VERDADE DO CORPO

1015 Words
Quando o desejo predomina O silêncio ficou pesado. O peito dele subia e descia rápido. Ela continuou, sem desviar. — Quando você tiver certeza de que é só meu, eu conto tudo. Aquilo não era manipulação. Era condição. Ele ficou parado por um segundo. Só um. E então a boca dele desceu na dela. Sem delicadeza. Sem teste. Com fome. Com posse. O beijo não foi suave. Foi urgente. Foi resposta. Foi disputa. As mãos dele seguraram a cintura dela com firmeza. A boca dele não pedia, tomava. Ela não o empurrou. O corpo dela reagiu antes da mente. A respiração dela quebrou no meio do beijo. Os dedos dela agarraram a camisa dele, não para afastar, mas para sentir. Ele aprofundou o beijo como se estivesse marcando território, como se estivesse dizendo sem palavras que ali não havia divisão. As mãos dele deslizaram pelas costas dela, subiram, desceram, firmes. Ele beijava como quem quer apagar dúvida. Ela sentiu o calor subir pelo corpo inteiro. Não era só desejo. Era algo mais bruto. Era ser reivindicada. Ele afastou a boca só o suficiente para respirar. — Eu não corro, ele disse baixo, perto demais da boca dela. Eu não corro de nada. E voltou a beijá-la. Agora mais lento. Mais consciente. As mãos dele seguraram o rosto dela, desceram pelo pescoço, tocaram a pele como se estivessem confirmando que ela era real. Ela sentiu o controle escorregar por um segundo. Só um. E foi perigoso. Ele puxou o tecido do vestido dela com impaciência contida. A respiração pesada. A boca descendo pelo pescoço dela, marcando presença. Não era só desejo. Era afirmação. Ela fechou os olhos por um instante, sentindo o corpo responder, sentindo algo que ela havia jurado que não sentia. Quando ele voltou a encará-la, os dois estavam ofegantes. — Eu não sou seu filho, ele repetiu mais baixo. Eu sou seu marido. Ela ergueu o queixo, mantendo a postura, mesmo com o corpo ainda quente. — Então prove. O desafio não veio em tom de deboche. Veio como convite. Ele segurou a cintura dela novamente, mais firme, mais seguro. — Eu vou. E dessa vez o beijo não foi fome. Foi promessa. A luz desenhava sombras suaves no rosto dela, mas não escondia o brilho nos olhos aquele brilho que dizia que ela queria lutar, mas já sabia que ia perder. O vestido vermelho abraçava cada curva do corpo, o tecido tão justo que parecia pintado na pele. Ela cruzou os braços, tentando manter a pose, mas o peito subia e descia rápido demais, a respiração denunciando o que a boca não admitia. O ar entre eles ficou pesado, quente, como se o próprio ambiente soubesse o que ia acontecer. Mário parou a um palmo dela. Sentia o calor que saía do corpo dela, o perfume doce misturado com algo mais selvagem, cheiro de mulher, algo que fazia o sangue dele correr mais rápido. Ele não falou nada por alguns segundos. Apenas olhou. Desceu os olhos do rosto dela até os s***s, depois até a cintura, até as coxas que o vestido m*l cobria. Luana sentiu o peso daquele olhar como se fosse uma mão física. A pele arrepiou inteira. Ela quis falar, quis desafiar, mas as palavras morreram na garganta quando ele ergueu a mão. Dedos longos tocaram a alça fina do vestido. Não puxaram. Apenas deslizaram. A alça caiu devagar, roçando a pele do ombro, deixando um rastro de fogo. Ela prendeu o fôlego. O coração batia tão forte que parecia querer sair do peito. Ele fez o mesmo com a outra alça. O tecido cedeu, escorregou pelos s***s, parou na cintura. O sutiã preto de renda apareceu, os mamil0s já duros marcando o tecido. Mário respirou fundo, um som rouco escapando da garganta. Ele não disse nada, mas os olhos falavam tudo: desejo, posse, reverência. Luana tentou manter o olhar firme, mas quando ele passou o polegar no mamil0 por cima do sutiã, ela fechou os olhos e soltou um gemido baixo, quase inaudível. Ele sorriu de lado. — Tira isso. A voz saiu baixa, mas firme. Não era um pedido. Era uma ordem. Luana hesitou, as mãos tremendo de leve. Mas obedeceu. Desabotoou o sutiã pelas costas, deixou-o cair no chão. Os sei0s livres, os mamil0s rosados e dur0s, implorando por toque. Mário gemeu baixo, um som que veio do fundo do peito. Ele se aproximou mais. A mão grande cobriu um sei0 inteiro, apertando de leve, o polegar circulando o mamil0 devagar. Luana arqueou as costas, o corpo reagindo antes da mente. Ele a empurrou de leve, as costas dela tocaram o colchão. Ele a deitou com cuidado, mas com autoridade. Subiu na cama, os joelhos entre as pernas dela, o corpo grande pairando sobre ela como uma sombra quente. Olhou para baixo. O vestido ainda na cintura, a calcinha preta minúscula já molhada no centro. Ele respirou fundo, os olhos escurecendo. Desceu o vestido e ficou olhando aquele corpo de mulher, madura, inteira. A respiração dela implorava por toque. — Você acha que pode me provocar e sair ilesa? Ele desceu devagar. Beijou a barriga dela, a língua traçando o umbigo, as mãos grandes segurando o quadril. Dedos roçaram a renda, sentiram o calor, a umidade. Luana gemeu, as coxas se abrindo sem querer. Ele puxou a calcinha para o lado, expondo-a. Buc3ta inchada, brilhando de desej0. Ele parou, admirou. — Caralh0, Luana… você me fez salivar. Desceu mais. Beijou a parte interna da coxa esquerda, lento, molhado, subindo devagar. Depois a direita. Mais perto. Ela abriu mais as pernas, o corpo implorando. Ele tirou a calcinha inteira, jogou no chão. Mãos grandes abriram as coxas dela com força, mas sem machucar. Aproximou o rosto, inalou fundo. — Seu cheiro… p0rra, eu não aguento. A língua saiu. Lambida longa, da entrada até o clit0ris. Luana gritou baixo, as mãos voando para o cabelo dele, puxando com força. Ele gemeu contra ela, o som vibrando na carne. Chupou o clit0ris devagar, sucção suave, depois mais forte. Língua circulando, rápida, precisa. Ela se contorceu, quadris subindo, gemendo alto.
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