2008
Na minha segunda aula, eu estava mais empolgada, até chegar lá e ver que hoje teria todas as meninas, eu já gelei e fiquei toda atrapalhada, mais keyth logo veio pedindo que eu ficasse tranquila que daria tudo certo e ela estaria ao meu lado, até eu pegar os passos ficaria num cantinho vendo e fazendo. Eu peguei o vestido, e fui ao vestiário me trocar, nunca havia ficado sem roupa na frente de outras garotas, a vergonha era tão grande, elas olhavam uma pro corpo da outra vendo quem tinha mais peito ou b***a, todas de lingerie enquanto no meu caso tentava esconder o r***o da minha calcinha velha, rápido elas foram saindo enquanto eu enrolava por não saber me arrumar ao certo, umas das meninas, a que mais tinha cara de desprezível se aproximou com um olhar inconveniente, eu gelei o corpo todo enquanto ela já veio falando:
- oi, eu sou Elen, queria conversar com você sobre algo que tá me incomodando, não quero ser chata ou evasiva, talvez você não vá muito com a cara das meninas daqui, ou com a minha, mais enfim... ontem te vi com o kened, fui eu quem passou de carro sem querer, ele é bonito, mais tem uma história complicada na companhia...
- olha, tudo bem eu sei que sou pobre, e i****a, e acima de tudo, jamais o tipo de menina que ele ficaria, mais não quero problemas, eu tô aqui apenas pro ensaio. - eu fui falando antes que ela me visse como um alvo fraco e eu virasse chacota.
- não, não, não é isso, você entendeu errado, eu não quero isso de você, so quero te contar a história.
- eu gosto do kened, ele tem um lado bom, me desculpa mais não quero saber sobre isso, tudo bem?
Eu não queria ouvir boatos, queria ouvir a versão versão de qualquer história, na boca dos outros a gente pode ser qualquer coisa, por isso preferia conhecer as pessoas de verdade, e não suas fofocas. Sai de lá frustrada, Red me ajudou com a amarração do vestido e seguimos pra barra, foram diversos movimentos que nunca havia visto ou feito antes, mais independente, eu consegui fazer todos, com facilidade e acompanhar os passos das outras garotas, a maioria delas ficaram até mesmo com raiva, porque elas sentiam que eu não era capaz de ser como elas, mais sai sorrindo, no final Red disse que eu podia levar o vestido e a sapatilha, e eu fui tão feliz, a primeira coisa que fiz foi logo contar pro kened, não iria falar sobre o acontecido da academia pra não causar mais clima chato, amanhã já seria o dia do encontro e a gente conversaria melhor.
Sábado...
Kened me chamou pra uma festas, com os amigos dele, não era oque eu havia pensado pra gente mais tudo bem, eu fui até Eleanor pedi que me emprestasse algo, como ela já sabia de tudo seria mais fácil, minha mãe ainda não falava com a gente ou saia do quarto, eu tava péssima por dentro por tudo oque vinha acontecendo. Ela me emprestou uma saia preta e uma blusa de brilhos prata com um tênis, eu me sentia a mulher mais bonita, o poder de um rimel e um batom vermelho, que independente de toda a guerra travada minha auto estima estava voltando aos trilhos, meu cabelo estava perfeito, ele me encontrou sorrindo com uma camiseta preta com uns detalhes que parecia ser de algum filme do qual eu não conhecia e um boné vermelho de aba reta que complementava o visual, meu estômago dava giros de alegria, a gente foi de ape, conversando sobre nossas famílias, sentamos frente a casa que seria a festa, aguardando seus amigos enquanto ele acendia um cigarro, por um impulso repentino eu pedi que me deixasse fumar, paciente me ensinou como se tragava, de começo não era tão bom mais a sensação era de leveza ao sair da fumaça. Quando os amigos dele chegaram, ele me apresentou como sua namorada, me gabando enquanto eu recebia elogios, e falando que eu fumava, como se tivesse orgulho, a gente entrou e a todo estante ele estava ao meu lado, me ofereceu um copo de bebida, de começo eu recusei, não era acostumada a beber, mais tudo tava tão frustrante que decidi que merecia um dia longe de tudo, merecia me inturma, fazer novas amizades, começar uma vida social adolescente com festas, e ao lado do kened isso tudo seria perfeito, eu estava apaixona, isso era um fato. Aquele copo de cerveja subiu com tudo me dando uma nostalgia surreal, ele me ofereceu outro copo de algo vermelho que tinha um cheiro de álcool mais forte, eu já ria e conversava com todos, e dançava com as meninas, até pegar outro copo e outro, e meu celular tocar insistentemente, eu fui até a frente da casa pra atender, era o canalha do meu pai:
- deixa eu adivinhar, nesse momento você tomou uns cinco copos de wisk e tá agora sentado na sala do seu apartamento chique, com a p**a da sua mulher provavelmente na banheira com velas ao lado dela, será que passa pela sua cabeça o caos que você transformou a minha vida? - eu estava tão frustrada e bêbada que só queria me esvaziar de tudo aquilo.
