Capítulo 119

1189 Words

Rei narrando Depois de botar o Tico e o Ruan no chão um com um tiro e ácido, o outro sufocado com corrente ainda restava uma pendência: Coiote. Aquela desgraça ainda respirava. E eu não podia permitir que um verme desses continuasse andando, falando, respirando o mesmo ar que a gente. Ele cruzou todas as linhas. Fez merda com a Rafaela, tentou invadir meu morro, e agora... agora era a hora dele pagar. Coiote tava amarrado na salinha. A mesma onde o chão já conhecia o gosto do sangue. Os gritos que ecoaram ali pareciam morar nas paredes. E hoje, elas iam ouvir mais. Chamei o Chacal e a Rafaela. Era justo eles estarem comigo. Isso era pessoal. Isso era dívida de guerra. Entrei primeiro. A luz fraca iluminava o rosto escroto do Coiote, que já tava todo estourado, os olhos roxos, a boca

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