Bárbara . . . Tentei puxar a arma da minha cintura quando vi a vagabunda se preparando pra pular em cima de mim, mas nem deu tempo. Ou eu mirava, ou eu ligava pro Tubarão. Resolvi ficar com a segunda opção, sem saber o que ia acontecer dali pra frente. Independente de qualquer coisa, o Tubarão merecia saber de toda a verdade, e se a Fabiana me matasse, esse segredo não ia morrer comigo. O celular ficou em cima do sofá. Não consegui ver se ele atendeu ou não a ligação. A Fabiana foi mais rápida e me puxou pro chão, com as mãos nos meus cabelos. Coloquei as mãos em volta do pulso dela e tentei me soltar, mas ela estava na vantagem por estar praticamente sentada no meu colo, o que me impedia de bater com as pernas. Ela puxou meu cabelo pra cima, depois pra baixo, com tanta força que minha