- Beth querida, eu sinto muito por tudo isso, mais você sabe que sua mãe era difícil..
- difícil? Aahhhh, porque você a tornava difícil, com o seu terno fedendo a perfume barato de prostituta de esquina, com as suas mentiras pra ficar longe da gente porque não era homem o suficiente pra ajuda lá com as dores que ela carregava, tudo oque você sempre soube fazer foi enfiar o dedo na ferida dos outros e jogar a culpa pelo machucado em qualquer um que não fosse você, tenha o seu abençoado filho, e comece do zero fingindo que não cago na sua outra família... - e assim eu aliviei o peito de tudo oque tava engasgado a meses, gritando e chorando no meio da rua com um copo de bebida em mãos, desliguei o telefone, secando minhas lágrimas pra que ninguém percebesse, mandei uma mensagem pra Eleanor falando que estava tudo bem pra ela nao se preocupar, tomei meu último gole e subi as escadas da frente voltando pra dentro de casa, kened me encontrou falando que estava preocupado, eu o beijei, beijei com todo o desejo que havia em meu corpo, e pedi por mais bebida, gritando um " bora anima galera " queria mais daquela sensação de coragem, de gritar oque sentia preso na garganta, kened me entregou outro copo e fomos todos pra beira da piscina, a maioria das pessoas naquela casa estavam totalmente bêbadas e drogadas, a menina que havia falado comigo no dia anterior sobre kened estava lá também, cuidando de canto de olho. A um certo ponto da noite, eu me senti tonta ao me levantar, como se esquece completamente aonde eu estava, meu estômago revirou com tanta força que sai correndo pras árvores que tinham na frente da casa, kened tava muito bêbado era nítido de se ver, dando risada ele começou a me agarrar, a me agarrar de uma forma diferente, eu estava muito louca, não tava afim, ou tinha condições, então pedi que se afastasse, mais ele disse que tava tudo bem, o meu estômago revirava e o sentia sufocada, em alguns momentos parecia que tudo ficava turvo e era como se estivesse desacordada, pude ver que estávamos embaixo da árvore, tinha umas dez pessoas em volta da gente, seus amigos, eu me lembro que ouvia eles falando pra que você me fizesse ajoelhar, eles riam, e estavam excitados, tentava te empurrar, juro que tentava te empurrar pedir pra que você parasse, mais você se fazia de surdo kened, e continuava a levantar a minha saia, a me tocar por baixo da calcinha, meu estômago enjoava ao sentir o seu toque, ao ouvir aqueles idiotas que não faziam nada apenas ficavam excitados vendo aquela situação, ele me machucava com as suas mãos, sentia as lágrimas escorrerem sem saber como sair de toda aquela situação, o empurrei com toda a força que o desespero me trazia, e sai tropeçando, empurrando os seus amigos que me tocavam, tocavam o meu corpo, eretos, tentando encostar em mim, eu chorava desesperada sem forças pra falar nada ou reagir, Ellen a moça da companhia veio até a minha direção com a cara pasma, me lembro dela me amparando e chingando todos que assistiram aquilo, não confiava nela, mais prescisava, agora me sentia segura, num piscar de olhos e eu já estava dentro do carro em movimento.
