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HUTS FELINGS: VICENTEDANILO

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Blurb

Danilo um ômega independente que cm seus 19 anos teve que aprender a se virar sozinho logo cedo,engravidou de um alfa aos seus 16 anos de idade. E devido a suas imprudências da adolescência tive que pagar as consequências.

Vicente um Alfa muito com uns pensamentos antigos,se vê pouco louco quando descobre que seu companheiro é um garoto de 19 anos. Aos 40 anos de idade se vê completamente sozinho,seus saúde não anda muito bem mais ele não faz questão de conhecer seu companheiro,cria uma filha de 14 anos.

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Narrado por Danilo - Mais senhor Braz... - Não Danilo já chega... Já é a terceira vez que você falta... Nesse mês... - Mais o senhor sabe que foi por causa do meu filho... • olho para o pequeno que dormia nos meus braços. - Eu sei... Todas a vezes foram,eu não duvido de você,mais é complicado,eu fico no prejuízo... - Me desculpa... Me dá mais uma chance por favor... • ele ficou me olhando. Eu não posso ser demitido,o que meu filho vai comer? Ainda que o que eu ganhe seja pouco da pra viver - Está bem. Pague a alguém ou uma creche para deixar o garoto... - As coisas lá em casa estão um pouco apertadas... • dou um sorriso sem graça. - Então... Sinto muito... • ele me olhou triste e saiu. E agora... Como eu fico? Não tinha muito o que fazer,eu fui em direção a saída. Mais sou parado alguém e eu sabia muito bem quem era - Olá... Foi demitido? - Sim... Senhor Loreto... • senhor Loreto,o irmão do seu Braz não gosto do jeito que ele me olha. - Eu posso ti ajudar... Hum... • ele ia me tocar mais eu desviei. - Me deixa passar... • falo apertando o meu bebê mais forte de forma protetora. - Você sabe onde me achar... Posso dá todo o dinheiro que você e seu filho precisa... Você só tem que me dá uma coisinha... • ele me olhou de cima pra pra baixo e lambeu os lábios. - Senhor Loreto... Por favor... • falo assutado. Ele começou a rir e saiu da porta. Eu saí de lá apressado e fui para o ponto de ônibus,eu tenho que pegar dois ônibus até chegar em casa. Não demoro muito e o primeiro chegou e eu chamei meu filho. - Vamos acordar bebê do papai... • ele abriu os meio barulhento. - Papai... - Vai sumir ou não... • o motorista grita. - Sim... • falo subindo no ônibus. O motorista já foi mostrando a mão dizendo que queria o dinheiro. - Aahh... Sim... Fica aqui filho... • colo o Pietro no chão. Ele começou a tentar escalar minhas pernas. - Papai... Papai... - Calma filho... • falo contando as moedas. - Anda logo... - Quero chegar em casa cara... Os passageiros gritam. - Aqui está... • entrego as moedas. Pego o Pietro no carro,e vou,estava sem lugar para sentar, então eu tive que me apoiar na barra de ferro que tinha lá. O motorista fazia questão de ir muito rápido. Pietro novamente deita e meus ombros e percebo que logo ele está dormindo,o pequeno dormia muito rápido,os trinta minutos em pé naquele ônibus,eu só pensava o que fazer , não ia durar nem duas semanas. Assim que eu desço em outro ponto, Quando chego lá está tudo praticamente vazio,quer dizer só tinha um cara lá , falando no telefone. - Não... Eu vou de ônibus... Eu não vou te esperar... Encontro você não alcatéia... Tá bom... Te amo também... • ele guardou o celular. Eu fiquei olhando meu filho em meus braços,que merda eu estou fazendo? Como vou criar meu filho? Como? Onde eu vou conseguir um emprego? Foi difícil conseguir aquele e ainda tive que aturar as besteira que o Loreto falava a mim. O próximo ônibus que eu iria pegar estava vindo. ... - Chegamos... • coloco o Pietro no chão. Ele sai andando,pega seu uso de senta no chão. - Papai... Vai fazer a sua comida tá filho... Nada de mexer nas coisas... Então eu vou pra cozinha era pequena e de lá dava pra ver ele brincando,tinha um pouco de feijão já pronto,e dois pedaços de frango pra assar . Então eu comecei a fazer,tinha a última laranja e obviamente eu irá dar para o meu filho,assim que ele terminasse de comer. - Papai... Pai... • ele anda até mim com a mão na barriga. - Tá com fominha? - Fominha... • ele repete e levanta os braços para mim pegar ele. - vem aqui.... • falo