CAPÍTULO 26

3002 Words
Eu não esperava dela me jogar na cara o divórcio. Jamais passou pela minha cabeça que a ideia de termos um filho, fosse causar tanto problema entre nós dois. Eu não me vejo sem ela, eu nunca daria o divórcio, então eu tenho que pensar, eu tenho que ganhar ela de novo depois dessa, eu posso desistir da ideia de termos um filho por agora. Darei tempo para ela acostumar com essa ideia. Estamos ainda na sala, ela me olhando com raiva. Suspiro forte. -Tudo bem você venceu, eu desisto por agora de termos um filho. Digo olhando para ela. -Por agora? Não Christian, essa conversa só vamos ter a hora que eu terminar meu curso. Se não for assim, eu insisto em nosso divórcio. Ela diz firme. -Ok Anastásia. Como você quiser. A única coisa que quero aqui, e que jamais cogitamos essa ideia de divórcio. Pois eu não vou aceitar isso. -Depende de você Sr Grey. Agora que estamos resolvidos vou tomar um banho. Ela diz e sobe. Não é bem do meu feitio aceitar imposições das pessoas, mas aprende que com Anastásia, eu tenho que ter toda a paciência do mundo se eu quero algo dela. Não vou ganhar nada dela, se continuar com as minhas vontades sobre ela. Vou para o escritório e me sento, analiso alguns contatos e vejo ela aparecer na porta somente de camisola. Eu já disse que o corpo dela desperta tudo em mim? Ela é uma tentação na cama, ainda mais quando está brava e com ciúmes. Sim ciúmes, por mais que ela não diga que me ama ou que gosta de mim, eu sinto que isso muda a cada dia. Ela demonstra seu jeito possessivo por mim, e eu gosto disso, pois eu também tem uma possessão por ela. Sou tirado dos meus pensamentos ao ouvi-la. -Você quer comer alguma coisa? Ela pergunta, e meu amiguinho aqui em baixo reagi. -Vem cá. A chamo. E ela vem até a beirada da mesa, eu pego a mão dela e faço ela sentar no meu colo. Eu quero você. Digo já beijando a boca dela. O melhor das nossas discussões é que não ficamos muito tempo brigados, normalmente resolvemos isso na cama, e com muito sexo. E eu quero fazer amor com ela agora. Enquanto a beijo desço as alças finas da sua camisola, e começo a passagem um dos seus s***s. Com a outra mão seguro sua nuca, deliciando com seus beijos. Ela alisa meu peito por cima da camisa. Descendo suas mãos na barra da blusa, levantando, para que eu a tire. Paro o beijo e tiro a camisa e volto a beijá-la. Desço os beijos até o pescoço e começo a chupá-lo e mordê-lo. Ela geme baixinho. Desço para seus s***s, e chupo, mordo os biquinhos. Sinto as unhas dela cravadas nas minhas costas, me deixando mais louco do que já sou por ela. Eu não vou aguentar muito tempo sem está dentro dela. Eu a quero. Desabotoou minha calça, e r***o a calcinha dela em uma fúria anormal. Introduzo um dedo dentro da i********e dela e vejo que ela está bem molhada, não dou tempo e já retiro o dedo colocando meu m****o. Ele entra facilmente, e ela rebola nele me levando a loucura. Chupo mais forte seus s***s. Ela solta um gemido, rebolando ainda mais no meu m****o. Nós dois estamos gemendo. As unhas dela ainda passa pelas minhas costas, me deixando mais desejoso por ela. A seguro firme, sinto ela me aperta, sugando meu m****o com tanta força que sei que ela gozará, Me levanto com ela, a deitei em cima da mesa, retiro a minha calça, e me introduzo novamente dentro dela, a mesma geme. Estoco forte, segurando ela pela cintura, trazendo seu corpo junto ao meu, fazendo nossos sexos se chocarem ainda mais. Ela me aperta e continuou até ouvir ela gozar. Estremecendo todo seu corpo, eu ainda continuou estocando forte, em um vai vem gostoso, eu acabei gozando também, me deitando em seu peito para me equilibrar e esperar a minha respiração voltar. Ela fez um macarrão com queijo para comermos, e depois eu a levei para o banho. Terminamos nossa noite com muito amor. No outro dia, ela já não estava na cama, já havia saído para a faculdade. Eu não me sinto bem com isso. Não te-la pela manhã e nem almenos poder tomar o café com ela, não é algo que me agrade, eu gostaria muito isso fosse revertido. Não aguento mais esse curso. Queria muito entender o porque dela escolher medicina, sendo