- tá tudo bem, avisei sua tia que vai posar em uma amiga, pode ficar tranquila comigo, vou te levar pra minha casa, te dar um banho, e te por pra descansar. - Ellen
Eu não tinha forças pra responder, meu estômago revirava de nojo,nojo do kened, nojo daqueles escrotos, nojo de mim mesma. Escorada com a cara no vidro do carro eu via meus olhos borrados por conta do rimel, e as lágrimas escorrendo, não conseguia ver a forma com que lidar com aquela situação quando o efeito do álcool passasse, quando voltasse pra casa, eu queria ser a jovem que vai a festas, e acabei conhecendo uma parte do mundo com a qual nunca tinha desconfiado, o mundo dos jovens na puberdade com ascendente a estrupadores de merda, a partir do momento em que a gente é tocada, machucada isso é um estrupo, e ainda havia merdas piores que conseguiam ficar com seus paus duros ao ver uma mulher inconsciente pedindo socorro, eu não queria imaginar ou acreditar que tinha me colocado nessa situação por querer ser uma jovem comum, por ficar bêbada ou simplesmente pelo fato de ter confiado em alguém tão merda, com a cara no vidro do carro ainda, me sinto fraca, indefesa, kened arrancou toda a minha força no momento em que levantou a minha saia ignorando o meu não. deveria ter ouvido a Ellen,agora é ela quem está ao meu lado, me amparando e me colocando no banheiro pra tomar banho enquanto procura uma roupa pra mim, não quero me ver no espelho, não quero me encarar, não quero me sentir. Entrei em baixo a água gelada, em plantos, imaginando o quanto fui i****a, kened, você nunca será capaz de saber a dor de se sentir imunda e incapaz de ser uma mulher de respeito sem que algum moleque cheio de hormônios se aproveite por ser uma problemática bêbada, e você tem sorte por isso, por não saber oque é ter uma lembrança que vai de te destruir todas as vezes que você se lembrar e ainda assim fechar os seus olhos se vendo em baixo daquela árvore, queria poder lembrar a cara dos seus amigos, mais só a sua já me causa repulsa o suficiente. Acordei na cama da Ellen, com a visão turva de quem não queria nem mesmo abrir os olhos mais precisava encarar o susto de ter dormido fora de casa, adoraria falar que não me recordava de nada, mais a minha mente golpeava o noite passada milhares de vezes por segundo na minha frente. Ellen abriu a porta do banheiro do quarto de pijama rosa, não conseguia ver os detalhes da estampa porque parecia que elas estavam voando.
- bom dia, sei que não tão bom assim, você capotou após sair do banho sem nem conseguir colocar a roupa. Mais ta tudo bem, pode se trocar, usar o banheiro, eu vou descer e pegar um café da manhã e uma aspirina pra você, fica a vontade.
Só de calcinha e sutiã eu estava coberta por um endredom de cerdas macias, nos pés da cama eu via o colchonete que Ellen usou pra dormir. E ali eu percebi que realmente as aparências enganam, pensava que ela queria meu m*l, enquanto defendia o kened com garras e unhas, que vacilo! Eu levantei, e tinha roupas separadas no armário do banheiro, um shorts de tecido e uma camiseta grande, eu me troquei, lavei o meu rosto e pentiei meu cabelo fazendo um r**o de cavalo, sentei na beirada da cama, ainda pasma, enquanto Ellen abria a porta do quarto com uma bandeija de café da manhã, com suco, pão, frutas, bolacha, ela esticou um comprimido pra dor de cabeça e um copo de água, tomei sem pensar duas vezes enquanto ela apoiava a bandeja no criado mudo e sentando ao meu lado.
