos cedo para correr, como se nada tivesse acontecido. Ninguém desconfiava de nada.
Quanto mais tempo eu passava com Leon longe dos olhares alheios, mais eu conhecia um homem completamente diferente do “Sr. Cara Fechada”. Ele era gentil, carinhoso, engraçado. Tinha um sorriso fácil quando estava relaxado, e um jeito protetor que me fazia sentir segura.
Mas havia coisas que ele não dizia.
Leon não falava sobre sentimentos. Não se abria. E eu não o pressionava. Deixava tudo fluir… talvez por medo de ouvir algo que eu não estivesse pronta para encarar.
Ele havia me pedido para me afastar de Victor. Eu tentei. De verdade.
Mas não consegui.
Victor era gentil, respeitoso. Às vezes me acompanhava para levar Max à escola, e depois dávamos uma volta rápida. Nunca ultrapassava limites. Nunca insistia. Sempre parecia… presente.
Leon não sabia desses passeios. E, para mim, não havia nada de errado. Ainda assim, sempre que Victor aparecia, Leon ficava emburrado — o maxilar travado, o olhar escurecido.
Nada que uma noite de beijos roubados e provocações não resolvesse.
Ou pelo menos eu achava.
Era terça-feira à noite quando Max insistiu em uma maratona de filmes de terror. Fizemos cookies, pipoca, e Leon apareceu com uma variedade absurda de balas de goma. Nos sentamos no meio da sala de cinema, Max entre nós, como sempre.
— Athena? — Max chamou de repente.
— Oi?
— Percebi uma coisa agora.
— O quê?
— Você nunca mais falou dos seus encontros com o Victor.
Meu coração disparou.
Leon se ajeitou no sofá, cruzando os braços, o olhar fixo em mim.
— É porque não tivemos mais encontros — respondi, tentando soar natural.
— Nem depois que vocês me deixam na escola? — ela insistiu. — Fala a verdade.
— É, Athena, conta pra gente — Leon provocou, a voz dura.
Engoli em seco.
— Não tivemos encontros, Max.
— Por quê? Você não gosta mais dele?
— Eu gosto do Victor — respondi, lançando um olhar rápido para Leon. — Mas como amigo.
— Amigo? — Max fez uma careta. — Eu sempre achei que vocês dariam um casal lindo. Tava torcendo pra vocês namorarem.
Leon quase engasgou.
— Max — ele interrompeu —, a Athena já disse que não quer namorar o Victor.
— Desde quando você entende de combinações, Leon? — Max riu. — Eles combinam muito.
— E qual é o tipo de cara que eu combinaria, então? — perguntei, cruzando os braços.
Leon desviou o olhar.
— Eu só não acho que vocês combinem, ok?
— Sr. Cara Fechada — Max provocou, rindo.
Leon se levantou.
— Hora de dormir, Max.
Ela reclamou, mas acabou obedecendo. Quando ficou sozinha, me levantei para ir para o quarto — e Leon me puxou de volta para o sofá.
— Você vai me contar sobre esses passeios? — perguntou, sério.
— Não é nada demais. Só levamos a Max à escola juntos.
— E por que não me contou?
— Porque você não ia gostar — suspirei. — E eu não vou ignorar alguém com quem trabalho.
Leon respirou fundo.
— Talvez eu precise trocar de motorista.
— Você só pode estar brincando.
— É o único jeito.
— Isso é ciúme.
— Não — ele se aproximou. — É medo de perder você.
Aquilo me desarmou.
— Então admite que está com ciúmes?
Ele hesitou… e assentiu.
— Eu tenho.
Sorri antes de beijá-lo, um beijo lento, carregado de tudo que não dizíamos em voz alta.
— Eu prometo não sair mais com ele — murmurei.
Ele me abraçou forte.
— Agora vai dormir.
Na manhã seguinte, depois da corrida e do café, eu organizava a cozinha quando Victor apareceu, impecável como sempre.
— Bom dia, Athena.
— Bom dia.
— Quer ir comigo levar a Max e depois comer alguma coisa?
Hesitei. Mas assenti.
— Claro.
Quando Victor estava quase saindo, senti a presença de Leon atrás de mim.
— O que ficou combinado?— O olhar dele escureceu para mim.
— Athena não vai poder sair — disse, frio. — Tenho um trabalho pra ela.
Victor não disse nada ,se despediu educadamente e saiu.
Quando ficamos sozinhos, joguei um pano de prato nele.
— Sério?
— Achei que tínhamos um acordo.
