Capítulo 6
Sábado… sim exatamente sábado e o que a Lindeza aqui está fazendo?
Só irei começar a trabalhar com meu pai na segunda.
Acertou quem disse deitado com uma panela de brigadeiro ao lado e um emaranhado de DVDs espalhados pelo Centro.
ô vida c***l.
Quer saber de uma, eu é que não vou ficar sozinha em casa.
Celular… Celular… cadê meu celular.
Achei.
Desligo o DVD e TV, levanto do sofá, pego a chave do meu carro.
Fui ... eu tenho um gato para fiscalizar e afirmo que ele não está no meu telhado… ainda.
Tranco a porta, desço até o estacionamento do prédio, entro no meu carro e pego a estrada.
Você não sabe o que te aguarda.
****
Me escondia no corredor a cada indivíduo que surgia, eu estava gostando da adrenalina, entrar escondida no hospital, isso era contra as leis, e para falar a verdade adorava infri-las.
Isso é insano já que cursei lei por anos.
Só mais duas portas e estarei na sala do médico.
Penso ao vislumbrar a sala dele.
Aguardo ansiosa, duas enfermeiras se afastarem de sua porta e corro até a mesma abrindo e entrando de uma vez.
O olhei, e vi a sua surpresa transcender na ruguinha que se formou em sua testa.
- O que faz aqui? _Perguntou áspero ao se levantar da cadeira onde estava debruçado.
Ai que saudade.
Sorri em meio a tantas respostas que tinha para aquela, no entanto, não fiz menção de responde-lo, apenas levei as mãos até a maçaneta da porta e girei a chave o observando.
- Menina saia daqui. _ Ordenou com firmeza.
Me afastei da porta e caminhei em sua direção.
- Calma doutor Allan, eu sou uma paciente que deseja cuidados. _Sorri maliciosamente parando os paços, o vi enrijecer e engolir saliva. - Sabe doutor. _Depositei as mãos no tecido do meu vestido. - Apareceu de repente uma manchinha na minha barriga, próximo ao meu ventre. _Indaguei, minha voz saiu quase como um gemido. Então, levantei meu vestido até minha cintura. - O senhor poderia dar uma olhadinha. _Sussurrei ofegante.
Allan me encarou incrédulo e franziu o cenho confuso, mas não demorou para modificar suas expressões surpresas e deu 3 passos a minha frente.
Abaixou sua face e soltou um leve suspiro tenso em meu rosto, fechei os olhos voluntariamente ao me perder com seu hálito quente, e quando eu julguei que ele iria me beijar ele se arrastou, e posou como mãos em meu quadrilátero minha calcinha para baixo .
Ele não esboçou nenhuma reação ao encarar minha i********e, na verdade, ele desviou os olhos dali estreitou a vista e seus olhos emparelhados aos meus excitados, levando os dedos até a cicatriz próxima ao meu umbigo, tocando com delicadeza a contornando, fascinado.
- Deveria denunciar, quem quer que li feito isso. _Exclamou sutilmente.
O olhei com devoção.
Eu não sabia se o dava um tapa ou o venerava.
- Em falar em fazer. _Sorri mordendo o lábio inferior e peguei minha calcinha do chão. - Me faça gozar. _Pedi cinicamente.
Allan subindo-se de uma vez do chão e com tudo, me pegando em seus braços, grunhi surpresa, depositei minhas mãos, envolta do seu pescoço buscando apoio, o vi jogar os objetos que se encontrava na mesa longe com um único movimento, em seguida me posicionou posicionou sobre ela, esperei um momento de distração dele e escondi minha calcinha na gaveta entreaberta ao lado e fechei sem fazer barulho.
O olhei ansiosa.
Tremo ao vê-lo levar as mãos até a calça.
Ele iria mesmo trair a esposa.
Me sentei.
- Não. _Balbuciei receosa. Olhei para seu m****o ainda escondido. - Eu quero que uso isso para me fazer gozar. _Toquei sua boca umedecendo meus lábios secos.
Ele me olhou surpreso retraindo dois passos para trás.
Aquilo me desapontou profundamente.
Mas eu não posso dizer que sou virgem, até que ele se apaixone por mim.
- O que irei ganhar com isso? _Sua voz saiu mais rouca que o normal.
O vi cruzando os braços, aguardando minha resposta.
- O meu prazer. _Suspirei.
Ele esboçou um leve sorriso na face.
- o seu prazer… e o meu onde é que entra nessa história toda? _ Perguntou indignado.
Sorri divertida, no sonho nunca negociamos sexo.
Reprimi uma nova gargalhada ao vê-lo me repreender com seriedade.
Engoli em seco.
- Não entra… o seu prazer será me ver gozar, sem contar que seu ego inflara se conseguir me mostrar que sua língua é capaz. _ Propus firme.
- Você está nua na minha mesa, a porta está trancada, o que poderia me impedir de entrar sem pudor em você. _Falou com a voz grossa e olhar expressivo.
Arqueio a Sobrancelhas.
- Eu te conheço, você não é do tipo que entra sem pedir, se fosse já teria feito. _Provoco ao piscar o olho. - Agora me diz, vai me chupar ou continuar relutando. _O encarei. - O desejo está ai, venha se delicie… Renda-se a mim, doutor. _Ele veio até mim tirou da mesa e me colocou sobre o chão de pé, e logo se agachou. - Irá mesmo fazer isso? _Toquei seus fios de cabelo os puxando levemente.
- Você quer gozar. _ Interviu antes de me abrir as pernas um pouco mais, para lhe dar acesso. - Eu quero te fazer gozar. _Constatou. E de repente, sua língua quente e úmida tocou por toda a extensão da minha região sensível, tranquei meus olhos e senti meu corpo todo esquentar, aguardei sua língua voltar a tripudiar da minha i********e, mais não veio, apenas meu vestido foi abaixado e o desgraçado Torno-se. - O meu prazer vem antes… potência total caso os dois gozassem, mas você está jogando sujo. _Gesticulou me encarando fixamente. Automaticamente grudou seus lábios no meu, esperei ele explorar minha boca, mais nada, ele apenas me deu um selinho esfregando seus lábios rispidamente nos meus. - Lamba os lábios. _Passei a língua ao redor quase no automático. - Você é tão doce quanto o favo de mel. _O vi passar as costas da mão em seus lábios o limpando. - É uma pena eu ter diabete. _Ironizou frio e me deu as costas. - Tranque a porta quando sair.
Meus olhos arderam.
Respirei fundo e caminhei para trás ainda o observando.
Esse desgraçado ainda irá implorar para curar o diabete dele com o açúcar da minha i********e.
Podem escrever o que eu requisito.
Abri a porta e sai sorrindo diabolicamente.
Você não sabe onde entrou o doutor.
Entro no meu carro e pego meu caderninho na bolsa, risco a terceira linha.
* Ó excitar.
Que os jogos de sedução comecem, doutor.