- Olha, me desculpa, fui ignorante com você na companhia, e tô completamente arrependida, muito obrigada de verdade por tudo oque tem feito por mim. - eu fala ainda com as lágrimas escorrendo.
- tá tudo bem, você quer saber sobre a história agora?
Sem saber se era uma boa ideia, acenei com a cabeça que queria ouvir.
- o kened namorou com a Mia, a loira de cara debochada, ela não queria continuar o relacionamento deles, sempre falava que ele era agressivo quando tranzavam, ou a humilhava, mais ele não queria terminar.Um dia, ele á drogou, fez oque queria e gravou um vídeo explanando ela por toda a cidade.A Mia não era aquela arrogante, até ter que se fazer de forte em meio aos fuxicos de todos.
- Eu fui uma i****a, não devia ter bebido tanto...
- Para Beth, ele foi o babaca, e você tem que denunciar, eu te ajudo, te apoio, a Mia pode testemunhar também.
Não, eu não podia testemunhar so queria esquecer tudo, queria apagar da minha mente. Expliquei isso a ela, que me abraçou, pedindo perdão se um dia havia sido arrogante, ela me deu uma carona me levando até em casa, eu não sabia nem mesmo como disfarçar, ou deveria agir. Empurrei a porta e tentei ser sarcástica, não demonstrar oque havia ocorrido, não queria levar esse problema pra dentro de casa.
- noite das garotas, foi de mais, a quanto tempo não me divertia assim, to exausta.
Eu falei fechando a porta que bateu atrás de mim, me deparando com Rick e Eleanor chorando sentados no sofá.
- Beth querida... - Rick começou soltando as lágrimas do olhar - sua mãe passou m*l durante a noite e teve que ser levada ao hospital.
Mais uma vez o chão se abria em baixo dos meus pés, o susto foi tão grande que comecei a berrar.
- Oque aconteceu? Me falem agora, eu quero vê lá.
- Calma Beth, me escuta, respira e se acalma, a gente vai te contar... ela prescisa passar por uma cirurgia de cataterismo, no coração, é simples, tem os seus riscos mais ela vai ficar bem!
- Me leva pra lá agora, por favor!
Sem saber se eles me levariam ou não meu desespero era tão grande que fui logo abrindo a porta e correndo pra perto do carro que estava estacionado na frente da casa, eles vieram logo em seguida, so o tio Rick iria, a tia Eleanor ficaria em casa, ele entrou no carro sem saber ao menos conduzir as palavras que acalmasse o nervosismo das minhas pernas balançando sem parar.
- como aconteceu? - o silêncio já era pior naquele momento.
- A enfermeira domiciliar viu que ela não estava bem, e nós chamou, ela tava tranquila, so com dor no peito.
- ela corre risco?
- Beth... sempre há riscos, mais ela é uma mulher forte.
Já na frente do hospital eu descia com o peito apertado. Rick nos identificou no balcão da portaria e seguimos por um corredor cheio de quartos, e depois uma escada imensa, até o quarto em que ela estava deitada, ligada a vários aparelhos monitorando seus batimentos e com os olhos lá no fundo e cheio de olheiras, eu a abracei chorando, não podia me imaginar perdendo- a. A sua voz, nem ao menos saia, era tão fraca e amedrontada que parecia que ela apenas conseguia conversar com o olhar e as lágrimas que escorriam, o clima do quarto de hospital era tão pesado que arrepiava a minha nuca me embrulhando o estômago, estava desesperada sem saber oque fazer.Sai do quarto chorando e fui até o banheiro lavar o rosto, meu reflexo no espelho ainda era difícil de lidar, sempre acabava comigo sentindo aquele toque repugnante, e pensar que enquanto tudo isso acontecia minha mãe quase perdia a sua vida e não estava ao lado dela ao menos segurando a sua mão. Nesse momento se passava diversas coisas na minha cabeça, o desespero, o medo, eu pensava se tivesse acontecido o pior, minha mãe se fosse, sem eu poder me despedir. O meu maior medo é a morte, perder quem a gente ama, o buraco imensurável que uma partida pode abrir no peito. Ao sair da porta do banheiro vi Rick coçando a cabeça como se me procurasse, me acheguei perto e ele pondo suas mãos sobre o meu ombro me avisou que minha mãe já estava sendo preparada pra ir para a cirurgia. O pouco que entendia de biologia me revelava que o cataterismo era basicamente a introdução de um catéter, que é um tubo flexível extremamente fino, na artéria do braço, ou da perna, até o coração, não demoraria mais de uma hora, soque nesses momentos é impossível que a hora passe rápido. Eu caminhava por todos os corredores, comprava refrigerante, ou qualquer coisa que fosse boa pra ansiedade. o meu coração tava tão desesperado, nunca havia orado antes, minha família não é tão religiosa, mais nesse momento me senti forçada a aprender indo até a capela do corredor que estava. Dizem que oração são as palavras sinceras do coração, e foi assim que aprendi orar, falando com um homem do qual não via, tudo aquilo que tava preso no meu coração, não sei se ele ouviu, mais como uma mão tirando todo o fardo das minhas costas, eu via uma luz sobre a minha cabeça que me acolhia de toda a dor.