que não a vejo como médica. Suspiro e levanto para mais um dia de trabalho. No escritório as coisas estão corridas, são várias reuniões, vídeo conferência. A tarde Andreia me interfona falando que Ray está me esperando. Peço para ela deixar entrar. Faz tempo que não tenho um papo legal com meu sogro. Esses dias tem sido bem corridos. Ray entra e eu me levanto para cumprimentá-lo. -Como vai Ray? Bom te ver. -Vou bem e você? Ele que questiona ainda apertando a minha mão. -Bem também. Mas o que te traz aqui? Pergunto me sentando e pedindo para ele sentar. -Como estão as coisas com você e Ana? -Estamos bem, apesar da sua filha insistir em não termos um filho agora, estamos indo. Digo -Ela não quer ter um filho? Ela não quer me fazer avô, porque? -Ela me disse que enquanto ela não terminar o curso dela, ela não pode pensar nisso. -E você? -Depois de uma discussão ontem, e ameaça de divórcio, eu acabei me dando por vencido, por enquanto. Eu não pretendo perder sua filha. Eu fiz o possível e impossível para tê-la, como você sabe. -Oh se sei. E espero que minha Ana nunca saiba o que nós dois fizemos. Ela e Carla me odiariam. -Não se preocupe Ray, só nós dois sabemos disso, tirando Taylor, ninguém mais sabe e não vão saber nunca. -Mas voltando ao assunto filhos. Eu já esperava um neto de vocês. E esse curso para ela não é tão importante, ela só precisa descobrir isso. Ele diz e eu fico intrigado. -Porque você diz isso? Questiono ainda intrigado por não entender o que ele disse. -Christian, Ana já te contou o porque dela escolher medicina? Ele me pergunta, e nunca perguntei a Ana sobre isso. -Não. Digo -Carla quase morreu quando Ana tinha doze anos. Ana falava que seria editora, bibliotecária, Administradora da minha empresa, menos médica, porém meses depois os médico diagnosticou Carla com câncer. Achamos naquele momento que iríamos perder Carla. Ana então ficou muito m*l, prometeu ali se a mãe melhorasse ela se dedicaria a medicina. Quando ela fez dezessete anos ela ficou obcecada por coisas de medicina, sua mãe já estava curada, ela então se propôs a cumprir a sua promessa. -Eu não sabia disso. Digo triste pela história, e por Ana. -Eu e Carla tentamos fazê-la sair dessa promessa boba. Dissemos a ela que não era necessário desistir de algo que a faria mais feliz por uma promessa. Mas ela nos disse que promessa foram feitas para serem cumpridas, e ela cumpriria. -O que podemos fazer para ela sair dessa promessa? Ray eu não me importaria se ela quisesse trabalhar com você, em qualquer lugar que não seja um hospital, onde ela passaria o dia todo, e se não a noite. Eu não queria forçar ela desistir do sonho dela, mas agora que sei que não se trata de um sonho e sim uma promessa boba, ela não pode continuar se dedicando a uma carreira que ela não gosta. -Eu não sei Christian, eu e Carla já fizemos de tudo para ela desistir disso. Se você tiver uma ideia, eu ficarei feliz em te ajudar. -Eu vou pensar algo. Digo, já pensando em um jeito dela se dedicar ao que realmente gosta, e não por causa de uma promessa. -Eu vim aqui mais foi para jogar conversa fora e te convidar para o jogo dos marines amanhã. Ele diz com um sorriso no rosto. -Nossa Ray, mas agora? Estamos em cima da hora para comprar os ingressos. Digo. Não que eu Christian Grey não consiga isso fácil. -Calma cara, eu já tenho os ingressos, consegui cinco com um cliente. Então pensei em você chamar seu irmão e cunhada, até seu pai. Nenhum dos meus amigos podem ir, então pensei em você chamar seu povo. Ele diz sorrindo mais ainda. -Tudo bem, deixa eu ligar para meu irmão e os outros para confirmar isso. Falei já pegando o meu celular para ligar para Eliot. Eliot, Ethan e papai aceitaram ir ao jogo amanhã. Eu e Ray ficamos felizes com isso. Teríamos uma noite só de homens amanhã. -Nossas mulheres vão ficar solta amanhã também. Diz Ray, e esse comentário eu não gosto. Ana não vai sair a noite sem mim. A não ser que tenha um segurança com ela. -Carla vai sair amanhã? Pergunto para ver se vai chamar Ana. -Já marcou com as amigas para irem ao cinema. Não digo nada. Só espero que as loucas da minha irmã e cunhada