— E temos — respondi firme. — Você não confia em mim?
Leon se aproximou, prendendo-me contra o balcão.
— Confio. Só odeio a ideia de alguém te olhando como eu olho.
— E como você me olha?
Ele se inclinou, a voz baixa, perigosa.
— Como alguém que eu quero só pra mim.
Meu corpo reagiu antes da razão. O beijo veio intenso, urgente, carregado de tudo o que havíamos tentado controlar.
- Leon...é muito arriscado.- Falei já ansiando por ele.
- Eu não me importo de correr o risco. - Falou ele me beijando ferozmente,ele passava sua mão pelo meu corpo e apertava minha b***a. - Athena eu preciso muito de você...- Ele falou dando um gemido.
Eu não resistia aquele homem quando ele falava daquele jeito,fiquei tão exitada que apenas acenei com cabeça e agarrei Leon num beijo ardente ele entendeu como um Sim e me beijou me erguendo no colo, ele beijava meu pescoço enquanto apertava meus s***s e eu gemia de prazer,ele se esfregava com seu m****o já duro e pronto pra mim,Leon logo abriu o zíper da sua calça e em seguida me colocou no chão abrindo minhas calças e descendo até os joelhos.
- Eu quero te comer de quatro aqui athena.
- E oque você está esperando?
Leon me virou de costas para ele tão rápido que não pude reagir,ele me prendeu sobre o balcão e puxou meu cabelo de leve deixando um beijo no meu pescoço, com a outra mão ele inclinou meu corpo sobre o balcão numa posição em que minha b***a estáva bem exposta,na hora olhei para trás e vi Leon com aqueles olhos azuis em chamas ele me olhou de um jeito safado chupando o dedo médio e o anelar oque me fez dar um suspiro de antecipação ,com um sorriso perverso no rosto Leon esfregou no meu sexo os dedos molhando fazendo movimentos circulares no meu c******s e logo em seguida enfiando os dedos em mim,com movimentos leves ele tirava e colocava os dedos Leon beijava meu pescoço e puxava meu cabelo fazendo minha cabeça cair pra trás eu gemia de prazer.
- Leon...
-Me diz o que você quer amor.- Eu inclinei para trás gemendo.
- Quero você dentro de mim...
Leon não perdeu tempo e tirou seu m****o pra fora ele esfregou ele no meu ponto sensível colocando apenas a cabeça na entrada,ele inclinou meu corpo para que eu ficasse a sua mercê e com um movimento leve ele colocou seu pênis em mim me preenchendo toda,Leon era muito grande para mim então ele me dava uns minutos para eu me acostumar.
- Você é tão apertada athena...isso me deixa louco...- Falou ele afundando mais seu pênis em mim.- Eu sou o único que posso te comer assim,você é minha athena.
- Sou só sua Leon...
Ele deu um gemido de satisfação e então começou a me dar investidas fortes ele fazia movimentos tão rápidos que eu não aguentava os gemidos,com uma mão na minha cintura me puxando com força ele pegou a outra mão e desceu no meu c******s fazendo fricção,Leon sabia oque fazia ele me comia com tanta vontade e eu só ansiava por mais.
- Vai Leon...
- Você quer me matar athena? - Ele falou ofegante mas nunca parou de dar as investidas,ele me inclinou mais e me penetrou tão fundo que eu me via em êxtase.
- Leon eu vou gozar...
- Vai amor goza pra mim...
Não aguentei muito tempo nós chegamos no clímax juntos um gritando o nome do outro, Leon deu mais uma investidas que me fez perder o equilibro das pernas ele saiu de dentro de mim com cuidado dando beijos no meu ombro ,eu estava fraca então segurei no balcão, Leon logo vestiu suas calças e me segurando ajudando a me vestir,ele deu um beijo na minha testa me pegou no colo e me levou até a sala de estar me colocando no sofá e se ajoelhando no chão.
- Eu já te falei o quando você fica linda após o sexo?- Ele falou acariciando meu rosto.
- Deve ser o efeito que você causa sobre mim.
- Você é incrível athena,é por isso que te quero só pra mim,seja minha?
- Eu sou sua Leon,só sua.
- Eu amo quando você fala isso.- Ele me deu um beijo doce.
Mais tarde, deitada sozinha na cama, senti o vazio que Leon deixava quando não estava perto.
Meu corpo, minha mente, meu coração — tudo nele.
Eu não sabia onde aquilo ia dar.
Só sabia que já era tarde demais para fingir que não estava envolvida.