1 hora e meia depois, o médico apareceu com notícias de que estava tudo bem, ela só precisaria ficar em repouso e tomar as medicações. Não podia vê lá ainda, mais saber que ela estava bem, já era um grande conforto. A visita só seria na parte da noite, entao fomos embora almoçar, mais era impossível sentir fome, entao apenas sentei no sofá, coloquei minha série, e desliguei a minha mente pegando no sono.
- Beth, Beth, acorda querida... - meu tio me chamava com a voz como em sussurros- tem um amigo seu lá fora.
- amigo? ham? - ainda estava sonolenta, mais fui me levantando curiosa olhando pela janela. Droga. Era o kened, eu queria fugir, correr, falar que não estava, mais inacreditavelmente ele sorria e acenava como se nao tivesse feito nada. Eu abri a porta e ele me olhava com os olhos apaixonados como se esperasse que eu pulasse nos seus braços.
- oi gatinha, não me respondeu mais? pensei que fosse me chamar pro seu quarto- sorrindo as palavras saim da boca dele com uma leveza que so um psicopata teria.
Não queria gritar, nem ao menos falar sobre oque ele fez, mais todo aquele momento era de mais pra mim.
- kened, se você tivesse vergonha na sua cara você não estaria parado na minha frente, veio ver o tamanho do estrago que você fez na vida de alguém que confio no seu caráter de merda?
- ei ei Beth calma, doque se tá falando? a gente se divertiu ontem a noite, você tava bêbada e começou a me agarrar não lembra?
Que babaca ele queria fazer como se a culpa fosse minha, ou confundir a minha mente?
- escuta aqui seu babaca, eu não sou trouxa, podia tá bêbada, mais sei bem oque eu vi e oque aconteceu, você e os porcos dos seus amigos. Com a sua cara de bom menino, você esconde um grande merda de um e********r, você tem noção do tanto de medos e inseguranças que eu vou ter que levar pro resto da vida, quando conhecer alguém bom de verdade, ou quando pegar um copo de bebida na mão, pelo simples fato de um dia eu ter acreditado em você?
- Mais que merda Beth, me perdoa, eu confesso que eu tentei confundi sua cabeça, eu tava bêbado, tenho usado muita droga, eu vou atrás de tratamento...
- Que merda digo eu kened, se tratar? você tem que tratar essa doença suja dentro de você, você é o próprio câncer em pessoa, destruindo tudo ao seu redor com um sorriso inocente. faz um favor, e não me procura mais, e nem pensa que com esse papinho de que prescisa de ajuda, vai fazer eu te abraçar e falar que tá tudo bem, porque não tá! Vai embora agora.
E assim virei as minhas costas deixando pra trás toda aquela bagunça, sem olhar pra trás, mesmo que difícil nao permitiria que um babaca levasse minha paz, ou fizesse parte da minha vida em forma de cicatriz.