levantando a blusa para ele mamar Ele já tem quase três anos e ainda mama. - Amo muito esse bebê. Falo saindo da cozinha e sentando no sofá. - Olha só que bebê lindo... O bebê do papai... Vai ficar velhinho amanhã... • sorri pra ele,o que não durou muito. Eu acho que não tenho nada pra fazer ao menos um bolo para ele,e novamente a vontade de chorar veio com tudo,eu não sei nem o que fazer para comer no café da manhã. Se eu comprar algo,vou atrasar o aluguel de novo,se eu deixar de pagar a luz ou a água vai ser pior,eu não posso nem dar um presente de aniversário ao meu filho. O pequeno já dormia, então eu deixei que minhas lágrimas caíssem eu chorei como uma criança,com soluços altos. ... Narrado por Vicente - Aonde pensa que vai? - Ao cinema pai... O senhor prometeu que me levaria... Os meus amigos vão está lá... - Não é pra demorar... Agora são sete... As... Hum... Nove eu já vou está te esperando pra vim... Ok? - Valeu pai... Você é o melhor vamos... - Mais papai tá cansada... Vai lá e pede ao seu tio que ele vai te levar... Assim que a minha pequena saiu eu fui pegar um pouco de whisky e sentei no sofá. E passo a pensar em tudo,criar uma filha sozinho no foi fácil,mais eu consegui fazer tudo certinho,claro que eu tive uma ajudinha. Minha família é muito maravilhosa,todos me ajudam e apoiaram a cuidar da Lívia. - Advinha que tá aqui...? • escuto uma voz de um chato. - Um velho chato... - Velho? Você dois anos a mais que você... • ele já chega pegando meu copo e bebendo. - Cadê sua esposa? O Lucas? O Roberto já parou de querer procriar igual a um coelho? É bom te ver Eduardo... • a gente se abraçou,ele sentou e fui pegar outro copo com whisky. - está todo mundo bem... A minha esposa que mandou eu vim... E o Lucas deu um basta... Ele não quer mais ter filhos... • ele da risada. - Mais o que veio fazer aqui? • falo me sentando novamente no sofá. - Vim saber se o seu companheiro já apareceu? E também vou passa a semana toda aqui..m surpresa... - Não apareceu... E eu vou ter que te aturar por sete dias... Vai ser difícil... • falo fazendo graça. O outro revira os olhos. - Isso não é bom... - Eu não ligo... - Pois deveria... Falta pouco para os seus quarenta anos... - Eu estou ótimo... - Sério? Como está sua saúde,tem se sentido cansado, sonolento... Apetite ruim... - Sim... Sim... Sim... • meu melhor amigo entra respondendo ao meu irmão. - Inácio... • ele se abraçam. - Já cheguei respondendo porque seu que seu irmão é teimoso... • ele pegou meu outro copo com a bebê. - Mais que diabos... Não podem ir até ali e pegar o de vocês não? • falo bravo ele dão um aperto de mão e dão risada. E novamente eu fui pegar mais bebida pra mim. - Ainda nada? - Não Eduardo... Nada... - Mais Inácio... Isso é muito estranho... Ele já tem quase 42 anos... Se esse companheiro não chegar ele vai morrer a qualquer momento... - Parem de falar como se eu não estivesse aqui... Eu sempre deixei claro que não gosto dessa história de companheiros. Isso é ridículo... Fazer as pessoas destinadas desde que nasceram é ridículo... E se eu ou ele já tivéssemos alguém? Íamos ter que largar tudo por causa dessa idiotice... - Vicente... Não fale essas coisas... Se a mamãe ouvir... - Eu não tenho mais sete anos Eduardo... Eu sei muita bem das coisas... E você sabe que desde o início eu não concordei com isso... Minha vida tá uma merda por cause dessa história esquisita... • falo me alterando - Não fale assim meu amigo... Não diga essas coisas, não queira que a deusa Luna te castigue... - Castigar? Acha que ela vai fazer mais o que? Hum? Já tive um castigo suficiente... Eu odeio isso... - EDUARDO... já chego... • meu irmão chama minha atenção. - Eu não estou nem aí se ela se arrependeu ou não te ter sido culpada pela morte do supremo naquela época... Dane-se... Nem ela acreditou nessa história de companheiros... Porque então criou tudo isso? Em? - Para Eduardo... - Mais o que tá acontecendo aqui? - Mãe... • eu e meu irmão falamos ao mesmo tempo. Agora eu tou lascado. É isso mesmo gente,um homem independente, dono de uma alcatéia,pai,alfa lúpus. Mais eu tenho uma coisa que está acima de tudo isso,minha mãe,a mulher mais aterrorizante e ao mesmo tempo amável.

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