não arrumem nada para chamar Anastásia. Eu sei que é meio injusto eu pensar assim. Mas eu ainda não me sinto bem por cento seguro com ela. Tenho medo que Anastásia com toda pressão que eu coloco nela, suma da minha vida para sempre. Então sempre quero ter certeza que estamos bem. Eu e Ray passamos mais um tempo conversando e ele se despede. Continuo trabalhando até as sete. Arrumo tudo e sigo para casa. Chegando em casa entro na sala não tem ninguém. Vou até a cozinha, Gail já está preparando o jantar, dou boa noite e questiono se Ana não chegou. Ela me diz que sim e que está lá em cima. Subo as escadas e vou direito para meu quarto. Entro e ela está no closet cantando. Será o que houve para ela está feliz. Normalmente a encontro sempre perdida em pensamentos. Entro no closet e vejo ela nua. Isso é minha perdição, sinto meu m****o já latejar de vontade de tê-la. A abraço por trás, e dou um beijo em seus ombros. -Porque dá cantoria? Pergunto passeando um das minhas mãos na barriga lisinha dela. -Por nada. Ela diz. O jantar está quase pronto. Acho melhor você ir tomar um banho. Ela fala já se desviando de mim. E eu não gosto disso. Parece que ela está me evitando. -Porque você parece tão distante? Parece está me evitando. A dois segundos atrás, você parecia feliz, assim que cheguei isso mudou. O que foi? Indago parando na frente dela, olhando em seus olhos. -É impressão sua. Ela diz me olhando. Eu não me convenci ainda. A puxei para meu corpo e comecei a beijar a boca dela. Eu queria senti-la. Queria realmente sentir que ela não estava mentido para mim. A minha insegurança começa a me afetar nesses momentos. Eu não quero ser o cara chato que cobra tudo, eu sei que já sou esse cara, mas queria poder confiar que ela estará sempre comigo. Porém nesses momentos que eu sinto ela tão longe, mesmo estando perto. Fizemos amor antes do jantar. Decemos para jantar, de mãos dadas. Gail questionou se já podia colocar na mesa. Ana disse que sim. Nos sentamos e começamos a conversar sobre o convite do pai dela. -Vamos amanhã ver o jogo dos marines. Você se importa? Pergunto. -Não. Não vejo problema nisso. Espero que quando tiver que sair com minhas amigas também não tenha problemas. Ela diz sorrindo para mim. -Com seguranças atrás de você não vejo problema nenhum nisso. Digo pegando a mão dela e beijando. -Vou ver com mamãe o que ela vai fazer. Se ela não for fazer nada, eu vou para lá e ficamos, e você passa lá para me pegar, tudo bem? -Seu pai me disse que ela marcou com as amigas de. irem ao cinema. Falo, e vejo ela fazer beicinho. -Então ficarei aqui mesmo. Continuamos a conversa e eu começo a falar do meu dia na empresa. Vejo que ela se interessa bastante, e eu começo a pensar em como afastar essa ideia de medicina. Eu não me importaria em pagar outro curso para ela. Assim também posso conseguir convencê-la a engravidar. Acabamos de jantar e eu sobe para tomar banho. Quando sair ela ainda não estava no quarto. Vestir uma calça de pijama e desci. Escutei ela falando ao telefone. -Muito bonito né Sr Ray, o Sr vai para o jogo, leva o meu marido para farrear com você e ainda me dá o seu trabalho para analisar. Escuto ela falando e tenho vontade de rir. Tá bom pai, não se preocupe, eu analiso enquanto o Sr se diverti. Também te amo, bjs. Boa noite!! Ela desliga o telefone, e vira e me olha. -Seu pai? Pergunto já sabendo a resposta. -Sim. Ele quer que eu analiso alguns contratos para ele. Ray é o cara penso comigo. -Você sabe analisar contratos? Pergunto também já sabendo a resposta. -Sim. Eu aprendi muito com meu pai. -Amor o que aconteceria se seu pai não pudesse tomar conta da sua empresa? Questiono para saber qual é a dela. -Eu assumiria. Ela diz como se não fosse nada. Até mesmo não deixaria minha mãe passar necessidades. -Nem eu deixaria isso acontecer. E porque você não trabalha com ele? -Não tenho tempo Christian. Vamos mudar de assunto. No sábado tem aula pela manhã. Ela diz fugindo do assunto, mas eu não gostei dela ter que estudar no sábado. -Eu custo a acordar com você e ainda tem aula aos sábados. Digo sério, não gostando da ideia. -Você sabe que tenho aula duas vezes por mês no sábado. -Tudo bem, fazer o que né. Mas agora vem cá. A puxei para meus braços, louco para beijá-la, para possuir seu corpo. A beijo com vontade, levando a para o quarto, ela puxa meus cabelos, para fundir mais com ela. Nunca a sentir desse jeito, quero essa Anastásia. Deitei a na cama e continuo sentindo seus beijos, seus lábios macios. Desci meus beijos pelo pescoço, mordendo, chupando. Ela já estava ofegante. Foi descendo a alça do seu vestido e mordendo os ombros. Continue meus carinhos pelo corpo dela, apertando suas coxas, subindo minha mão para dentro do vestido. Repousei minha mão em sua calcinha. Delícia disse beijando seu pescoço. Ela começou a passar as mãos em minhas costas, e me dá prazer de sentir ela assim, também me querendo. Cessei o beijo, olhei para ela, e tirei seu vestido. Ela estava sem sutiã. Me deixou louco. Avancei sobre seus s***s, e os mordi, chupei com força. Ela estava louca. Já gemia baixo. Desci distribuindo beijos pela barriga, até chegar na sua i********e, que estava tampada pela calcinha ainda, rasguei sua calcinha, e comecei a lamber, chupar sua i********e. Chupei forte, e ela gritou. Isso era música para meus ouvidos. Continue lambendo e enfiando minha língua bem fundo. Sentir ela gozar. Seu gosto maravilhoso, seu mel me deixa ainda mais querendo ela. Levanto, tento tirar a minha calça, mas ela me impedi. Ela tirar a minha calça assim que termina, ela me olha, e beijar meu peito. Estou hipnotizado pelo seu olhar, que mesmo beijando meu peito, ainda está cravado em mim. Hoje ela está diferente, sinto ela bem mais disposta, não sei explicar. Normalmente sou eu que tomo rédeas das nossas noites de amor, e hoje ela está mais no controle. Ela começa beijar meu peito, trilhando até chegar na barriga. Tenho certeza que vou morrer hoje. Pega meu m****o e beija a cabeça dele, lambendo e mordendo a ponta dele. Derrepente ela coloca ele na boca, chupando forte, fazendo um vai e vem que está me deixando louco. Ela continua sua ministração, hora forte e devagar, hora fraco e rápido. Minha mulher será minha perdição. Eu não ia aguentar por muito tempo, gozaria sem dó na boca dela. Eu já não pensava em mais nada, só sentia aquela boca quente em volta do meu p*u, e meu t***o só estava aumentando. Droga irei gozar. E foi que aconteceu. Gozei como um louco, apertando sua cabeça, para que ela não parece de me chupar. Inferno de mulher. Mas eu não acabei, quero está dentro dela. A deitei na cama, voltei a beijá-la na boca, Meu p*u já estava respondendo novamente, entrei no meio das suas pernas e coloquei meu m****o dentro dela. Fui dando leves estocadas, ela se movia junto comigo. -Eu te amo Anastásia, quero você toda. Sussurro no ouvido dela. Ela gemia, pedia para ser mais forte e rápido. Disse a ela que queria senti-la. Já estava me apertando, faltava pouco para ela gozar. Estoquei forte, sentia ela se contrair. A respiração dela estava acelerada, ela pedia por mais. Eu também já não estava me aguentando, pedir para ela vir comigo, e assim foi, nós dois gozamos alto, ofegantes. Fiquei em cima dela, esperando nosso respiração voltar. Ficamos assim alguns minutos, podia ouvir que sua respiração também estava voltando ao normal. Deitei do lado dela, me posicionei virando para ela. Passando as mãos em seu rosto. -Queria tanto que nossas noites de amor fossem assim. Digo olhando para ela e passando as mãos pelo seu rosto. -Assim como? Ela me perguntou franzindo a testa. -Você hoje parecia me querer tanto quanto eu te queria. Eu sinti a diferença de agora e da hora antes do jantar. Digo ainda acariciando seu rosto. -Eu acho que é impressão sua. Eu não fico comparando a forma que fazemos sexo. Ela diz. -Eu também não, mas agora eu notei que você me queria. Falei beijando a boca dela. Ela não responde nada, e eu intensifico o nosso beijo. Fazendo mais amor aquela noite. Eu me sinto bem sabendo que ela está começando a sentir algo por mim. Quero realmente que ela possa dizer algum dia que me ama, me queira, tanto quanto eu a amo e a quero. Com esse pensamento eu dormo.
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